16:56h 21.10.11
Trabalhadores recebem nos próximos dias antecipações da PLR. Diferenças salariais vêm na folha de novembro
Representantes dos bancários e da direção do Banco do Brasil assinam na segunda-feira 24, em Brasília, o acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). No dia seguinte, 25, será a vez dos representantes dos empregados e da diretoria da Caixa Federal. Os aditivos, um para cada banco federal, são complementares à CCT e reúnem direitos específicos distintos dos respectivos trabalhadores.
No do Banco do Brasil, arrancado na mesa de negociação após 21 dias de greve nacional, destacam-se avanços no PCR, piso maior, não desconto dos dias parados e manutenção dos três ciclos avaliatórios para descomissionamento e do formato da participação nos lucros – que deve ser paga em até 48 horas após a assinatura do acordo. No da Caixa, que também parou por três semanas, PLR social, 5 mil novas contratações, piso maior, não desconto de dias parados e titularidade por 180 dias, além de outros avanços.
Fenaban – A assinatura do acordo com a Fenaban para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) – com destaque para o reajuste de 9% para toda a categoria, valorização no piso, PLR maior, proibição da publicação de ranking individual e do transporte de valores por bancários, dentre outros –, foi realizada na tarde desta sexta 21.
Fonte: Sindicato dos Bancários
http://www.apcefsp.org.br/portal/data/pages/3DFEE682331DD033013327DB9E736A8A.htm
Fonte: SITE DA APCEF/SP
A oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região tem por objetivos, juntamente com a Oposição Bancária Nacional, resgatar a autonomia e independência frente a governos, partidos e patrões, há muito deixados de lado pelo movimento sindical da CUT e colocar novamente os sindicatos a favor da luta dos trabalhadores.
AGORA É GREVE!
Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!
NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS
GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!
21 outubro, 2011
17 outubro, 2011
Veja o resultado das assembleias realizadas em todo o País
Confira os resultados das assembleias realizadas nesta segunda-feira, dia 17, até 20h20:
Acre – Aprovou acordo.
Criciúma (SC) – Aprovou acordo.
Amapá - Aprovou acordo.
Amazonas - Aprovou acordo.
Araçatuba (SP) - Aprovou acordo.
Assis (SP) - Aprovou acordo.
Belo Horizonte (MG) - Aprovou acordo.
Blumenau (SC) - Aprovou acordo.
Bragança Paulista (SP) - Aprovou acordo.
Brasília - Aprovou acordo.
Campinas (SP) - Aprovou acordo.
Campos (RJ) - Aprovou acordo.
Chapecó (SC) - Rejeitou acordo.
Concórdia (SC) - Aprovou acordo.
Espírito Santo - Aprovou acordo.
Extremo Sul da Bahia – Aprovou acordo.
Florianópolis (SC) - Aprovou acordo nos bancos privados e no BB. Recusou na Caixa (nova assembleia nesta terça, às 9h).
Itaperuna (RJ) - Aprovou acordo.
Jaú (SP) - Aprovou acordo.
Jundiaí (SP) - Aprovou acordo.
Limeira (SP) - Aprovou acordo.
Macaé (RJ) - Aprovou acordo.
Marília (SP) - Aprovou acordo.
Mato Grosso do Sul - Aprovou acordo.
Nova Friburgo (RJ) - Aprovou acordo.
Paraná (Curitiba, Londrina, Apucarana, Paranavaí, Arapoti, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Guarapuava e demais sindicatos da Fetec-CUT-PR) - Aprovou acordo.
Porto Alegre (RS) – Aprovou acordo nos bancos privados. Recusou na Caixa. Assembleia do BB ainda por acontecer.
Ribeirão Preto (SP) – Aprovou acordo.
Rio de Janeiro (RJ) - Aprovou acordo.
Rondonópolis (MT) - Aprovou acordo.
Salvador (BA) - Aprovou acordo.
São Paulo (SP) - Aprovou acordo.
Taubaté (SP) - Aprovou acordo.
Teófilo Otoni (MG) - Aprovou acordo.
Teresópolis (RJ) - Aprovou acordo.
Fonte: Agência Fenae
Acre – Aprovou acordo.
Criciúma (SC) – Aprovou acordo.
Amapá - Aprovou acordo.
Amazonas - Aprovou acordo.
Araçatuba (SP) - Aprovou acordo.
Assis (SP) - Aprovou acordo.
Belo Horizonte (MG) - Aprovou acordo.
Blumenau (SC) - Aprovou acordo.
Bragança Paulista (SP) - Aprovou acordo.
Brasília - Aprovou acordo.
Campinas (SP) - Aprovou acordo.
Campos (RJ) - Aprovou acordo.
Chapecó (SC) - Rejeitou acordo.
Concórdia (SC) - Aprovou acordo.
Espírito Santo - Aprovou acordo.
Extremo Sul da Bahia – Aprovou acordo.
Florianópolis (SC) - Aprovou acordo nos bancos privados e no BB. Recusou na Caixa (nova assembleia nesta terça, às 9h).
Itaperuna (RJ) - Aprovou acordo.
Jaú (SP) - Aprovou acordo.
Jundiaí (SP) - Aprovou acordo.
Limeira (SP) - Aprovou acordo.
Macaé (RJ) - Aprovou acordo.
Marília (SP) - Aprovou acordo.
Mato Grosso do Sul - Aprovou acordo.
Nova Friburgo (RJ) - Aprovou acordo.
Paraná (Curitiba, Londrina, Apucarana, Paranavaí, Arapoti, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Guarapuava e demais sindicatos da Fetec-CUT-PR) - Aprovou acordo.
Porto Alegre (RS) – Aprovou acordo nos bancos privados. Recusou na Caixa. Assembleia do BB ainda por acontecer.
Ribeirão Preto (SP) – Aprovou acordo.
Rio de Janeiro (RJ) - Aprovou acordo.
Rondonópolis (MT) - Aprovou acordo.
Salvador (BA) - Aprovou acordo.
São Paulo (SP) - Aprovou acordo.
Taubaté (SP) - Aprovou acordo.
Teófilo Otoni (MG) - Aprovou acordo.
Teresópolis (RJ) - Aprovou acordo.
Fonte: Agência Fenae
CEF, BANRISUL e Banco do Brasil rejeitam propostas e continuam em greve
Em assembléias já encerradas no RS. Os bancários da Caixa e do Banrisul rejeitaram as propostas e continuam em greve.
Assembléia do Banco do Brasil ficou inviável hoje porque os fura-greve foram enviados para a assembléia causando muito tumulto e a assembléia foi remarcada para amanhã às 10 horas naquele Estado.
Assembléia do Banco do Brasil ficou inviável hoje porque os fura-greve foram enviados para a assembléia causando muito tumulto e a assembléia foi remarcada para amanhã às 10 horas naquele Estado.
Confira a mobilização nas unidades da Caixa nesta segunda-feira, dia 17
>> Confira a situação das agências e PABs vinculados às SRs da capital e, também, das áreas-meio nesta segunda-feira, dia 17.
>> Saiba, também, a situação das demais bases sindicais, os horários das assembleias e as decisões já tomadas.
Fonte: APCEF/SP
>> Saiba, também, a situação das demais bases sindicais, os horários das assembleias e as decisões já tomadas.
Fonte: APCEF/SP
Bancários de Curitiba aprovam propostas da Fenaban, BB e Caixa - Por que tanta pressa em encerrar a greve, CONTRAF/CUT???
Em assembleia realizada no final da tarde deste domingo, dia 16, os bancários de Curitiba aprovaram as propostas apresentadas na sexta-feira, dia 14, pela Fenaban, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Mais de mil funcionários de bancos públicos e privados participaram, seguindo a orientação do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT.
As propostas são resultado de 18 dias de greve nacional dos bancários, a maior dos últimos 20 anos. A proposta da Fenaban inclui reajuste salarial de 9% (um aumento real de 1,5%), valorização do piso da categoria para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%) e melhorias na PLR, com aumento da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%). Há ainda cláusula que coíbe o transporte de numerário por bancários e outra que prevê o fim da divulgação de rankings individuais dos funcionários, combatendo o assédio moral.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, até o dia 15 de dezembro e, assim como nos anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado.
As propostas específicas do BB e da Caixa também apresentam melhorias para os bancários, envolvendo questões de carreira e condições de trabalho, dentre outras. "Entre os principais avanços, destacam-se a PLR social e a contratação de 5 mil empregados na Caixa e a valorização do plano de cargos e salários no BB", salienta o presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=28402
As propostas são resultado de 18 dias de greve nacional dos bancários, a maior dos últimos 20 anos. A proposta da Fenaban inclui reajuste salarial de 9% (um aumento real de 1,5%), valorização do piso da categoria para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%) e melhorias na PLR, com aumento da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%). Há ainda cláusula que coíbe o transporte de numerário por bancários e outra que prevê o fim da divulgação de rankings individuais dos funcionários, combatendo o assédio moral.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, até o dia 15 de dezembro e, assim como nos anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado.
As propostas específicas do BB e da Caixa também apresentam melhorias para os bancários, envolvendo questões de carreira e condições de trabalho, dentre outras. "Entre os principais avanços, destacam-se a PLR social e a contratação de 5 mil empregados na Caixa e a valorização do plano de cargos e salários no BB", salienta o presidente da Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=28402
POR QUE REJEITAR A PROPOSTA DA FENABAN
A proposta da Fenaban é completamente insatisfatória. Não atende absolutamente nada de nossas reivindicações, mantendo as perdas salariais de 26% desde o Plano Real inalteradas, concedendo uma PLR que não é nem sombra da pretendida e ignorando as demais reivindicações da nossa pauta.
Reajuste indecente apenas da inflação: a inflação desde nossa última campanha salarial até agora já beira os 8%. Até dezembro, deve alcançar os míseros 9% que nos estão propondo. É tão pouco, que até o péssimo reajuste de 7,5% em 2010, rejeitado pela base de POA, representava 3% acima da inflação; enquanto o atual representará meros 1,5%. É inaceitável um acordo ainda pior que o do ano passado, deixando perdas de 26%.
PLR há anos luz da prometida: lembram que o sindicato anunciou que lutaria por uma PLR de R$4500 + 3 salários? Não ganharemos nem perto dos R$ 4500, muito menos dos 3 salários (será 0,9 salário).
GARANTIA DE EMPREGO OUTRA VEZ ABANDONADA: a pseudo luta pela assinatura da Convenção 158 da OIT, contra a demissão imotivada e pela garantia da manutenção dos empregos ficou no esquecimento nesta proposta e ABSOLUTAMENTE NADA a respeito do tema avançou. É a Contraf/CUT, junto com o sindicato de POA, abandonando de vez nossos direitos históricos.
Tíquetes-fome: também se fez um grande alarde na reivindicação de R$ 545 tanto para o vale alimentação como para o refeição. Ao final, nem perto disso. A inflação dos alimentos é a que mais sobe, mas nosso tíquete seguirá menor até mesmo que o dos carteiros.
CCV para se conformar com pouco: Este é um dos maiores ataques embutidos na proposta. Significa impor uma barreira a que os colegas reivindiquem seus direitos na Justiça, exigindo que antes sejam assediados a aceitar qualquer coisa rapidamente, abrindo mão de direitos.
A Contraf/CUT e o sindicato cutista de POA, evidentemente, defendem a aceitação da proposta. Fazem isso porque são o sindicalismo do patrão e atrelado ao governo. Defendem esta proposta como todos os anos defenderam os acordos rebaixados que nos levaram à situação atual, de salários defasados, assédio moral generalizado, correspondentes e terceirizações por todo o lado.
O colegas do Bancários de Base e da Frente Nacional de Oposição Bancária defendem que não podemos sair da greve após termos ganho somente 1% a mais de reajuste do que quando entramos.
Isso é uma vergonha e um desrespeito! Vamos rejeitar a proposta, que não nos contempla, seguir em greve e arrancar conquistas de verdade, e não as conquistas ilusórias em que vão querer nos fazer crer através dos próximos jornais sindicais, comemorando vitória onde não existe.
Nossos contatos: facebook.com/bancariosdebase; bancariosdebasers@gmail.com
Frente Nacional de Oposição Bancária: http://www.frentedeoposicaobancaria.org/
Reajuste indecente apenas da inflação: a inflação desde nossa última campanha salarial até agora já beira os 8%. Até dezembro, deve alcançar os míseros 9% que nos estão propondo. É tão pouco, que até o péssimo reajuste de 7,5% em 2010, rejeitado pela base de POA, representava 3% acima da inflação; enquanto o atual representará meros 1,5%. É inaceitável um acordo ainda pior que o do ano passado, deixando perdas de 26%.
PLR há anos luz da prometida: lembram que o sindicato anunciou que lutaria por uma PLR de R$4500 + 3 salários? Não ganharemos nem perto dos R$ 4500, muito menos dos 3 salários (será 0,9 salário).
GARANTIA DE EMPREGO OUTRA VEZ ABANDONADA: a pseudo luta pela assinatura da Convenção 158 da OIT, contra a demissão imotivada e pela garantia da manutenção dos empregos ficou no esquecimento nesta proposta e ABSOLUTAMENTE NADA a respeito do tema avançou. É a Contraf/CUT, junto com o sindicato de POA, abandonando de vez nossos direitos históricos.
Tíquetes-fome: também se fez um grande alarde na reivindicação de R$ 545 tanto para o vale alimentação como para o refeição. Ao final, nem perto disso. A inflação dos alimentos é a que mais sobe, mas nosso tíquete seguirá menor até mesmo que o dos carteiros.
CCV para se conformar com pouco: Este é um dos maiores ataques embutidos na proposta. Significa impor uma barreira a que os colegas reivindiquem seus direitos na Justiça, exigindo que antes sejam assediados a aceitar qualquer coisa rapidamente, abrindo mão de direitos.
A Contraf/CUT e o sindicato cutista de POA, evidentemente, defendem a aceitação da proposta. Fazem isso porque são o sindicalismo do patrão e atrelado ao governo. Defendem esta proposta como todos os anos defenderam os acordos rebaixados que nos levaram à situação atual, de salários defasados, assédio moral generalizado, correspondentes e terceirizações por todo o lado.
O colegas do Bancários de Base e da Frente Nacional de Oposição Bancária defendem que não podemos sair da greve após termos ganho somente 1% a mais de reajuste do que quando entramos.
Isso é uma vergonha e um desrespeito! Vamos rejeitar a proposta, que não nos contempla, seguir em greve e arrancar conquistas de verdade, e não as conquistas ilusórias em que vão querer nos fazer crer através dos próximos jornais sindicais, comemorando vitória onde não existe.
Nossos contatos: facebook.com/bancariosdebase; bancariosdebasers@gmail.com
Frente Nacional de Oposição Bancária: http://www.frentedeoposicaobancaria.org/
POR QUE REJEITAR A PROPOSTA ESPECÍFICA DO BANCO DO BRASIL
A proposta específica do Banco do Brasil é completamente insatisfatória. Não atende absolutamente nada de nossas reivindicações, mantendo as perdas salariais inalteradas, concedendo uma PLR que não é nem sombra da pretendida e ignorando as demais reivindicações da pauta.
Reajuste indecente apenas da inflação: a inflação desde nossa última campanha salarial até agora já beira os 8%. Até dezembro, deve alcançar os míseros 9% que nos estão propondo. É tão pouco, que até o péssimo reajuste de 7,5% em 2010, rejeitado pela base de POA, representava 3% acima da inflação; enquanto o atual representará meros 1,5%. É inaceitável um acordo ainda pior que o do ano passado, mantendo nossas perdas em mais de 90%.
PLR há anos luz da prometida: lembram que o sindicato anunciou que lutaria por uma PLR de R$4500 + 3 salários? Não ganharemos nem perto dos R$ 4500, muito menos dos 3 salários (será 0,9 salário).
Isonomia enterrada de vez: o “ano da isonomia” de 2010 ficou no esquecimento e ABSOLUTAMENTE NADA a respeito do tema foi sequer discutido a sério neste ano. É a Contraf/CUT, junto com os sindicatos cutistas, abandonando de vez nossos direitos históricos.
Tíquetes-fome: também se fez um grande alarde na reivindicação de R$ 545 tanto para o vale alimentação como para o refeição. Ao final, nem perto disso. A inflação dos alimentos é a que mais sobe, mas nosso tíquete seguirá menor até mesmo que o dos carteiros, que o dos colegas do Banrisul, etc.
Plano de Saúde sem solução: outro “avanço” segundo a Contraf/CUT. Na verdade, o superávit recorrente que deveria servir para diminuir as contribuições dos bancários ou melhorar os serviços, reajustando a tabela de procedimentos por exemplo, seguirá sendo confiscado pela BB, e segue o impasse do Plano Odontológico.
CCV para se conformar com pouco: Este é um dos maiores ataques embutidos na proposta. Significa impor uma barreira a que os colegas reivindiquem seus direitos na Justiça, exigindo que antes sejam assediados a aceitar qualquer coisa rapidamente, abrindo mão de direitos.
A Contraf/CUT , evidentemente, defende a aceitação da proposta. Faz isso porque é o sindicalismo do patrão e atrelado ao governo. Defende esta proposta como todos os anos defendem os acordos rebaixados que nos levaram à situação atual, de salários defasados, assédio moral generalizado, correspondentes e terceirizações por todo o lado.
O colegas do Bancários de Base e da Frente Nacional de Oposição Bancária defendem que não podemos sair da greve após termos ganho somente 1% a mais de reajuste. Isso é uma vergonha e um desrespeito! Vamos rejeitar a proposta, que não nos contempla, seguir em greve e arrancar conquistas de verdade, e não as conquistas ilusórias em que vão querer nos fazer crer através dos próximos jornais sindicais, comemorando vitória onde não existe.
Nossos contatos: facebook.com/bancariosdebase; bancariosdebasers@gmail.com
Frente Nacional de Oposição Bancária: http://www.frentedeoposicaobancaria.org/
Reajuste indecente apenas da inflação: a inflação desde nossa última campanha salarial até agora já beira os 8%. Até dezembro, deve alcançar os míseros 9% que nos estão propondo. É tão pouco, que até o péssimo reajuste de 7,5% em 2010, rejeitado pela base de POA, representava 3% acima da inflação; enquanto o atual representará meros 1,5%. É inaceitável um acordo ainda pior que o do ano passado, mantendo nossas perdas em mais de 90%.
PLR há anos luz da prometida: lembram que o sindicato anunciou que lutaria por uma PLR de R$4500 + 3 salários? Não ganharemos nem perto dos R$ 4500, muito menos dos 3 salários (será 0,9 salário).
Isonomia enterrada de vez: o “ano da isonomia” de 2010 ficou no esquecimento e ABSOLUTAMENTE NADA a respeito do tema foi sequer discutido a sério neste ano. É a Contraf/CUT, junto com os sindicatos cutistas, abandonando de vez nossos direitos históricos.
Tíquetes-fome: também se fez um grande alarde na reivindicação de R$ 545 tanto para o vale alimentação como para o refeição. Ao final, nem perto disso. A inflação dos alimentos é a que mais sobe, mas nosso tíquete seguirá menor até mesmo que o dos carteiros, que o dos colegas do Banrisul, etc.
Plano de Saúde sem solução: outro “avanço” segundo a Contraf/CUT. Na verdade, o superávit recorrente que deveria servir para diminuir as contribuições dos bancários ou melhorar os serviços, reajustando a tabela de procedimentos por exemplo, seguirá sendo confiscado pela BB, e segue o impasse do Plano Odontológico.
CCV para se conformar com pouco: Este é um dos maiores ataques embutidos na proposta. Significa impor uma barreira a que os colegas reivindiquem seus direitos na Justiça, exigindo que antes sejam assediados a aceitar qualquer coisa rapidamente, abrindo mão de direitos.
A Contraf/CUT , evidentemente, defende a aceitação da proposta. Faz isso porque é o sindicalismo do patrão e atrelado ao governo. Defende esta proposta como todos os anos defendem os acordos rebaixados que nos levaram à situação atual, de salários defasados, assédio moral generalizado, correspondentes e terceirizações por todo o lado.
O colegas do Bancários de Base e da Frente Nacional de Oposição Bancária defendem que não podemos sair da greve após termos ganho somente 1% a mais de reajuste. Isso é uma vergonha e um desrespeito! Vamos rejeitar a proposta, que não nos contempla, seguir em greve e arrancar conquistas de verdade, e não as conquistas ilusórias em que vão querer nos fazer crer através dos próximos jornais sindicais, comemorando vitória onde não existe.
Nossos contatos: facebook.com/bancariosdebase; bancariosdebasers@gmail.com
Frente Nacional de Oposição Bancária: http://www.frentedeoposicaobancaria.org/
Joranl em PDF da Frente Nacional de Oposição Bancária
Clique no link pra ver o jornal em PDF
http://frentedeoposicaobancaria.org/wp-content/uploads/2011/10/Jornal-LB-especial-GREVE-11.pdf
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Alerta sobre o engodo dos R$ 39,00
Uma colega da Caixa faz a seguinte observação:
"Em relação aos Reg ou Replan que não saldaram, esse valor de 39,00 "corrigindo uma injustiça", também é bem questionável: Estamos com uma ação no Ministério Público, que já está no supremo, e como a caixa perdeu prazo, juridicamente falando é causa ganha. Embolsaremos este valor e o que ficou para trás, assim que sair a decisão final. É só uma questão de tempo. Espero que a maldade maior dos negociadores seja somente o de puxar os louros para si (contraf-cut) e que não tenham "entrelinhas" que nos prejudiquem nas demandas individuais que decorrerão desta ação."
...e, pede para informar o nº do processo:
Processo Número Único: AIRR - 1086-12.2008.5.10.0005 Fase Atual:Numero no TRT de origem: AIRR-1086/2008. Regiao:10
Agravante(s): Caixa Econômica Federal - CEFAdvogado: Dr. Felipe Montenegro Mattos
Agravado(s): Ministério Público do Trabalho da 10ª RegiãoProcurador: Dr. Eneas Bazzo Torres
"Em relação aos Reg ou Replan que não saldaram, esse valor de 39,00 "corrigindo uma injustiça", também é bem questionável: Estamos com uma ação no Ministério Público, que já está no supremo, e como a caixa perdeu prazo, juridicamente falando é causa ganha. Embolsaremos este valor e o que ficou para trás, assim que sair a decisão final. É só uma questão de tempo. Espero que a maldade maior dos negociadores seja somente o de puxar os louros para si (contraf-cut) e que não tenham "entrelinhas" que nos prejudiquem nas demandas individuais que decorrerão desta ação."
...e, pede para informar o nº do processo:
Processo Número Único: AIRR - 1086-12.2008.5.10.0005 Fase Atual:Numero no TRT de origem: AIRR-1086/2008. Regiao:10
Agravante(s): Caixa Econômica Federal - CEFAdvogado: Dr. Felipe Montenegro Mattos
Agravado(s): Ministério Público do Trabalho da 10ª RegiãoProcurador: Dr. Eneas Bazzo Torres
MOTIVOS PARA REJEITAR A PROPOSTA ESPECÍFICA DA CAIXA
A proposta específica da Caixa é completamente insatisfatória. Não atende absolutamente nada de nossas reivindicações, mantendo as perdas salariais inalteradas, concedendo uma PLR que não é nem sombra da pretendida e ainda por cima INAUGURANDO A TRÁGICA POLÍTICA DE CORTAR NÍVEIS NO PLANO DE CARREIRA, fingindo “aumentar o piso”, quando na verdade, está apenas “cortando o 1º degrau do plano”, acavalando funcionários com tempos diferentes de banco e discriminando a ampla maioria do quadro, que só receberá 9% de reajuste.
Reajuste indecente apenas da inflação: a inflação desde nossa última campanha salarial até agora já beira os 8%. Até dezembro, deve alcançar os míseros 9% que nos estão propondo. É tão pouco, que até o péssimo reajuste de 7,5% em 2010, rejeitado pela base de POA, representava 3% acima da inflação; enquanto o atual representará meros 1,5%. É inaceitável um acordo ainda pior que o do ano passado, mantendo nossas perdas em mais de 90%.
Discriminação maior que em 2010 e ameaça ao PCS: o sindicalismo governista afirma que farão justiça ao reajustar o pessoal do Reg/Replan em R$39, discriminação sofrida em 2010. Mas não afirmam que a proposta vai “engolir um nível” do nosso PCS todo! Ou seja, a discriminação nesse ano será maior ainda, pois 90% dos funcionários serão aproximados do piso da Caixa, que será reajustado sem repercussão nos demais níveis, inaugurando o achatamento do PCS, prática nefasta comum no Banrisul, onde hoje 40% dos funcionários está no piso do plano de carreira.
Manutenção dos prejuízos dos “Reg/Replan”: mesmo os colegas deste plano não terão reparação alguma, pois nem os R$ 39 serão retroativos, nem as restrições a PSIs, equiparação de função com o novo PCS, etc., serão resolvidas.
PLR rebaixada: lembram que o sindicato disse que lutaria por uma PLR de R$4500 + 3 salários? Não ganharemos nem perto dos R$4500, muito menos dos 3 salários (será 0,9 salário). Isso que a CEF lucrou 36% mais no 1º semestre.
Isonomia enterrada de vez: o “ano da isonomia” de 2010 ficou no esquecimento e ABSOLUTAMENTE NADA a respeito do tema foi sequer discutido a sério neste ano. É a Contraf/CUT abandonando de vez nossos direitos históricos.
Tíquetes-fome: também se fez um grande alarde na reivindicação de R$ 545 tanto para o vale alimentação como para o refeição. Ao final, nem perto disso. A inflação dos alimentos é a que mais sobe, mas nosso tíquete seguirá menor até mesmo que o dos carteiros, que o dos colegas do Banrisul, etc.
Saúde Caixa sem solução: outro “avanço” segundo a Contraf/CUT. Na verdade, o superávit recorrente que deveria servir para diminuir as contribuições dos bancários ou melhorar os serviços, por exemplo reajustando a tabela de procedimentos, seguirá sendo confiscado pela CEF, que só prometeu “estudar uma solução”.
CCV para se conformar com pouco: Este é um dos maiores ataques embutidos na proposta. Significa impor uma barreira a que os colegas reivindiquem seus direitos na Justiça, exigindo que antes sejam assediados a aceitar qualquer coisa rapidamente, abrindo mão de direitos.
CCV 7ª e 8ª horas para abrir mão de direitos: É o mesmo caso, mas ainda pior, pois se trata de um passivo com ganho certo na Justiça, que o sindicato vem negligenciando e que agora seria transformado em acordos de muito menor valor. Um desserviço completo a favor do patrão.
A Contraf/CUT e os sindicatos cutistas evidentemente, defendem a aceitação da proposta. Fazem isso porque são o sindicalismo do patrão e atrelado ao governo. Defendem esta proposta como todos os anos defenderam os acordos rebaixados que nos levaram à situação atual, de salários defasados, assédio moral generalizado, correspondentes e terceirizações por todo o lado.
O colegas do Bancários de Base e da Frente Nacional de Oposição Bancária defendem que não podemos sair da greve após termos ganho somente 1% a mais de reajuste. Isso é uma vergonha e um desrespeito! Vamos rejeitar a proposta, que não nos contempla, seguir em greve e arrancar conquistas de verdade, e não as conquistas ilusórias em que vão querer nos fazer crer através dos próximos jornais sindicais, comemorando vitória onde não existe.
facebook.com/bancariosdebase; bancariosdebasers@gmail.com; http://www.frentedeoposicaobancaria.org/
Reajuste indecente apenas da inflação: a inflação desde nossa última campanha salarial até agora já beira os 8%. Até dezembro, deve alcançar os míseros 9% que nos estão propondo. É tão pouco, que até o péssimo reajuste de 7,5% em 2010, rejeitado pela base de POA, representava 3% acima da inflação; enquanto o atual representará meros 1,5%. É inaceitável um acordo ainda pior que o do ano passado, mantendo nossas perdas em mais de 90%.
Discriminação maior que em 2010 e ameaça ao PCS: o sindicalismo governista afirma que farão justiça ao reajustar o pessoal do Reg/Replan em R$39, discriminação sofrida em 2010. Mas não afirmam que a proposta vai “engolir um nível” do nosso PCS todo! Ou seja, a discriminação nesse ano será maior ainda, pois 90% dos funcionários serão aproximados do piso da Caixa, que será reajustado sem repercussão nos demais níveis, inaugurando o achatamento do PCS, prática nefasta comum no Banrisul, onde hoje 40% dos funcionários está no piso do plano de carreira.
Manutenção dos prejuízos dos “Reg/Replan”: mesmo os colegas deste plano não terão reparação alguma, pois nem os R$ 39 serão retroativos, nem as restrições a PSIs, equiparação de função com o novo PCS, etc., serão resolvidas.
PLR rebaixada: lembram que o sindicato disse que lutaria por uma PLR de R$4500 + 3 salários? Não ganharemos nem perto dos R$4500, muito menos dos 3 salários (será 0,9 salário). Isso que a CEF lucrou 36% mais no 1º semestre.
Isonomia enterrada de vez: o “ano da isonomia” de 2010 ficou no esquecimento e ABSOLUTAMENTE NADA a respeito do tema foi sequer discutido a sério neste ano. É a Contraf/CUT abandonando de vez nossos direitos históricos.
Tíquetes-fome: também se fez um grande alarde na reivindicação de R$ 545 tanto para o vale alimentação como para o refeição. Ao final, nem perto disso. A inflação dos alimentos é a que mais sobe, mas nosso tíquete seguirá menor até mesmo que o dos carteiros, que o dos colegas do Banrisul, etc.
Saúde Caixa sem solução: outro “avanço” segundo a Contraf/CUT. Na verdade, o superávit recorrente que deveria servir para diminuir as contribuições dos bancários ou melhorar os serviços, por exemplo reajustando a tabela de procedimentos, seguirá sendo confiscado pela CEF, que só prometeu “estudar uma solução”.
CCV para se conformar com pouco: Este é um dos maiores ataques embutidos na proposta. Significa impor uma barreira a que os colegas reivindiquem seus direitos na Justiça, exigindo que antes sejam assediados a aceitar qualquer coisa rapidamente, abrindo mão de direitos.
CCV 7ª e 8ª horas para abrir mão de direitos: É o mesmo caso, mas ainda pior, pois se trata de um passivo com ganho certo na Justiça, que o sindicato vem negligenciando e que agora seria transformado em acordos de muito menor valor. Um desserviço completo a favor do patrão.
A Contraf/CUT e os sindicatos cutistas evidentemente, defendem a aceitação da proposta. Fazem isso porque são o sindicalismo do patrão e atrelado ao governo. Defendem esta proposta como todos os anos defenderam os acordos rebaixados que nos levaram à situação atual, de salários defasados, assédio moral generalizado, correspondentes e terceirizações por todo o lado.
O colegas do Bancários de Base e da Frente Nacional de Oposição Bancária defendem que não podemos sair da greve após termos ganho somente 1% a mais de reajuste. Isso é uma vergonha e um desrespeito! Vamos rejeitar a proposta, que não nos contempla, seguir em greve e arrancar conquistas de verdade, e não as conquistas ilusórias em que vão querer nos fazer crer através dos próximos jornais sindicais, comemorando vitória onde não existe.
facebook.com/bancariosdebase; bancariosdebasers@gmail.com; http://www.frentedeoposicaobancaria.org/
CCV proposta pela Caixa é armadilha enfiada de contrabando na proposta a ser debatida hoje nas assembléias
Alem de rebaixada, a proposta apresentada pela Caixa neste fim de semana revela mais um ataque a jornada de 6 horas. Caixa e Contraf querem negociar o direito à jornada de 6 horas através da instalação das Comissões de Conciliação Voluntária. Proposta que não foi discutida em nenhum fórum da categoria e nem estava na pauta de reivindicação.
Criada para discutir pendências trabalhistas de funcionários, a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) é pura enrolação. O objetivo do banco, que vem sendo derrotado sucessivamente nos Tribunais nesta questão, é acabar com o alto passivo trabalhista que tem na Justiça, porém pagando valores bem abaixo do obtido na Justiça.
Para o Sindicato dos Bancários do Maranhão, não há dúvida de que o melhor foro para resolver as pendências trabalhistas é a Justiça. Os bancários do Maranhão inclusive já obteveram decisões favoráveis nas mais diversas instancias.
Criada para discutir pendências trabalhistas de funcionários, a Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) é pura enrolação. O objetivo do banco, que vem sendo derrotado sucessivamente nos Tribunais nesta questão, é acabar com o alto passivo trabalhista que tem na Justiça, porém pagando valores bem abaixo do obtido na Justiça.
Para o Sindicato dos Bancários do Maranhão, não há dúvida de que o melhor foro para resolver as pendências trabalhistas é a Justiça. Os bancários do Maranhão inclusive já obteveram decisões favoráveis nas mais diversas instancias.
16 outubro, 2011
Confira o resumo das propostas da Caixa, do BB e dos bancos privados e vá preparado para a Assembléia
PROPOSTA DA CEF
O resumo da proposta feita segue os seguintes termos:
-Reajuste salarial de 9% ;
-Menor salário - carreira administrativa - Terá início na ref.202, que é de R$ 1.785,00. Em 90 dias, passando para ref. 203, ou seja, R$ 1.826,00;
-Menor salário - carreira profissional - Terá início na ref. 802, que é de R$ 7.932,00. Em 90 dias, passando para ref. 803, ou seja, R$ 8.128,00;
-PLR = Regra Fenaban + PRL EXTRAORDINÁRIA CAIXA
. PLR EXTRAORDINÁRIA CAIXA - 4% do lucro Líquido distribuído linear a todos os empregados elegíveis:
Primeira parcela - calculada em função do lucro do 1 semestre (aproximadamente R$ 2,3 bi), distribuído linearmente.
-Dias parados não serão descontados. Serão compensados até 15 de dezembro;
-Realizará sistemática de avaliação para promoção por mérito em 2012, referente ao ano base 2011;
-Participarão da avaliação os empregados ativos em 31/12/2011, com no mínimo 180 dias de efetivo exercício em 2011, integrantes da Parte Permanente do Quadro de Pessoal, inclusive cedidos, liberados para sindicatos e os licenciados, sem suspensão do Contrato de Trabalho, conforme regras negociadas com entidades representativas dos empregados.
-Ampliação do quadro em no mínimo mais 5 mil novos postos de trabalho, até dezembro de 2012.
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PROPOSTA DO BB
- Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais e benefícios. O mesmo reajuste será aplicado no VCPI, garantido o interstício sobre esta verba;
- Piso passa para R$ 1.760; com reflexo na curva do PCR (interstícios). Cada M passa a valer R$ 97,35;
- Retroatividade no mérito na carreira do PCR até 1998;
- VCP de 12 meses no retorno da licença saúde;
- Trava reduzida para um ano em caso de concorrência de posto efetivo para comissionamento;
- Reestruturação do Programa Recuperação de Dívidas, com redução da taxa de juros e aumento no prazo de pagamento;
- Ampliação de 55.261 para 68.057 no público do programa de aprimoramento, com aumento de valor de R$ 200 para R$ 215;
- SACR - Remoção automática no Posto Efetivo para funcis de CABB - O funcionário não precisará pedir dispensa da comissão para a remoção automática;
- Extensão do PAS - Adiantamentos para incorporados que optaram pelo regulamento do BB e pertençam aos planos de saúde Economus, Fusesc ou Prevbep;
- Instalação em até 30 dias de mesas temáticas para debater questões do PCR, PC (substituição, Carreira de Central de Atendimento, 55%) e Jornada de Trabalho; na primeira reunião será estabelecido o cronograma de encerramento dos trabalhos;
- Cálculo da PLR 2011-01 considerou a proporcionalidade do mesmo período do ano passado:
Escriturário - R$ 3.571,46 (13,1% maior do que o 1º semestre de 2010),
Caixas, Atendentes e Auxiliares - R$ 3.912,16 (12,5% maior do que o 1º semestre de 2010),
Demais Comissionados - de 1,62 a 3,0 salários (em média 9,9% maior do que o 1º semestre de 2010);
- Renovação do ACT em vigor com manutenção da cláusula de trava de descomissionamento;
- Ratificação da cláusula de desconto dos dias parados igual a do ano passado, e
- 1.000 bolsas de graduação e 500 bolsas de pós graduação.
- não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, com anistia de eventuais saldos após essa data, seguindo a mesma redação da cláusula do ano passado.
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PROPOSTA DA FENABAN
Oferecem 9% sobre salário praticado e R$ 1.400,00 para salário de ingresso/escriturário.
auxilio-refeição - R$ 19,78
auxilio-alimentação - R$ 339,08
A regra básica da Participação nos Lucros e Resultados será de 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.400.
A regra determina, ainda, que devem ser distribuídos no mínimo 5% lucro líquido. Se isso não acontecer, os valores de PLR devem ser aumentados até chegar a 2,2 salários com teto de R$ 17.220,04.
Antecipação da PLR de 54% do salário acrescido do valor fixo de 840,00 com limite de R$ 4.696,37. Parc adicional 2% do lucro liquido apurado no primeiro semestre dividido pelo número de funcionários terá limite indivdual de R$ 1400,00 com parcela adicional de 2% e com limite individual de R$ 2800,00.
Os dias parados serão compensados da data da assinatura do ACT até 15 de dezembro de 2011. Não haverá desconto.
O resumo da proposta feita segue os seguintes termos:
-Reajuste salarial de 9% ;
-Menor salário - carreira administrativa - Terá início na ref.202, que é de R$ 1.785,00. Em 90 dias, passando para ref. 203, ou seja, R$ 1.826,00;
-Menor salário - carreira profissional - Terá início na ref. 802, que é de R$ 7.932,00. Em 90 dias, passando para ref. 803, ou seja, R$ 8.128,00;
-PLR = Regra Fenaban + PRL EXTRAORDINÁRIA CAIXA
. PLR EXTRAORDINÁRIA CAIXA - 4% do lucro Líquido distribuído linear a todos os empregados elegíveis:
Primeira parcela - calculada em função do lucro do 1 semestre (aproximadamente R$ 2,3 bi), distribuído linearmente.
-Dias parados não serão descontados. Serão compensados até 15 de dezembro;
-Realizará sistemática de avaliação para promoção por mérito em 2012, referente ao ano base 2011;
-Participarão da avaliação os empregados ativos em 31/12/2011, com no mínimo 180 dias de efetivo exercício em 2011, integrantes da Parte Permanente do Quadro de Pessoal, inclusive cedidos, liberados para sindicatos e os licenciados, sem suspensão do Contrato de Trabalho, conforme regras negociadas com entidades representativas dos empregados.
-Ampliação do quadro em no mínimo mais 5 mil novos postos de trabalho, até dezembro de 2012.
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PROPOSTA DO BB
- Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais e benefícios. O mesmo reajuste será aplicado no VCPI, garantido o interstício sobre esta verba;
- Piso passa para R$ 1.760; com reflexo na curva do PCR (interstícios). Cada M passa a valer R$ 97,35;
- Retroatividade no mérito na carreira do PCR até 1998;
- VCP de 12 meses no retorno da licença saúde;
- Trava reduzida para um ano em caso de concorrência de posto efetivo para comissionamento;
- Reestruturação do Programa Recuperação de Dívidas, com redução da taxa de juros e aumento no prazo de pagamento;
- Ampliação de 55.261 para 68.057 no público do programa de aprimoramento, com aumento de valor de R$ 200 para R$ 215;
- SACR - Remoção automática no Posto Efetivo para funcis de CABB - O funcionário não precisará pedir dispensa da comissão para a remoção automática;
- Extensão do PAS - Adiantamentos para incorporados que optaram pelo regulamento do BB e pertençam aos planos de saúde Economus, Fusesc ou Prevbep;
- Instalação em até 30 dias de mesas temáticas para debater questões do PCR, PC (substituição, Carreira de Central de Atendimento, 55%) e Jornada de Trabalho; na primeira reunião será estabelecido o cronograma de encerramento dos trabalhos;
- Cálculo da PLR 2011-01 considerou a proporcionalidade do mesmo período do ano passado:
Escriturário - R$ 3.571,46 (13,1% maior do que o 1º semestre de 2010),
Caixas, Atendentes e Auxiliares - R$ 3.912,16 (12,5% maior do que o 1º semestre de 2010),
Demais Comissionados - de 1,62 a 3,0 salários (em média 9,9% maior do que o 1º semestre de 2010);
- Renovação do ACT em vigor com manutenção da cláusula de trava de descomissionamento;
- Ratificação da cláusula de desconto dos dias parados igual a do ano passado, e
- 1.000 bolsas de graduação e 500 bolsas de pós graduação.
- não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, com anistia de eventuais saldos após essa data, seguindo a mesma redação da cláusula do ano passado.
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PROPOSTA DA FENABAN
Oferecem 9% sobre salário praticado e R$ 1.400,00 para salário de ingresso/escriturário.
auxilio-refeição - R$ 19,78
auxilio-alimentação - R$ 339,08
A regra básica da Participação nos Lucros e Resultados será de 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.400.
A regra determina, ainda, que devem ser distribuídos no mínimo 5% lucro líquido. Se isso não acontecer, os valores de PLR devem ser aumentados até chegar a 2,2 salários com teto de R$ 17.220,04.
Antecipação da PLR de 54% do salário acrescido do valor fixo de 840,00 com limite de R$ 4.696,37. Parc adicional 2% do lucro liquido apurado no primeiro semestre dividido pelo número de funcionários terá limite indivdual de R$ 1400,00 com parcela adicional de 2% e com limite individual de R$ 2800,00.
Os dias parados serão compensados da data da assinatura do ACT até 15 de dezembro de 2011. Não haverá desconto.
15 outubro, 2011
Confira as propostas da Caixa e da Fenaban apresentadas ontem na mesa de negociação
Deverão acontecer assembléias na segunda feira, dia 17, em todo o país, para avaliação e votação das propostas. Em Mogi ainda é preciso confirmar. O telefone do sindicato dos bancários de Mogi é (11) 4724-9117. Liguem para confirmar.
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Caixa apresenta proposta que inclui PLR Social, valorização do piso e contratação de 5 mil empregados
Comando orienta aceitação da proposta nas assembleias realizadas na segunda-feira, dia 17
Em negociação realizada na noite desta sexta-feira (14), a Caixa Econômica Federal apresentou ao Comando Nacional dos Bancários, assessorado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE Caixa), uma nova proposta específica, que inclui a manutenção da PLR Social, valorização do piso e ampliação do quadro em 5 mil funcionários até final de 2012, além de avanços em itens de saúde do trabalhador e no Saúde Caixa. Além disso, o banco reafirma que seguirá a proposta da Fenaban de reajuste de 9% em todas as verbas e de não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, seguindo a mesma redação do ano passado.
Dessa forma, o Comando Nacional orienta a aprovação da proposta apresentada nas assembleias a serem realizadas pelos sindicatos na próxima segunda-feira (17). "Avaliamos que a proposta complementa positivamente as conquistas alcançadas na negociação com a Fenaban. É mais um avanço que confirma a política permanente de recomposição dos salários, com aumento real e valorização do piso da categoria, além de ganhos sociais importantes", afirma Jair Ferreira, coordenador da CEE Caixa.
"É uma proposta que foi construída na mesa de negociação, com a pressão da greve da categoria, o que precisa ser valorizado. É importante evitar a armadilha de levar o impasse ao TST, cujas decisões de dissídios coletivos são sempre desfavoráveis aos trabalhadores, como ocorreu na greve dos bancários de 2004 e agora no julgamento da greve dos funcionários dos Correios", destaca Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e membro da CEE Caixa.
A Caixa concordou com a manutenção da PLR Social, que distribuirá 4% do lucro líquido de forma linear para todos os empregados - além da regra básica e parcela adicional da PLR acordada com a Fenaban. Esse valor será distribuído mesmo que, somado à regra da Fenaban, seja ultrapassado o limite de 15% do lucro do banco previsto na convenção coletiva da categoria.
>> Clique aqui < http://www2.apcefsp.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE682311FC29C0131D8D59AC756B1&lumI=fenaeapcefs.service.noticia.details&itemId=8A9289223290B36101330519087310AB > e confira a proposta apresentada pela Fenaban.
A proposta prevê também um novo aumento no piso dos bancários, que se daria com uma mudança na tabela do Plano de Cargos e Salários (PCS). Pela proposta, os novos concursados passariam a ingressar no banco na Referência 202 e, depois de 90 dias, avançariam automaticamente para a 203. Dessa forma, o salário após os 90 dias do contrato de experiência passaria dos atuais R$ 1.637 (valor atual da ref. 202) para R$ 1.826 (referência 203 já aplicado o reajuste de 9% negociado com a Fenaban) representando assim um reajuste de 11,55% nesse piso. Todos os empregados que hoje ocupam a referência 202, passariam automaticamente para a 203. O mesmo vale para a Carreira Profissional, na qual os pisos passariam a ser a referência 802 no ingresso, com valor de R$ 7.932, e a referência 803 após 90 dias de contratação, com o valor de R$ 8.128.
Além disso, o banco concordou em repassar o aumento de R$ 39 na tabela do PCS conquistado ano passado para os bancários que estão na tabela do PCS antigo. A correção dessa injustiça é um passo importante na direção da superação das discriminações contra o pessoal que optou por permanecer no Reg/Replan não saldado.
Outro avanço importante da proposta é a contratação de 5 mil novos empregados para o banco. A redação da cláusula prevê a ampliação do quadro dos atuais 87 mil empregados para 92 mil, com compromisso assumido pela Caixa de atingir esse número até dezembro de 2012.
Outros pontos:
Saúde do trabalhador - ampliação de 16 para 180 dias da garantia de manutenção de função para trabalhadores afastados por motivo de saúde. Atualmente após 15 dias de afastamento o gestor da unidade tem a opção de manter ou retirar a função do empregado em licença médica por até 180 dias. Embora o pagamento do valor permaneça na complementação por até 6 meses em caso de doença comum, por até 2 anos para doenças graves e por tempo indeterminado se for acidente de trabalho, é comum que os gestores retirarem a titularidade, o que gera redução salarial no retorno da licença. Caso a proposta seja aceita, se o trabalhador em questão voltar antes de completar 180 dias de afastamento, terá garantida a titularidade da função.
Saúde Caixa - a proposta prevê que o filho maior de 21 anos comprovadamente sem renda continue até os 24 anos no plano como dependente indireto mesmo que não esteja estudando. Além disso, o empregado poderá manter o filho no plano até os 27 anos desde que não tenha renda e esteja estudando.
Superávit - O banco se compromete a discutir a destinação do superávit do Saúde Caixa para melhorias no plano, mas considera necessários mais estudos. O tema será remetido para discussão no GT Saúde Caixa, que terá autorização da empresa para uma negociação efetiva. O mesmo acontece com a criação de estruturas específicas em todos os estados para o Saúde Caixa e questões de saúde do trabalhador dentro do banco.
Auxiliares de serviços gerais - empregados nesta carreira receberão reajuste linear de R$ 60 além do aumento negociado na Convenção Coletiva. Com a incidência das vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço, o valor pode chegar a R$ 106 em muitos casos.
Representante no Conselho de Administração - o banco aceita alterar seu estatuto para permitir que empregados que não tenham ocupado função de gestor possam concorrer ao cargo.
Crédito para calamidades - a Caixa propõe a criação de uma linha de crédito especial para os empregados chamada Empréstimo Calamidade. Com ela, caso um trabalhador do banco perca seus bens em uma ocorrência desse tipo (enchente, desabamento entre outras), o banco disponibilizará um empréstimo de até 10 salários padrão, limitada à margem consignável, para ser pago em até 60 vezes sem juros com carência de 90 dias. É necessário que o município do empregado decrete estado de calamidade pública.
CCV para Inativos - a proposta prevê ainda a abertura de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) para inativos em todos os sindicatos e para qualquer assunto. Recentemente a Caixa assinou acordo para aplicação da comissão, a título de piloto, apenas com alguns sindicatos por prazo determinado (já vencido) e somente para discutir o Auxílio alimentação. Com a aceitação da proposta serão assinados novos aditivos com todos os sindicatos que desejarem, sem as atuais limitações.
CCV específica sobre 7ª e 8ª hora - pela proposta, a Caixa e a Contraf-CUT se comprometem a assinar, até 60 dias após a assinatura do acordo aditivo, um termo aditivo estendendo a CCV para os empresados da ativa que queiram reivindicar diretos referentes à 7ª e 8ª hora dos cargos de natureza técnica.
Compensadores - a Caixa concorda em atender a reivindicação dos empregados que trabalhavam na extinta compensação de cheques de incorporação do adicional noturno, utilizando os termos do RH151. Dessa forma, a incorporação será válida para os trabalhadores que têm no mínimo 10 anos de trabalho na função e o valor será calculado com base na media dos últimos cinco anos.
Menor taxa no consignado - Adoção, para os empregados da ativa, aposentados e pensionistas, da menor taxa de juros praticada pela Caixa para o empréstimo consignado.
>> Clique aqui e cadastre-se para receber boletins eletrônicos e torpedos com informações atualizadas sobre a campanha salarial.
>> Acompanhe, também, o andamento da campanha pelo Twitter.
Fonte: Contraf-CUT
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Caixa apresenta proposta que inclui PLR Social, valorização do piso e contratação de 5 mil empregados
Comando orienta aceitação da proposta nas assembleias realizadas na segunda-feira, dia 17
Em negociação realizada na noite desta sexta-feira (14), a Caixa Econômica Federal apresentou ao Comando Nacional dos Bancários, assessorado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE Caixa), uma nova proposta específica, que inclui a manutenção da PLR Social, valorização do piso e ampliação do quadro em 5 mil funcionários até final de 2012, além de avanços em itens de saúde do trabalhador e no Saúde Caixa. Além disso, o banco reafirma que seguirá a proposta da Fenaban de reajuste de 9% em todas as verbas e de não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, seguindo a mesma redação do ano passado.
Dessa forma, o Comando Nacional orienta a aprovação da proposta apresentada nas assembleias a serem realizadas pelos sindicatos na próxima segunda-feira (17). "Avaliamos que a proposta complementa positivamente as conquistas alcançadas na negociação com a Fenaban. É mais um avanço que confirma a política permanente de recomposição dos salários, com aumento real e valorização do piso da categoria, além de ganhos sociais importantes", afirma Jair Ferreira, coordenador da CEE Caixa.
"É uma proposta que foi construída na mesa de negociação, com a pressão da greve da categoria, o que precisa ser valorizado. É importante evitar a armadilha de levar o impasse ao TST, cujas decisões de dissídios coletivos são sempre desfavoráveis aos trabalhadores, como ocorreu na greve dos bancários de 2004 e agora no julgamento da greve dos funcionários dos Correios", destaca Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e membro da CEE Caixa.
A Caixa concordou com a manutenção da PLR Social, que distribuirá 4% do lucro líquido de forma linear para todos os empregados - além da regra básica e parcela adicional da PLR acordada com a Fenaban. Esse valor será distribuído mesmo que, somado à regra da Fenaban, seja ultrapassado o limite de 15% do lucro do banco previsto na convenção coletiva da categoria.
>> Clique aqui < http://www2.apcefsp.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE682311FC29C0131D8D59AC756B1&lumI=fenaeapcefs.service.noticia.details&itemId=8A9289223290B36101330519087310AB > e confira a proposta apresentada pela Fenaban.
A proposta prevê também um novo aumento no piso dos bancários, que se daria com uma mudança na tabela do Plano de Cargos e Salários (PCS). Pela proposta, os novos concursados passariam a ingressar no banco na Referência 202 e, depois de 90 dias, avançariam automaticamente para a 203. Dessa forma, o salário após os 90 dias do contrato de experiência passaria dos atuais R$ 1.637 (valor atual da ref. 202) para R$ 1.826 (referência 203 já aplicado o reajuste de 9% negociado com a Fenaban) representando assim um reajuste de 11,55% nesse piso. Todos os empregados que hoje ocupam a referência 202, passariam automaticamente para a 203. O mesmo vale para a Carreira Profissional, na qual os pisos passariam a ser a referência 802 no ingresso, com valor de R$ 7.932, e a referência 803 após 90 dias de contratação, com o valor de R$ 8.128.
Além disso, o banco concordou em repassar o aumento de R$ 39 na tabela do PCS conquistado ano passado para os bancários que estão na tabela do PCS antigo. A correção dessa injustiça é um passo importante na direção da superação das discriminações contra o pessoal que optou por permanecer no Reg/Replan não saldado.
Outro avanço importante da proposta é a contratação de 5 mil novos empregados para o banco. A redação da cláusula prevê a ampliação do quadro dos atuais 87 mil empregados para 92 mil, com compromisso assumido pela Caixa de atingir esse número até dezembro de 2012.
Outros pontos:
Saúde do trabalhador - ampliação de 16 para 180 dias da garantia de manutenção de função para trabalhadores afastados por motivo de saúde. Atualmente após 15 dias de afastamento o gestor da unidade tem a opção de manter ou retirar a função do empregado em licença médica por até 180 dias. Embora o pagamento do valor permaneça na complementação por até 6 meses em caso de doença comum, por até 2 anos para doenças graves e por tempo indeterminado se for acidente de trabalho, é comum que os gestores retirarem a titularidade, o que gera redução salarial no retorno da licença. Caso a proposta seja aceita, se o trabalhador em questão voltar antes de completar 180 dias de afastamento, terá garantida a titularidade da função.
Saúde Caixa - a proposta prevê que o filho maior de 21 anos comprovadamente sem renda continue até os 24 anos no plano como dependente indireto mesmo que não esteja estudando. Além disso, o empregado poderá manter o filho no plano até os 27 anos desde que não tenha renda e esteja estudando.
Superávit - O banco se compromete a discutir a destinação do superávit do Saúde Caixa para melhorias no plano, mas considera necessários mais estudos. O tema será remetido para discussão no GT Saúde Caixa, que terá autorização da empresa para uma negociação efetiva. O mesmo acontece com a criação de estruturas específicas em todos os estados para o Saúde Caixa e questões de saúde do trabalhador dentro do banco.
Auxiliares de serviços gerais - empregados nesta carreira receberão reajuste linear de R$ 60 além do aumento negociado na Convenção Coletiva. Com a incidência das vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço, o valor pode chegar a R$ 106 em muitos casos.
Representante no Conselho de Administração - o banco aceita alterar seu estatuto para permitir que empregados que não tenham ocupado função de gestor possam concorrer ao cargo.
Crédito para calamidades - a Caixa propõe a criação de uma linha de crédito especial para os empregados chamada Empréstimo Calamidade. Com ela, caso um trabalhador do banco perca seus bens em uma ocorrência desse tipo (enchente, desabamento entre outras), o banco disponibilizará um empréstimo de até 10 salários padrão, limitada à margem consignável, para ser pago em até 60 vezes sem juros com carência de 90 dias. É necessário que o município do empregado decrete estado de calamidade pública.
CCV para Inativos - a proposta prevê ainda a abertura de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) para inativos em todos os sindicatos e para qualquer assunto. Recentemente a Caixa assinou acordo para aplicação da comissão, a título de piloto, apenas com alguns sindicatos por prazo determinado (já vencido) e somente para discutir o Auxílio alimentação. Com a aceitação da proposta serão assinados novos aditivos com todos os sindicatos que desejarem, sem as atuais limitações.
CCV específica sobre 7ª e 8ª hora - pela proposta, a Caixa e a Contraf-CUT se comprometem a assinar, até 60 dias após a assinatura do acordo aditivo, um termo aditivo estendendo a CCV para os empresados da ativa que queiram reivindicar diretos referentes à 7ª e 8ª hora dos cargos de natureza técnica.
Compensadores - a Caixa concorda em atender a reivindicação dos empregados que trabalhavam na extinta compensação de cheques de incorporação do adicional noturno, utilizando os termos do RH151. Dessa forma, a incorporação será válida para os trabalhadores que têm no mínimo 10 anos de trabalho na função e o valor será calculado com base na media dos últimos cinco anos.
Menor taxa no consignado - Adoção, para os empregados da ativa, aposentados e pensionistas, da menor taxa de juros praticada pela Caixa para o empréstimo consignado.
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Fonte: Contraf-CUT
14 outubro, 2011
Bancários seguem firmes na mobilização. Confira quadro da mobilização nesta sexta, dia 14
Os bancários da Caixa permanecem firmes na mobilização. Todas as agências da Caixa vinculadas às SRs da capital estão fechadas ou funcionando parcialmente. Permanecem abertos apenas três Postos de Atendimento Bancário, que não atendem o publico, e a agência Penha, que só atende empresas.
Confira o levantamento feito pela APCEF nesta sexta-feira, dia 14, 18º dia da greve nacional da categoria bancária.
Confira o levantamento feito pela APCEF nesta sexta-feira, dia 14, 18º dia da greve nacional da categoria bancária.
Carta de uma bancária ao departamento de jornalismo da Globo - Vale a pena ler
De Tereza Roberto
Carta à Direção Globo de Jornalismo
Sr. Carlos Henrique Schroder,
É com grande insatisfação que escrevo aqui em nome de quase 500 mil bancários existentes no Brasil.
Em primeiro lugar, gostaria de dizer que estamos indignados com o tratamento que os telejornais da Central Globo de Jornalismo, subordinada a sua Direção Geral de Jornalismo e Esportes (DGJE), estão dando a nossa greve.
Todos os dias suas reportagens altamente parciais (sempre do lado dos banqueiros, o capital de vocês) mostram nossa greve prejudicando clientes, idosos, etc. O que vocês não mostram é o quanto nós somos prejudicados o ano inteiro.
Sr. Carlos Henrique Schroder, aos 16 anos, quando entrei para a faculdade de jornalismo, eu achava que poderia mudar o mundo.
Aos 20, quando acabei a faculdade, percebi que o mundo é que havia me mudado.
Decidi ser bancária, que por sinal é uma profissão muito digna, talvez até mais digna do que aquela profissão que me fez passar quatro anos na universidade.
Sr. Carlos, nós, bancários, trabalhamos feito robôs. Em minha agência somos 24 funcionários e temos que atender em média 500 clientes por dia, em seis horas de trabalho, sendo no máximo 15 minutos para atender cada cliente, o que matematicamente torna-se uma conta impossível.
Nesses 15 minutos que temos para atender os clientes, em vez de resolver os problemas deles, temos que oferecer produtos que eles não precisam. Temos que empurrar seguros de vida a universitários; temos que vender (com muita dor no coração) títulos de capitalização e colocar cheque especial na conta de idosos que só ganham um salário mínimo. Fazemos empréstimos com juros absurdos para aposentados do INSS que não sabem nem ler. Fazemos tudo isso porque somos obrigados pela instituição capitalista que paga nosso minguado salário.
Trabalhamos de seis a oito horas contratuais fazendo tudo o que podemos para garantir o lucro da nossa empresa, sem contar as horas extras e também as horas “bestas” (fora do ponto eletrônico).
Em quantos e quantos meses já perdemos boa parte do nosso salário para pagar diferenças de caixa provocadas por dias de pico onde não conseguimos nem almoçar? Isso sem contar que só temos 15 minutos para engolir a comida e escovar os dentes!!! Em quantos e quantos dias deixamos de beber um copo de água sequer, ou mesmo deixamos de ir ao banheiro para necessidades lógicas?
Sr. Carlos, o Banco em que eu trabalho (BB) teve um lucro de mais de 6 bilhões só no primeiro semestre deste ano. O Itaú lucrou mais de 7 bilhões e o Bradesco mais de cinco.
Sr. Carlos, todo esse dinheiro daria para construir dezenas de escolas e hospitais em toda parte do nosso país, e o Sr. Tem que concordar que o Brasil é muito carente nessas áreas.
Quantos milhões de reais os bancos não gastam todos os anos com publicidade e propaganda na sua emissora? O Bom Dia Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil, o Jornal Nacional é patrocinado pelo Bradesco, fora os outros telejornais e os comerciais dos outros bancos que sua emissora veicula todos os dias.
Sr. Carlos, os escriturários do BB recebem R$ 1.400,00 líquidos para sustentar suas famílias. Temos um bom plano de saúde, graças a Deus, e um auxílio alimentação que dá pra abastecer uma casa, mas o Sr. Tem que concordar comigo que R$ 1.400,00 não dá pra manter o padrão que os bancários precisam para trabalhar.
Temos que nos vestir bem e ter uma boa aparência, afinal trabalhamos nas empresas que mais dão lucro no Brasil e precisamos ter uma boa apresentação.
O que nos deixa mais indignados é que seus telejornais nos mostram como vilões da sociedade, exterminadores de benefícios de velhinhos, grevistas baderneiros, como se nós não quiséssemos trabalhar.
Sr. Carlos Henrique Schroder, nós não estamos de férias, nós estamos exercendo um direito constitucional que nos foi dado; passamos em concurso público e nos classificamos entre milhares de pessoas. Acho que merecemos ganhar um pouco mais pelo que passamos todos os dias, o Sr. não acha?
Nossa greve não é só por nós, é principalmente pelos clientes. Os bancos têm estrutura suficiente para contratar mais funcionários, tirando assim o peso da carga que carregamos, pois cada um de nós trabalha por cerca de 10 pessoas que não existem. Com mais funcionários, os clientes ficarão menos tempo nas filas intermináveis e terão uma qualidade de atendimento muito melhor.
O que queremos é que seus telejornais e jornalistas prezem aquilo que de mais importante eu aprendi na universidade: a verdade e a ética jornalística.
Não deixem o capital se sobrepor aos valores éticos e à verdade nua e crua. Mostrem o que realmente acontece, não escondam nenhum dos lados.
Não acho correto mostrar apenas o lado ruim da greve, pois com toda certeza do universo, Sr. Carlos, o lado negro dessa história não é a greve, não é mesmo! A greve é nossa única chance cobrar o que nos é direito.
O Sr. sabe que a economia do país teve uma inflação considerável e nosso aumento real seria de apenas 0,56%, o que é absurdamente injusto se compararmos com o lucro que nós, funcionários, proporcionamos aos bancos de 2010 para 2011.
No governo FHC passamos 8 anos sem aumento nenhum, e a inflação cresceu a cada ano. Nosso salário estagnou.
O salário mínimo cresceu mais de 400% de 2002 a 2011, enquanto nosso salário aumenta a passos miúdos. Se continuar neste ritmo, daqui a uns anos vai valer mais à pena ganhar um salário mínimo do que trabalhar em um Banco.
Bom, Sr. Carlos, acho que já falei demais. Eu não o conheço, mas sei que o Sr. tem um currículo que muito jornalista gostaria de ter e ocupa uma posição respeitável. Quero parabenizá-lo por isso. Sei também que minha indignação não vai resolver nada e sei que seus telejornais continuarão parciais por toda vida, pois isto é política da emissora e não há o que se fazer. Mas desabafei o que estava engasgado na garganta de milhares de bancários de todo o país.
Saiba que vendo o que se passa hoje na televisão brasileira, me orgulho de ter optado por sofrer um pouco sendo bancária do que ter um pouco mais de dinheiro e não dormir à noite sendo jornalista da emissora a qual o Sr. faz parte.
Grata pela atenção,
Teresa Roberta Soares
Bancária, cidadã brasileira e cliente de banco, que apóia a greve.
Carta à Direção Globo de Jornalismo
Sr. Carlos Henrique Schroder,
É com grande insatisfação que escrevo aqui em nome de quase 500 mil bancários existentes no Brasil.
Em primeiro lugar, gostaria de dizer que estamos indignados com o tratamento que os telejornais da Central Globo de Jornalismo, subordinada a sua Direção Geral de Jornalismo e Esportes (DGJE), estão dando a nossa greve.
Todos os dias suas reportagens altamente parciais (sempre do lado dos banqueiros, o capital de vocês) mostram nossa greve prejudicando clientes, idosos, etc. O que vocês não mostram é o quanto nós somos prejudicados o ano inteiro.
Sr. Carlos Henrique Schroder, aos 16 anos, quando entrei para a faculdade de jornalismo, eu achava que poderia mudar o mundo.
Aos 20, quando acabei a faculdade, percebi que o mundo é que havia me mudado.
Decidi ser bancária, que por sinal é uma profissão muito digna, talvez até mais digna do que aquela profissão que me fez passar quatro anos na universidade.
Sr. Carlos, nós, bancários, trabalhamos feito robôs. Em minha agência somos 24 funcionários e temos que atender em média 500 clientes por dia, em seis horas de trabalho, sendo no máximo 15 minutos para atender cada cliente, o que matematicamente torna-se uma conta impossível.
Nesses 15 minutos que temos para atender os clientes, em vez de resolver os problemas deles, temos que oferecer produtos que eles não precisam. Temos que empurrar seguros de vida a universitários; temos que vender (com muita dor no coração) títulos de capitalização e colocar cheque especial na conta de idosos que só ganham um salário mínimo. Fazemos empréstimos com juros absurdos para aposentados do INSS que não sabem nem ler. Fazemos tudo isso porque somos obrigados pela instituição capitalista que paga nosso minguado salário.
Trabalhamos de seis a oito horas contratuais fazendo tudo o que podemos para garantir o lucro da nossa empresa, sem contar as horas extras e também as horas “bestas” (fora do ponto eletrônico).
Em quantos e quantos meses já perdemos boa parte do nosso salário para pagar diferenças de caixa provocadas por dias de pico onde não conseguimos nem almoçar? Isso sem contar que só temos 15 minutos para engolir a comida e escovar os dentes!!! Em quantos e quantos dias deixamos de beber um copo de água sequer, ou mesmo deixamos de ir ao banheiro para necessidades lógicas?
Sr. Carlos, o Banco em que eu trabalho (BB) teve um lucro de mais de 6 bilhões só no primeiro semestre deste ano. O Itaú lucrou mais de 7 bilhões e o Bradesco mais de cinco.
Sr. Carlos, todo esse dinheiro daria para construir dezenas de escolas e hospitais em toda parte do nosso país, e o Sr. Tem que concordar que o Brasil é muito carente nessas áreas.
Quantos milhões de reais os bancos não gastam todos os anos com publicidade e propaganda na sua emissora? O Bom Dia Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil, o Jornal Nacional é patrocinado pelo Bradesco, fora os outros telejornais e os comerciais dos outros bancos que sua emissora veicula todos os dias.
Sr. Carlos, os escriturários do BB recebem R$ 1.400,00 líquidos para sustentar suas famílias. Temos um bom plano de saúde, graças a Deus, e um auxílio alimentação que dá pra abastecer uma casa, mas o Sr. Tem que concordar comigo que R$ 1.400,00 não dá pra manter o padrão que os bancários precisam para trabalhar.
Temos que nos vestir bem e ter uma boa aparência, afinal trabalhamos nas empresas que mais dão lucro no Brasil e precisamos ter uma boa apresentação.
O que nos deixa mais indignados é que seus telejornais nos mostram como vilões da sociedade, exterminadores de benefícios de velhinhos, grevistas baderneiros, como se nós não quiséssemos trabalhar.
Sr. Carlos Henrique Schroder, nós não estamos de férias, nós estamos exercendo um direito constitucional que nos foi dado; passamos em concurso público e nos classificamos entre milhares de pessoas. Acho que merecemos ganhar um pouco mais pelo que passamos todos os dias, o Sr. não acha?
Nossa greve não é só por nós, é principalmente pelos clientes. Os bancos têm estrutura suficiente para contratar mais funcionários, tirando assim o peso da carga que carregamos, pois cada um de nós trabalha por cerca de 10 pessoas que não existem. Com mais funcionários, os clientes ficarão menos tempo nas filas intermináveis e terão uma qualidade de atendimento muito melhor.
O que queremos é que seus telejornais e jornalistas prezem aquilo que de mais importante eu aprendi na universidade: a verdade e a ética jornalística.
Não deixem o capital se sobrepor aos valores éticos e à verdade nua e crua. Mostrem o que realmente acontece, não escondam nenhum dos lados.
Não acho correto mostrar apenas o lado ruim da greve, pois com toda certeza do universo, Sr. Carlos, o lado negro dessa história não é a greve, não é mesmo! A greve é nossa única chance cobrar o que nos é direito.
O Sr. sabe que a economia do país teve uma inflação considerável e nosso aumento real seria de apenas 0,56%, o que é absurdamente injusto se compararmos com o lucro que nós, funcionários, proporcionamos aos bancos de 2010 para 2011.
No governo FHC passamos 8 anos sem aumento nenhum, e a inflação cresceu a cada ano. Nosso salário estagnou.
O salário mínimo cresceu mais de 400% de 2002 a 2011, enquanto nosso salário aumenta a passos miúdos. Se continuar neste ritmo, daqui a uns anos vai valer mais à pena ganhar um salário mínimo do que trabalhar em um Banco.
Bom, Sr. Carlos, acho que já falei demais. Eu não o conheço, mas sei que o Sr. tem um currículo que muito jornalista gostaria de ter e ocupa uma posição respeitável. Quero parabenizá-lo por isso. Sei também que minha indignação não vai resolver nada e sei que seus telejornais continuarão parciais por toda vida, pois isto é política da emissora e não há o que se fazer. Mas desabafei o que estava engasgado na garganta de milhares de bancários de todo o país.
Saiba que vendo o que se passa hoje na televisão brasileira, me orgulho de ter optado por sofrer um pouco sendo bancária do que ter um pouco mais de dinheiro e não dormir à noite sendo jornalista da emissora a qual o Sr. faz parte.
Grata pela atenção,
Teresa Roberta Soares
Bancária, cidadã brasileira e cliente de banco, que apóia a greve.
Bravos grevistas, votem nesta enquete da Folha, antes que os fura-greves comecem a votar
Vejam a pesquisa da folha sobre desconto de ponto de grevistas
http://polls.folha.com.br/poll/1128303/
http://polls.folha.com.br/poll/1128303/
Negociação é transferida para as 14h
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Nem bem foi iniciada a nova negociação e a Fenaban interrompeu a reunião, transferindo-a para o período da tarde.
Enquanto isso a greve continua ampliando o número de agências fechadas e, nesta quinta-feira já alcançava 9.254 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todo país.
Nesta sexta-feira, em São Paulo, a paralisação chegou a concentrações importantes do Itaú Unibanco como Ceic, CTO, CAT, CAU, ITM e Centro Administrativo Brigadeiro.
Banrisul A reunião com a direção do Banco do Rio Grande do Sul frustou o camando ao afirmar que seguirá as propostas da Fenaban, sem sequer negociar os pontos específicos da contraproposta feita em assembléia na semana passada. Ao se retirar do local, os bancários se concentraram em frente ao prédio da Direção Geral e de lá, seguiram em passeata até a Assembléia Legislativa onde estará presente a presidente Dilma.
Nem bem foi iniciada a nova negociação e a Fenaban interrompeu a reunião, transferindo-a para o período da tarde.
Enquanto isso a greve continua ampliando o número de agências fechadas e, nesta quinta-feira já alcançava 9.254 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todo país.
Nesta sexta-feira, em São Paulo, a paralisação chegou a concentrações importantes do Itaú Unibanco como Ceic, CTO, CAT, CAU, ITM e Centro Administrativo Brigadeiro.
Banrisul A reunião com a direção do Banco do Rio Grande do Sul frustou o camando ao afirmar que seguirá as propostas da Fenaban, sem sequer negociar os pontos específicos da contraproposta feita em assembléia na semana passada. Ao se retirar do local, os bancários se concentraram em frente ao prédio da Direção Geral e de lá, seguiram em passeata até a Assembléia Legislativa onde estará presente a presidente Dilma.
Negociações com banqueiros prosseguem nesta sexta-feira
Após quatro horas de debates entre o Comando Nacional e a Fenaban, reunião foi suspensa e será retomada às 10 horas. Proposta dos banqueiros é de reajuste de 8,4%
Depois de quatro horas de debates, o Comando Nacional rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de aumento real de apenas 0,93%. Não houve avanço no valor da PLR, nem no piso, muito menos nas condições de trabalho. Os banqueiros apresentaram proposta, apenas, para o índice de reajuste, de 8,4%.
Sem possibilidade de acordo, as negociações foram suspensas. O Comando e os banqueiros reúnem-se novamente nesta sexta-feira, dia 14, às 10 horas, para continuar as negociações que foram retomadas nesta quinta-feira, em São Paulo.
As negociações no Banco do Brasil e na Caixa aguardam o término dos debates com a Fenaban para serem retomadas.
Acompanhe, em nossa página especial, todas as informações da Campanha Nacional Unificada.
Fonte: APCEF/SP
Depois de quatro horas de debates, o Comando Nacional rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de aumento real de apenas 0,93%. Não houve avanço no valor da PLR, nem no piso, muito menos nas condições de trabalho. Os banqueiros apresentaram proposta, apenas, para o índice de reajuste, de 8,4%.
Sem possibilidade de acordo, as negociações foram suspensas. O Comando e os banqueiros reúnem-se novamente nesta sexta-feira, dia 14, às 10 horas, para continuar as negociações que foram retomadas nesta quinta-feira, em São Paulo.
As negociações no Banco do Brasil e na Caixa aguardam o término dos debates com a Fenaban para serem retomadas.
Acompanhe, em nossa página especial, todas as informações da Campanha Nacional Unificada.
Fonte: APCEF/SP
Negociações tem impasse e retornam hoje as 10h
Negociações são suspensas e serão retomadas amanhã 10h00. Adiadas negociações de hoje com CEF e BB. Só acontecerão após finalizar FENABAN.
A negociação com a federação dos bancos, retomada na tarde dessa quinta-feira 13, não terminou. Após os representantes dos banqueiros apresentarem novamente proposta insuficiente para o índice – de 8,4%, que representa somente reajuste de 0,93% além da inflação – a reunião foi interrompida para ser retomada na manhã desta sexta-feira 14.
Os bancos, além de manter o índice de reajuste salarial insuficiente, não apresentaram nada para a valorização do piso salarial ou para a PLR.
A negociação com a federação dos bancos, retomada na tarde dessa quinta-feira 13, não terminou. Após os representantes dos banqueiros apresentarem novamente proposta insuficiente para o índice – de 8,4%, que representa somente reajuste de 0,93% além da inflação – a reunião foi interrompida para ser retomada na manhã desta sexta-feira 14.
Os bancos, além de manter o índice de reajuste salarial insuficiente, não apresentaram nada para a valorização do piso salarial ou para a PLR.
13 outubro, 2011
Copiado e colado do Twitter
@BANCARIOSFRANCA
bancariosfranca Negociações são suspensas e serão retomadas amanhã 10h00. Adiadas negociações de hoje com CEF e BB. Só acontecerão após finalizar FENABAN.
6 minutes ago via web
bancariosfranca Negociações são suspensas e serão retomadas amanhã 10h00. Adiadas negociações de hoje com CEF e BB. Só acontecerão após finalizar FENABAN.
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