AGORA É GREVE!

Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!

NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS


GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!

10 outubro, 2011

Bancários continuam de braços cruzados aguardando nova proposta dos banqueiros

A greve nacional dos bancários entra nesta segunda-feira, dia 10, em seu 14º dia. O movimento continua forte em todo o País e a tendência é aumentar ainda mais diante da intransigência dos banqueiros, que se recusam a apresentar uma proposta decente.
A greve começou em 27 de setembro, depois que os trabalhadores rejeitaram a proposta de reajuste salarial de 8% (0,56% de aumento real). Atinge bancos públicos e privados em todos os 26 Estados e no Distrito Federal. Na última sexta-feira, dia 7, o movimento parou 8.951 agências e vários centros administrativos do País, segundo balanço da Contraf-CUT.
"Os bancos lucraram mais de R$ 27 bilhões somente no primeiro semestre deste ano. Por isso, têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos bancários. Estamos abertos ao diálogo, aguardando uma nova proposta, e indignados com tamanho descaso", ressaltou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto.
A categoria reivindica reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria no atendimento aos clientes.
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, reúne-se nesta terça-feira, dia 11, para avaliar o movimento e ampliar ainda mais a mobilização.
Greve na Caixa - Veja abaixo o levantamento feito pela APCEF/SP nesta segunda-feira, dia 10, e saiba como está a mobilização nas agências vinculadas às SRs da capital.
 

09 outubro, 2011

BANCÁRIOS DE SÃO PAULO PASSAM POR CIMA DA DIRETORIA DO SINDICATO E VENCEM A ASSEMBLÉIA

Direção do sindicato manobra e encerra assembleia para não reconhecer derrota em votação.

Depois de 8 dias de greve e de muita insistência, os bancários de São Paulo conseguiram, na assembléia de 05/10, apresentar propostas que expressassem a vontade da base.

A diretoria do sindicato, majoritariamente composta pela Articulação/CUT, usualmente se esconde atrás de um pelotão de seguranças, e do alto do palco da quadra dos bancários, se arroga o direito de abrir ou não inscrições, encaminhar ou não as propostas. Quando são abertas inscrições, dezenas de diretores se inscrevem, e diante de um número “inviável” de falas, a mesa “sorteia” 5 felizardos para falar. Os componentes da CUT sorteados usam o tempo para repetir as mesmas orientações já veiculadas exaustivamente pela mesa.

Os bancários que estão na base, no dia a dia dos piquetes, usaram seu tempo para fazer propostas para que o movimento avance.

1) Carta à presidenta Dilma pedindo abertura de negociações. Hoje o governo federal é o principal empecilho para as negociações tanto dos bancários como dos correios. A carta à Dilma é uma forma de pressionar o governo a voltar à mesa de negociação para atender as demandas dos trabalhadores.

2) Passeata conjunta com outros setores em greve como correios e judiciário federal. O objetivo é utilizar esta unidade para ampliar a pressão sobre o governo, repetindo o sucesso da passeata de sexta-feira passada.

3) Utilização da Folha Bancária (jornal do sindicato) como instrumento para organizar e fortalecer nossa luta, divulgando todas as propostas feitas pelos diversos bancos, bem como os acordos fechados nas assembléias pelo país. BRB, Banrisul e Banpará já fizeram propostas, em muitos aspectos superiores até mesmo à pauta apresentada pela CONTRAF-CUT à Fenaban, mas elas não são divulgadas pelo sindicato, nem na Folha Bancária, nem no site da entidade. Devemos utilizar este jornal também para denunciar os gerentes assediadores, citando seus nomes, começando pelo gerente-geral do CSL (Banco do Brasil), Sr. Leonel Prado de Moraes, já famoso pela prática de assédio sistemático (na Folha Bancária de 06/10, já está estampado o nome deste gerente).

4) Não aceitar propostas que tragam o desconto dos dias parados ou sua compensação. O governo Dilma decidiu atropelar o direito de greve e, frente a qualquer greve, está pressionando pelo desconto dos dias parados para desmoralizar os grevistas. Foi o que tentou fazer nos correios, mas as assembléias não aceitaram. Por isso esta questão se transformou em estratégica para nossa luta hoje e nos anos vindouros.

5) Estabelecer o horário de 16h para as assembléias, e apreciar a proposta econômica da FEBANAN em assembléia unificada. O objetivo é dificultar a vinda de setores que não estão em greve e que só aparecem para votar pela aceitação da proposta. Também o objetivo é que lutemos e decidamos juntos sobre a proposta da FENABAN.

A diretoria do sindicato, por pressão da base, aceitou as três primeiras propostas, mas se opôs às duas últimas e perdeu as duas votações. Gostaríamos de reafirmar a importância destas duas propostas. Na verdade o que está em jogo é o direito de greve. O desconto dos dias parados que o governo quis impor nos correios, o interdito proibitório que o BB foi o primeiro a utilizar, o envio de centenas de fura-greves para as assembléias para terminar com as greves são práticas anti-democráticas que temos que combater.

Na votação da proposta sobre o desconto dos dias parados, a mesa retirou sua oposição após perder a votação. No entanto, na segunda, sobre o horário das assembléias e sua unificação, a diretoria perdeu a votação, mas não reconheceu o resultado, e se recusou a contar os votos. E, de forma absurdamente anti-democrática, encerrou a assembléia.

A falta de democracia acabou levando a um conflito ao final da assembléia. A truculência da diretoria do sindicato foi desnecessária. A melhor forma de garantir nossa unidade é discutir as propostas, votá-las e, se há dúvidas, contar os votos. Que vença a melhor. Atropelar o processo democrático por perder uma votação só leva à divisão e ao enfraquecimento.

Os bancários presentes, dando mostras de disposição de luta e organização, permaneceram reunidos para garantir o cumprimento das propostas votadas! Bancários independentes em conjunto com as correntes de oposição discutiram democraticamente e de forma unitária as tarefas necessárias para fortalecer a greve. Os trabalhadores tomaram a luta em suas mãos!

A vitória da greve é uma necessidade de todos nós. Continuaremos a ir às assembléias após os piquetes para lutarmos por um espaço democrático onde todos possamos discutir e decidir os rumos do nosso movimento. Chamamos todos os bancários em greve a fazer o mesmo. A próxima assembléia ainda não está marcada. Devemos permanecer em alerta e, quando convocada a assembléia, comparecermos todos para fazer valer a nossa vontade!

- Pela vitória dos bancários! Pelo atendimento de todas as reivindicações!

- Vamos encaminhar a passeata conjunta dos setores em greve!

- Não ao desconto dos dias parados ou sua compensação!

- Assembléias sempre às 16h!

- Assembléia conjunta para deliberar sobre a proposta da Fenaban e assembléia específica para os acordos específicos!

Assinam esta nota:

Bancários independentes

Coletivo Avesso (Intersindical)

Coletivo Bancários de Base

Movimento Nacional de Oposição Bancária – MNOB (CSP-Conlutas)

Greve dos bancários fecha 8.951 agências no 11º dia e pressiona Fenaban

http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=28321

07/10/2011
A greve nacional dos bancários chega a seu décimo primeiro dia nesta sexta-feira (7) ainda mais forte. Os trabalhadores fecharam 8.951 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal. O balanço foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h.

"A greve segue se fortalecendo a cada dia. Os bancários estão indignados com o silêncio e a hipocrisia dos bancos. Se de um lado eles não marcam nova negociação e sequer respondem à carta enviada pela Contraf-CUT na terça-feira (4), de outro divulgam informações falsas para confundir os bancários e a sociedade ao dizer que as tratativas continuam e que estão abertos ao diálogo", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

"A culpa pela greve é dos bancos, que mesmo com um lucro altíssimo, que chegou a de R$ 27,4 bilhões no primeiro semestre, se recusam a negociar com o Comando Nacional e apresentar uma proposta decente com avanços econômicos e sociais", destaca Cordeiro.

A greve da categoria já é a maior nos últimos 20 anos, superando o pico de 2010, quando os bancários pararam 8.278 agências em todo país. Os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, depois de rejeitarem a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, que significa apenas 0,56% de aumento real.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização, dentre outros itens.

"Enquanto dão as costas para as reivindicações de seus funcionários, os bancos gastam cada vez mais com a remuneração dos altos executivos", diz Cordeiro. Segundo dados do Dieese, entre junho do ano passado e o mesmo mês de 2011 o crescimento foi de 12% em média. No Itaú Unibanco, por exemplo, os gastos com os executivos aumentaram de R$ 297,6 milhões para quase R$ 333 milhões.

"Além de ignorar as reivindicações da categoria, os bancos desrespeitam o direito constitucional de greve ao utilizar práticas antissindicais, pressionando e intimidando seus funcionários para que furem o movimento. Eles chegam a utilizar helicópteros para levar bancários para os centros administrativos", indigna-se Cordeiro. "Mesmo assim, a participação na greve continua aumentando e nesta sexta, os trabalhadores fecharam áreas de callcenter de vários bancos", completa.

Fonte: Contraf-CUT

07 outubro, 2011

Aos banqueiros e à Caixa: estamos em GREVE! Nosso movimento é FORTE!

Os responsáveis pela greve nacional dos bancários são os patrões. Nenhuma agência está aberta para atendimento ao público hoje, dia 7. Confira o quadro no âmbito das SRs da capital

Veja só a enrolação dos patrões: as minutas com as reivindicações gerais da categoria bancária e as específicas da Caixa estão nas mãos dos banqueiros e da direção do banco público desde agosto.

De lá para cá, nada avançou nas primeiras rodadas de negociações. Os patrões não dão "sinal de vida" há quase duas semanas: um descaso enorme com os trabalhadores!

No último dia 4, diante do silêncio patronal, a Contraf-CUT enviou carta à Fenaban cobrando a retomada das negociações. Até agora, NENHUMA resposta foi dada!

Irrisório - em relação à proposta rejeitada da Fenaban, o 0,56% de aumento real nem merece ser discutido diante dos exorbitantes lucros que os bancos têm apresentado no último ano. Em relação à Caixa, nada avançou e, ainda, não foi garantida a PLR Social, uma conquista dos empregados na campanha salarial do ano passado e que não foi renovada até o momento.

Greve na Caixa - nesta sexta-feira, NENHUMA agência está aberta para atendimento ao público no âmbito das SRs da capital, demonstrando a força dos empregados no movimento paredista.

Assembleia - fique atento aos informes do sindicato de sua região para saber a data, o horário e o local da próxima assembleia. Participe ativamente da campanha salarial!

Quadro - confira, abaixo, o levantamento feito pela APCEF nesta sexta-feira, dia 7, 11º dia da greve nacional da categoria bancária.



Informamos aos clientes que permanecem abertos apenas Postos de Atendimento Bancários (PABs), que são postos de atendimentos específicos nos locais em que estão instalados. Não prestam atendimento ao público.

>> Confira a situação das agências e PABs vinculados às SRs da capital. http://www.apcefsp.org.br/portal/data/pages/3DFEE68232BA0AA60132DF1543F7370F.htm?__akacao=604203&__akcnt=c997bedb&__akvkey=d672&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim+especial+campanha+salarial+-+7%2F10%2F2011

>> Áreas-meio da capital. http://www.apcefsp.org.br/portal/data/pages/3DFEE68232BA0AA60132DF1543F7370F.htm?__akacao=604203&__akcnt=c997bedb&__akvkey=d672&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim+especial+campanha+salarial+-+7%2F10%2F2011

>> Movimento nas demais bases sindicais. http://www.apcefsp.org.br/portal/data/pages/3DFEE68232BA0AA60132DF1543F7370F.htm?__akacao=604203&__akcnt=c997bedb&__akvkey=d672&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim+especial+campanha+salarial+-+7%2F10%2F2011



Fonte: APCEF/SP

06 outubro, 2011

Maior dos últimos 20 anos, 8758 unidades bancárias fechadas neste dia 06/10/11

06/10/2011 - Greve completa 10 dias, fecha 8.758 agências e cobra negociações

A greve nacional dos bancários completou 10 dias nesta quinta-feira (6). O movimento cresceu e paralisou 8.758 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal. O balanço foi feito pela Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h.

"Trata-se da maior paralisação da categoria nos últimos 20 anos, superando o pico da greve de 2010, quando os bancários pararam 8.278 agências em todo país", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "A culpa pela greve é dos bancos, que permanecem em silêncio, recusando-se a retomar o diálogo com o Comando Nacional e apresentar uma proposta decente com avanços econômicos e sociais", destaca.

A Fenaban ainda não respondeu à carta enviada na terça-feira (4) pela Contraf-CUT cobrando a retomada das negociações. "Vamos despertar os banqueiros ampliando ainda mais a greve, a fim de que tragam uma proposta à altura dos lucros estrondosos de R$ 27,4 bilhões que acumularam somente no primeiro semestre deste ano", destaca Cordeiro.

Os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, depois de rejeitarem a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, que significa apenas 0,56% de aumento real.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização, dentre outros itens.

Segundo dados do Dieese, o setor financeiro apresentou o terceiro maior crescimento na economia, comparando-se o segundo trimestre deste ano com o mesmo período de 2010. A intermediação financeira cresceu 4,5% no período, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) do país atingiu 3,1%. "Esse ganho é fruto do trabalho dos bancários, que merecem uma remuneração digna. Além disso, os bancos estão devendo contrapartidas sociais como forma de melhorar a prestação de serviços e contribuir para o desenvolvimento do país", afirma Cordeiro.

O presidente da Contraf-CUT destaca a importância da valorização do piso salarial dos bancários. Dados do Dieese demonstram que o salário de ingresso nos bancos no Brasil é equivalente a US$ 735, mais baixo que o dos uruguaios (US$ 1.039) e quase metade do recebido pelos argentinos (US$ 1.432).

O valor por hora trabalhada também é bastante inferior no Brasil. O piso dos bancários brasileiros é equivalente a US$ 6,1 por hora de trabalho, enquanto os argentinos ganham US$ 9,8/hora, seguidos pelos uruguaios, que recebem US$ 8/hora. Segundo a pesquisa, cerca de 140 mil bancários recebem o piso no Brasil, o que significa aproximadamente 30% ou quase um terço da categoria.

"O Brasil está crescendo e já é a sétima economia do mundo, mas ocupa a vergonhosa posição entre os dez países mais desiguais do planeta. O setor financeiro está entre os que mais lucraram nos últimos anos, mas se nega a distribuir renda aos seus funcionários, enquanto paga bônus milionários para os seus altos executivos, que chegam a ganhar até 400 vezes mais que o piso de um bancário. O caminho para mudar essa situação passa por aumentos reais de salários para os trabalhadores", defende Cordeiro.

Fonte: Contraf-CUT

Sem proposta GREVE continua e cresce diante da intransigência da Fenaban e da Caixa

Bancários da capital mantêm a paralisação, que entra em seu décimo dia hoje.

A falta de respeito por parte dos banqueiros e da direção da Caixa parece não ter fim, pois, até o momento, sequer acenaram com a possibilidade de retomada das negociações.

"Nosso movimento é forte e não se enfraquecerá diante da postura dos patrões, pelo contrário, será ampliado", afirmou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto.

Levantamento - a greve nacional dos bancários de 2011 já é a mais forte dos últimos 20 anos, de acordo com dados da Contraf-CUT. A categoria fechou 8.556 agências de bancos públicos e privados em todos os 26 Estados e no Distrito Federal ontem, 5 de outubro, nono dia de paralisação, superando o pico da greve de 2010, quando os trabalhadores pararam 8.278 unidades em todo o País.

Greve na Caixa - nesta quinta-feira, apenas a agência Maracatins, do âmbito das unidades vinculadas às SRs da capital, permaneceu aberta para atendimento ao público. O movimento paredista segue firme entre os empregados da Caixa. Confira o quadro completo abaixo.



Assembleia - fique atento aos informes do sindicato de sua região para saber a data, o horário e o local da próxima assembleia. Participe ativamente da campanha salarial!

Confira abaixo a greve na Caixa nas bases sindicais do estado de São Paulo

Sindicatos do Estado

6/10, quinta-feira

Sindicatos / Agências base / Agências paradas

ABC 40 agências TODAS

Andradina 04 agências TODAS

Araçatuba 8 agências TODAS

Araraquara 3 agências TODAS

Assis 4 agências e 2 postos 04 agências

Barretos 08 agências 04 agências

Bauru 11 agências TODAS

Bragança Paulista 03 agências e 1 posto 3 agências

Campinas 59 agências 47 agências

Catanduva 11 agências TODAS

Franca 07 agências 06 agências

Guaratinguetá 08 agências TODAS

Guarulhos 17 agências 16 agências

Jaú 11 agências TODAS

Jundiaí 14 agências TODAS

Limeira 04 agências TODAS

Lins 03 agências TODAS

Marília 09 agências TODAS

Mogi das Cruzes 10 agências 08 agências

Pereira Barreto 4 agências TODAS

Piracicaba 16 agências 15 agências

Presidente Prudente 8 agências TODAS

Presidente Venceslau *** ***

Ribeirão Preto 32 agências 17 agências

Rio Claro 07 agências TODAS

Sorocaba* 28 agências 27 agências

Taubaté 9 agências TODAS

Tupã 07 agências 06 agências

Vale do Ribeira 03 agências TODAS

Votuporanga 04 agências TODAS

Santos 27 agências 26 agências

São Carlos 11 agências 03 agências

São José do Rio Preto 11 agências 10 agências

Vale do Paraíba 35 agências TODAS



Fonte: site da APCEF:SP

Bancários FALAM MAIS ALTO que silêncio dos patrões

Se os patrões pensam que vamos esmorecer diante do silêncio em relação à retomada das negociações, estão enganados!

O movimento grevista segue forte, com adesão de mais bancários a cada dia, em todo o País. Ontem, 4 de outubro, eram 8.328 agências fechadas de bancos públicos e privados em todos os Estados e no Distrito Federal.

Greve na Caixa - os empregados da Caixa seguem firmes na paralisação, mantendo índices altíssismos de adesão ao movimento paredista. Nesta quarta-feira, dia 5, nenhuma agência com atendimento ao público está aberta no âmbito das SRs da capital. Confira o quadro completo abaixo.


Plantão - o Comando Nacional dos Bancários esteve reunido nesta terça-feira, na capital paulista, aguardando contato da Fenaban ou da direção da Caixa para a retomada das negociações. A iniciativa não obteve êxito, uma vez que os patrões continuam calados, um sinal gritante de falta de respeito para com os bancários.

Diante da situação, o Comando Nacional divulgou uma nota oficial (veja aqui: http://www.apcefsp.org.br/portal/data/pages/3DFEE68232BA0AA60132D46C6CD67E45.htm?__akacao=600749&__akcnt=c997bedb&__akvkey=a24a&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim+especial+campanha+salarial+-+5%2F10%2F2011 ) repudiando a falta de iniciativa dos bancos. “A participação de cada um na mobilização, nas manifestações e nas assembleias é muito importante para o fortalecimento do movimento grevista”, lembrou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto.

04 outubro, 2011

04/10, oitavo dia de greve na Caixa mantém a força

Incoerência


Dilma fala de crescimento, porém, não investe em seus empregados

Até agora, governo não se manifestou em relação aos itens específicos e à PLR Social

Em viagem a Bruxelas, na Bélgica, a presidenta Dilma Rousseff afirmou, em entrevista, que "é difícil sair de uma crise sem enfocar o crescimento e o consumo". Contudo, o que tem sido feito nesse sentido no Brasil? No que se refere à gestão dos bancos públicos, em especial da Caixa, muito pouco.

Enquanto a campanha salarial segue, a todo vapor, com um movimento grevista fortíssimo e em ascensão a cada dia - sendo os empregados da Caixa e dos demais bancos públicos e federais os mais engajados no movimento -, o governo parece viver em um outro mundo. Não se manifesta em relação à retomada das negociações, que estão "estacionadas" desde antes do início da paralisação.

"A postura do governo em não negociar evidencia a total falta de respeito com aqueles que ajudam a construir um País competitivo economicamente, sem contar o empenho que todos os trabalhadores despendem para a implementação das políticas públicas do governo", comentou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto. "Pensar em crescimento na Caixa passa, obrigatoriamente, pela implantação de uma política de gestão de pessoas decente, que trate o empregado com respeito, com direito a salários justos e condições dignas de trabalho. É preciso uma melhor distribuição do lucro, negociar a PLR Social...", concluiu.

Greve na Caixa - a resposta dos empregados a esse discurso contraditório do governo é o fortalecimento do movimento paredista, que entra hoje, 4 de outubro, em seu oitavo dia de greve.

As agências e PABs vinculados às SRs da capital estão, praticamente, todos fechados ou funcionando parcialmente. Apenas seis unidades continuam abertas.

Confira o quadro completo desta terça-feira, abaixo.



Plantão - os integrantes do Comando Nacional dos Bancários estão de plantão, nesta terça-feira, para a retomada das negociações tanto com a Caixa quanto com a Fenaban. "Estamos dispostos a negociar. Depende apenas dos patrões se manifestarem. Enquanto isso não acontece, a greve continua", afirmou Sérgio Takemoto.

Nova assembleia na capital - os bancários da capital voltam a reunir-se na Quadra do Sindicato amanhã, 5 de outubro. No restante do Estado, as assembleias também devem ser realizadas nesta quarta-feira. Consulte horário e local no sindicato de sua região e participe!

03 outubro, 2011

Sem novas propostas, bancários de São Paulo decidem, em assembleia, manter greve

Os bancários de São Paulo, Osasco e Região decidiram, em assembleia realizada nesta segunda-feira, 3 de outubro, manter a greve por tempo indeterminado. Sem proposta da Federação dos Bancos (Fenaban), os trabalhadores entram na segunda semana de paralisação.

A categoria está em greve desde 27 de setembro, após rejeitar proposta dos donos de bancos, que previa aumento real de apenas 0,56%. Após cinco rodadas de negociação, os banqueiros, além de oferecer baixo reajuste salarial, disseram não às demais reivindicações: não à valorização nos pisos, não à participação maior nos lucros e resultados (PLR), não à melhoria nas condições de trabalho, não à segurança, não à saúde e não para mais contratações – o que permitiria melhorar o atendimento nas agências e reduziria o ritmo estressante de trabalho.

“Os banqueiros, ao apresentar proposta insuficiente à categoria - apesar de acumularem lucros 20% maiores - levaram os trabalhadores à greve. Assim, são eles que têm a responsabilidade de colocar um fim às paralisações. Os bancos são um dos setores mais lucrativos do país, têm condições de apresentar proposta decente à categoria”, disse Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. “Vamos reunir o Comando Nacional dos Bancários para definir estratégias e fortalecer ainda mais o movimento”, completou.

>> Clique aqui http://www.apcefsp.org.br/ftp/sp/cadastro_boletins2.htm e cadastre-se para receber boletins eletrônicos com informações atualizadas sobre a campanha salarial.

>> Receba, também, informes em seu celular: cadastre-se aqui http://www.apcefsp.org.br/ftp/sp/cadastro_torpedo.htm ou acompanhe o andamento da campanha pelo Twitter http://twitter.com/#!/apcefsp .

Adesão – balanço final aponta que na base territorial deste Sindicato, 773 locais de trabalhos - tanto de bancos públicos como privados - foram paralisados nesta segunda-feira, dia 3, abrangendo 26 mil trabalhadores.

Assembleia – uma nova assembleia será realizada na quarta-feira, 5 de outubro, na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, centro da capital).

Passeata dos bancários e funcionários dos Correios - realizado em 30 de setembro, o protesto contou com a participação de mais de 8 mil trabalhadores (entre eles, dirigentes da APCEF/SP), que fizeram a manifestação pelo centro velho da capital. As duas categorias estão de braços cruzados por melhores salários e condições de trabalho.


Clique aqui http://www.apcefsp.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE6821FF9F9CE01200194206B64EB&itemId=3DFEE68232BA0AA60132CA97AA6E7595 para ver fotos da passeata.

Hoje, 03 de outubro, uma segunda feira, 1º dia útil e desde o início, greve na Caixa só aumenta

Mais uma vez os bancos apostaram errado. Apostaram que os bancários não teriam capacidade e coragem para fazer uma forte greve.

Em todos os estados brasileiros a adesão é forte, especialmente na Caixa Econômica Federal que está dando uma verdadeira lição de coragem e determinação, mantendo, com adesão espontânea, 95% de unidades paralizadas e a cada dia mais colegas que não haviam aderido à greve no dia 27, se convencem da necessidade da greve, como única forma de fazer os bancos cederem.

Os acordos fechados no BRB e no BANPARÁ, que são bancos com lucros muito menores que a Caixa, que o Banco do Brasil, que o Bradesco, que o Itaú, entre outros, mostram claramente que os bancos podem e devem atender as reivindicações dos seus trabalhadores e por isso não cederemos na firme decisão de continuar a greve.

Apesar das ameaças de descomissionamento por parte de gestores inescrupulosos e interditos proibitórios, ilegalmente aplicados por alguns juizes em favor de bancos como Bradesco, Itaú e HSBC, em geral os próprios bancários estão aderindo à greve sem que haja a necessidade de enfrentamento e multas desnecessárias aos sindicatos por descumprimento dessas decisões judiciais.

É assim que se faz forte uma greve, com ou sem sindicato nas portas das unidades, partindo dos próprios bancários, com determinação, auto estima e coragem.

PARABÉNS BANCÁRIOS! ESTAMOS DANDO UMA LIÇÃO DE DIGNIDADE.

VAMOS SEGUIR FIRMES NA LUTA, ATÉ A VITÓRIA!

02 outubro, 2011

Passeata nas ruas do centro da capital cobra banqueiros e governo















Foto: Gerardo Lazzari

A união da classe trabalhadora foi a marca da passeata que coloriu de vermelho e amarelo as ruas do centro velho de São Paulo. Nessa sexta-feira, 30, os bancários, em seu quarto de paralisação, uniram-se aos funcionários dos Correios, em greve há 17 dias, para cobrar uma proposta decente dos banqueiros e do governo. Os funcionários da estatal também marcharam contra o desconto dos dias parados.

O protesto contou com mais de 8 mil trabalhadores que fizeram todo o percurso, da Rua Líbero Badaró passando pela Sé, Boa Vista e voltando ao Vale do Anhangabaú, animados pela bateria da escola de samba Tom Maior.

As duas categorias estão de braços cruzados por melhores salários e condições de trabalho, entre outras reivindicações.

Do alto do caminhão de som, a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, saudou os trabalhadores reunidos na bela caminhada e lembrou que a greve dos bancários está crescendo. “Nesta segunda-feira chegamos ao sétimo dia do movimento dispostos à luta, como sempre, e abertos à negociação. Está nas mãos dos bancos decidir: que a paralisação siga por esta semana, ainda maior, ou se vão apresentar proposta decente que valorize seus funcionários.”

O presidente do sindicato dos funcionários dos Correios, Elias Diviza, ressaltou a força do protesto unificado. “O que fizemos hoje entra para história. Agradecemos o apoio dos bancários na nossa luta.”

Nas ruas – Quem estava de fora, aproximou-se para apoiar a manifestação. “Acho essa atitude dos trabalhadores muito importante e corajosa: sair pelas ruas e expor para a sociedade o que está acontecendo. O trabalhador nunca vai para as ruas por nada”, disse a administradora Sara Almeida.

A importância da união foi destacada pela professora aposentada Carla Dias Pereira. “Vocês já deram o recado a eles, agora está mais do que na hora de ter uma boa resposta.”

Assembleia – Os trabalhadores da capital reúnem-se em assembleia nesta segunda-feira, 3 de outubro, a partir das 16h, para debater estratégias e rumos do movimento. Leve documento com foto para o credenciamento. O Comando de Greve reúne-se um pouco antes, às 15h45, no Auditório Verde da Quadra (Na Rua Tabantinguera, 192, Sé).

Nas demais regiões, consulte o Sindicato de sua base.

>> Clique aqui e cadastre-se para receber boletins eletrônicos com informações atualizadas sobre a campanha salarial.

Fonte: APCEF/SP

Até governo do PSDB negocia com os bancários.

Dilma e banqueiros continuam dizendo não.

É necessário fortalecer a greve : convocamos os bancários a se incorporarem às atividades da greve e assembléias e a não se deixarem intimidar por possíveis telefonemas de gerentes, convocando para furar a greve.

Permanecer alertas pois poderá surgir proposta nesta semana.

Após uma semana sem nenhum avanço nas negociações, nossa greve continua em todo o país. Em meio à intransigência e a arrogância do Governo Federal e dos banqueiros – que insistem em não atender as reivindicações da categoria – dois bancos, um Regional e outro Estadual, são a prova de que os grandes bancos têm total condições financeiras de atender nossas reivindicações.

Entenda os acordos já assinados

Depois do Banco Regional de Brasília (BRB) elevar o piso para R$ 1.900,00 ( mais de 13% de elevação ) e a gratificação de Caixa de R$ 1.117,55 (aumento de 24,17% ) , foi a vez do Banco do Estado do Pará (Banpará) apresentar proposta de 10% de reajuste sobre todas as verbas. Vale lembrar que o patrão do Banpará é o governo daquele Estado, que é do PSDB, partido visto como o "terror" das negociações salariais .

A atitude diferenciada dessas duas instituições – com menor poder financeiro em relação aos bilionários bancos federais e privados – evidencia uma enorme contradição que remete a seguinte pergunta: se esses dois “peixes pequenos” têm condições de negociar tais índices, por que os “graúdos” silenciam, protelam e só oferecem o reajuste rebaixado de 8%?

A resposta é simples: o que falta é interesse do Governo e dos banqueiros. Eles não querem mesmo é abrir o cofre. A faca e o queijo estão nas mãos dos bancários: o caminho é único, o fortalecimento da greve!

No caso do Banpará, a paralisação foi a mais forte da categoria, contou com a adesão de 95% do funcionalismo. Além do reajuste de 10% sobre as verbas salariais, mais 5% de promoção do Plano de Cargos e Salários em 2012; Reajuste de 20% sobre tíquete alimentação e cesta alimentação, além de um tíquete alimentação extra de R$ 3.200,00. E acima de tudo, o retorno da licença prémio de 5 dias por ano; direito este retirado dos trabalhadores que ingressaram nos bancos a partir de 1998.

Dar uma resposta à truculência do governo federal

Desde antes do início da greve sabíamos que era o GOVERNO FEDERAL quem estava por trás das ameaças de desconto dos dias de greve. É surpreendente que um governo de um partido de "trabalhadores" se esforce tanto para penalizar grevistas, buscando impedir a realizaçáo de novas greves. Também partiu do governo Dilma a determinação de desconto do salário dos trabalhadores dos Correios que estáo em greve há mais de duas semanas. O BB, nesta greve, foi o primeiro Banco a se utilizar do mecanismo do ïnterdito proibitório para tentar impedir os piquetes em frente aos prédios do Sedan e Andaraí. A Superintendëncia Estadual do BB ameaçou chamar a polícia.

Por tudo isto, nós da OPOSIÇÁO BANCÁRIA CSP CONLUTAS propusemos na última assembléia que se convoque uma COLETIVA NA IMPRENSA para divulgar um MANIFESTO CONJUNTO dos trabalhadores em greve (em especial bancários, correios, servidores da justiça federal e funcionários do Col. Pedro II), fazendo a denúncia sobre a intransigência do governo e em especial, a sua postura arrogante frente à greve.

Como sabemos que a direção do Sindicato defende o governo, precisamos continuar cobrando a aplicação desta resolução, a fim de que não titubeie em realizar a necessária denúncia .

Vamos seguir em frente, ocupando a entrada dos prédios, das agências, se recusando a comparecer nos sites de contingência, aumentando a adesão à greve. Nossa greve não é por mais 0,5% no índice da Fenaban, mas por um reajuste que reflita o lucro que produzimos para o banco e que considere as nossas perdas salariais. É uma greve pela jornada legal de 6 horas, pela isonomia, pelo PCS! Sigamos firmes na luta!

30 setembro, 2011

Plenária avalia movimento de greve. Participe

Os trabalhadores realizam às 17h desta sexta-feira na Sede dos Bancários plenária para avaliação do movimento. O endereço é Rua Engenheiro Eugênio Motta, 102 - Jardim Santista - Mogi das Cruzes. Outras informações também no site http://WWW.bancariosmogi.com.br e pelo telefone (11) 4724-9117.

Fonte: http://www.bancariosmogi.com.br/2011/paginas/noticias.php?cdnot=727
 

Acompanhe o quadro de mobilização desta sexta-feira, dia 30, nas SRs da capital

Confira o levantamento feito pela APCEF nesta sexta-feira, dia 30, quarto dia da greve nacional da categoria bancária:


Fonte : APCEF/SP

29 setembro, 2011

Piquete on line

Recebi essa mensagem por e-mail de uma colega delegada sindical do Rio de Janeiro e achei interessante postar aqui:

A Comissão Sindical do Andaraí está on line no piquete.


Hoje está tudo tranquilo por aqui. Só o sol é que está esquentando o piquete.


A oficina de bonecos está rolando com o Tio Coruja. Para aqueles que moram mais perto, ainda dá tempo de vir pra cá e participar da oficina.


E não esqueçam... Amanhã teremos o Rock in Greve.


Uma informação importante! O piquete não está só on line na internet mas também por telefone.


Ligue pra gente para passar informações da greve, para pedir informações ou só pra matar a saudade dos colegas de trabalho! O telefone do piquete do Andaraí é 3808-5335.




Um abraço,




Comissão Sindical do Andaraí

Mobilização cresce a cada dia. Confira quadro desta quinta-feira

Mobilização cresce a cada dia em São Paulo. Confira o levantamento feito pela APCEF nesta quinta-feira, dia 29, terceiro dia da greve:




Sindicatos do Estado



29/9, quinta-feira


Sindicatos / Agências da base / Agências paradas

ABC                40 agências                   TODAS

Andradina        04 agências                   02 agências

Araçatuba        8 agências                     TODAS

Araraquara       3 agências                    TODAS

Assis                4 agências e 2 postos    04 agências

Barretos           08 agências                   01 agência

Bauru não informou 11 agências

Bragança Paulista 03 agências e 1 posto 3 agências

Campinas não informou 43 agências

Catanduva           11 agências                 9 agências

Franca                 07 agências                  06 agências

Guaratinguetá       08 agências                   TODAS

Guarulhos             17 agências                 16 agências

Jaú                        10 agências                 09 agências

Jundiaí *** ***

Limeira                  04 agências                   03 agências

Lins                      03 agências                     TODAS

Marília                   09 agências                   TODAS

Mogi das Cruzes    10 agências                   09 agências

Pereira Barreto *** ***

Piracicaba                16 agências                   14 agências

Presidente Prudente  8 agências                   TODAS

Presidente Venceslau *** ***

Ribeirão Preto           32 agências                 17 agências

Rio Claro *** ***

Sorocaba*                 24 agências                21 agências

Taubaté                      8 agências                  TODAS

Tupã                          07 agências                6 agências

Vale do Ribeira           03 agências               TODAS

Votuporanga                  04 agências              TODAS

Santos                            27 agências              TODAS

São Carlos                     11 agências               03 agências

São José do Rio Preto    09 agências            08 agências

São José dos Campos    15 agências             13 fechadas, 1 parcial


* Na SR Sorocaba, estão fechadas as agências: Itavuvu, Mairinque, São Roque, Ibiúna, Piedade, Porto Feliz e Itu.


Denuncie! - se você for pressionado a voltar ao trabalho ou sofrer qualquer tipo de ameaça em relação ao movimento paredista, entre imediatamente em contato com o sindicato de sua região ou com a APCEF/SP pelo telefone (11) 3017-8315 ou pelo e-mail diretoria@apcefsp.org.br.


Fonte: APCEF/SP

28 setembro, 2011

Greve segue forte em todo país neste segundo dia

São Paulo - Os trabalhadores de bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco e região estão mantendo o pique no segundo dia de paralisação nacional nesta quarta 28, conquistando a adesão de mais trabalhadores de agências e concentrações.

De acordo com balanço da Contraf-CUT participam da greve nacional por tempo indeterminado bancários de 25 estados e do Distrito Federal. “Nosso movimento está cada vez mais forte e vai prosseguir até que a federação dos bancos e as direções do Banco do Brasil e da Caixa Federal façam proposta decente aos trabalhadores”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira.

Assembleia – Os trabalhadores realizam às 16h desta quarta 28 assembleia na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192) para avaliação do movimento. “É importante que todos os trabalhadores venham para a assembleia para fortalecer ainda mais a unidade e ampliar a greve”, acrescenta Juvandia.

Comando de Greve - O Comando de Greve, integrado por dirigentes do Sindicato, da Fetec-CUT/SP, da Contraf-CUT, cipeiros e delegados sindicais da Caixa Federal e do Banco do Brasil, reúne-se também nesta quarta, às 15h45, no Auditório Verde da Quadra.

Leia mais

> Página especial ( http://www.spbancarios.com.br/campanhas.asp ) reúne informações da Campanha Nacional Unificada

> Denuncie o contingenciamento (http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=18265) nos bancos

> Orientações para a greve (http://www.spbancarios.com.br/texto.asp?c=912)

27 setembro, 2011

Decisão da Justiça do Rio impede desconto dos dias parados na greve dos bancários

Atendendo a uma ação civil pública ajuizada pelo Sindicato, a desembargadora Mônica Torres Brandão, da 6ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, decidiu a favor do direito de greve da categoria, condenando qualquer medida discriminatória ou de retaliação contra os trabalhadores que aderirem e participarem do movimento grevista.

Na decisão, a desembargadora argumenta que “a garantia constitucional do direito de greve está em consonância com o princípio da dignidade humana e com o valor social do trabalho, além de estar assegurado no artigo 9º da Constituição Federal”. A decisão inclui como forma de retaliação o desconto dos dias parados e só permite a compensação através de negociação entre sindicatos e a entidade patronal.

Os bancários do Rio encheram a Galeria e, por unanimidade, rejeitaram a proposta da Fenaban e aprovaram a continuidade da greve.

A exploração e luta dos bancários

Passados 16 anos, a realidade demonstrou que a reestruturação bancária, realizada por FHC, só favoreceu
os banqueiros.
Na década de 1980, havia uma agência para cada 7.432 habitantes. Hoje, há uma agência para cada 9.615 habitantes.
Este relação é ainda mais grave ao consideramos o aumento do número de correntistas. Em 2010, já tínhamos 151 milhões de contas bancárias, para apenas 605 mil bancários. Cada bancário “toma conta” de cerca de 250 mil contas. Como se isso já não fosse suficiente, houve uma redução espetacular do número de bancários. Em 1990, havia 826.244 bancários. 20 anos depois, este número caiu para somente 486.196 trabalhadores diretos dos bancos (605.580 trabalhadores, contando com os terceirizados que trabalham nas agências). Uma queda de 41%.

Com tudo isso, os bancários acumulam perdas salariais. Se os lucros cresceram a uma média de 121% ao ano nos últimos 16 anos, a folha salarial cresceu apenas 19% ao ano.

Em 1995, um funcionário custava para o BB o equivalente a 21Salários Mínimos. Atualmente, o custo médio por funcionário está em 7,5 salários mínimos. A exploração é tanta que um trabalhador do Itaú paga seu salário mensal em 11 horas de trabalho, já que cada um rendeu para o banco R$ 839 mil reais em 2010, enquanto o banco gastou apenas R$ 78 mil entre salários e encargos.

Ao invés de ampliar o número de agências e de bancários, a incorporação de amplas massas aos serviços bancários se dá através de um triplo processo de precarização.

De um lado, cria-se um serviço bancário paralelo, por meio dos correspondentes-bancários, com salários 75% mais baixos, sem organização s i n d i c a l, com jornada de 08 horas e sem segurança adequada.

Por outro lado, reduz-se o número de bancários e os pressiona a aceitarem salários e condições de trabalho rebaixados e a virarem vendedores de produtos do banco.

Por fim, perde também a população, com atendimento de baixa qualidade, com longas filas e ainda mais exposta à violência. Os “correspondentes bancários” são a flexibilização completa da categoria e um salto no grau de exploração dos bancários. Este golpe foi orquestrado pelos bancos e BC, que regulamentou o serviço (sem autoridade jurídica para isso), com a conivência dos governos Lula e Dilma.

Por tudo isso, um serviço bancário de qualidade e com recursos usados para o benefício da população só é possível com a estatização do Sistema Financeiro, pela suspensão do pagamento da dívida pública e pela formação de um Banco Único Estatal, sob controle dos bancários e da população trabalhadora.

Uma estatização sem indenização, que garanta a estabilidade no emprego para os bancários, o fim da terceirização, concurso público para duplicar o número de bancários, a universalização dos serviços bancários, sem cobrança de tarifas e um Plano de Cargos e Salários que acabe com as perdas salariais.

(fonte Ilaese)

Como foi a greve em Mogi, hoje?

Hoje, primeiro dia da greve, em Mogi e região a adesão foi muito forte na Caixa, no Banco do Brasil e no Bradesco.

Próxima plenária geral dos bancários marcada para a próxima sexta-feira.