AGORA É GREVE!

Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!

NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS


GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!

21 abril, 2008

Apcef/RN com dor de cotovelo

NOTA EM RESPOSTA À DIREÇÃO DA APCEF/RN
Companheiros Bancários da Caixa,

No dia 04/04, tomamos conhecimento de mensagem eletrônica enviada peladireção da APCEF/RN na qual esta entidade, por motivações políticas,estimula os bancários contemplados pelos benefícios da ação dos tíquetes-alimentação a ingressar com uma petição pleiteando o não pagamento dos honorários de 10% sobre os valores da ação.

De antemão, queremos registrar o nosso repúdio a esta atitude, que desrespeita por completo as decisões tomadas na instância máxima de uma categoria – a sua Assembléia – e que vem à tona nesse momento apenas para tentar depreciar mais uma vitória do nosso Sindicato, que fez uma opção política oposta aos interesses da maioria da direção da referida associação.

Optamos pela independência de classe, não se curvando e nem colaborandocom os patrões e o Governo e esta postura fere de morte aqueles que, porforça da sua organicidade com as legendas políticas do Governo e da direção da Empresa, deixaram de lado a luta dos bancários.

Nesse sentido e tendo em vista o ocorrido, relatamos os fatos:

1 - O Sindicato dos Bancários, motivado a defender a todo custo os interesses da categoria, peticionou que os valores referentes aos honorários fossem pagos pela Caixa, afinal, a postura da própria empresa em agir de forma ilegal, retirando um direito adquirido, que fez com que o Sindicato movimentasse toda a sua máquina jurídica, para restabelecer odireito dos bancários da Caixa;

2 - Em decisão, o pleno do TRT/RN determinou que os honorários não fossem pagos pela Caixa ainda que tenha sido derrotada na ação, remetendo então os custos desse ônus para a parte reclamante, ou seja, todos os substituídos;

3 - Ainda que exista uma tabela norteadora desse tipo de despesa no patamar de 20%, o Sindicato negociou com os seus advogados para que esse valor fosse minimizado. Chegou-se a um consenso de que, diante do volume de ações e seus valores, seria cobrado um percentual de 8% sobre o valor da ação para os honorários, bem como 2% a título de reforço sindical e que a decisão final sobre essa questão deveria ser ratificada pelacategoria em Assembléia;

4 - Diante disso, o Sindicato convocou uma Assembléia Específica dos bancários da Caixa, devidamente divulgada através de edital e do jornal “Luta Bancária”, entregue diretamente aos bancários nos seus locais de trabalho. Essa Assembléia ocorreu no dia 26/04/2005 edeliberou sobre os encaminhamentos da Ação dos Tíquetes, decidindo sobre a proposta depercentual dos honorários acima apresentada;

5 - Essa Assembléia, que aprovou por UNANIMIDADE a proposta acima, reuniu diversos bancários e inclusive contou com a presença de companheiros que hoje fazem parte da direção da APCEF/RN. À época, esses companheiros não só compreenderam a importância de fecharmos um acordo extremamente vantajoso para a categoria – na qual teríamos préstimos jurídicos de excelente qualidade por um preço muito abaixo do que existe na área jurídica – como votaram a favor da proposta.

6 - Com o objetivo de garantir que esse mesmo acordo fosse estendido para as demais ações, inclusive dos trabalhadores de outros bancos, a direção do Sindicato chamou uma nova Assembléia, no dia 30/08/2005, para definir os valores acima como padrão para todas as ações individuais e coletivas impetradas pelo Sindicato. Novamente, não só os bancários da Caixa, como a categoria, aprovaram a proposta por UNANIMIDADE. Dessa vez, a Assembléia foi mais numerosa e contou também com a presença de outros companheiros que hoje compõem a direção da APCEF/RN.

7 - Contudo, nos causa ainda mais estranheza o fato de no dia 19/11/2007, a APCEF/RN ter enviado para os bancários da Caixa uma mensagem eletrônica na qual dava ciência de um convênio dessa associação com o escritório Menna Munemassa de advogados. Nessa mensagem, a APCEF/RN também enviou aos associados, em anexo, um modelo de procuração e um contrato, para que os interessados o subscrevam. Esse contrato, pasmem, propõe o pagamento de 12% a título de honorários advocatícios para o referido escritório.Para conhecimento, transcrevemos abaixo a cláusula quarta do contrato:

“CLÁUSULA QUARTA - Em remuneração destes serviços, as CONTRATADAS FAZEM jus ao pagamento de honorários correspondentes a 12% (doze por cento) dovalor total da condenação, cujo pagamento deve ser efetuado no mesmo dia emque este receber o montante objeto do feito, sob pena de aplicação de jurosdemora, correção monetária e multa equivalente a 1/30 do montante por diade atraso.”

Estando ciente de todos esses fatos acima descritos, o Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte tem a declarar:

1 - O pagamento dos 8% referentes aos honorários advocatícios e dos 2% referentes ao que será recolhido para a entidade é uma decisão de Assembléia de base, na qual os trabalhadores decidiram de forma democrática sobre esta questão, dirigindo os rumos deste Sindicato;

2 - Tendo em vista não termos logrado êxito quando peticionamos o pagamento dos honorários por parte da Caixa, o pagamento desses valores é devido e legítimo aos advogados, que trabalharam, se dedicaram e foram vitoriosos numa luta que durou dois anos para beneficiar toda uma categoria. Classificamos como repugnante a postura de umaentidade que se reivindica representativa de trabalhadores e que neste momento sepropõe a defender que aqueles que trabalham não sejam remunerados por seusserviços, passando por cima de uma decisão da base e ainda fazendo referência ao seu quórum – quando a própria APCEF/RN fez aprovar em janeiro último A MUDANÇA DOS SEUS ESTATUTOS com a presença de apenas 24 bancários;

3 - Rechaçamos por completo e ficamos estarrecidos com o oportunismo e incoerência política da APCEF/RN, que lança mão de uma manobra grotesca como a que vimos na última sexta-feira uma vez que parte de sua direção esteve presente nos fóruns deliberativos, ratificando suas decisões, e quando o serviço jurídico por ela oferecido aos associados é de custo mais elevado, em comparação com o que o Sindicato conseguiu oferecer aos bancários;

O Sindicato dos Bancários do RN tem ciência do seu desafio. Num cenário em que grande parte das entidades sindicais e associativas aderiusumariamente ao peleguismo e ao colaboracionismo sindical com o patrão e com oGoverno Lula, o fato de fazermos a opção pela INDEPENDÊNCIA nos traz enormesdesafios.

Os bancários da Caixa acompanharam a via crucis que foi esse processo da Ação dos Tíquetes e viram a união entre a Caixa, Superintendência, Jurídico e APCEF, tentando a todo o momento evitar que a categoria reconhecesse o trabalho do Sindicato. Entretanto, em que pese todos esses obstáculos, o Sindicato continuará lutando para garantir que nenhum direito dos trabalhadores seja maculado e que cada vez mais conquistas sejam alcançadas.

Continuaremos na certeza de que nada manchará essa vitória emblemáticados bancários do RN, que mostraram sua força sendo os primeiros do país avencer uma batalha como a dos tíquetes. Com certeza serviremos de referênciapara os bancários de todo o país, que já estão solicitando ao nosso Sindicatoos elementos necessários para que consigam a mesma vitória país afora. Istocom certeza despertará – já está despertando – a fúria dos opositores e dostraidores de classe.

Mas a despeito disso, continuaremos firmes na luta,com independência, sem se curvar aos caprichos dos patrões e do Governo,apostando que mais vitórias – como a ação das VP’s – virão.

Por fim, deixamos os nossos mais sinceros agradecimentos aos inúmerosbancários que prestaram solidariedade ao Sindicato e também repudiarammais essa ação nefasta, verbalmente e através de comunicados por escrito.

Esses companheiros, assim como a maioria da categoria, entendem que a hora éde celebrar mais uma grande vitória e nos reforçarmos ainda mais para quepossamos vencer muitas outras batalhas que estão por vir. Saudações com lutas!

Natal, 06 de abril de 2008.

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO RIO GRANDE DO NORTE
Gestão Independência e Luta

08 abril, 2008

Aos Bancários de Mogi das Cruzes e Região

Dias 08 e 09 de abril acontece a eleição de diretoria do Sindicato dos Bancários de Mogi das Cruzes e região. VOTE NULO, FAÇA UM "X" QUE ANULE A CEDULA TODA E NÃO VOTE EM BRANCO, PARA GARANTIR QUE SEU VOTO NÃO POSSA SER APROVEITADO. Mais uma vez a diretoria atual usou de má fé para impedir a inscrição de chapas de oposição. A começar pela Assembléia de eleição da Comissão Eleitoral que foi realizada sem que os bancários tenham sido comunicados amplamente e depois o edital de abertura do prazo de inscrição de chapas também não divulgado amplamente e feito às pressas, antes do prazo mínimo estatutário, justamente para coincidir o período de inscrições de chapas com o período de carnaval para dificultar a formação e inscrição de chapas. Assim, essa eleição será feita apenas para legalizar o mandato por mais três anos da CHAPA ÚNICA do mesmo grupo político que hoje atua para frear nossas lutas, para não pressionar o GOVERNO LULA. Esse grupo é o mesmo que dirige o NOSSO Sindicato a 16 anos e tem tornado NOSSO Sindicato menos democrático a cada ano que passa.

CONCLAMAMOS A TODOS OS BANCÁRIOS A VOTAREM NULO, NÃO ESQUECENDO DE FAZER UM "X" BEM GRANDE QUE OCUPE TODA A CÉDULA E TAMBÉM A NÃO DEIXAR A CÉDULA EM BRANCO. NÃO LEGALIZEM E NEM LEGITIMEM ESSA ELEIÇÃO FAJUTA.

CONCLAMAMOS TAMBÉM, DESDE JÁ, OS BANCÁRIOS DE LUTA A MANTEREM CONTATO COM A OPOSIÇÃO BANCÁRIA VISANDO A LUTA DA PRÓXIMA CAMPANHA SALARIAL E A PREPARAÇÃO DE UMA CHAPA DE QUALIDADE PARA AS ELEIÇÕES DO SINDICATO EM 2011.

DIVULGUE ESSA MENSAGEM A SEUS COLEGAS.

20 fevereiro, 2008

Charge

Clique no endereço abaixo, ou copie e cole na barra de endereços e assista a charge animada. A charge em si é engraçada, mas o fato que ela aborda é de chorar
http://charges.uol.com.br/2008/02/12/brasileiros-cantam-o-meu-amor/

RÉQUIEM À CUT

O povo brasileiro não merece ver os movimentos sindical e social a mercê de oportunistas que sempre trazem na ponta da língua terem uma história de luta pela classe trabalhadora. Desgraçadamente em nossa história algumas centrais sindicais nasceram e cumpriram seus papéis, até serem cooptadas pelos sucessivos governos de plantão. A CGT/Contec era combativa, até um dia sofrer intervenção e ser cooptada pelos generais da ditadura militar.
Mas tem aquela central, a Força Sindical (não seria farsa?), que já nasceu contaminada da generosidade financeira dos patrões, além da governamental. Quer dizer, a Força Sindical é filha do conluio de interesses do governo Collor com a poderosa FIESP. Por seu turno, a CUT cumpriu importante papel na história nacional, mas hoje os Delúbios da vida dão o norte político que conduz a Central Única para a inação e a cooptação, antes tão condenada na CGT de Joaquinzão, líder operário preferido pelo patronato da FIESP e o governo da ditadura militar.
Os trabalhadores e os brasileiros em geral continuam a aguardar também a devida e antiga prometida distribuição da renda produzida em território nacional. Mas até quando esperar, se as centrais hoje existentes estão bem acomodadas com cargos e verbas governamentais? A CUT e a Força Sindical, hoje parceiras umbilicais, dão as cartas das próximas reformas previdenciária, sindical e trabalhista nos dois lados do balcão, o do governo e o que eles dizem ser dos trabalhadores. Para tanto, está aí o Luiz Marinho, ex-presidente da CUT, ex-Ministro do Trabalho e agora da Previdência. Tem ainda o Antonio Medeiros, ex-presidente da Força Sindical e atual secretário executivo do Ministério do Trabalho.
E o mais triste nisso tudo é que fatos que deveriam ser esperançosos, na verdade assustam. É o caso do deputado federal Cândido Vacarezza (PT-SP e ex-dirigente da CUT). Ele apresentou projeto que tramita na Câmara Federal para revisar e extinguir vários artigos da CLT com o objetivo de flexibilizar mais direitos trabalhistas.
Aos bancários do Maranhão caberá uma importante decisão com respeito a estes acontecimentos. O Encontro Estadual da categoria em 27/01/2008 aprovou para a segunda quinzena de maio/2008 um plebiscito que definirá a desfiliação, ou não, do SEEB-MA da CUT. Então, o momento é de reflexão sobre o caminho palmilhado pela CUT e os desmandos dos cutistas da hoje Contraf, antes CNB. Os fatos acumulados nas campanhas salariais de 2003 a 2007 são fortes o suficiente para bem sabermos de que lado eles hoje estão. Nunca é demais lembrar o quão tem sido falacioso o discurso de unidade da categoria em torno de uma mesa única de negociação. Basta observar que o pessoal do BASA e BNB até hoje marcha desprotegido e sem a PLR definitiva porque os acordos coletivos da campanha salarial 2007/2008 ainda não foram assinados.
Pois é, de há muito os bancários têm perdas acumuladas, além de que, ora coagidos pela penúria financeira e ora pelo assédio moral patronal, em troca de quimeras, firmam-se acordos espúrios para abrir mão de históricos direitos. Assim foi com o anuênio nos bancos privados, assim é hoje e será até os próximos trinta dias na Caixa Econômica Federal com a volta do Novo Plano da Funcef, sob as bençãos da direção da Caixa e da Contraf/CUT.
Vamos pensar bem, caminhar ao lado de traidores é obtusidade e não sensatez. O debate está posto, nos próximos três meses é necessário fazermos esta importante discussão.

David Sá Barros, Sec. Comunicação SEEB-MA

Brasil, até quando um país de contrastes?

Os trabalhadores brasileiros continuam a esperar o dia em que serão tratados com respeito, nunca menor ao dispensado às outras forças produtivas das riquezas nacionais.
Mas apenas esperar isso acontecer nunca foi e não é suficiente. Quando lida com os trabalhadores, a cada dia fica mais evidente que o governo Lula é capaz de entregar ao mercado o que FHC jamais conseguiu. Dentre outros feitos, há dois que tipificam esta característica nada admirável: 1) taxar a aposentadoria com imposto para sustentar a aposentadoria já obtida; 2) fazer uma reforma da previdência para adotar mudanças prejudiciais aos trabalhadores, cujas medidas eram antes pública e enfaticamente repelidas pelo PT e seu braço sindical, a CUT.
Estamos em pleno século XXI e temos no Brasil o governo do PT e sua ampla coalizão de conservadores da direita, os quais sempre participaram dos sucessivos governos desde a ditadura militar. Será que os bancários ao elegerem Lula esperavam ver José Sarney mandar e desmandar neste governo? Será que contavam com Édson Lobão na Esplanada dos Ministérios? E os bancos federais, quem em sã consciência imaginaria vê-los loteados em troca da “governabilidade”, mera reprodução da antes tão repudiada política “é dando que se recebe”.
Para se ter uma idéia, vejamos o problema no que cabe aos maranhenses no latifúndio das barganhas da politicalha nacional: o BASA tem João Alberto (PMDB-MA) na diretoria; o BB criou um cargo na direção geral para abrigar Maguito Vilela (PMDB-GO); um dos filhos de Édson Lobão está agraciado na presidência da Brasilcap. Por seu turno, Epitácio Cafeteira (PMDB-MA) ameaçou abandonar a “base aliada” e com isso conseguiu emplacar no INCRA-MA Benedito Terceiro (PMDB-MA), ex-vereador de São Luís. Essa manobra desbancou Raimundo Monteiro, candidato derrotado ao governo do Maranhão em 2002, militante histórico do PT e ex-presidente da CUT-MA. Há outros casos, este espaço não cabem todos.
Ora, do jeito como continuam a funcionar as coisas no Brasil, não é por acaso que ainda somos uma grande nação de contrastes. O Estado de São Paulo abriga a segunda frota mundial de helicópteros. A primeira voa em Nova Iorque (EUA). Aqui e lá, esses caríssimos meios de locomoção estão a servir aos barões como motos e auto-táxis servem aos cidadãos comuns. E ainda assim, até hoje, a maioria do povo brasileiro é quem sente na carne e no dia-a-dia a surra dos indicadores sociais com recordes negativos. Na Saúde, a febre amarela e a dengue vão bem, mas muita gente anda de mal a pior.
No âmbito de sua política de comunicação social, o Palácio do Planalto joga perigosamente ao esperar do senso popular comum a fácil conclusão de que, sem o dinheiro da CPMF, uma piora no caos que já é a Saúde pública recairá nos ombros dos opositores com viés mais à direita, no caso o DEM e o PSDB. E em conseqüência do revés na aprovação da CPMF, haja cortes no orçamento da União onde mais afeta o povo. Sem dó nem piedade, o Poder Executivo já cancelou dezenas de concursos públicos que empregariam dignamente milhares de brasileiros.
Enquanto isso, de modo implacável, haja chuva ou faça sol, permanece do mesmo tamanho o desvio anual de dinheiro público para bancar o “sagrado” trinômio superávit primário – juros altos – câmbio flutuante. Mas afinal, a quem serve a atual política econômica senão para remunerar fartamente as vinte mil famílias brasileiras que flanam de helicóptero e jatinhos executivos. Ora direis, é gente muito fina e cara. Pois então bancá-los custa a bagatela de R$ 165 bilhões/ano, isto é, equivalem duas vezes os gastos públicos de 2006 com as rubricas Saúde (R$ 39,7 bi), Educação (R$ 17,3 bi), Assistência Social (R$ 21,5 bi), Segurança Pública (R$ 3,4 bi) e Organização Agrária (R$ 4,2 bi).
Quanta dureza, não é mesmo? Então venham logo outros carnavais e copas do mundo que o povo brasileiro não é de ferro mesmo!

18 fevereiro, 2008

Seleção de noticias

Conlutas
1º Congresso
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"Se muito vale o já feito,
mais vale o que será"

Contra as reformas neoliberais....


- Unir os que lutam contra o governo Lula e o imperialismo

- Construir a CONLUTAS pela base e com democracia operária

- Defender a independência de classe e o Socialismo


Dias, 3, 4, 5 e 6 de julho de 2008

Betim, Minas Gerais

Brasil




Encontro Latino-Americano e Caribenho de Trabalhadores
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Fonte: http://www.conlutas.org.br/exibedocs.asp?tipodoc=noticia&id=707


Encontro para unificar as lutas
Um grande passo em direção à unificação das lutas em nosso continente. Esse é o principal objetivo do Encontro Nacional de Trabalhadores Latino-americanos e Caribenhos, organizado pela Conlutas (Brasil), COB (Bolívia), Batay Ouvriye (Haiti) e Tendência Classista e Combativa (corrente do movimento sindical uruguaio).
Em todos os países, os trabalhadores enfrentam uma dura ofensiva do imperialismo: saque por meio das dívidas externa e interna, privatizações, exploração aplicada pelas transnacionais e grandes empresas nacionais, contratos de livre comércio entre os países, reformas, implantação dos modelos econômicos neoliberais pelos governos e a presença militar de bases militares norte-americanas, além das ocupações militares estrangeiras como no Haiti.
Nesse processo global de ataques, é necessária a unificação dos trabalhadores e povos da América Latina e do Caribe em um amplo processo de mobilização e de lutas para defendermos nossos direitos e a soberania de nossos povos. Dessa forma, o encontro pretende debater esses temas e promover políticas de unificação das diversas mobilizações que ocorrem em cada um dos países.
O Encontro acontece em Betim, Minas Gerais, nos dias 7 e 8 de julho de 2008.
Para mais informações acesse o site www.elac.org.br
Fonte: http://www.conlutas.org.br/exibedocs.asp?tipodoc=noticia&id=708


Nacional
14 de fevereiro - Nota pública da CONLUTAS contra a transposição do São Francisco
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Precisamos derrotar a Transposição do São Francisco

A Coordenação Nacional de Lutas (CONLUTAS) continua firme em seu propósito de lutar contra a transposição do Rio São Francisco. Aproveitamos essa Audiência Pública realizada no Senado para reforçar esse posicionamento e manifestar a nossa solidariedade a todos que estão nesta campanha, principalmente os que vieram participar deste debate para denunciar o projeto de transposição.

O governo Lula já traiu acordo feito com dom Flávio Cáppio ao iniciar as obras mesmo se comprometendo a não fazê-lo. Ao fazer isso, Lula mostrou mais uma vez que governa para os inimigos do Rio São Francisco, para os destruidores da natureza, latifundiários, grandes empresários e representantes do capital. Impõe aos trabalhadores e ao povo pobre do país um governo com ações que degradam o meio ambiente, que retiram direitos, que geram pobreza e desemprego. Em suma, governa com a desesperança.

Por tudo isso, para que essa luta obtenha êxito e consigamos derrotar efetivamente a transposição, precisamos derrotar a política do governo Lula. Mas só será possível se conseguirmos reunir a mais ampla unidade de todos os movimentos que são contra a transposição.

Após essa Audiência Pública precisamos apontar novas perspectivas para a continuidade dessa luta.

Como já havíamos dito durante a greve de fome de dom Flávio Cáppio. “A luta de Luiz Cappio não pode ser em vão! Precisamos derrotar o projeto da Transposição do São Francisco”. A CONLUTAS coloca todas as suas forças à disposição dessa luta e soma-se a todos os movimentos contrários a Transposição.

- Suspensão definitiva do projeto da transposição!

- Por uma revitalização sob controle dos trabalhadores da cidade e do campo!

CONLUTAS – Coordenação Nacional de Luta
Brasília, 14 de fevereiro de 2008
Fonte: http://www.conlutas.org.br/exibedocs.asp?tipodoc=noticia&id=844


Diga Não à redução de direitos e salários na GM. Ato nacional dia 20.
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Protesto será realizado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, dia 20, às 16 horas

Representantes de entidades sindicais, lideranças populares e políticas vão realizar, no próximo dia 20 (quarta-feira), em São José, o Ato Nacional contra a Redução de Direitos e Salários.


Serão realizadas atividades durante todo o dia, como panfletagens e discussão com a população no Centro da cidade, assembléias na GM e um ato, às 16 horas, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos (rua Maurício Diamante, 65, Centro).

A iniciativa é uma resposta à campanha dos patrões, associações de empresários e setores da imprensa que querem impor redução salarial, banco de horas e flexibilização de direitos na GM. Recentemente, os trabalhadores da GM rejeitaram nos três turnos a proposta de reduzir direitos e salários e impor o banco de horas para contratar 600 temporários.

O protesto também será contra a iniciativa da Embraer de querer, por meio da Justiça, aplicar uma multa de R$ 5 milhões ao Sindicato dos Metalúrgicos.

A proposta de se realizar o Ato Nacional em São José justifica-se pela importância e força da categoria, que há anos trava lutas contra a redução de direitos e de salários.

“Em São José, não há banco de horas, nem redução de direitos. Vamos manifestar nosso apoio à luta dos companheiros da GM e de toda a categoria”, afirmou José Maria de Almeida, da coordenação nacional da Conlutas.

“A luta contra o banco de horas é de toda a classe trabalhadora. Inclusive, nas empresas em que foi implantado este sistema, os empregos não foram mantidos”, comentou Ana Paula Rosa de Simone, da Intersindical.

O professor Arnaldo Nogueira, pesquisador em relações do trabalho e professor doutor das faculdades de Economia, Administração e Contabilidade da USP (Universidade de São Paulo) e da PUC-SP, defende que o Sindicato dos Metalúrgicos de São José está correto em sua luta contra a reestruturação produtiva manifestada nesta mobilização na GM.

“O Sindicato, em meu modo de ver, tem que lutar pela valorização da força de trabalho no Brasil e, neste aspecto, a política adotada de desconfiar e se contrapor a reestruturação produtiva, que precariza o trabalho, está correta”, disse o pesquisador.
Fonte: http://www.conlutas.org.br/exibedocs.asp?tipodoc=%20noticia&id=%20853

Solidariedade ao ativista bancário Wagner Fernandes

Enviem mensagens de repúdio contra a atitude antisindical da diretoria do BNB.


O BNB (Banco do Nordeste Brasileiro) abriu processo judicial contra um comapanheiro, militante do Movimento Nacional de Oposição Bancária, mais precisamente do MOB-CE (Movimento de Oposição Bancária do Ceará) como pretexto para demití-lo por justa causa.

Seu crime: ter criado uma comunidade de bancários concursados do BNB no Orkut como forma de discussão e luta pelas reivindicações dos empregados daquele banco.

Pedimos que enviem mensagens repudiando a atitude truculenta e antisindical do BNB aos seguintes e-mails de diretores do BNB, com cópia para wagnerfj@yahoo.com.br

Roberto Smith - Presidente
robertosmith@bnb.gov.br

João Emílio Gazzana - DIRETORIA DE ADMINISTRACAO DE REC. TERCEIROS
emiliogazzana@bnb.gov.br

Luiz Carlos Everton de Farias - DIRETORIA DE CONTROLE E RISCO
lcarlos@bnb.gov.br

Luiz Henrique Mascarenhas Correa Silva - DIRETORIA
FINANCEIRA E DE CAMBIO
lh@bnb.gov.br

Paulo Sérgio Rebouças Ferraro - DIRETORIA DE NEGÓCIOS
ferraro@bnb.gov.br

Pedro Rafael Lapa - DIRETORIA DE GESTAO DO DESENVOLVIMENTO
pedrolapa@bnb.gov.br

Roberio Gress do Vale ? CHEFE DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA
rgress@bnb.gov.br

Zilana Melo Ribeiro ? Superintendente da Ouvidoria
zilana@bnb.gov.br

02 fevereiro, 2008

GOLPE DO SEEB MOGI CONTRA OS BANCÁRIOS

INDIGNAÇÃO!!!
Já passou da hora de a categoria bancária se levantar e mudar a diretoria do sindicato! Quem deve decidir são os bancários e não a "turma do sindicato", segundo seus interesses.
Nós, da Oposição Bancária - CONLUTAS (Coordenação Nacional de Lutas), chamamos a todos que estão indignados e querem resgatar o sindicato para a categoria a ajudar a formar uma Chapa de Oposição e de Luta! A HORA É AGORA!

GOLPE NOS BANCÁRIOS

DIRETORIA DO SINDICATO NÃO QUER LARGAR O OSSO

No último dia 21/01, a diretoria do sindicato dos bancários de Mogi das Cruzes e Região chamou uma assembléia às pressas para o dia 23/01. Motivo: eleger a comissão eleitoral que será responsável por organizar e coordenar o processo eleitoral e antecipar as eleições que tradicionalmente econteciam em maio. Uma atitude totalmente antidemocrática.
O correto seria avisar com grande antecedência, dialogar com a categoria e chamá-la a participar.PIOR AINDA! O edital anuncia o prazo de inscrições justamente nos dias de carnaval. Às escuras tentam manobrar as eleições. Após o susto dos anos passados quando mais de dois terços da categoria se opôs ao desconto assistencial - em 2007 aprovamos os desconto ZERO - escancarando um descontentamento com a atual diretoria, agora querem dar um GOLPE. NÃO PODEMOS PERMITIR!

HÁ ANOS SEM TRABALHAR NO BANCO
Cerca de dez diretores do sindicato estão a anos fora das agências. Liberados pelos banqueiros, há anos eles não sentem na pele o assédio moral, a pressão pelas metas, o desgaste do trabalho. Estão "encastelados" no sindicato e não querem ser controlados, nem sofrer a rotina diária. O PIOR É QUE NÃO TRABALHAM NEM PELOS BANCÁRIOS.

TRABALHANDO CONTRA OS BANCÁRIOS
Os diretores do sindicato defendem a CUT, a CONRAF/CUT (que coordena as nossas campanhas salariais) e o governo Lula. Juntos com os banqueiros eles tem atuado para desmontar poderosas greves, com manobras das mais variadas, dessa forma ajudando o governo Lula a garantir altíssimos lucros para os banqueiros. O Bradesco acabou de divulgar seu lucro recorde de mais de OITO BILHÕES. E, o que os trabalhadores do bradesco têm ganhado com isso????????????

Telefones de contato: 3107-7984 (CONLUTAS) ou 4743-1852 (Apeoesp Suzano)

26 janeiro, 2008

Pela eliminação das famigeradas portas giratórias

Todos os dias, à luz do dia, milhões de pessoas são submetidas a constrangimento ilegal pelas portas giratórias instaladas nos bancos, descaradamente e frente a outras milhões de pessoas por testemunha que, em seguida, serão as próximas vítimas, nas filas que se formam atrás dessas portas que são verdadeiras aberrações.

Difícil encontrar alguém que ainda não tenha passado pelo constrangimento de ficar barrado numa dessas portas.

E não é a porta que barra as pessoas, são pessoas que controlam essas portas e que as destravam dependendo da aparência da vítima, numa clara discriminação. Estando bem vestido, dificilmente alguém será impedido de entrar no banco, ainda que a porta trave uma vez e se retire um reles objeto de metal do bolso. Já, o mesmo não acontece se a pessoa não tiver uma aparência que agrade o vigilante que controla a porta giratória. A porta travará, ainda que você se submeta às esdrúxulas regras do banco e retire dos bolsos ou da bolsa todos os metais que estiver portando.

Essas portas são inúteis em se tratando de prevenir assaltos, uma vez que o julgamento da idoneidade da pessoa fica a cargo de outra pessoa, o vigilante que está com o controle remoto na mão. É verdade que a porta trava automaticamento através de sensores eletrônicos que detectam metais, mas o destravamento é manual e submetido à vontade de quem tem poder para fazê-lo.

De antemão, para essas portas, todos somos julgados culpados. joga-se no lixo a presunção de inocência e da boa fé objetiva garantida a qualquer ser humano, inverte-se a lógica do ônus da prova, obrigando a pessoa honesta a provar que é honesta, sob pena de não ter seu acesso permitido ao recinto.

Absurdamente, o movimento sindical bancário, que ironica e contraditoriamente se intitula "sindicato cidadão" é um ferrenho defensor do uso dessas portas giratórias pelos bancos, sob o pretexto de que elas dão mais segurança aos trabalhadores bancários.

Será mesmo que elas dão mais segurança aos bancários? Claro que não! Os sequestros de funcionários e de familiares de funcionários de bancos é uma modalidade de crime que não existia até o advento das portas giratórias; os assaltos a bancos não diminuiram com a adoção das tais portas e o aumento da violência decorrente do estresse causado nas pessoas que indignadas se veem coagidas e constrangidas pelo travamento dessas portas provam o contrário. Provam que, além de ofensivas a vários direitos das pessoas, são ineficientes para a prevenção de assaltos e ainda são responsáveis por violências que só seriam evitadas se o uso dessas portas por parte dos bancos fosse proibido.

20 janeiro, 2008

A sociedade da ignorância, do medo e da mídia do pensamento único da classe dominante.

Por: Mauro Rodrigues de Aguiar


Todos já devem ter ouvido falar de pensamento único, de mídia, de luta de classes e de política, mas no fundo, ignoram o significado disso tudo. Pois não deveriam ignora-los, afinal essas coisas tem a ver diretamente com os gravíssimos problemas sociais que o mundo vive que, consequentemente interfere na vida individual de cada um.
Mas, existe um problema que é o que acarreta todos os demais problemas e, se é certo que todos gostariam de ver os problemas pelo menos minorados, todos devem saber qual é esse problema e que, só a partir da tomada de consciência sobre qual é esse problema que puxa todos os outros problemas é que a sociedade poderá começar a trilhar um caminho no rumo certo da solução de todos os demais problemas.
O primeiro e principal problema a ser resolvido – e cada um tem de procurar resolve-lo, primeiro em si próprio, individualmente - é o problema da ignorância.
A verdade é que ninguém é ignorante porque quer, ninguém passa fome porque quer, ninguém tem problemas na vida porque quer, assim como também é certo que tudo pode ser mudado para melhor para si e para todos a partir da tomada da consciência sobre esse primeiro problema a ser solucionado.
Por que o problema da ignorância é o primeiro problema a ser solucionado? Resposta: porque a ignorância é o principal problema, é a ignorância que cega a compreensão de todos os demais problemas que temos que enfrentar, até a construção de um mundo melhor para todos. Como solucionar o problema da ignorância? Resposta: primeiramente, temos que combate-la em nós mesmos e, em seguida incentivar as pessoas de nosso círculo de influencia, colegas, amigos e parentes a faze-lo também. Como combater a ignorância em nós mesmos? Resposta: procurando ser autodidatas, ou seja, procurando ampliar nossos conhecimentos por conta própria, lendo, ouvindo e vendo de tudo, de direita e de esquerda, sem exceção, não esperando que todo conhecimento de que precisamos nos seja dado pela escola, levando em consideração mesmo que a escola tem um currículo e metodologia, impostos pelo estado e dirigidos à manutenção do sistema político ideológico responsável pela perpetuação dos atuais problemas e, por isso seu objetivo é perpetuar a ignorância e não nos libertar dela. O mesmo vale para a mídia escrita, falada e televisiva. O estado e seus apêndices (a escola, os poderes, a igreja e principalmente os Meios de Comunicação de Massa) sabem muito bem que manter o povão na ignorância e tirar-lhe o chão debaixo dos pés, é desarma-lo completamente e torna-lo tutelável, vulnerável, dependente.
Portanto, a partir de hoje, procure ajudar a construir uma sociedade mais justa, jogue a ignorância no lixo da história, aprenda a “filtrar”, analisar todas as informações que lhe chega, persiga mais e mais o conhecimento. Lembre-se que, se vivemos num mundo com tantas desigualdades sociais, tanta violência cega, e tantos desmandos impunes de “autoridades” é porque vivemos e nos acomodamos na ignorância e acabamos aceitando como verdades as mentiras da mídia do pensamento único da classe dominante.

12 janeiro, 2008

Insanidade midiática

INSANIDADE

Fico profundamente indignado com o simulacro de jornalismo que temos hoje. Clovis Rossi e todos os demais “articulistas” de jornais críticos mordazes ao reconhecimento de guerrilhas políticas como as FARC-EP e o ELN como movimentos insurgentes por motivos políticos e não como criminosos comuns, desprovidos de qualquer objetivo político-social, parecem não se dar conta da dimensão da injustiça que cometem; injustiça e fomentação da injustiça maior ainda do que o seqüestro em si efetivados por esses movimentos insurgentes. Agindo assim, essa mal disfarçada imitação de órgãos de imprensa e de jornalismo, parece não querer promover a paz, mas sim perpetuar a guerra. O caminho em direção à paz exige em primeiro lugar esse reconhecimento, exige que se diga a verdade sobre os fatos que originaram a criação desses movimentos, exige que se diga que esses homens e mulheres das FARC-EP e do ELN são heróicos guerrilheiros que abriram mão de uma vida “normal” como qualquer ser humano tem direito, por uma vida em inóspitas selvas, em condições sub-humanas, não por um desejo masoquista mas por circunstâncias que não foram eles que criaram, por uma guerra que não foram eles que declararam e que eles jamais desejaram.

Quem, além da crítica e da recusa em reconhecer as FARC e o ELN como movimentos políticos, envereda pelo campo da mentira, comparando-as com máfias de traficantes, de criminosos cruéis desprovidos de qualquer sentimento de amor, de qualquer ideário de justiça, fomenta ainda mais a guerra e a injustiça. Esses movimentos não existiriam se não fossem as injustiças sociais - perpetradas pela política tradicional - que assolam a humanidade e, sutilmente, mantém milhões de reféns das desumanas regras capitalistas.

A verdade é que os movimentos guerrilheiros como as FARC-EP e o ELN lutam pela paz para todos, contra a pior das violências que é a violência da fome perpetrada pelo estado contra a qual elas apenas viram a necessidade de se insurgir em armas para se defender – com o nobre objetivo de derrotar - numa guerra já declarada a muitos e muitos anos pelo estado contra os trabalhadores, para enfim implantarem a igualdade.

Quem, como essa imprensa reacionária e seus “articulistas”, apenas propaga o ódio, inventando mentiras contra os heróicos insurgentes revolucionários, contribui enormemente para a perpetuação dessa guerra contra a injustiça e da violência da fome, combustível desses movimentos insurgentes, que inevitavelmente acaba por vitimar milhares de pessoas.

Assim como os heróicos guerrilheiros das FARC-EP, do ELN e de todos os militantes socialistas, comunistas ou anarquistas que lutam contra as imposições violentas do capitalismo, tenho esperança ainda que algum dia a humanidade conquiste a paz, apesar da força dos desonestos meios formadores da opinião pública que estão na trincheira dos algozes nesta guerra suja e desigual.

Em defesa da Paz e da Justiça Social, contra a violência estatal, procuremos fomentar a paz e não a guerra. A guerra a ninguém beneficia. A imprensa tem um papel fundamental para que a humanidade possa atingir esse objetivo.

26 dezembro, 2007

URGENTE

OLÁ, AMIGOS E COLEGAS!



Sou de uma classe social ao qual me foi propiciado o acesso ao mínimo que a cidadania digna tem o direito: escola, saúde, habitação, educação.
As oportunidades que tive aproveitei-as e tento, na medida do possível, proporcioná-las aos meus filhos através de condições materiais e afetivas, para também terem uma vida digna.
Um dos meus filhos, Luís Fernando Kalife Júnior, de 21 anos, lindo, inteligente, músico, ambicioso pelo saber, batalhador desde nascença da luta pela Vida, estudante do curso de letras da UFRGS, professor-estagiário e monitor em curso pré-vestibular da própria universidade, por dificuldades de saúde encontra-se hoje dependendo de transplante dos dois pulmões. Vive dependente de "oxigenoterapia" (respiração artificial), estando atualmente na lista de espera para transplante de pulmões da Santa Casa de Misericórdia (Pavilhão Pereira Filho) POA/RS. O acompanhamento e a dedicação médica são impecáveis. O convênio (SAÚDE CAIXA) supre as necessidades para amenizar as deficiências que seus pulmões lhe impõem.
Sou sabedor e tenho muita fé que a possibilidade dele ter a continuidade da sua vida de forma normal diminuindo as dificuldades para viver e também a nossa angústia, começará a partir da doação de pulmões. E por este motivo venho recorrer a solidariedade e sensibilidade humana divulgando o presente e-mail ao número máximo de pessoas possíveis.
As doações de órgãos, por serem muito escassas, requerem uma constante, permanente e persistente campanha publicitária evocativa e esclarecedora (o que infelizmente não existe) para que tomemos consciência de que a doação autorizada dos órgãos de um "ente querido nosso com morte celebral declarada” possibilitará a outros seres humanos vida normal, saindo do sofrimento e das algemas que sua doença lhes impõem. Há na lista de pessoas que esperam a doação um índice muito grande de óbitos pela falta de doadores. Residem ai paradoxos, paradigmas e preconceitos que somente poderão ser quebrados através de uma mídia grande de esclarecimento e convocações constantes, feita por pessoas e órgãos de comunicação com credibilidade jornalística e humana para tal conscientização.
Tenho a consciência de que esta deveria ser uma função dos governos, mas se entrarmos nesta área divagaremos muito e certamente não chegaremos à objetividade vital para o momento e para a vida de muitas pessoas, as quais a vida de meu filho está incluída.
Não consigo avaliar a extensão e o resultado da minha pretensão recorrendo a vocês. É uma tentativa urgente e desesperadora de Pai.
Sofremos duas vezes nesta situação, por nós e pelos filhos.
Tenho fé e esperança que o Novo Ano traga uma boa nova para o Júnior e que ele vença esta batalha pela Vida. Conto com a sensibilidade de todos para os anseios e as necessidades humanas, dando ampla divulgação ao presente e-mail.



Tenham todos um Ano Novo de muita Paz, Saúde, Amor, Alegria e Felicidade e de muitas Esperanças.



Abraço Forte no Coração!



LUÍS FERNANDO KALIFE

GITER PO

Matrícula 5815296

Endereços eletrônicos: luis.kalife@caixa.gov.br ; kalife.voy@terra.com.br

25 dezembro, 2007

Por muitos felizes natais e demais dias a todos os que vivem do trabalho

Por um feliz natal a todos aqueles que são excluídos,
Humilhados, esquecidos, pisoteados,
Assassinados de fome, ou pela violência,
Que são encarcerados, marginalizados, caluniados,
Despejados, precarizados, desempregados e explorados.
Aqueles que não tem história,
que saem deste mundo sem deixar memória.
Aqueles a quem o Capital usurpou a vida
e condenou à sobrevivência miserável,
como expectadores passivos do Espetáculo
a sonhar e comer as migalhas de uma mesa que nunca comerão,
Vendendo sua pele como assalariados! – todos nós!

Por todos aqueles que trabalham
e são sujeitados aos ditames vorazes do deus-Capital.
A todos os despossuídos e deserdados deste mundo.
Por um Natal de solidariedade, e não de vendas e mercado.

E um ano novo que não seja mais um ano,
na estrada lenta e inexorável da nossa (sobre)vida assalariada,
Que não seja mais do mesmo, mas um ano de muitas lutas
Onde a dignidade no homem reapareça!
Onde a vida se reapresente, sem preço, não-mercadoria
Como dádiva, gratuita!

16 dezembro, 2007

Eleição Saude Caixa, muito suspeita

Alguém saberia nos responder sobre a composição da Comissão Eleitoral, se ela conta com representantes de todas as chapas ou se é formada só por apoiadores da chapa 2. Se não houver equanimidade na composição da Comissão Eleitoral que garantia podemos ter sobre a transparência no processo eleitoral?! Também recebemos aqui o folheto da chapa 2. Muito dinheiro foi gasto para rodar milhares de panfletos dessa chapa para distribuição no Brasil inteiro, inclusive para enviar aos aposentados e afastados. Muita coisa estranha está acontecendo no processo eleitoral: 1) muito dinheiro que não se sabe de onde está saindo, 2) mensagem emitida pela GESAD na véspera do início da votação, nominada a cada empregado com o texto (com efeito luminoso) na primeira linha que dizia "HOJE É O ÚLTIMO DIA PARA VOTAR, EXERÇA SEU DIREITO", o que fêz com que muitos colegas desinformados achassem não dar tempo mais para votar e deletassem a mensagem, 3) VÁRIAS tentativas de votar no primeiro dia de votação, sem sucesso, porém dando a impressão de que o voto já teria sido computado, 4) várias tentativas sem sucesso de contato com a Comissão Eleitoral através dos telefones e e-mail disponibilizados na página de votação, 5) impugnação da chapa 1 o que possibilitou que a chapa 2 fosse a primeira da lista na página de votação sem sabermos quem decidiu sobre a ordem das chapas na lista e os critérios de impugnação de chapas, 6) quem e por quê decidiu utilizar o método virtual para votação, sabemos que o método virtual pode ser fraudado e não há meios de fiscalização por parte das chapas ou de qualquer interessado. Enfim, todo o processo eleitoral está completamente comprometido e sem nenhuma credibilidade. Sendo assim, não temos dúvida de que a chapa 2 será a mais votada, mas não por merecimento.

14 dezembro, 2007

Eleição no Saúde Caixa

A eleição para conselheiros do Saude Caixa é uma farsa.
A chapa 2, que é a chapa da diretoria atual é a chapa apoiada
pela própria Caixa e pelas entidades ligadas à CUT/PT
que são entidades governistas e patronais.

Basta ver a composição da chapa, para ver a sua caracteristica;
seus componentes são gerentes e superintendentes da Caixa que,
estão infiltrados no movimento sindical e associativo dos
empregados apenas para criar obstáculos à luta; estão no movimento
para fazer o jogo do patrão dentro das entidades dos bancários.

Nessa eleição, a única chapa que tem condições de derrotar a chapa 2
é a CHAPA 6, é a chapa constuída por integrantes do Movimento Nacional
de Oposição Bancária, é a chapa dos colegas que nunca abandonaram a
luta e estão, categoricamente do lado da parte mais explorada dos
empregados da Caixa. São colegas que tem consciência de classe.

Portanto, todo respeito merecem as demais chapas (exceto a chapa 2), que provavelmente foram montadas por colegas que realmente tem boa vontade,
mas, infelizmente não estão organizados nacionalmente ainda como está a
Oposição Bancária Nacional.

Votem na chapa 6 - Saúde Caixa, Melhor e Para Todos.

A chapa 6 é apoiada por todos aqueles que acreditam na luta dos
trabalhadores

ATENÇÃO: A ELEIÇÃO VAI ATÉ DIA 20/12 ÀS 16 HORAS.

09 dezembro, 2007

O que é um militante de esquerda

O militante de esquerda jamais dirá que tudo está perdido, que o mundo é assim mesmo, que todas as pessoas são mesmo corruptas e que não vale a pena lutar.

O verdadeiro militante sempre terá consciência dos motivos que o move a lutar incansavelmente.

O verdadeiro militante de esquerda não é imediatista nem egoista, mas é coletivista e altruísta, é duro com os injustos, mas terno com os injustiçados.

O verdadeiro militante não nasce feito, embora, desde muito cedo já demonstre sua índole boa, sua formação e consciência de classe se faz na luta.

O verdadeiro militante não se conforma em acomodar-se na ignorância e persegue o conhecimento que só se consegue fora da escola a partir do momento que percebe que o que se aprende nas escolas é só o que interessa ao sistema que o oprime.

Sempre surgirá um novo militante de esquerda enquanto o estado se colocar como opressor e alguém se conscientizar da sua condição de oprimido, porém sujeito das transformações históricas.

30 novembro, 2007

Mais uma vitória da Conlutas

Resultado das eleições do Sintusp.

A Chapa 1, atual diretoria do Sintusp, desde o ínicio engajada na
construção da Conlutas venceu as eleições realizadas nesta última
semana de forma inquestionável, com 75 % dos votos válidos.
A votação não deixa nenhuma dúvida.
A Chapa 3, que teve o apoio da CUT, teve cerca de 10 % dos votos.

Parabéns aos piqueteiros e lutadores do Sintusp que mantém seu
sindicato em uma perspectiva classista e de luta.
Resultado

Chapa 1 - 1773 74,5 %
Chapa 2 - 369 15,5 %
Chapa 3 - 240 10,0 %
brancos - 47
Nulos - 67

Total de votos - 2496

Votos válidos - 2382

24 novembro, 2007

BANCÁRIOS DO RN PÕEM CUT PARA FORA DO SINDICATO

A CUT já era. Os bancários do RN provaram à Central do PT que respeito é um princípio básico na construção da luta diária. No plebiscito da desfiliação do Sindicato da CUT, realizado entre 19 e 22 de novembro, deu a lógica. Com 75% dos votos (1211 votos a 412), a categoria mandou uma resposta: que o Sindicato precisa estar ao lado de uma Central de luta.

Não tinha como ser diferente. Quem assistiu, nos últimos anos, às Campanhas Salariais (des) orientadas, em nível nacional, por dirigentes da CONTRAF/CUT abraçados aos banqueiros e ao Governo Lula ficou com aquilo entalado na garganta. Nas próprias assembléias deste ano, a base já sentia a necessidade de se manifestar contra quem tanto fez para desmobilizar o movimento.

Agora, a história mudou. E os bancários do RN fazem parte desta virada. O resultado acachapante do Plebiscito nos dá a certeza de que começaremos 2008 com muito mais força. Há um novo cenário à frente dos bancá-rios. Sem dúvida, com lutas.

21 novembro, 2007

Vitória: Bancários de Bauru se desfiliam da CUT e filiam-se à Conlutas

Por 136 votos contra 14, os bancários da base do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região decidiram, em assembléia ontem à noite, pela desfiliação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e imediata filiação à Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas).
Os debates em torno da desfiliação da CUT ocorrem há anos. Os rumos tomados pela CUT não satisfaziam mais os interesses dos trabalhadores, já que se aliou e se tornou braço do governo Lula. Desde que Lula assumiu, a CUT passou a apoiar vários projetos governistas, como os das reformas previdenciária e trabalhista - que aumentaria a idade da aposentadoria e o aumento da contribuição previdenciária - pela manutenção do imposto sindical e muitos outros, como também o fim das férias, do FGTS e do 13º salário.
Nas últimas campanhas salariais dos bancários, a Contraf-CUT - Confederação Nacional dos Trabalhores do Ramo Financeiro ligada à CUT não lutou para que os bancários conquistassem um índice de reposição de 30% (perdas salariais da categoria desde 1994) e, beneficiando os banqueiros e o governo Lula, assinou um Acordo Coletivo rebaixado e insatisfatório.
Parabéns, bancários de Bauru e Região
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região parabeniza a todos os bancários que votaram pela desfiliação da CUT, sinalizando total descontentamento com esta central inerte, governista e contrária aos interesses de quem trabalha, e optando pela filiação à Conlutas.
A partir da agora, será possível encaminhar as verdadeiras lutas da categoria, por melhores salários, condições de trabalho, mais empregos, contra as privatizações e também contra os ataques do governo neoliberal de Lula e dos banqueiros, sem qualquer interferência dos cutistas governistas, que ano-a-ano só permaneciam no meio sindical para abocanhar cargos e impedir qualquer avanço nas lutas dos trabalhadores.
Agora é luta com a Conlutas!
A Conlutas é uma central de luta, forte, democrática e independente, que surgiu como uma resposta vigorosa à degeneração irrecuperável da CUT. Diante dos boicotes e traições da CUT governista, trabalhadores de luta de todo o país se uniram em 2004 para fundar uma nova central, independente e de luta, que pertencesse somente à classe trabalhadora.
Assim nasceu e cresceu a Conlutas, sob o signo da combatividade, sem nenhum atrelamento a governos ou patrões, como deve ser uma ferramenta de luta de verdade. Hoje, a Conlutas agrega centenas e mais centenas dos sindicatos mais expressivos, mais fortes e mais combativos do Brasil, seguindo na defesa implacável dos direitos dos trabalhadores. Se um sindicato tem o selo da Conlutas é porque esse sindicato é uma verdadeira ferramenta de luta dos trabalhadores. Um sindicato como o nosso. Afinal, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região é referência nacional de luta, democracia e independência, sempre a serviço dos trabalhadores, claro. Como a Conlutas. Porque, para nós, Sindicato é pra lutar!
Bauru, 21 de novembro de 2007
Sindicato dos Bancários de Bauru e Região

18 novembro, 2007

DEBATE DO PLEBISCITO REVELA “DEMOCRACIA” DA CUT

Plebiscito pela desfiliação do Sindicato dos Bancários da CUT esquentou terça-feira passada (13/11) com o debate envolvendo representantes das duas correntes que divergem na disputa. De um lado, o diretor nacional da Conlutas e do MNOB, Dirceu, e do outro, o representante da Contraf/CUT, Marcel, apresentaram seus principais argumentos de defesa.

O Plebiscito começa na próxima segunda-feira, 19, e segue até

22 de novembro. Haverá urnas itinerantes espalhadas pelas agências na Capital, dias 19 e 20, e no Interior, dias 21 e 22. Além delas, a comissão organizadora disponibilizará duas urnas fixas, localizadas na sede do Sindicato e na Associação dos Aposentados. A votação será realizada entre 8h e 16h. A apuração ocorre dia 22 de novembro, na sede do Sindicato.

Durante o debate, mediado pelo presidente da comissão organizadora, Eugênio Xavier (BB/Jaguarari), trouxe para a mesa uma discussão sobre democracia no movimento sindical. O representante da CUT, no entanto, ficou numa saia justa quando foi lembrado de que a Central cassou as liberações sindicais dos diretores Liceu Carvalho e Juvêncio Hemetério, logo que a atual direção tomou posse.

Dirceu, conhecido como Didi, também lembrou que o jornal Luta Bancária trouxe, na edição passada, a defesa de ambos os lados sobre o Plebiscito. “Prova de democracia é isso! Tanto a direção do Sindicato que defende a desfiliação do Sindicato da CUT como a oposição tiveram o mesmo espaço. No Sindicato dos Bancários de São Paulo, que é dirigido pela Contraf/CUT, isso é impossível de ser visto”, disse Dirceu.

Embora alguns ânimos tenham sido exaltados em meio ao calor da discussão, o debate ocorreu em paz. Agora, é a base quem decide.