CAMPANHA SALARIAL
Bancários dizem NÃO à Mesa Única
O Sindicato realizou, no período de 25 a 29/6, cumprindo deliberação da Assembléia da Categoria do dia 14/6, o plebiscito a respeito da permanência, ou não, dos Bancos Públicos na Mesa Única da FENABAN. Votaram 1.341 bancários do BB, Caixa e BNB da nossa base sindical (Veja o resultado no quadro abaixo).
Nº de votantes: 1341
SIM: 202 (15,6%)
NÃO: 1.128 (84,12%)
BRANCOS: 7 (0,52%)
NULOS: 4 (0,3%)
O resultado, amplamente favorável à saída dos Bancos Públicos da Mesa Única, confirma o que já se percebia na Campanha Salarial desde 2004. Agora, não se trata mais de suposição, mas de fato concretizado com números. Esperamos que outros sindicatos caminhem na mesma direção e também realizem o plebiscito, porque não podemos aceitar que neste ano a CONTRAF/Cut se faça de surda à vontade das bases e apresente um índice de reajuste que não contemple a recuperação de perdas. Vale lembrar que as perdas salariais na Caixa são de 101%, no BB vão além de 89% e no BNB em torno de 110%.
A estratégia de negociação em Mesa Única é defendida e implementada pela governista Contraf/Cut, que vem entregando todas as campanhas salariais para proteger o governo Lula. Garantia no emprego, isonomia e reposição de perdas salariais só serão conquistadas com uma forte campanha salarial unificada, mas com negociações separadas dos Bancos estatais e com os Bancos privados, através da Fenaban.
A oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região tem por objetivos, juntamente com a Oposição Bancária Nacional, resgatar a autonomia e independência frente a governos, partidos e patrões, há muito deixados de lado pelo movimento sindical da CUT e colocar novamente os sindicatos a favor da luta dos trabalhadores.
AGORA É GREVE!
Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!
NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS
GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!
11 julho, 2007
Plebiscito em Bauru: 88,5% diz não à mesa única
Goleada no plebiscito: 88,5% dizem não!
Bancários do BB e da CEF não querem mesa única
Mesmo com a tentativa frustrada de boicote por parte de diretores ligados a governista CUT, os bancários do BB e da CEF dizem não à mesa única e referendam a necessidade imediata de negociações específicas nos bancos públicos. Vitória!De 3 a 6 de julho, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região realizou plebiscito no Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF), para saber o que os bancários desses bancos de toda a base territorial da entidade pensam sobre a questão da mesa única nas negociações.Por esmagadora margem de votos, os bancários do BB e da CEF disseram não à mesa única. Foram coletados 651 votos. 575 trabalhadores votaram pelo "não", totalizando 88,5% dos votos; 69 votos pelo "sim", 10,5% dos votos; 5 votos em branco e 2 nulos, 1%.O resultado é uma vitória para os bancários do BB e da CEF e demonstra a insatisfação desses trabalhadores sobre a questão da mesa única. O objetivo do legítimo plebiscito foi atingido. Tudo para construir, em 2007, uma campanha salarial vitoriosa, com muita luta para conseguir isonomia, PCS e reposição das gigantescas perdas no BB e na CEF. E isso só será possível com negociações específicas, rompendo com a estratégia governista da Contraf-CUT, com a "mesa única", muito boa para Lula, que fica escondidinho atrás dos banqueiros, e péssima para os bancários, que não conseguem avançar, presos à mesa inadequada da Fenaban.Plebiscito como esse já ocorreu no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. Nesses estados, os bancários do BB e CEF também disseram não à mesa única.Os bancários do BB e da CEF de Bauru e região estão de parabéns pela demonstração de consciência sobre a importância de não dar aval à governista Contraf-CUT e exigir a realização de mesas específicas nas negociações. "Bancários da CUT" tentam boicotar plebiscito dos bancáriosCoisa feia! Contraf-CUT e seus emissários não querem ouvir o que pensam os bancários do BB e CEFOs "Bancários da CUT" tentaram em vão estragar o legítimo plebiscito "mesa única", realizado pelos diretores ligados à Conlutas. Num lamentável documento veiculado pelo diretor cutista Roberto Machini do BB, os "Bancários da CUT" orientaram os trabalhadores de Bauru e Região a não votarem no plebiscito. Da mesma forma que a pelega Contraf-CUT sempre boicota as greves e sabota as reivindicações, lutas e campanhas salariais dos bancários, Machini, que é liberado pela direção do Banco do Brasil, em conluio com a Contraf-CUT, sem qualquer legimidade e sem decisão de assembléia, e os demais cutistas locais agora tentaram boicotar e sabotar o legítimo plebiscito dos trabalhadores. A serviço da governista Contraf-CUT, foi produzido um documento para boicotar uma iniciativa democrática, idealizada e executada com empenho pelos diretores da Conlutas, que conversaram com cada bancário do BB e da CEF, percorrendo por uma semana inteira todos os locais de trabalho de Bauru e Região.Os sempre ausentes "Bancários da CUT" não fazem absolutamente nada para construir ou fortalecer a luta. Eles só aparecem para tentar acabar com a democracia em Bauru. Há muito tempo, os cutistas rasgaram a cartilha da democracia e abandonaram a luta dos bancários. Aprendam a ouvir e respeitar os trabalhadores, "Bancários da CUT"! Chega de governismo! A Conlutas e seus diretores conseguiram saber o que os bancários pensam: não querem mesa única. Assim, lutarão juntos por reposição de perdas salariais, isonomia e PCS. Todos juntos na trincheira dos trabalhadores. Vitória dos bancários!
Bancários do BB e da CEF não querem mesa única
Mesmo com a tentativa frustrada de boicote por parte de diretores ligados a governista CUT, os bancários do BB e da CEF dizem não à mesa única e referendam a necessidade imediata de negociações específicas nos bancos públicos. Vitória!De 3 a 6 de julho, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região realizou plebiscito no Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF), para saber o que os bancários desses bancos de toda a base territorial da entidade pensam sobre a questão da mesa única nas negociações.Por esmagadora margem de votos, os bancários do BB e da CEF disseram não à mesa única. Foram coletados 651 votos. 575 trabalhadores votaram pelo "não", totalizando 88,5% dos votos; 69 votos pelo "sim", 10,5% dos votos; 5 votos em branco e 2 nulos, 1%.O resultado é uma vitória para os bancários do BB e da CEF e demonstra a insatisfação desses trabalhadores sobre a questão da mesa única. O objetivo do legítimo plebiscito foi atingido. Tudo para construir, em 2007, uma campanha salarial vitoriosa, com muita luta para conseguir isonomia, PCS e reposição das gigantescas perdas no BB e na CEF. E isso só será possível com negociações específicas, rompendo com a estratégia governista da Contraf-CUT, com a "mesa única", muito boa para Lula, que fica escondidinho atrás dos banqueiros, e péssima para os bancários, que não conseguem avançar, presos à mesa inadequada da Fenaban.Plebiscito como esse já ocorreu no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. Nesses estados, os bancários do BB e CEF também disseram não à mesa única.Os bancários do BB e da CEF de Bauru e região estão de parabéns pela demonstração de consciência sobre a importância de não dar aval à governista Contraf-CUT e exigir a realização de mesas específicas nas negociações. "Bancários da CUT" tentam boicotar plebiscito dos bancáriosCoisa feia! Contraf-CUT e seus emissários não querem ouvir o que pensam os bancários do BB e CEFOs "Bancários da CUT" tentaram em vão estragar o legítimo plebiscito "mesa única", realizado pelos diretores ligados à Conlutas. Num lamentável documento veiculado pelo diretor cutista Roberto Machini do BB, os "Bancários da CUT" orientaram os trabalhadores de Bauru e Região a não votarem no plebiscito. Da mesma forma que a pelega Contraf-CUT sempre boicota as greves e sabota as reivindicações, lutas e campanhas salariais dos bancários, Machini, que é liberado pela direção do Banco do Brasil, em conluio com a Contraf-CUT, sem qualquer legimidade e sem decisão de assembléia, e os demais cutistas locais agora tentaram boicotar e sabotar o legítimo plebiscito dos trabalhadores. A serviço da governista Contraf-CUT, foi produzido um documento para boicotar uma iniciativa democrática, idealizada e executada com empenho pelos diretores da Conlutas, que conversaram com cada bancário do BB e da CEF, percorrendo por uma semana inteira todos os locais de trabalho de Bauru e Região.Os sempre ausentes "Bancários da CUT" não fazem absolutamente nada para construir ou fortalecer a luta. Eles só aparecem para tentar acabar com a democracia em Bauru. Há muito tempo, os cutistas rasgaram a cartilha da democracia e abandonaram a luta dos bancários. Aprendam a ouvir e respeitar os trabalhadores, "Bancários da CUT"! Chega de governismo! A Conlutas e seus diretores conseguiram saber o que os bancários pensam: não querem mesa única. Assim, lutarão juntos por reposição de perdas salariais, isonomia e PCS. Todos juntos na trincheira dos trabalhadores. Vitória dos bancários!
09 julho, 2007
Política é para o povo, sim!
A mentalidade oficial sugere, pela voz dos meios de comunicação de massa, que o povo não deve fazer política e que, fazer política é só para os políticos. A disseminação dessa falsa mentalidade só interessa a quem tem o poder nas mãos, mas não quer dividi-lo com o povo; a quem está por cima no sistema capitalista e assim quer continuar sem que seja incomodado pelo enorme contingente de desfavorecidos dessa sociedade injusta. Injusta, por ser capitalista.
Da mesma forma, a mentalidade oficial sugere, por meio dos mesmos veículos de comunicação de massa, que vivemos numa democracia, quando, na realidade, vivemos uma ditadura dos ricos contra os pobres, ou seja, de uma minoria que detém o poder estatal, econômico e de comunicação de massa contra uma maioria que tem apenas e tão somente sua força de trabalho para vender aos ditadores ao preço que eles decidirem pagar. Portanto, essa falsa mentalidade de que vivemos numa sociedade democrática também só interessa aos que tem o poder nas mãos.
Disseminam também que todos somos iguais perante a lei; mas, aí eu pergunto: quem faz as leis? E, eu mesmo respondo: são os mesmos que usam o poder que tem para dar tudo aos amigos e “o rigor da lei” para os outros.
Ameaçam, aterrorizam, intimidam, punem, reprimem as atividades políticas do povo. Disseminam que as únicas atividades políticas possíveis para o povo são, protestar pacificamente e votar, como se apenas nisso se resumisse a democracia, pois sabem que protestos pacíficos e voto não ameaçam a ordem social imposta que sustenta sua ditadura sobre os despossuidos.
Mas, todo esse estado de coisas só é possível porque o enorme contingente de desfavorecidos, sem teto, sem terra, sem escolas, sem saúde, sem justiça, sem política tomam por verdades essas falsas mentalidades oficiais de que o povo não deve participar da política; de que, política é coisa para políticos e ao povo cabe apenas resignar-se; de que os trabalhadores não devem fazer greves, os estudantes não devem ocupar reitorias, e de que os excluídos não devem ocupar terras.
Mortos estão os que acreditam ser possível estar vivos e não fazer política. Quem se cala diante da barbárie capitalista e de suas tantas falsas mentalidades oficiais disseminadas, já está a fazer política, porém é a política do opressor que fazem ao se calarem. Muitos vão além, não se calam, mas tudo que falam é para criticar ou tentar desmotivar os que lutam por todos os oprimidos contra as falsas mentalidades oficiais, ou seja, fazem política ativa contra si mesmos e contra a humanidade.
Pois bem. No exercito de desfavorecidos mudos e distantes da política que a mentalidade oficial sugere, pela voz da imprensa capitalista, muitos preferem permanecer no conforto que suas posições lhes proporcionam; são os que não se solidarizam com colegas que optam por passar da resignação à indignação e da indignação à ação; são os que ainda não perceberam que é impossível estar vivos e não fazer política e que a omissão é, sim, uma atitude política, mas conveniente apenas para quem tem o poder nas mãos; são os que querem tapar o sol com a peneira, fingem não notar as enormes injustiças de um sistema que incita o “ter” mas não permite que todos “tenham”, são aqueles que perderam a capacidade de se indignar com os desmandos dos poderosos que usam o estado para dar tudo aos amigos e “a lei” para os outros.
Da mesma forma, a mentalidade oficial sugere, por meio dos mesmos veículos de comunicação de massa, que vivemos numa democracia, quando, na realidade, vivemos uma ditadura dos ricos contra os pobres, ou seja, de uma minoria que detém o poder estatal, econômico e de comunicação de massa contra uma maioria que tem apenas e tão somente sua força de trabalho para vender aos ditadores ao preço que eles decidirem pagar. Portanto, essa falsa mentalidade de que vivemos numa sociedade democrática também só interessa aos que tem o poder nas mãos.
Disseminam também que todos somos iguais perante a lei; mas, aí eu pergunto: quem faz as leis? E, eu mesmo respondo: são os mesmos que usam o poder que tem para dar tudo aos amigos e “o rigor da lei” para os outros.
Ameaçam, aterrorizam, intimidam, punem, reprimem as atividades políticas do povo. Disseminam que as únicas atividades políticas possíveis para o povo são, protestar pacificamente e votar, como se apenas nisso se resumisse a democracia, pois sabem que protestos pacíficos e voto não ameaçam a ordem social imposta que sustenta sua ditadura sobre os despossuidos.
Mas, todo esse estado de coisas só é possível porque o enorme contingente de desfavorecidos, sem teto, sem terra, sem escolas, sem saúde, sem justiça, sem política tomam por verdades essas falsas mentalidades oficiais de que o povo não deve participar da política; de que, política é coisa para políticos e ao povo cabe apenas resignar-se; de que os trabalhadores não devem fazer greves, os estudantes não devem ocupar reitorias, e de que os excluídos não devem ocupar terras.
Mortos estão os que acreditam ser possível estar vivos e não fazer política. Quem se cala diante da barbárie capitalista e de suas tantas falsas mentalidades oficiais disseminadas, já está a fazer política, porém é a política do opressor que fazem ao se calarem. Muitos vão além, não se calam, mas tudo que falam é para criticar ou tentar desmotivar os que lutam por todos os oprimidos contra as falsas mentalidades oficiais, ou seja, fazem política ativa contra si mesmos e contra a humanidade.
Pois bem. No exercito de desfavorecidos mudos e distantes da política que a mentalidade oficial sugere, pela voz da imprensa capitalista, muitos preferem permanecer no conforto que suas posições lhes proporcionam; são os que não se solidarizam com colegas que optam por passar da resignação à indignação e da indignação à ação; são os que ainda não perceberam que é impossível estar vivos e não fazer política e que a omissão é, sim, uma atitude política, mas conveniente apenas para quem tem o poder nas mãos; são os que querem tapar o sol com a peneira, fingem não notar as enormes injustiças de um sistema que incita o “ter” mas não permite que todos “tenham”, são aqueles que perderam a capacidade de se indignar com os desmandos dos poderosos que usam o estado para dar tudo aos amigos e “a lei” para os outros.
06 julho, 2007
Laudos trazem indícios de tortura
Perícia realizada pelo IML aponta que ao menos dez dos 19 mortos em operação policial no Rio tinham ferimentos e escoriações
Vítimas receberam 78 tiros no total, 32 deles disparados por trás, o que representa 41,02%; adolescente de 15 anos levou nove disparos
SERGIO TORRESDA
SUCURSAL DO RIO
Ferimentos ensangüentados, escoriações e manchas arroxeadas estavam espalhadas pelos corpos de pelo menos dez das 19 vítimas de supostos confrontos entre policiais e traficantes ocorridos no complexo de favelas do Alemão, na zona norte carioca, no dia 27.A informação consta dos laudos cadavéricos produzidos pelo IML (Instituto Médico Legal) e que a Secretaria Estadual de Segurança Pública tem procurado manter em segredo.Para a Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), as marcas são mais um indício de que, durante a operação, os policiais podem ter espancado e torturado suspeitos, como acusam parentes e moradores do local.O presidente da comissão, João Tancredo, após analisar os laudos, disse que "já se vislumbra" a hipótese de algumas das vítimas terem sido mortas depois de rendidas. "Estou comparando os laudos com o que dizem os moradores. O prudente é verificarmos o que aconteceu com uma perícia independente, mas já se vislumbra a hipótese de execução."Segundo os laudos, 13 das 19 vítimas receberam tiros por trás. Sete foram baleadas nas costas; duas, no pescoço; uma, na cabeça; uma, na panturrilha esquerda; uma, no braço esquerdo; e uma, no punho esquerdo. A perícia não indica a distância percorrida pelas balas antes de atingir o corpo nem os calibres das armas usadas pelos policiais. Mas, em cinco casos, apontam a presença de pólvora nas bordas dos ferimentos de entrada da bala, o que indicaria proximidade entre quem atirou e quem foi baleado.Dos casos de ferimentos externos não causados por armas de fogo e relacionados nos laudos corporais, o que mais chama a atenção é o de David Souza de Lima, 14. No antebraço esquerdo dele, segundo a perícia, constatou-se a existência de "uma extensa ferida irregular". A profundidade do ferimento deixa à mostra os ossos e a musculatura.Lima foi baleado nas costas quatro vezes. Desde o dia da operação, moradores e parentes dizem que o menino foi esfaqueado antes de morrer. O ferimento no braço dele pode ter sido causado por facadas ou outro objeto perfurocortante.A perícia mostra ainda que as 19 vítimas foram mortas com um total de 78 tiros, sendo 32 deles disparados por trás, o que representa 41,02%. O adolescente Pablo Alves da Silva, 15, recebeu nove disparos, sendo quatro nas costas, dois na cabeça, um no pescoço, um no tórax e no braço direito.As vítimas em que havia ferimentos externos, além de Lima, são Bruno Rodrigues Alves, Cléber Mendes, Geraldo Batista Ribeiro, Marcelo Luiz Madeira, Bruno Vianna Alcântara, Uanderson Ferreira, Emerson Goulart, Jairo César Caetano e Rafael Bernardino da Silva.
Vítimas receberam 78 tiros no total, 32 deles disparados por trás, o que representa 41,02%; adolescente de 15 anos levou nove disparos
SERGIO TORRESDA
SUCURSAL DO RIO
Ferimentos ensangüentados, escoriações e manchas arroxeadas estavam espalhadas pelos corpos de pelo menos dez das 19 vítimas de supostos confrontos entre policiais e traficantes ocorridos no complexo de favelas do Alemão, na zona norte carioca, no dia 27.A informação consta dos laudos cadavéricos produzidos pelo IML (Instituto Médico Legal) e que a Secretaria Estadual de Segurança Pública tem procurado manter em segredo.Para a Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), as marcas são mais um indício de que, durante a operação, os policiais podem ter espancado e torturado suspeitos, como acusam parentes e moradores do local.O presidente da comissão, João Tancredo, após analisar os laudos, disse que "já se vislumbra" a hipótese de algumas das vítimas terem sido mortas depois de rendidas. "Estou comparando os laudos com o que dizem os moradores. O prudente é verificarmos o que aconteceu com uma perícia independente, mas já se vislumbra a hipótese de execução."Segundo os laudos, 13 das 19 vítimas receberam tiros por trás. Sete foram baleadas nas costas; duas, no pescoço; uma, na cabeça; uma, na panturrilha esquerda; uma, no braço esquerdo; e uma, no punho esquerdo. A perícia não indica a distância percorrida pelas balas antes de atingir o corpo nem os calibres das armas usadas pelos policiais. Mas, em cinco casos, apontam a presença de pólvora nas bordas dos ferimentos de entrada da bala, o que indicaria proximidade entre quem atirou e quem foi baleado.Dos casos de ferimentos externos não causados por armas de fogo e relacionados nos laudos corporais, o que mais chama a atenção é o de David Souza de Lima, 14. No antebraço esquerdo dele, segundo a perícia, constatou-se a existência de "uma extensa ferida irregular". A profundidade do ferimento deixa à mostra os ossos e a musculatura.Lima foi baleado nas costas quatro vezes. Desde o dia da operação, moradores e parentes dizem que o menino foi esfaqueado antes de morrer. O ferimento no braço dele pode ter sido causado por facadas ou outro objeto perfurocortante.A perícia mostra ainda que as 19 vítimas foram mortas com um total de 78 tiros, sendo 32 deles disparados por trás, o que representa 41,02%. O adolescente Pablo Alves da Silva, 15, recebeu nove disparos, sendo quatro nas costas, dois na cabeça, um no pescoço, um no tórax e no braço direito.As vítimas em que havia ferimentos externos, além de Lima, são Bruno Rodrigues Alves, Cléber Mendes, Geraldo Batista Ribeiro, Marcelo Luiz Madeira, Bruno Vianna Alcântara, Uanderson Ferreira, Emerson Goulart, Jairo César Caetano e Rafael Bernardino da Silva.
16 junho, 2007
Empregados pressionados e clientes mal atendidos: até quando?
15/06/2007
As denúncias sobre as más condições de trabalho nas unidades da Caixa não param de chegar à APCEF/SP e confirmam o que a Associação tem constatado em suas visitas em todo o Estado: problemas com o pagamento e as compensações de horas extras, cobrança de metas, venda casada de produtos, discriminação no atendimento a clientes de baixa renda...Leia, abaixo, os principais itens de reclamações e que precisam de solução urgente pela diretoria da Caixa:• Horas extrasDe acordo com informações recebidas, a direção da Caixa teria orientado os gestores a implantar um rigoroso controle no sentido de coibir a realização de hora extra por parte do empregado. Para cumprir tal determinação, os gerentes estariam implantando um rodízio de compensação de horas, no qual empregados seriam obrigados a faltar e os demais a arcar com a sobrecarga de trabalho. As denúncias ainda vão mais longe. Em algumas unidades, os gestores estariam orientando os empregados a diminuir o número de pessoas atendidas, aumentando o grau de precariedade do já complicado atendimento ao cliente.• MetasA pressão para o cumprimento das metas é tanta, que os empregados têm feito, inclusive, seleção de clientes que possam render alguma boa venda para a unidade, discriminando a população mais carente que procura o ponto de venda para receber o seguro-desemprego, FGTS, benefícios sociais... “Tem trabalhador que anda três ou quatro agências para ser atendido” - contou um empregado. “Para os gestores, esse tipo de serviço prestado não propicia cumprimento de metas” - completou.O encaminhamento do trabalhador para as casas lotéricas com a desculpa de que o sistema do banco apresenta falhas é um dos exemplos mais constantes das práticas utilizadas nos pontos de venda para “evitar” clientes que não ajudam o empregado a cumprir as metas impostas pela Caixa.• Venda casadaAinda de acordo com denúncias, as unidades estariam fazendo venda casada de produtos, o que é um procedimento ilegal, passível de punição. “Tem unidade que chega a condicionar a liberação do FGTS do trabalhador - que, na verdade, já está liberado pelo Conectividade - à compra de produtos” - contou outro empregado. “A Caixa, pelo seu histórico papel social, deveria ser um exemplo em dois principais pontos - como empresa, proporcionando ambiente e condições de trabalho dignos para seus empregados e como banco público, proporcionando atendimento primordial para o seu artigo de maior valor: o trabalhador” - comentou a diretora-presidente da APCEF/SP, Fabiana Matheus.“A APCEF/SP está elaborando um material, a ser encaminhado para a direção da Caixa. Além de relatar as diversas denúncias, irá pedir soluções mais do que urgentes para resolver tais problemas, como contratação de pessoal, mudança na política de metas, cumprimento do acordo das horas extras...” - finalizou Fabiana.
As denúncias sobre as más condições de trabalho nas unidades da Caixa não param de chegar à APCEF/SP e confirmam o que a Associação tem constatado em suas visitas em todo o Estado: problemas com o pagamento e as compensações de horas extras, cobrança de metas, venda casada de produtos, discriminação no atendimento a clientes de baixa renda...Leia, abaixo, os principais itens de reclamações e que precisam de solução urgente pela diretoria da Caixa:• Horas extrasDe acordo com informações recebidas, a direção da Caixa teria orientado os gestores a implantar um rigoroso controle no sentido de coibir a realização de hora extra por parte do empregado. Para cumprir tal determinação, os gerentes estariam implantando um rodízio de compensação de horas, no qual empregados seriam obrigados a faltar e os demais a arcar com a sobrecarga de trabalho. As denúncias ainda vão mais longe. Em algumas unidades, os gestores estariam orientando os empregados a diminuir o número de pessoas atendidas, aumentando o grau de precariedade do já complicado atendimento ao cliente.• MetasA pressão para o cumprimento das metas é tanta, que os empregados têm feito, inclusive, seleção de clientes que possam render alguma boa venda para a unidade, discriminando a população mais carente que procura o ponto de venda para receber o seguro-desemprego, FGTS, benefícios sociais... “Tem trabalhador que anda três ou quatro agências para ser atendido” - contou um empregado. “Para os gestores, esse tipo de serviço prestado não propicia cumprimento de metas” - completou.O encaminhamento do trabalhador para as casas lotéricas com a desculpa de que o sistema do banco apresenta falhas é um dos exemplos mais constantes das práticas utilizadas nos pontos de venda para “evitar” clientes que não ajudam o empregado a cumprir as metas impostas pela Caixa.• Venda casadaAinda de acordo com denúncias, as unidades estariam fazendo venda casada de produtos, o que é um procedimento ilegal, passível de punição. “Tem unidade que chega a condicionar a liberação do FGTS do trabalhador - que, na verdade, já está liberado pelo Conectividade - à compra de produtos” - contou outro empregado. “A Caixa, pelo seu histórico papel social, deveria ser um exemplo em dois principais pontos - como empresa, proporcionando ambiente e condições de trabalho dignos para seus empregados e como banco público, proporcionando atendimento primordial para o seu artigo de maior valor: o trabalhador” - comentou a diretora-presidente da APCEF/SP, Fabiana Matheus.“A APCEF/SP está elaborando um material, a ser encaminhado para a direção da Caixa. Além de relatar as diversas denúncias, irá pedir soluções mais do que urgentes para resolver tais problemas, como contratação de pessoal, mudança na política de metas, cumprimento do acordo das horas extras...” - finalizou Fabiana.
02 junho, 2007
Liberdade de Imprensa ou Ditadura da imprensa
Vejo, estarrecido, a completa inversão de valores que a sociedade vive em nossos dias, causada em grande medida pela ditadura dos meios de comunicação de massa, deformadores e não formadores de opinião. Quando alguém como Hugo Chaves tem a coragem que a maioria dos presidentes não tem, de cumprir com sua obrigação de chefe de estado de enfrentar o poderio dos grandes aparatos de comunicação de massa no sentido de preservar a liberdade de pensamento da população de seu país, vê-se atacado por todo o aparato de comunicação mundial e seus puxa-sacos instalados em todas as instâncias dos governos de seus respectivos países. Se for para defender o direito de imprensa ou de expressão, que se discuta profundamente em todos os seus aspectos. Aos menos avisados basta se perguntar que interesses defendem todos os meios de comunicação que hoje se prestam a apenas atacar a decisão legítima de Hugo Chaves de não renovar a concessão à criminosa RCTV ou a qualquer outra concessionária de serviço público que não cumprem com suas obrigações previstas nos contratos de concessão. Não há o mínimo resquício de ditadura nos atos do governo venezuelano.
Ditadura é uma minoria mandar na maioria, ditadura é o meio de comunicação de massa, com todo seu poder de manipular informação determinar o que a maioria deve pensar, deve vestir, deve querer, deve usar, deve comer, deve beber, em quem deve votar. Ditadura é o meio de comunicação de massa exercer todo esse poder capaz de convencer a massa do contrário do que ele realmente defende, é usar todo esse poder para perpetuar-se no poder, isso é ditadura, isso sim fere a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão, a liberdade de escolha, fere todos os princípios dos direitos humanos. Ditadura é essa minoria usar esse estrondoso poder para determinar o que a maioria deve ou não saber, as versões dos fatos que a população deve ou não receber. Ditadura é distorcer e omitir informações que são cruciais a formação imparcial da opinião pública. Ditatorial é o ato inconstitucional, é usar com má fé a concessão de um serviço público para envenenar as mentes, é transmitir à população apenas um lado da história, é não mostrar também os motivos, mas apenas as causas dos fatos, é emburrecer e embrutecer propositalmente a população, é usar todo seu poder de persuasão sobre a população para que ela defenda propostas contra elas mesmas para dar uma falsa idéia de vontade popular, é fazer da população massa de manobra para dar golpes de estado e reinstalar governos verdadeiramente ditatoriais que favoreçam apenas a interesses mesquinhos de uma minoria, abastada, gananciosa, pretensiosa e egoísta da sociedade. Diante de tanta informação distorcida, diante de tanta inverdade, diante de tanta manipulação da opinião pública, diante de tantas tentativas de inverter valores morais e ideológicos, não só a RCTV, mas também a Rede Globo no Brasil e qualquer outra concessionária de serviço público deveria ser intimada pelos governos a cumprir com suas obrigações morais e constitucionais sob pena de lhes serem retiradas as concessões e substituídas por quem respeite a maioria é não uma minoria de abastados preocupados apenas em manter seus privilégios e sua ditadura sobre a maioria mais pobre da população. Vale divulgar aqui as informações que são essenciais para uma formação imparcial da opinião pública, mas que, a nossa antidemocrática imprensa, por má fé contra a maioria das populações não divulga sobre o fato histórico do momento: a não renovação da concessão determinada pelo Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela à RCTV, principal rede nacional de televisão privada daquele país: A justiça da Venezuela já em 2002 tinha todas as razões legais do mundo para revogar a concessão da RCTV quando essa TV participou ativamente no Golpe de Estado que destituiu pela força o presidente Hugo Chaves que foi eleito em 1997, reeleito em 2002, referendado pela maioria do povo venezuelano em 2004 e novamente reeleito em 2007. Vale informar também que no golpe de estado de 2002, as forças golpistas, financiadas pela CIA, cortaram o sinal da TV estatal e empossaram um presidente cujo primeiro ato foi revogar todos os direitos constitucionais da população pobre que antes de Hugo Chaves não haviam e que a restituição de Hugo Chaves ao poder após dois dias seqüestrado pelos golpistas, só aconteceu porque militares leais a ele o resgataram após grande pressão popular em que treze pessoas foram assassinadas pelas forças golpistas. Com o corte do sinal da TV estatal a população só soube o que estava acontecendo por noticiários de TVs estrangeiras, captados por TV a cabo. Vale informar também que o dossiê de denúncias por parte da população por irregularidades na programação da RCTV é enorme e vem desde a sua primeira concessão.
Há que se perguntar quem é realmente ditatorial, se um governo que assume seu papel e governa para a maioria ou um meio de comunicação de massa, concedido pelo governo, que se aproveita maldosamente de seu poderio de comunicação para manipular a mente da população.
Ditadura é uma minoria mandar na maioria, ditadura é o meio de comunicação de massa, com todo seu poder de manipular informação determinar o que a maioria deve pensar, deve vestir, deve querer, deve usar, deve comer, deve beber, em quem deve votar. Ditadura é o meio de comunicação de massa exercer todo esse poder capaz de convencer a massa do contrário do que ele realmente defende, é usar todo esse poder para perpetuar-se no poder, isso é ditadura, isso sim fere a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão, a liberdade de escolha, fere todos os princípios dos direitos humanos. Ditadura é essa minoria usar esse estrondoso poder para determinar o que a maioria deve ou não saber, as versões dos fatos que a população deve ou não receber. Ditadura é distorcer e omitir informações que são cruciais a formação imparcial da opinião pública. Ditatorial é o ato inconstitucional, é usar com má fé a concessão de um serviço público para envenenar as mentes, é transmitir à população apenas um lado da história, é não mostrar também os motivos, mas apenas as causas dos fatos, é emburrecer e embrutecer propositalmente a população, é usar todo seu poder de persuasão sobre a população para que ela defenda propostas contra elas mesmas para dar uma falsa idéia de vontade popular, é fazer da população massa de manobra para dar golpes de estado e reinstalar governos verdadeiramente ditatoriais que favoreçam apenas a interesses mesquinhos de uma minoria, abastada, gananciosa, pretensiosa e egoísta da sociedade. Diante de tanta informação distorcida, diante de tanta inverdade, diante de tanta manipulação da opinião pública, diante de tantas tentativas de inverter valores morais e ideológicos, não só a RCTV, mas também a Rede Globo no Brasil e qualquer outra concessionária de serviço público deveria ser intimada pelos governos a cumprir com suas obrigações morais e constitucionais sob pena de lhes serem retiradas as concessões e substituídas por quem respeite a maioria é não uma minoria de abastados preocupados apenas em manter seus privilégios e sua ditadura sobre a maioria mais pobre da população. Vale divulgar aqui as informações que são essenciais para uma formação imparcial da opinião pública, mas que, a nossa antidemocrática imprensa, por má fé contra a maioria das populações não divulga sobre o fato histórico do momento: a não renovação da concessão determinada pelo Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela à RCTV, principal rede nacional de televisão privada daquele país: A justiça da Venezuela já em 2002 tinha todas as razões legais do mundo para revogar a concessão da RCTV quando essa TV participou ativamente no Golpe de Estado que destituiu pela força o presidente Hugo Chaves que foi eleito em 1997, reeleito em 2002, referendado pela maioria do povo venezuelano em 2004 e novamente reeleito em 2007. Vale informar também que no golpe de estado de 2002, as forças golpistas, financiadas pela CIA, cortaram o sinal da TV estatal e empossaram um presidente cujo primeiro ato foi revogar todos os direitos constitucionais da população pobre que antes de Hugo Chaves não haviam e que a restituição de Hugo Chaves ao poder após dois dias seqüestrado pelos golpistas, só aconteceu porque militares leais a ele o resgataram após grande pressão popular em que treze pessoas foram assassinadas pelas forças golpistas. Com o corte do sinal da TV estatal a população só soube o que estava acontecendo por noticiários de TVs estrangeiras, captados por TV a cabo. Vale informar também que o dossiê de denúncias por parte da população por irregularidades na programação da RCTV é enorme e vem desde a sua primeira concessão.
Há que se perguntar quem é realmente ditatorial, se um governo que assume seu papel e governa para a maioria ou um meio de comunicação de massa, concedido pelo governo, que se aproveita maldosamente de seu poderio de comunicação para manipular a mente da população.
19 maio, 2007
TODO APOIO À OCUPAÇÃO DA REITORIA DA USP
Numa sociedade carcomida pela hipocrisia dos incautos e dos políticos carreiristas faz-se necessário ações ousadas como a dos estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de São Paulo.
É muito bom saber que ainda temos pessoas que usam a massa cinzenta e valorizam o sangue que lhes corre na veia, que não se acovardam quando se trata de defender a sociedade contra os descalabros do poderoso estado capitalista que nos ataca por todos os meios, seja pela corrupção, seja pelos projetos de lei neoliberais esdrúxulos que nos tentam impor e que só podem levar a nossa sociedade cada vez mais por um caminho sem volta rumo à degradação completa do ser humano e do planeta.
Por isso é valorosa a luta dos estudantes da USP, assim como dos funcionários que estão em greve e de todos aqueles que acreditam e lutam brava e incansavelmente em defesa dos direitos da maioria, independentemente de quais sejam os CARCEREIROS (governantes) de plantão.
SAUDAÇÕES CONLUTAS
Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e Região
Mogi das Cruzes, 19/05/2007
É muito bom saber que ainda temos pessoas que usam a massa cinzenta e valorizam o sangue que lhes corre na veia, que não se acovardam quando se trata de defender a sociedade contra os descalabros do poderoso estado capitalista que nos ataca por todos os meios, seja pela corrupção, seja pelos projetos de lei neoliberais esdrúxulos que nos tentam impor e que só podem levar a nossa sociedade cada vez mais por um caminho sem volta rumo à degradação completa do ser humano e do planeta.
Por isso é valorosa a luta dos estudantes da USP, assim como dos funcionários que estão em greve e de todos aqueles que acreditam e lutam brava e incansavelmente em defesa dos direitos da maioria, independentemente de quais sejam os CARCEREIROS (governantes) de plantão.
SAUDAÇÕES CONLUTAS
Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e Região
Mogi das Cruzes, 19/05/2007
10 maio, 2007
Aproveitando as ingênuas atenções dos pobres fieis à visita do papa, parlamentares aprovam aumento de seus próprios salários
Deputados aprovam aumento de salários
09/05 - 12:33, atualizada às 22:24 09/05 - Murilo Murça - Último Segundo/Santafé Idéias
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o aumento de salário de parlamentares, ministros e do presidente da República. O Plenário começou, neste momento, a discussão do aumento de um ponto percentual dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Kassab deixará Câmara aprovar "trem da alegria"
Blog dos blogs: visita do pontífice diminui a atenções sobre aumento dos salários
Como diversos deputados desistiram de discutir o Projeto de Decreto Legislativo, que reajusta os subsídios do presidente da República e dos ministros de Estado, o Plenário aprovou o projeto e, logo em seguida, a exclusão de artigo que estendia a revisão geral anual concedida aos servidores públicos da União a esses subsídios.
A Câmara também aprovou o projeto que fixa o salário dos deputados e senadores em R$ 16.512,09 - um reajuste de 29,81% relativo à inflação do período de dezembro de 2002 a março de 2007. O projeto foi aprovado em votação simbólica.
Os deputados tiveram que fazer discurso até as 19h45, pois a presente sessão é extraordinária e tem que durar exatamente quatro horas.
A primeira, obriga a que todas as votações no Poder Legislativo sejam abertas, não secretas. A segunda, aumenta em um ponto percentual a cota do Fundo de Participação dos Municipios (FPM) na repartição dos tributos recolhidos pela União.
Pelo acordo entre governo e oposição, com pressão dos prefeitos, o aumento passa a contar a partir de setembro e será pago em dezembro. Pela legislação, o FPM é uma espécie de 13º salário dos municípios, uma vez que é calculado o percentual mensal, mas o total´só é distribuído em dezembro. Se aprovada, a PEC volta ao Senado.
O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), havia dito, logo após reunião da Mesa Diretora da Casa, que o aumento se trata apenas de “reposição pelas perdas com a inflação”, o que corresponderá a um acréscimo de 28,5%, o que elevará o salário dos deputados dos atuais R$ 12.847 para R$ 16.500. O mesmo porcentual será acrescido ao salário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passará de R$ 8.900 para R$ 11.400, e o dos ministros de Estado, cujos salários passarão de R$ 8.400 para R$ 10.400.
O líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio, tentou justificar o aumento para o presidente e para os ministros dizendo que é "inadmissível que eles recebam menos que os deputados", cujo aumento de salário deve ser votado nesta quarta-feira. Entretanto, ele também fez a ressalva de que os minsitros têm seus salários inchados pelos conselhos consultivos de empresas estatais, que chegam multiplicar em 3 ou 4 vezes seus vencimentos.
Mais cedo, também foram aprovadas alterações no Timemania. Agora, além dos times de futebol, as santas casas também receberão parte dos recursos da loteria. Também foi aumentado de 180 para 240 meses o prazo para os times e as santas casas pagarem suas dividas e houve redução no valor das multas já aplicadas aos clubes.
09/05 - 12:33, atualizada às 22:24 09/05 - Murilo Murça - Último Segundo/Santafé Idéias
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o aumento de salário de parlamentares, ministros e do presidente da República. O Plenário começou, neste momento, a discussão do aumento de um ponto percentual dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Kassab deixará Câmara aprovar "trem da alegria"
Blog dos blogs: visita do pontífice diminui a atenções sobre aumento dos salários
Como diversos deputados desistiram de discutir o Projeto de Decreto Legislativo, que reajusta os subsídios do presidente da República e dos ministros de Estado, o Plenário aprovou o projeto e, logo em seguida, a exclusão de artigo que estendia a revisão geral anual concedida aos servidores públicos da União a esses subsídios.
A Câmara também aprovou o projeto que fixa o salário dos deputados e senadores em R$ 16.512,09 - um reajuste de 29,81% relativo à inflação do período de dezembro de 2002 a março de 2007. O projeto foi aprovado em votação simbólica.
Os deputados tiveram que fazer discurso até as 19h45, pois a presente sessão é extraordinária e tem que durar exatamente quatro horas.
A primeira, obriga a que todas as votações no Poder Legislativo sejam abertas, não secretas. A segunda, aumenta em um ponto percentual a cota do Fundo de Participação dos Municipios (FPM) na repartição dos tributos recolhidos pela União.
Pelo acordo entre governo e oposição, com pressão dos prefeitos, o aumento passa a contar a partir de setembro e será pago em dezembro. Pela legislação, o FPM é uma espécie de 13º salário dos municípios, uma vez que é calculado o percentual mensal, mas o total´só é distribuído em dezembro. Se aprovada, a PEC volta ao Senado.
O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), havia dito, logo após reunião da Mesa Diretora da Casa, que o aumento se trata apenas de “reposição pelas perdas com a inflação”, o que corresponderá a um acréscimo de 28,5%, o que elevará o salário dos deputados dos atuais R$ 12.847 para R$ 16.500. O mesmo porcentual será acrescido ao salário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passará de R$ 8.900 para R$ 11.400, e o dos ministros de Estado, cujos salários passarão de R$ 8.400 para R$ 10.400.
O líder do PSDB, Antônio Carlos Pannunzio, tentou justificar o aumento para o presidente e para os ministros dizendo que é "inadmissível que eles recebam menos que os deputados", cujo aumento de salário deve ser votado nesta quarta-feira. Entretanto, ele também fez a ressalva de que os minsitros têm seus salários inchados pelos conselhos consultivos de empresas estatais, que chegam multiplicar em 3 ou 4 vezes seus vencimentos.
Mais cedo, também foram aprovadas alterações no Timemania. Agora, além dos times de futebol, as santas casas também receberão parte dos recursos da loteria. Também foi aumentado de 180 para 240 meses o prazo para os times e as santas casas pagarem suas dividas e houve redução no valor das multas já aplicadas aos clubes.
15 abril, 2007
DIA 17 É DIA DE LUTA UNIFICADA
Dia 17 é dia de luta unificada!
Dia nacional de luta e paralisação contra as reformas, em defesa dos direitos e dos salários em todo país
Neste dia, o MST inaugura o Abril Vermelho com manifestações e ocupações, os servidores federais vão realizar paralisações contra o governo e o PAC e os servidores de vários estados vão realizar protestos contra a política de arrocho salarial dos seus governadores.
A data integra o calendário do Encontro Nacional Contra as Reformas, realizado no dia 25 de março, em São Paulo. O próximo passo é a realização de grandes atos de luta no 1º de Maio.
Vamos à luta!
Veja as atividades que vão acontecer nos estados
São Paulo
Várias categorias se unirão num ato público na Avenida Paulista. Além dos servidores federais, os professores da Apeoesp e os docentes, funcionários e estudantes das universidades paulistas também se mobilizarão por suas reivindicações. O ato tem início às 15 horas no vão do Masp.
Rio Grande do Sul
Os Servidores Técnico-Administrativos das quatro Universidades Federais do Rio Grande do Sul farão uma paralisação e uma passeata pelas ruas de Porto Alegre nesse dia. Diversas outras categorias – que também farão paralisação, como Incra e IBGE – devem se juntar aos demais, fazendo, então, um grande ato que terminará em frente ao Banco Central.
Rio de Janeiro
Manifestação Unificada
Concentração: às 16h na Candelária. Passeata até a Cinelândia passando em alguns órgãos do Estado (Incra, Justiça e Educação e etc).
Maranhão
Concentração: às 15h na praça João Lisboa (centro). Ato em frente aos correios. Depois caminhada (com panfletagem) pela centro comercial.
Dia nacional de luta e paralisação contra as reformas, em defesa dos direitos e dos salários em todo país
Neste dia, o MST inaugura o Abril Vermelho com manifestações e ocupações, os servidores federais vão realizar paralisações contra o governo e o PAC e os servidores de vários estados vão realizar protestos contra a política de arrocho salarial dos seus governadores.
A data integra o calendário do Encontro Nacional Contra as Reformas, realizado no dia 25 de março, em São Paulo. O próximo passo é a realização de grandes atos de luta no 1º de Maio.
Vamos à luta!
Veja as atividades que vão acontecer nos estados
São Paulo
Várias categorias se unirão num ato público na Avenida Paulista. Além dos servidores federais, os professores da Apeoesp e os docentes, funcionários e estudantes das universidades paulistas também se mobilizarão por suas reivindicações. O ato tem início às 15 horas no vão do Masp.
Rio Grande do Sul
Os Servidores Técnico-Administrativos das quatro Universidades Federais do Rio Grande do Sul farão uma paralisação e uma passeata pelas ruas de Porto Alegre nesse dia. Diversas outras categorias – que também farão paralisação, como Incra e IBGE – devem se juntar aos demais, fazendo, então, um grande ato que terminará em frente ao Banco Central.
Rio de Janeiro
Manifestação Unificada
Concentração: às 16h na Candelária. Passeata até a Cinelândia passando em alguns órgãos do Estado (Incra, Justiça e Educação e etc).
Maranhão
Concentração: às 15h na praça João Lisboa (centro). Ato em frente aos correios. Depois caminhada (com panfletagem) pela centro comercial.
11 abril, 2007
17 de abril é dia de luta unificada!
Em professores de São Paulo, oposição derrota Articulação e aprova paralisação
Diego Cruz
da redação
Outros textos deste(a) autor(a)
• O próximo 17 de abril será um dia de lutas e mobilizações unificadas em todo o país, unindo o funcionalismo público a setores de luta no campo.
O dia inaugura a série de manifestações e ocupações de terras do MST no já tradicional “Abril Vermelho”, como parte do Dia Internacional de Luta pela Terra e em memória ao massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido no dia 17 de abril de 1996. Além disso, a data foi aprovada no calendário de lutas definido pelo Encontro Nacional Contra as Reformas, realizado dia 25 de março em São Paulo.
A Cnesf (Coordenação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) também aprovou o dia 17 como data de mobilizações e paralisação em defesa das reivindicações da categoria. Os servidores lutam contra o arrocho e os ataques aos direitos da categoria contidos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo Lula. Os servidores também se mobilizarão contra o fim do direito de greve que o governo Lula quer impor através do PLP 01 (Projeto de Lei Complementar).
Paralisações em São Paulo
O dia 17 vai balançar São Paulo com manifestações e paralisações de várias categorias. O Fórum das Seis, que reúne as entidades dos professores, funcionários e estudantes das universidades estaduais, aprovou paralisação e manifestação no dia. Os docentes, funcionários e estudantes lutam contra o arrocho, a precarização da universidade pública, a reforma universitária e a intervenção do governo José Serra nas instituições, desrespeitando a autonomia universitária.
Já na Apeoesp (professores estaduais), o maior sindicato da América Latina, a Oposição Alternativa derrotou a Articulação, aprovando um calendário de lutas que unifica a mobilização da categoria com os demais trabalhadores. Em assembléia realizada no dia 30 de março na capital, que reuniu cerca de 4 mil professores, foi aprovada por cerca de 80% dos votos paralisação com indicativo de greve no dia 17.
O eixo de luta dos docentes é a defesa da escola pública, do emprego e do salário. Além disso, a pauta de reivindicações dos professores reúne vários outros pontos, como o limite de 25 alunos por sala de aula, reajuste da hora aula de R$ 5,83 para R$ 13,70, e fim da promoção automática e da estabilidade contratada.
A assembléia também aprovou a incorporação da luta contra a reforma da Previdência na pauta de reivindicações. A Articulação, por sua vez, limitou-se a defender assembléia no dia 4 de maio, mas foi derrotada. Os professores da rede estadual também aprovaram por consenso a abertura da discussão na base sobre a relação da entidade com a CUT.
Outros setores e categorias também estão discutindo a realização de atos e manifestações no dia, engrossando a data e transformando o dia 17 num grande dia de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores.
Diego Cruz
da redação
Outros textos deste(a) autor(a)
• O próximo 17 de abril será um dia de lutas e mobilizações unificadas em todo o país, unindo o funcionalismo público a setores de luta no campo.
O dia inaugura a série de manifestações e ocupações de terras do MST no já tradicional “Abril Vermelho”, como parte do Dia Internacional de Luta pela Terra e em memória ao massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido no dia 17 de abril de 1996. Além disso, a data foi aprovada no calendário de lutas definido pelo Encontro Nacional Contra as Reformas, realizado dia 25 de março em São Paulo.
A Cnesf (Coordenação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) também aprovou o dia 17 como data de mobilizações e paralisação em defesa das reivindicações da categoria. Os servidores lutam contra o arrocho e os ataques aos direitos da categoria contidos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do governo Lula. Os servidores também se mobilizarão contra o fim do direito de greve que o governo Lula quer impor através do PLP 01 (Projeto de Lei Complementar).
Paralisações em São Paulo
O dia 17 vai balançar São Paulo com manifestações e paralisações de várias categorias. O Fórum das Seis, que reúne as entidades dos professores, funcionários e estudantes das universidades estaduais, aprovou paralisação e manifestação no dia. Os docentes, funcionários e estudantes lutam contra o arrocho, a precarização da universidade pública, a reforma universitária e a intervenção do governo José Serra nas instituições, desrespeitando a autonomia universitária.
Já na Apeoesp (professores estaduais), o maior sindicato da América Latina, a Oposição Alternativa derrotou a Articulação, aprovando um calendário de lutas que unifica a mobilização da categoria com os demais trabalhadores. Em assembléia realizada no dia 30 de março na capital, que reuniu cerca de 4 mil professores, foi aprovada por cerca de 80% dos votos paralisação com indicativo de greve no dia 17.
O eixo de luta dos docentes é a defesa da escola pública, do emprego e do salário. Além disso, a pauta de reivindicações dos professores reúne vários outros pontos, como o limite de 25 alunos por sala de aula, reajuste da hora aula de R$ 5,83 para R$ 13,70, e fim da promoção automática e da estabilidade contratada.
A assembléia também aprovou a incorporação da luta contra a reforma da Previdência na pauta de reivindicações. A Articulação, por sua vez, limitou-se a defender assembléia no dia 4 de maio, mas foi derrotada. Os professores da rede estadual também aprovaram por consenso a abertura da discussão na base sobre a relação da entidade com a CUT.
Outros setores e categorias também estão discutindo a realização de atos e manifestações no dia, engrossando a data e transformando o dia 17 num grande dia de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores.
19 março, 2007
Frases selecionadas - 1
"A derrota não desmoraliza ninguém, o que desmoraliza é a vitória trapaceada".
“A barricada fecha a rua, mas abre o caminho”. (Censier)
"A diferença básica entre um homem comum e um guerreiro é que um guerreiro toma tudo como desafio, enquanto um homem comum toma tudo como bênção ou como castigo”. (Autor desconhecido)
"A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender". (Albino Teixeira)
"A simplicidade é o último degrau da sabedoria".
"A tristeza pode sempre sobrevoar a sua cabeça, mas nunca a deixe fazer um ninho".
"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um Revolucionário". (Che Guevara) “Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa, a ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo”. “Aos que ganham asas, a certeza de que vistas do alto, as lagartas são ainda menores do que parecem”. (Renato Lauermann)
"Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso". (Brecht)
“As revoluções são impossíveis até que se tornem inevitáveis”. (Leon Trotsky)
"As superfluidades dos ricos são as necessidades dos pobres".
"As únicas pessoas que nunca fracassam são as que nunca tentam".
“A barricada fecha a rua, mas abre o caminho”. (Censier)
"A diferença básica entre um homem comum e um guerreiro é que um guerreiro toma tudo como desafio, enquanto um homem comum toma tudo como bênção ou como castigo”. (Autor desconhecido)
"A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender". (Albino Teixeira)
"A simplicidade é o último degrau da sabedoria".
"A tristeza pode sempre sobrevoar a sua cabeça, mas nunca a deixe fazer um ninho".
"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um Revolucionário". (Che Guevara) “Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa, a ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo”. “Aos que ganham asas, a certeza de que vistas do alto, as lagartas são ainda menores do que parecem”. (Renato Lauermann)
"Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso". (Brecht)
“As revoluções são impossíveis até que se tornem inevitáveis”. (Leon Trotsky)
"As superfluidades dos ricos são as necessidades dos pobres".
"As únicas pessoas que nunca fracassam são as que nunca tentam".
14 março, 2007
Direitos dos trabalhador terceirizado
PRINCÍPIO DA ISONOMIA.
A terceirização deve se dar em obediência ao princípio da isonomia, constitucionalmente consagrado. O empregado da empresa terceirizada tem os mesmos direitos concedidos àqueles da tomadora, inclusive quanto aos salários, como disposto na Lei n. 6.019/74, art. 12. Se a lei assegura aos empregados contratados de forma temporária tal igualdade, o mesmo direito existe, e com maior força, em relação ao empregado que presta serviços de forma permanente, por aplicação analógica em face da similitude das situações, ainda que inexista dispositivo legal específico. A terceirização não pode ser utilizada como instrumento para a redução de custos com a mão-de-obra, em desrespeito ao trabalho, valor social constitucionalmente declarado, e aos princípios basilares do Direito do Trabalho. TERCEIRIZAÇÃO - PRINCÍPIO DA ISONOMIA - LEI N. 6.019/74 - APLICAÇÃO ANALÓGICA. (TRT-RO-20280/00 - 1ª T. - Rel. Juiz Marcus Moura Ferreira - Publ. MG. 09.03.01)
A terceirização deve se dar em obediência ao princípio da isonomia, constitucionalmente consagrado. O empregado da empresa terceirizada tem os mesmos direitos concedidos àqueles da tomadora, inclusive quanto aos salários, como disposto na Lei n. 6.019/74, art. 12. Se a lei assegura aos empregados contratados de forma temporária tal igualdade, o mesmo direito existe, e com maior força, em relação ao empregado que presta serviços de forma permanente, por aplicação analógica em face da similitude das situações, ainda que inexista dispositivo legal específico. A terceirização não pode ser utilizada como instrumento para a redução de custos com a mão-de-obra, em desrespeito ao trabalho, valor social constitucionalmente declarado, e aos princípios basilares do Direito do Trabalho. TERCEIRIZAÇÃO - PRINCÍPIO DA ISONOMIA - LEI N. 6.019/74 - APLICAÇÃO ANALÓGICA. (TRT-RO-20280/00 - 1ª T. - Rel. Juiz Marcus Moura Ferreira - Publ. MG. 09.03.01)
09 março, 2007
A nobre origem do dia internacional da mulher
Foi no bojo das manifestações pela redução da jornada de trabalho que 129 tecelãs da Fábrica de Tecidos Cotton, em Nova Iorque, cruzaram os braços e paralisaram os trabalhos pelo direito a uma jornada de 10 horas, na primeira greve norte-americana conduzida unicamente por mulheres. Violentamente reprimidas pela polícia, as operárias, acuadas, refugiaram-se nas dependências da fábrica. No dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas da fábrica e atearam fogo. Asfixiadas, dentro de um local em chamas, as tecelãs morreram carbonizadas.
Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.
Texto extraído de "8 de março, Dia Internacional da Mulher – Uma data e muitas histórias", de Carmen Lucia Evangelho Lopes.. CEDIM-SP/Centro de Memória Sindical.
Durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, a famosa ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs que o 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher, homenageando as tecelãs de Nova Iorque. Em 1911, mais de um milhão de mulheres se manifestaram na Europa. A partir daí, essa data começou a ser comemorada no mundo inteiro.
Texto extraído de "8 de março, Dia Internacional da Mulher – Uma data e muitas histórias", de Carmen Lucia Evangelho Lopes.. CEDIM-SP/Centro de Memória Sindical.
04 março, 2007
Mais do que nunca os trabalhadores têm que ir à luta.
Nenhuma dúvida poderá restar mais a respeito da opção do governo Lula pelos ricos depois do anúncio feito por ele mesmo de que vai propor a restrição do direito de greve de alguns setores essenciais, o que, podem ter certeza de que será apenas mais um entre os tantos direitos já restringidos e os muitos que virão até o final de seu mandato, assim, a conta gotas realizando o prometido ao FMI, ao Bush e à elite exploradora nacional e internacional, tudo com a conivência da CUT, seu braço sindical para segurar as mobilizações populares contra tantos ataques dos seu governo.
É um verdadeiro tapa na cara dos trabalhadores brasileiros querer atribuir aos trabalhadores a culpa pela ineficiencia das políticas econômicas e mazelas do sistema capitalista.
Espero que desta vez os trabalhadores se revoltem e saiam às ruas, com forças sem precedentes para impedir que nos tire o sagrado direito de greve, única forma que temos de fazer os poderosos ouvirem nossas necessidades.
É um verdadeiro tapa na cara dos trabalhadores brasileiros querer atribuir aos trabalhadores a culpa pela ineficiencia das políticas econômicas e mazelas do sistema capitalista.
Espero que desta vez os trabalhadores se revoltem e saiam às ruas, com forças sem precedentes para impedir que nos tire o sagrado direito de greve, única forma que temos de fazer os poderosos ouvirem nossas necessidades.
28 fevereiro, 2007
Frase bíblica revolucionária
Sou um ateu convicto, mas respeito todas as crenças religiosas e, algumas frases bíblicas como a que transcrevo abaixo, até me emocionam, por isso repasso aos meus contatos. Para mim ela é uma prova de que as religiões não precisam ser necessariamente contra revolucionárias e, se elas o são hoje é porque sua disseminação está a cargo dos opressores, com rarísssimas excessões.
Mauro
Mauro
"assim diz Javé: Vocês, de manhã, administrem a justiça e libertem o oprimido da mão do opressor. Se não, a minha ira devorará como fogo; ela se acenderá, e ninguém poderá apagá-la,...". Jeremias 21, 12
24 fevereiro, 2007
18 fevereiro, 2007
Bancários de Bauru - Chapa 1 vence com 64% dos votos
16/02/2007
A Chapa 1 - "Sindicato é pra Lutar!" - Conlutas venceu com ampla vantagem as eleições do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região. De um total de 1.206 votos, a Chapa 1 (Conlutas) obteve 751 (63,7%), restando à Chapa 2 (CUT), 428 votos (36,2%). Foram contabilizados ainda 16 votos nulos e 11 brancos. A posse da nova diretoria ocorrerá no dia 16 de março.
Bauru e Região querem seguir lutando!
A expressiva vitória da Chapa 1 "Sindicato é Pra Lutar!" representa o apoio e a aprovação dos bancários à luta da atual direção do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região por emprego, salário e respeito. Uma luta justa e digna, promovida por uma entidade combativa e independente, sem quaisquer atrelamentos a partidos políticos, governos ou patrões.
Os bancários de Bauru e Região deixam bem claro nas urnas que pretendem continuar lutando como sempre. Revelam também coragem e disposição para rechaçar de vez o peleguismo governista e fortalecer a Conlutas, como uma resposta concreta à degeneração da CUT.
Bauru, 15 de fevereiro de 2007
A Chapa 1 - "Sindicato é pra Lutar!" - Conlutas venceu com ampla vantagem as eleições do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região. De um total de 1.206 votos, a Chapa 1 (Conlutas) obteve 751 (63,7%), restando à Chapa 2 (CUT), 428 votos (36,2%). Foram contabilizados ainda 16 votos nulos e 11 brancos. A posse da nova diretoria ocorrerá no dia 16 de março.
Bauru e Região querem seguir lutando!
A expressiva vitória da Chapa 1 "Sindicato é Pra Lutar!" representa o apoio e a aprovação dos bancários à luta da atual direção do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região por emprego, salário e respeito. Uma luta justa e digna, promovida por uma entidade combativa e independente, sem quaisquer atrelamentos a partidos políticos, governos ou patrões.
Os bancários de Bauru e Região deixam bem claro nas urnas que pretendem continuar lutando como sempre. Revelam também coragem e disposição para rechaçar de vez o peleguismo governista e fortalecer a Conlutas, como uma resposta concreta à degeneração da CUT.
Bauru, 15 de fevereiro de 2007
11 fevereiro, 2007
Escassez de funcionários na CEF leva a cerceamento de direitos.
Todos os funcionários da CEF e a população usuária desse banco sentem na pele o descaso do governo federal e da direção da Caixa em relação à falta de funcionários nas agências e áreas meio, que tem levado ao esgotamento físico e mental a maioria dos funcionários obrigados que são a realizar tarefas muito além de suas possibilidades. Não é raro vermos colegas muitas vezes sacrificarem sua hora de almoço ou seu intervalo de dez minutos a cada cinqüenta trabalhados ou realizarem horas extras muitas vezes privando-se de marcá-las devidamente, ou pela grande demanda de trabalho ou mesmo por desumanidade de alguns gestores. Não é a toa que em grande parte das unidades da caixa sempre há colegas afastados por doença ocupacional e, a persistir essa situação, as estatísticas tendem a aumentar. Está na hora de começarmos a por a boca no trombone, não é possível que apesar de haver tantos concursados aprovados, aguardando serem chamados, nós, funcionários tenhamos que continuar a nos sujeitar ao descaso da Caixa. É hora de os bancários da Caixa mostrarem em alto e bom som toda sua indignação e exigirem a contratação imediata de todos os concursados que estão na fila de espera. Vamos utilizar todos os meios disponíveis para que nossas exigências sejam ouvidas e respeitadas pela Direção da Caixa. Por um prazo determinado (não mais que um mês), vamos todos utilizar a CEATI, o viva voz e as entidades existentes que são os meios disponíveis para que nossas exigências possam chegar à presidência da Caixa e, em não sendo ouvidos nesse prazo, vamos partir para outras iniciativas como: denúncias na imprensa, no Ministério Público e até a mobilização de operação padrão ou greve se for necessário. O que não pode é continuar essa situação de super exploração, que vivem hoje os funcionários da Caixa que com a escassez de funcionários vêem seus direitos, garantidos em Leis e Normas serem cerceados descaradamente. Vamos dar um basta ao descaso da Caixa.
18 janeiro, 2007
Nota da Conlutas sobre o desastre na linha 4 do metrô de São Paulo
• Diante do grave acidente ocorrido na obra da Linha 4 do metrô de São Paulo, a Conlutas, em primeiro lugar, solidariza-se com todos os atingidos e aos familiares e amigos das vítimas.
Em segundo lugar não pode deixar de constatar que este é o resultado concreto da política de privatização e terceirização dos serviços públicos (no caso através das famosas PPPs) praticadas pelo governo estadual e pelo governo federal.
Responsabilizamos o governo do PSDB e do PFL, que privatizou, através de Parceria público Privada, a Linha 4, entregando nas mãos do capital privado (interessado apenas em, obter o maior lucro no menor prazo) um serviço essencial à população e que é obrigação do Estado.
É necessário também responsabilizar, criminalmente inclusive, as empresas responsáveis pelo consórcio que está construindo a linha 4. A ganância de lucros aliada a completa irresponsabilidade destas empresas já custou a vida de 7 pessoas além de prejuízos imensos a toda a sociedade.
Exigimos que governo e empreiteiras dêem, de imediato, toda a assistência devida às famílias atingidas pelo acidente. E exigimos também, do governo José Serra, a revisão dessa política de terceirização e privatização, retomando de imediato para as mãos do Estado todos os atos relativos a construção da linha 4 e à prestação do serviço de transporte através do metrô para a população de São Paulo.
São Paulo, 16 de janeiro de 2007
Secretaria da Coordenação Nacional da CONLUTAS
www.conlutas.org.br
Em segundo lugar não pode deixar de constatar que este é o resultado concreto da política de privatização e terceirização dos serviços públicos (no caso através das famosas PPPs) praticadas pelo governo estadual e pelo governo federal.
Responsabilizamos o governo do PSDB e do PFL, que privatizou, através de Parceria público Privada, a Linha 4, entregando nas mãos do capital privado (interessado apenas em, obter o maior lucro no menor prazo) um serviço essencial à população e que é obrigação do Estado.
É necessário também responsabilizar, criminalmente inclusive, as empresas responsáveis pelo consórcio que está construindo a linha 4. A ganância de lucros aliada a completa irresponsabilidade destas empresas já custou a vida de 7 pessoas além de prejuízos imensos a toda a sociedade.
Exigimos que governo e empreiteiras dêem, de imediato, toda a assistência devida às famílias atingidas pelo acidente. E exigimos também, do governo José Serra, a revisão dessa política de terceirização e privatização, retomando de imediato para as mãos do Estado todos os atos relativos a construção da linha 4 e à prestação do serviço de transporte através do metrô para a população de São Paulo.
São Paulo, 16 de janeiro de 2007
Secretaria da Coordenação Nacional da CONLUTAS
www.conlutas.org.br
17 janeiro, 2007
Caixa: Justiça suspende em Brasília os efeitos da Circular 293
15/01/2007
O Sindicato dos Bancários de Brasília obteve na última sexta-feira, 12 de janeiro, decisão liminar da Justiça do Trabalho contra a decisão da Caixa de estabelecer jornada de 6 horas com redução de salários para os empregados que ingressaram na justiça questionando a jornada de 8 horas. No Maranhão, o Sindicato dos Bancários segue tomando as providências judiciais cabíveis.
Confira, a seguir, os termos da decisão do juiz do Trabalho da 4ª Vara de Brasília, Denílson Bandeira Coelho:
"DEFIRO incidentalmente medida cautelar..., determinando à Caixa Econômica Federal que não promova qualquer alteração remuneratória negativa (diminuição do valor da gratificação de função) a seus empregados ocupantes de cargos em comissão do grupo operacional técnico e de assessoramento (destinatários das CIs 293/2006 e 34/2005) que venham a trabalhar 6 horas diárias, exclusivamente por retratação de opção, ajuizamento de ação judicial ou mesmo ato unilateral patronal de diminuição horária, até o julgamento final da presente ação trabalhista.
O descumprimento desta ordem de "não fazer" por parte da CEF acarretará em multa de R$5.000,00, por funcionário".
Outras liminares
A Justiça já havia proferido decisão favorável a pedidos do Sindicato do Pará/Amapá e do Sindicato de Campo Grande (MS).
O Sindicato dos Bancários de Brasília obteve na última sexta-feira, 12 de janeiro, decisão liminar da Justiça do Trabalho contra a decisão da Caixa de estabelecer jornada de 6 horas com redução de salários para os empregados que ingressaram na justiça questionando a jornada de 8 horas. No Maranhão, o Sindicato dos Bancários segue tomando as providências judiciais cabíveis.
Confira, a seguir, os termos da decisão do juiz do Trabalho da 4ª Vara de Brasília, Denílson Bandeira Coelho:
"DEFIRO incidentalmente medida cautelar..., determinando à Caixa Econômica Federal que não promova qualquer alteração remuneratória negativa (diminuição do valor da gratificação de função) a seus empregados ocupantes de cargos em comissão do grupo operacional técnico e de assessoramento (destinatários das CIs 293/2006 e 34/2005) que venham a trabalhar 6 horas diárias, exclusivamente por retratação de opção, ajuizamento de ação judicial ou mesmo ato unilateral patronal de diminuição horária, até o julgamento final da presente ação trabalhista.
O descumprimento desta ordem de "não fazer" por parte da CEF acarretará em multa de R$5.000,00, por funcionário".
Outras liminares
A Justiça já havia proferido decisão favorável a pedidos do Sindicato do Pará/Amapá e do Sindicato de Campo Grande (MS).
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