Resultado das eleições do Sintusp.
A Chapa 1, atual diretoria do Sintusp, desde o ínicio engajada na
construção da Conlutas venceu as eleições realizadas nesta última
semana de forma inquestionável, com 75 % dos votos válidos.
A votação não deixa nenhuma dúvida.
A Chapa 3, que teve o apoio da CUT, teve cerca de 10 % dos votos.
Parabéns aos piqueteiros e lutadores do Sintusp que mantém seu
sindicato em uma perspectiva classista e de luta.
Resultado
Chapa 1 - 1773 74,5 %
Chapa 2 - 369 15,5 %
Chapa 3 - 240 10,0 %
brancos - 47
Nulos - 67
Total de votos - 2496
Votos válidos - 2382
A oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região tem por objetivos, juntamente com a Oposição Bancária Nacional, resgatar a autonomia e independência frente a governos, partidos e patrões, há muito deixados de lado pelo movimento sindical da CUT e colocar novamente os sindicatos a favor da luta dos trabalhadores.
AGORA É GREVE!
Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!
NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS
GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!
30 novembro, 2007
24 novembro, 2007
BANCÁRIOS DO RN PÕEM CUT PARA FORA DO SINDICATO
A CUT já era. Os bancários do RN provaram à Central do PT que respeito é um princípio básico na construção da luta diária. No plebiscito da desfiliação do Sindicato da CUT, realizado entre 19 e 22 de novembro, deu a lógica. Com 75% dos votos (1211 votos a 412), a categoria mandou uma resposta: que o Sindicato precisa estar ao lado de uma Central de luta.
Não tinha como ser diferente. Quem assistiu, nos últimos anos, às Campanhas Salariais (des) orientadas, em nível nacional, por dirigentes da CONTRAF/CUT abraçados aos banqueiros e ao Governo Lula ficou com aquilo entalado na garganta. Nas próprias assembléias deste ano, a base já sentia a necessidade de se manifestar contra quem tanto fez para desmobilizar o movimento.
Agora, a história mudou. E os bancários do RN fazem parte desta virada. O resultado acachapante do Plebiscito nos dá a certeza de que começaremos 2008 com muito mais força. Há um novo cenário à frente dos bancá-rios. Sem dúvida, com lutas.
Não tinha como ser diferente. Quem assistiu, nos últimos anos, às Campanhas Salariais (des) orientadas, em nível nacional, por dirigentes da CONTRAF/CUT abraçados aos banqueiros e ao Governo Lula ficou com aquilo entalado na garganta. Nas próprias assembléias deste ano, a base já sentia a necessidade de se manifestar contra quem tanto fez para desmobilizar o movimento.
Agora, a história mudou. E os bancários do RN fazem parte desta virada. O resultado acachapante do Plebiscito nos dá a certeza de que começaremos 2008 com muito mais força. Há um novo cenário à frente dos bancá-rios. Sem dúvida, com lutas.
21 novembro, 2007
Vitória: Bancários de Bauru se desfiliam da CUT e filiam-se à Conlutas
Por 136 votos contra 14, os bancários da base do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região decidiram, em assembléia ontem à noite, pela desfiliação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e imediata filiação à Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas).
Os debates em torno da desfiliação da CUT ocorrem há anos. Os rumos tomados pela CUT não satisfaziam mais os interesses dos trabalhadores, já que se aliou e se tornou braço do governo Lula. Desde que Lula assumiu, a CUT passou a apoiar vários projetos governistas, como os das reformas previdenciária e trabalhista - que aumentaria a idade da aposentadoria e o aumento da contribuição previdenciária - pela manutenção do imposto sindical e muitos outros, como também o fim das férias, do FGTS e do 13º salário.
Nas últimas campanhas salariais dos bancários, a Contraf-CUT - Confederação Nacional dos Trabalhores do Ramo Financeiro ligada à CUT não lutou para que os bancários conquistassem um índice de reposição de 30% (perdas salariais da categoria desde 1994) e, beneficiando os banqueiros e o governo Lula, assinou um Acordo Coletivo rebaixado e insatisfatório.
Parabéns, bancários de Bauru e Região
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região parabeniza a todos os bancários que votaram pela desfiliação da CUT, sinalizando total descontentamento com esta central inerte, governista e contrária aos interesses de quem trabalha, e optando pela filiação à Conlutas.
A partir da agora, será possível encaminhar as verdadeiras lutas da categoria, por melhores salários, condições de trabalho, mais empregos, contra as privatizações e também contra os ataques do governo neoliberal de Lula e dos banqueiros, sem qualquer interferência dos cutistas governistas, que ano-a-ano só permaneciam no meio sindical para abocanhar cargos e impedir qualquer avanço nas lutas dos trabalhadores.
Agora é luta com a Conlutas!
A Conlutas é uma central de luta, forte, democrática e independente, que surgiu como uma resposta vigorosa à degeneração irrecuperável da CUT. Diante dos boicotes e traições da CUT governista, trabalhadores de luta de todo o país se uniram em 2004 para fundar uma nova central, independente e de luta, que pertencesse somente à classe trabalhadora.
Assim nasceu e cresceu a Conlutas, sob o signo da combatividade, sem nenhum atrelamento a governos ou patrões, como deve ser uma ferramenta de luta de verdade. Hoje, a Conlutas agrega centenas e mais centenas dos sindicatos mais expressivos, mais fortes e mais combativos do Brasil, seguindo na defesa implacável dos direitos dos trabalhadores. Se um sindicato tem o selo da Conlutas é porque esse sindicato é uma verdadeira ferramenta de luta dos trabalhadores. Um sindicato como o nosso. Afinal, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região é referência nacional de luta, democracia e independência, sempre a serviço dos trabalhadores, claro. Como a Conlutas. Porque, para nós, Sindicato é pra lutar!
Bauru, 21 de novembro de 2007
Sindicato dos Bancários de Bauru e Região
Os debates em torno da desfiliação da CUT ocorrem há anos. Os rumos tomados pela CUT não satisfaziam mais os interesses dos trabalhadores, já que se aliou e se tornou braço do governo Lula. Desde que Lula assumiu, a CUT passou a apoiar vários projetos governistas, como os das reformas previdenciária e trabalhista - que aumentaria a idade da aposentadoria e o aumento da contribuição previdenciária - pela manutenção do imposto sindical e muitos outros, como também o fim das férias, do FGTS e do 13º salário.
Nas últimas campanhas salariais dos bancários, a Contraf-CUT - Confederação Nacional dos Trabalhores do Ramo Financeiro ligada à CUT não lutou para que os bancários conquistassem um índice de reposição de 30% (perdas salariais da categoria desde 1994) e, beneficiando os banqueiros e o governo Lula, assinou um Acordo Coletivo rebaixado e insatisfatório.
Parabéns, bancários de Bauru e Região
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região parabeniza a todos os bancários que votaram pela desfiliação da CUT, sinalizando total descontentamento com esta central inerte, governista e contrária aos interesses de quem trabalha, e optando pela filiação à Conlutas.
A partir da agora, será possível encaminhar as verdadeiras lutas da categoria, por melhores salários, condições de trabalho, mais empregos, contra as privatizações e também contra os ataques do governo neoliberal de Lula e dos banqueiros, sem qualquer interferência dos cutistas governistas, que ano-a-ano só permaneciam no meio sindical para abocanhar cargos e impedir qualquer avanço nas lutas dos trabalhadores.
Agora é luta com a Conlutas!
A Conlutas é uma central de luta, forte, democrática e independente, que surgiu como uma resposta vigorosa à degeneração irrecuperável da CUT. Diante dos boicotes e traições da CUT governista, trabalhadores de luta de todo o país se uniram em 2004 para fundar uma nova central, independente e de luta, que pertencesse somente à classe trabalhadora.
Assim nasceu e cresceu a Conlutas, sob o signo da combatividade, sem nenhum atrelamento a governos ou patrões, como deve ser uma ferramenta de luta de verdade. Hoje, a Conlutas agrega centenas e mais centenas dos sindicatos mais expressivos, mais fortes e mais combativos do Brasil, seguindo na defesa implacável dos direitos dos trabalhadores. Se um sindicato tem o selo da Conlutas é porque esse sindicato é uma verdadeira ferramenta de luta dos trabalhadores. Um sindicato como o nosso. Afinal, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região é referência nacional de luta, democracia e independência, sempre a serviço dos trabalhadores, claro. Como a Conlutas. Porque, para nós, Sindicato é pra lutar!
Bauru, 21 de novembro de 2007
Sindicato dos Bancários de Bauru e Região
18 novembro, 2007
DEBATE DO PLEBISCITO REVELA “DEMOCRACIA” DA CUT
Plebiscito pela desfiliação do Sindicato dos Bancários da CUT esquentou terça-feira passada (13/11) com o debate envolvendo representantes das duas correntes que divergem na disputa. De um lado, o diretor nacional da Conlutas e do MNOB, Dirceu, e do outro, o representante da Contraf/CUT, Marcel, apresentaram seus principais argumentos de defesa.O Plebiscito começa na próxima segunda-feira, 19, e segue até
22 de novembro. Haverá urnas itinerantes espalhadas pelas agências na Capital, dias 19 e 20, e no Interior, dias 21 e 22. Além delas, a comissão organizadora disponibilizará duas urnas fixas, localizadas na sede do Sindicato e na Associação dos Aposentados. A votação será realizada entre 8h e 16h. A apuração ocorre dia 22 de novembro, na sede do Sindicato.
Durante o debate, mediado pelo presidente da comissão organizadora, Eugênio Xavier (BB/Jaguarari), trouxe para a mesa uma discussão sobre democracia no movimento sindical. O representante da CUT, no entanto, ficou numa saia justa quando foi lembrado de que a Central cassou as liberações sindicais dos diretores Liceu Carvalho e Juvêncio Hemetério, logo que a atual direção tomou posse.
Dirceu, conhecido como Didi, também lembrou que o jornal Luta Bancária trouxe, na edição passada, a defesa de ambos os lados sobre o Plebiscito. “Prova de democracia é isso! Tanto a direção do Sindicato que defende a desfiliação do Sindicato da CUT como a oposição tiveram o mesmo espaço. No Sindicato dos Bancários de São Paulo, que é dirigido pela Contraf/CUT, isso é impossível de ser visto”, disse Dirceu.
Embora alguns ânimos tenham sido exaltados em meio ao calor da discussão, o debate ocorreu em paz. Agora, é a base quem decide.
17 novembro, 2007
O apoio do governo Lula à obrigatoriedade do imposto sindical e à destinação de uma parte às centrais é uma operação de compra e venda
Por José Maria de Almeida
• Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou emenda ao projeto de lei 1.990/07 -sobre o reconhecimento legal das centrais sindicais- que acaba com a obrigatoriedade do imposto sindical. A decisão provocou um alvoroço no meio sindical. As centrais governistas já pediram e receberam o apoio do governo federal. Sindicatos e centrais estão fazendo forte lobby pela derrubada da emenda no Senado. Não foram às ruas defender os direitos dos trabalhadores no dia 24 de outubro em Brasília, mas querem ir às ruas para defender suas receitas provenientes do imposto sindical. Por que todo esse alvoroço? Caso a emenda seja aprovada, o movimento sindical perde R$ 1,2 bilhão por ano.
Receita advinda desde a época de Getúlio Vargas, em 1943, que institucionalizou a obrigatoriedade do imposto para quebrar a autonomia do movimento sindical brasileiro, atrelando-o ao Estado.
A estrutura sindical seria, a partir daí, financiada pelo imposto sindical, em vez de ser financiada pelas contribuições espontâneas dos trabalhadores. Dentro dessa lógica, o dirigente sindical deveria obediência ao Estado, e não mais aos trabalhadores, os quais ele deveria representar. Ainda hoje persiste essa lei perversa e todo trabalhador tem descontado em folha, anualmente, um dia de salário no mês de março para a contribuição sindical.
Conforme o projeto de lei original apresentado pelo governo, do montante, 10% seriam destinados às centrais sindicais. Com a emenda aprovada no Congresso Nacional, o que era obrigatório se tornaria facultativo.
A Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) defende o reconhecimento legal das centrais sindicais, pois esse é um direito dos trabalhadores. Mas não concorda com esse projeto de lei negociado entre o governo e algumas centrais sindicais.
Para nós, é inaceitável que as centrais venham a ser financiadas com o famigerado imposto sindical, que já se constitui como um câncer no movimento sindical brasileiro.
Os sindicatos devem financiar suas atividades por meio das contribuições associativas e dos descontos realizados por ocasião das campanhas salariais, sempre a partir de decisão soberana dos trabalhadores. Contribuições espontâneas, portanto.
As centrais devem ser financiadas pelos sindicatos, que devem repassar a elas uma parcela de suas receitas, sempre a partir de decisão dos trabalhadores na base. As centrais sindicais que não conseguirem sobreviver dessa forma não têm representatividade real. E a pergunta óbvia é: elas deveriam existir?
Em nossa opinião, o Congresso Nacional deveria ir além, portanto, nessa questão e extinguir completamente o imposto sindical.
O apoio do governo Lula à obrigatoriedade do imposto sindical e à destinação de uma parte dele às centrais, contrariando inclusive posicionamento tradicional do próprio PT, é uma operação de compra e venda. O governo Lula precisa do apoio dessas centrais sindicais para aprovar suas políticas contrárias aos interesses dos trabalhadores (estão aí a reforma da Previdência, a reforma trabalhista, a reforma do ensino superior e muitas outras).
Dá dinheiro (e cargos etc) às centrais em troca desse apoio. A Conlutas foi constituída legitimamente como uma central sindical e popular. Possui representatividade real em uma parcela minoritária, mas significativa, do movimento sindical e dos movimentos sociais do nosso país. Mas não aceitará os recursos oriundos do imposto sindical, mesmo que isso seja aprovado no Congresso Nacional.
Diferentemente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), que traiu seus princípios de fundação, a Conlutas não pretende fazê-lo.
--------------------------------------------------------------------------------
JOSÉ MARIA DE ALMEIDA, o Zé Maria, 50, metalúrgico, é presidente nacional do PSTU e membro da coordenação nacional da Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas).
• Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou emenda ao projeto de lei 1.990/07 -sobre o reconhecimento legal das centrais sindicais- que acaba com a obrigatoriedade do imposto sindical. A decisão provocou um alvoroço no meio sindical. As centrais governistas já pediram e receberam o apoio do governo federal. Sindicatos e centrais estão fazendo forte lobby pela derrubada da emenda no Senado. Não foram às ruas defender os direitos dos trabalhadores no dia 24 de outubro em Brasília, mas querem ir às ruas para defender suas receitas provenientes do imposto sindical. Por que todo esse alvoroço? Caso a emenda seja aprovada, o movimento sindical perde R$ 1,2 bilhão por ano.
Receita advinda desde a época de Getúlio Vargas, em 1943, que institucionalizou a obrigatoriedade do imposto para quebrar a autonomia do movimento sindical brasileiro, atrelando-o ao Estado.
A estrutura sindical seria, a partir daí, financiada pelo imposto sindical, em vez de ser financiada pelas contribuições espontâneas dos trabalhadores. Dentro dessa lógica, o dirigente sindical deveria obediência ao Estado, e não mais aos trabalhadores, os quais ele deveria representar. Ainda hoje persiste essa lei perversa e todo trabalhador tem descontado em folha, anualmente, um dia de salário no mês de março para a contribuição sindical.
Conforme o projeto de lei original apresentado pelo governo, do montante, 10% seriam destinados às centrais sindicais. Com a emenda aprovada no Congresso Nacional, o que era obrigatório se tornaria facultativo.
A Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) defende o reconhecimento legal das centrais sindicais, pois esse é um direito dos trabalhadores. Mas não concorda com esse projeto de lei negociado entre o governo e algumas centrais sindicais.
Para nós, é inaceitável que as centrais venham a ser financiadas com o famigerado imposto sindical, que já se constitui como um câncer no movimento sindical brasileiro.
Os sindicatos devem financiar suas atividades por meio das contribuições associativas e dos descontos realizados por ocasião das campanhas salariais, sempre a partir de decisão soberana dos trabalhadores. Contribuições espontâneas, portanto.
As centrais devem ser financiadas pelos sindicatos, que devem repassar a elas uma parcela de suas receitas, sempre a partir de decisão dos trabalhadores na base. As centrais sindicais que não conseguirem sobreviver dessa forma não têm representatividade real. E a pergunta óbvia é: elas deveriam existir?
Em nossa opinião, o Congresso Nacional deveria ir além, portanto, nessa questão e extinguir completamente o imposto sindical.
O apoio do governo Lula à obrigatoriedade do imposto sindical e à destinação de uma parte dele às centrais, contrariando inclusive posicionamento tradicional do próprio PT, é uma operação de compra e venda. O governo Lula precisa do apoio dessas centrais sindicais para aprovar suas políticas contrárias aos interesses dos trabalhadores (estão aí a reforma da Previdência, a reforma trabalhista, a reforma do ensino superior e muitas outras).
Dá dinheiro (e cargos etc) às centrais em troca desse apoio. A Conlutas foi constituída legitimamente como uma central sindical e popular. Possui representatividade real em uma parcela minoritária, mas significativa, do movimento sindical e dos movimentos sociais do nosso país. Mas não aceitará os recursos oriundos do imposto sindical, mesmo que isso seja aprovado no Congresso Nacional.
Diferentemente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), que traiu seus princípios de fundação, a Conlutas não pretende fazê-lo.
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JOSÉ MARIA DE ALMEIDA, o Zé Maria, 50, metalúrgico, é presidente nacional do PSTU e membro da coordenação nacional da Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas).
A única opção dos trabalhadores é lutar por fora dos sindicatos
Não devemos mais estranhar que os nossos pseudo-representantes não tenham sido mais intransigentes nessa discussão nas mesas de negociação da Campanha Salarial. Chegou-se a colocar em assembléias que havia sido negociado e a Caixa havia aceitado descontar os débitos não efetuados pelo sistema desde abril de 2005 (ou 2004 - não me lembro direito), em até dez vezes. Agora, percebe-se que foi só enrolação para encerrarmos a greve. Infelizmente, não poderemos contar com os sindicatos cutistas para a nova luta que caberia nesse caso, mas mesmo assim creio que deveríamos aproveitar a próxima reunião entre a Comissão de negociação e a Caixa, cuja pauta preve apenas discutir PCS e política de uso da internet e exigir que a Comissão inclua na pauta essa questão e ainda a questão da contratação de mais funcionários que parece que a Caixa não está disposta a cumprir o que foi acordado.
Tudo indica que vamos ter muita luta pela frente e que, infelizmente vamos ter que lutar por fora dos sindicatos.
Tudo indica que vamos ter muita luta pela frente e que, infelizmente vamos ter que lutar por fora dos sindicatos.
Lucro da elite dos bancos aumenta 90%
Os cinco maiores bancos privados de varejo – Bradesco, Itaú, ABN AMRO Real, Unibanco e Santander – tiveram lucro líquido conjunto de R$ 18,5 bilhões nos primeiros nove meses do ano, 90,3% superior ao do mesmo período de 2006. Esse resultado foi em parte decorrente de ganhos extraordinários obtidos com a venda de participações acionárias. Se forem considerados apenas os ganhos recorrentes em ambos os anos, o lucro líquido dessas cinco instituições cresceu ainda nada desprezíveis 25%. Os investidores podem esperar mais resultados extraordinários até o fim do ano, porque a maioria dos bancos vai contabilizar no quarto trimestre os ganhos elevados obtidos com a venda de ações na abertura de capital da Bovespa, informa o Valor.
Lucro do Unibanco cresce 123% em 9 meses - O lucro líquido do Unibanco cresceu 123% entre janeiro e setembro deste ano comparado a igual período de 2006, e atingiu R$ 2,62 bilhões. O resultado foi influenciado em R$ 736 milhões por alguns fatores extraordinários. Entre eles, estão as receitas adquiridas com a venda de participação na Serasa e ganhos no lançamento de ações da Redecard e na participação da Unibanco Participações Societárias (UPS).
Lucro da elite dos bancos aumenta 90% - Valor Econômico - 9/11/2007
Receitas extraordinárias inflam o lucro dos bancos - Valor Econômico - 9/11/2007
Somados, ativos dos 5 maiores já superam R$ 1 trilhão - O Estado de S.Paulo - 9/11/2007
O total de ativos dos cinco bancos privados que apresentaram balanço até agora referente ao terceiro trimestre de 2007 ultrapassou a casa de R$ 1 trilhão. O valor é 41% superior ao verificado em igual período de 2006, quando essas instituições somavam ativos da ordem de R$ 733,98 bilhões, segundo levantamento feito pela Austin Rating. Apesar do avanço, o ranking dos maiores bancos por valor de ativos não se alterou. O Bradesco continua na primeira colocação, seguido por Itaú, ABN, Unibanco e Santander. Esse ranking considera todos os ativos das instituições, inclusive a área de seguros. O resultado do trimestre também mantém o Itaú na segunda colocação entre os bancos privados. Pelo volume de ativos do primeiro semestre, o banco perderia a posição quando Santander e ABN oficializassem a fusão. No período de janeiro a setembro, as cinco instituições registraram aumento médio de 29% no estoque de empréstimos e financiamentos, que atingiu a cifra de R$ 378,34 bilhões. Ao
contrário do que ocorreu no ano passado, o avanço do crédito neste ano foi acompanhado de uma melhora nos níveis de inadimplência. No ano passado, com o avanço expressivo dos atrasos, as instituições decidiram reforçar suas ferramentas para a concessão dos empréstimos. A iniciativa surtiu efeito. No Itaú, o financiamento de veículos teve um incremento de 62% no acumulado entre janeiro e setembro de 2007 comparado a igual período de 2006. O mesmo ocorreu no Unibanco, cujo aumento foi de 70,6%. No ABN, o avanço foi de 37% e no Bradesco, de 24,1%. Tudo isso contribuiu para o robusto resultado dos bancos no período.
Lucro do Unibanco cresce 123% em 9 meses - O lucro líquido do Unibanco cresceu 123% entre janeiro e setembro deste ano comparado a igual período de 2006, e atingiu R$ 2,62 bilhões. O resultado foi influenciado em R$ 736 milhões por alguns fatores extraordinários. Entre eles, estão as receitas adquiridas com a venda de participação na Serasa e ganhos no lançamento de ações da Redecard e na participação da Unibanco Participações Societárias (UPS).
Lucro da elite dos bancos aumenta 90% - Valor Econômico - 9/11/2007
Receitas extraordinárias inflam o lucro dos bancos - Valor Econômico - 9/11/2007
Somados, ativos dos 5 maiores já superam R$ 1 trilhão - O Estado de S.Paulo - 9/11/2007
O total de ativos dos cinco bancos privados que apresentaram balanço até agora referente ao terceiro trimestre de 2007 ultrapassou a casa de R$ 1 trilhão. O valor é 41% superior ao verificado em igual período de 2006, quando essas instituições somavam ativos da ordem de R$ 733,98 bilhões, segundo levantamento feito pela Austin Rating. Apesar do avanço, o ranking dos maiores bancos por valor de ativos não se alterou. O Bradesco continua na primeira colocação, seguido por Itaú, ABN, Unibanco e Santander. Esse ranking considera todos os ativos das instituições, inclusive a área de seguros. O resultado do trimestre também mantém o Itaú na segunda colocação entre os bancos privados. Pelo volume de ativos do primeiro semestre, o banco perderia a posição quando Santander e ABN oficializassem a fusão. No período de janeiro a setembro, as cinco instituições registraram aumento médio de 29% no estoque de empréstimos e financiamentos, que atingiu a cifra de R$ 378,34 bilhões. Ao
contrário do que ocorreu no ano passado, o avanço do crédito neste ano foi acompanhado de uma melhora nos níveis de inadimplência. No ano passado, com o avanço expressivo dos atrasos, as instituições decidiram reforçar suas ferramentas para a concessão dos empréstimos. A iniciativa surtiu efeito. No Itaú, o financiamento de veículos teve um incremento de 62% no acumulado entre janeiro e setembro de 2007 comparado a igual período de 2006. O mesmo ocorreu no Unibanco, cujo aumento foi de 70,6%. No ABN, o avanço foi de 37% e no Bradesco, de 24,1%. Tudo isso contribuiu para o robusto resultado dos bancos no período.
A CEF é inescrupulosa e eximia descumpridora de acordos com os seus empregados
A Caixa, além de estar descumprindo o compromisso assumido ao final da campanha salarial de contratar 3 mil funcionários até o final de 2007, para São Paulo e Rio de Janeiro, vem agora anunciar o Plano de "Apoio" à Aposentadoria, o que representará alguns milhares de empregados a menos. O mais trágico disso é a indiferença, ou mesmo conivência dos "sindiquietos" que receberam da Caixa em primeira mão a apresentação do plano no dia 14/11 último e não demonstraram nenhuma contrariedade com este plano diabólico que afetará ainda mais a saúde dos funcionários que ficarem e dos que saírem também, afinal o "apoio de apenas cinco salários é irrisório e se desfaz como vento em pouco tempo. Nada contra os colegas que queiram aderir ao plano, afinal muitos já estão à beira do desespero com as pressões do banco e aceitariam até injeção na testa se essa for a condição para sair. Não é a toa que o sindicato dos bancários da Bahia acaba de se desfiliar da CUT em decisão ampla de assembléia, o Sindicato dos bancários de Bauru realizará assembléia dia 20/11 para decidir a desfiliação e o do Rio Grande do Norte realizará plebiscito na base bancária de lá também sobre a continuidade ou não filiado à CUT.
No ano que vem tem eleição para diretoria do Sindicato dos Bancários de Mogi das Cruzes. Quem sabe poderemos também efetivar as grandes e necessárias mudanças por aqui, para que o sindicato volte a ser de luta, como nos bons tempos quando Lula ainda não era presidente da república.
Assim espero.
No ano que vem tem eleição para diretoria do Sindicato dos Bancários de Mogi das Cruzes. Quem sabe poderemos também efetivar as grandes e necessárias mudanças por aqui, para que o sindicato volte a ser de luta, como nos bons tempos quando Lula ainda não era presidente da república.
Assim espero.
13 novembro, 2007
Assembléia dos bancários de Bauru decidirá desfiliação do sindicato à CUT e filiação à Conlutas
Reunião da diretoria colegiada de sábado delibera realização de assembléia para decidir desfiliação da CUT e filiação à Conlutas, no próximo dia 20
CHEGA DE TRAIÇÃO CUTISTA!
Temos que fortalecer a LUTA!
A Conlutas é uma central de luta, forte, democrática e independente, que surgiu como uma resposta vigorosa à degeneração irrecuperável da CUT. Com a ascensão de Lula e do PT ao poder, a CUT abandonou de vez a luta dos trabalhadores, passando a apoiar vergonhosamente o governo, em troca de vantagens pessoais e cargos para os dirigentes sindicais cutistas. Diante dos boicotes e traições da CUT governista, trabalhadores de luta de todo o país se uniram em 2004 para fundar uma nova central, independente e de luta, que pertencesse somente à classe trabalhadora. Assim nasceu e cresceu a Conlutas, sob o signo da combatividade, sem nenhum atrelamento a governos ou patrões, como deve ser uma ferramenta de luta de verdade. Hoje, a Conlutas agrega centenas e mais centenas dos sindicatos mais expressivos, mais fortes e mais combativos do Brasil, seguindo na defesa implacável dos direitos dos trabalhadores. Se um sindicato tem o selo da Conlutas é porque esse sindicato é uma
verdadeira ferramenta de luta dos trabalhadores. Um sindicato como o nosso. Afinal, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região é referência nacional de luta, democracia e independência, sempre a serviço dos trabalhadores, claro. Como a Conlutas. Porque, para nós, Sindicato é pra lutar!
A degeneração da CUT
Já faz muito tempo que a CUT abandonou definitivamente a luta dos trabalhadores brasileiros para se tornar um mero braço de sustentação do governo Lula, do PT. É traição que não acaba mais. Desde o início, em 2003, o governo de Lula, totalmente apoiado pela CUT, já demonstrava a que interesses atenderia. E não eram os interesses dos trabalhadores que o elegeram. Mas os interesses dos banqueiros, usineiros e grandes empresários, que financiaram sua milionária campanha.
O governo de Lula, do PT e da CUT foi uma grande decepção para a classe trabalhadora. Cada vez mais, Lula ataca os trabalhadores, que o elegeram, e favorece os banqueiros, usineiros e grandes empresários, que o financiaram. Lula traiu covardemente os trabalhadores e a pelega CUT tem sido seu principal instrumento para enganar o povo brasileiro.
A CUT se degenerou. Se tornou pelega, governista, entreguista. Em troca de cargos e altos salários no governo Lula, os dirigentes sindicais cutistas passaram a boicotar todas as lutas dos trabalhadores para proteger Lula e ajudá-lo a manter sua política econômica. A CUT virou um escudo pelego para que o governo pudesse livremente atacar, roubar e destruir direitos históricos dos trabalhadores brasileiros.
Lula prepara novas e terríveis reformas contra o povo brasileiro com total apoio da CUT. Lula defende a CPMF, a CUT o apóia. Lula privatiza e a CUT faz vista grossa. Agora, Lula quer acabar de vez com a aposentadoria. E a CUT apóia também. Reforma trabalhista, para retirar direitos como férias, 13º, FGTS etc? Lá estão os cutistas escondendo a sujeira de Lula e do PT. Chega! Não dá mais! Uma entidade de luta como o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região não pode estar filiada à CUT! Vamos dar um basta nisso! NOSSO SINDICATO É CONLUTAS!
Conlutas não pára de crescer
A tendência dos trabalhadores de luta: sindicatos e mais sindicatos abandonam a pelega CUT e aderem à combativa Conlutas
Ninguém mais agüenta o peleguismo da CUT. Por isso, há tempos, vem se consolidando uma forte tendência entre os trabalhadores de luta. Entidades, movimentos sociais e sindicatos vão, dia após dia, se envolvendo cada vez mais à luta, rompendo com o aparato governista da CUT e ajudando a construir e fortalecer a luta dos trabalhadores da Conlutas.
Sindicatos imensos, importantes, representativos também já compõem a estrutura de luta da Conlutas. Centenas de sindicatos já se filiaram à Conlutas, quase todos após deixarem a CUT, que, em contra-partida, vai merecidamente encolhendo. Hoje, verdadeiras potências do movimento sindical combativo já têm o selo da Conlutas, como, por exemplo, o ANDES, sindicato nacional de professores de ensino superior, segunda maior entidade sindical da América Latina.
Outros grandiosos sindicatos como o SINDSEF (servidores públicos federais), Metalúrgicos e Químicos de São José dos Campos, SindsPrev-RJ, entre centenas de outros, já também vêm carregando essa mesma bandeira. A Conlutas já é uma grande realidade!
Bancários do Rio Grande do Norte
Na mesma semana em que os bancários de Bauru e Região deverão se libertar definitivamente da mancha da CUT em seu sindicato e avançar rumo à Conlutas, os bancários potiguares também darão o seu basta às traições cutistas. No dia 23, o Sindicato dos Bancários do RN também já deverá estar filiado à Conlutas. Até a vitória, companheiros!
POR QUE SAIR DA CUT ?
- A CUT se degenerou. Tornou-se uma central pelega, governista, entreguista, que vem traindo gravemente todos os trabalhadores brasileiros, de forma cada vez mais escandalosa, sobretudo após a ascensão de Lula e do PT ao poder.
- Lula pretende implementar terríveis reformas neoliberais contra os trabalhadores brasileiros (previdenciária, universitária, trabalhista) e a CUT já vem auxiliando seu governo a viabilizar esses terríveis ataques ao povo brasileiro.
- A Contraf, mera extensão da CUT, vem boicotando as lutas dos bancários e enterrando, ano após ano, todas as campanhas salariais da categoria, elaborando pautas rebaixadas de reivindicações, sabotando nossas greves, desrespeitando a vontade dos trabalhadores com sua mesa única de negociação e fazendo acordos miseráveis com os patrões.
Os banqueiros e os bancos públicos lucram bilhões e os bancários sobrevivem com migalhas, sofrendo ainda grave assédio moral, adoecendo cada vez mais e convivendo com o fantasma das demissões. A Contraf-CUT trai os bancários também ao não lutar contra as terceirizações, não lutar pela reposição de perdas e por insistir em negociar acordos bianuais.
- O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região não precisa da CUT, da Contraf ou da Fetec para ABSOLUTAMENTE NADA. Nosso Sindicato é independente e, por isso, assina todos os seus compromissos, documentos e acordos DIRETAMENTE COM OS BANCOS. Já desde o ano passado, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região não passa nenhuma procuração aos traidores da Contraf-CUT, tendo assinado desde então todos os acordos coletivos e seus aditivos, sem qualquer problema. Afinal, somos independentes e capazes para assinar quaisquer documentos de interesse da categoria.
- Na verdade, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região já está fora da CUT há muito tempo, assinando, como vimos, TODOS os acordos coletivos da categoria, mas também seguindo toda a orientação política de luta do Movimento Nacional de Oposição Bancária e da Conlutas.
- Não podemos alimentar um monstro que nos ataca, enviando recursos financeiros para uma entidade traidora como a CUT, inimiga dos trabalhadores. É como municiar o inimigo, enviar armas para um exército que sempre nos ataca. Hoje, CUT, Força Sindical, CGTB etc são todas centrais sindicais igualmente pelegas. Não há mais diferença entre uma e outra. Estão todas envolvidas nos ataques e reformas que Lula pretende e vem fazendo contra os trabalhadores. Não faz nenhum sentido contribuir com uma central pelega e governista como a CUT.
- Não fomos nós, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região e trabalhadores brasileiros, que abandonamos a CUT. Foi a CUT que nos abandonou. Foi a CUT que abandonou a luta dos trabalhadores brasileiros, para se tornar governo, para fazer troca-troca de cargos e apoios.
Nós, Sindicato dos Bancários de Bauru e Região e trabalhadores brasileiros, seguimos no mesmo lugar. Na trincheira daqueles que nunca se venderam, nem se venderão. Lutando, ombro-a-ombro, contra governos, patrões e, agora também, contra os traidores cutistas.
- Temos que sair da CUT porque nosso sindicato e nossa base de trabalhadores são de luta e nossa combatividade não combina com o peleguismo governista da CUT. Somos limpos, somos sérios, somos independentes. Os bancários de Bauru e Região já mostraram nas urnas que querem lutar. Nossos trabalhadores não são CUT! Os bancários de Bauru e Região são Conlutas.
Responsabilidade, independência e luta
FIM DA FARSA CUTISTA: A CONTRAF É INÚTIL PARA NÓS!
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região prova mais uma vez sua independência, não enviando procurações aos pelegos da Contraf-CUT e assinando os acordos diretamente com Fenaban, CEF e BB. Junto com os sindicatos do Maranhão e do Rio Grande do Norte, novamente em 2007, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região assinou todos os acordos coletivos e seus aditivos, revelando que os bancários de Bauru e Região não precisam da CUT pra absolutamente NADA, desmascarando de uma vez por todas o papinho furado de isolamento. Pelegos cutistas: essa mentira não cola mais!
Enquanto a Conlutas luta pelos trabalhadores, a CUT briga pelo imposto sindical
Na mesma semana em que a Conlutas se unia às entidades e sindicatos mais combativos do Brasil para encher as avenidas de Brasília, numa grande marcha de 16 mil trabalhadores, lutando contra as reformas neoliberais que Lula pretende fazer contra o povo brasileiro, os dirigentes pelegos da CUT se juntavam vergonhosamente a seus comparsas da Força Sindical e CGTB para invadir gabinetes para brigar pela "boquinha" do imposto sindical. Que vergonha! Os cutistas só pensam mesmo em manter seus cargos, altos salários e aparatos. A qualquer custo!
O imposto sindical é uma praga que o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região já conseguiu afastar dos trabalhadores locais desde 1992. Contribuir com um sindicato deve ser uma atitude espontânea. Imposto sindical é fraude política, é extorsão moral, é constrangimento e relação incestuosa com o governo federal. Aqui em Bauru e Região, bancário não paga imposto sindical. Chega desses pelegos! Chega de imposto sindical! Fora CUT! Lugar de dirigente sindical de luta é nas ruas e avenidas, carregando faixas e bandeiras para defender os direitos dos trabalhadores. Nosso sindicato tem que ter o selo da Conlutas!
CHEGA DE TRAIÇÃO CUTISTA!
Temos que fortalecer a LUTA!
A Conlutas é uma central de luta, forte, democrática e independente, que surgiu como uma resposta vigorosa à degeneração irrecuperável da CUT. Com a ascensão de Lula e do PT ao poder, a CUT abandonou de vez a luta dos trabalhadores, passando a apoiar vergonhosamente o governo, em troca de vantagens pessoais e cargos para os dirigentes sindicais cutistas. Diante dos boicotes e traições da CUT governista, trabalhadores de luta de todo o país se uniram em 2004 para fundar uma nova central, independente e de luta, que pertencesse somente à classe trabalhadora. Assim nasceu e cresceu a Conlutas, sob o signo da combatividade, sem nenhum atrelamento a governos ou patrões, como deve ser uma ferramenta de luta de verdade. Hoje, a Conlutas agrega centenas e mais centenas dos sindicatos mais expressivos, mais fortes e mais combativos do Brasil, seguindo na defesa implacável dos direitos dos trabalhadores. Se um sindicato tem o selo da Conlutas é porque esse sindicato é uma
verdadeira ferramenta de luta dos trabalhadores. Um sindicato como o nosso. Afinal, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região é referência nacional de luta, democracia e independência, sempre a serviço dos trabalhadores, claro. Como a Conlutas. Porque, para nós, Sindicato é pra lutar!
A degeneração da CUT
Já faz muito tempo que a CUT abandonou definitivamente a luta dos trabalhadores brasileiros para se tornar um mero braço de sustentação do governo Lula, do PT. É traição que não acaba mais. Desde o início, em 2003, o governo de Lula, totalmente apoiado pela CUT, já demonstrava a que interesses atenderia. E não eram os interesses dos trabalhadores que o elegeram. Mas os interesses dos banqueiros, usineiros e grandes empresários, que financiaram sua milionária campanha.
O governo de Lula, do PT e da CUT foi uma grande decepção para a classe trabalhadora. Cada vez mais, Lula ataca os trabalhadores, que o elegeram, e favorece os banqueiros, usineiros e grandes empresários, que o financiaram. Lula traiu covardemente os trabalhadores e a pelega CUT tem sido seu principal instrumento para enganar o povo brasileiro.
A CUT se degenerou. Se tornou pelega, governista, entreguista. Em troca de cargos e altos salários no governo Lula, os dirigentes sindicais cutistas passaram a boicotar todas as lutas dos trabalhadores para proteger Lula e ajudá-lo a manter sua política econômica. A CUT virou um escudo pelego para que o governo pudesse livremente atacar, roubar e destruir direitos históricos dos trabalhadores brasileiros.
Lula prepara novas e terríveis reformas contra o povo brasileiro com total apoio da CUT. Lula defende a CPMF, a CUT o apóia. Lula privatiza e a CUT faz vista grossa. Agora, Lula quer acabar de vez com a aposentadoria. E a CUT apóia também. Reforma trabalhista, para retirar direitos como férias, 13º, FGTS etc? Lá estão os cutistas escondendo a sujeira de Lula e do PT. Chega! Não dá mais! Uma entidade de luta como o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região não pode estar filiada à CUT! Vamos dar um basta nisso! NOSSO SINDICATO É CONLUTAS!
Conlutas não pára de crescer
A tendência dos trabalhadores de luta: sindicatos e mais sindicatos abandonam a pelega CUT e aderem à combativa Conlutas
Ninguém mais agüenta o peleguismo da CUT. Por isso, há tempos, vem se consolidando uma forte tendência entre os trabalhadores de luta. Entidades, movimentos sociais e sindicatos vão, dia após dia, se envolvendo cada vez mais à luta, rompendo com o aparato governista da CUT e ajudando a construir e fortalecer a luta dos trabalhadores da Conlutas.
Sindicatos imensos, importantes, representativos também já compõem a estrutura de luta da Conlutas. Centenas de sindicatos já se filiaram à Conlutas, quase todos após deixarem a CUT, que, em contra-partida, vai merecidamente encolhendo. Hoje, verdadeiras potências do movimento sindical combativo já têm o selo da Conlutas, como, por exemplo, o ANDES, sindicato nacional de professores de ensino superior, segunda maior entidade sindical da América Latina.
Outros grandiosos sindicatos como o SINDSEF (servidores públicos federais), Metalúrgicos e Químicos de São José dos Campos, SindsPrev-RJ, entre centenas de outros, já também vêm carregando essa mesma bandeira. A Conlutas já é uma grande realidade!
Bancários do Rio Grande do Norte
Na mesma semana em que os bancários de Bauru e Região deverão se libertar definitivamente da mancha da CUT em seu sindicato e avançar rumo à Conlutas, os bancários potiguares também darão o seu basta às traições cutistas. No dia 23, o Sindicato dos Bancários do RN também já deverá estar filiado à Conlutas. Até a vitória, companheiros!
POR QUE SAIR DA CUT ?
- A CUT se degenerou. Tornou-se uma central pelega, governista, entreguista, que vem traindo gravemente todos os trabalhadores brasileiros, de forma cada vez mais escandalosa, sobretudo após a ascensão de Lula e do PT ao poder.
- Lula pretende implementar terríveis reformas neoliberais contra os trabalhadores brasileiros (previdenciária, universitária, trabalhista) e a CUT já vem auxiliando seu governo a viabilizar esses terríveis ataques ao povo brasileiro.
- A Contraf, mera extensão da CUT, vem boicotando as lutas dos bancários e enterrando, ano após ano, todas as campanhas salariais da categoria, elaborando pautas rebaixadas de reivindicações, sabotando nossas greves, desrespeitando a vontade dos trabalhadores com sua mesa única de negociação e fazendo acordos miseráveis com os patrões.
Os banqueiros e os bancos públicos lucram bilhões e os bancários sobrevivem com migalhas, sofrendo ainda grave assédio moral, adoecendo cada vez mais e convivendo com o fantasma das demissões. A Contraf-CUT trai os bancários também ao não lutar contra as terceirizações, não lutar pela reposição de perdas e por insistir em negociar acordos bianuais.
- O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região não precisa da CUT, da Contraf ou da Fetec para ABSOLUTAMENTE NADA. Nosso Sindicato é independente e, por isso, assina todos os seus compromissos, documentos e acordos DIRETAMENTE COM OS BANCOS. Já desde o ano passado, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região não passa nenhuma procuração aos traidores da Contraf-CUT, tendo assinado desde então todos os acordos coletivos e seus aditivos, sem qualquer problema. Afinal, somos independentes e capazes para assinar quaisquer documentos de interesse da categoria.
- Na verdade, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região já está fora da CUT há muito tempo, assinando, como vimos, TODOS os acordos coletivos da categoria, mas também seguindo toda a orientação política de luta do Movimento Nacional de Oposição Bancária e da Conlutas.
- Não podemos alimentar um monstro que nos ataca, enviando recursos financeiros para uma entidade traidora como a CUT, inimiga dos trabalhadores. É como municiar o inimigo, enviar armas para um exército que sempre nos ataca. Hoje, CUT, Força Sindical, CGTB etc são todas centrais sindicais igualmente pelegas. Não há mais diferença entre uma e outra. Estão todas envolvidas nos ataques e reformas que Lula pretende e vem fazendo contra os trabalhadores. Não faz nenhum sentido contribuir com uma central pelega e governista como a CUT.
- Não fomos nós, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região e trabalhadores brasileiros, que abandonamos a CUT. Foi a CUT que nos abandonou. Foi a CUT que abandonou a luta dos trabalhadores brasileiros, para se tornar governo, para fazer troca-troca de cargos e apoios.
Nós, Sindicato dos Bancários de Bauru e Região e trabalhadores brasileiros, seguimos no mesmo lugar. Na trincheira daqueles que nunca se venderam, nem se venderão. Lutando, ombro-a-ombro, contra governos, patrões e, agora também, contra os traidores cutistas.
- Temos que sair da CUT porque nosso sindicato e nossa base de trabalhadores são de luta e nossa combatividade não combina com o peleguismo governista da CUT. Somos limpos, somos sérios, somos independentes. Os bancários de Bauru e Região já mostraram nas urnas que querem lutar. Nossos trabalhadores não são CUT! Os bancários de Bauru e Região são Conlutas.
Responsabilidade, independência e luta
FIM DA FARSA CUTISTA: A CONTRAF É INÚTIL PARA NÓS!
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região prova mais uma vez sua independência, não enviando procurações aos pelegos da Contraf-CUT e assinando os acordos diretamente com Fenaban, CEF e BB. Junto com os sindicatos do Maranhão e do Rio Grande do Norte, novamente em 2007, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região assinou todos os acordos coletivos e seus aditivos, revelando que os bancários de Bauru e Região não precisam da CUT pra absolutamente NADA, desmascarando de uma vez por todas o papinho furado de isolamento. Pelegos cutistas: essa mentira não cola mais!
Enquanto a Conlutas luta pelos trabalhadores, a CUT briga pelo imposto sindical
Na mesma semana em que a Conlutas se unia às entidades e sindicatos mais combativos do Brasil para encher as avenidas de Brasília, numa grande marcha de 16 mil trabalhadores, lutando contra as reformas neoliberais que Lula pretende fazer contra o povo brasileiro, os dirigentes pelegos da CUT se juntavam vergonhosamente a seus comparsas da Força Sindical e CGTB para invadir gabinetes para brigar pela "boquinha" do imposto sindical. Que vergonha! Os cutistas só pensam mesmo em manter seus cargos, altos salários e aparatos. A qualquer custo!
O imposto sindical é uma praga que o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região já conseguiu afastar dos trabalhadores locais desde 1992. Contribuir com um sindicato deve ser uma atitude espontânea. Imposto sindical é fraude política, é extorsão moral, é constrangimento e relação incestuosa com o governo federal. Aqui em Bauru e Região, bancário não paga imposto sindical. Chega desses pelegos! Chega de imposto sindical! Fora CUT! Lugar de dirigente sindical de luta é nas ruas e avenidas, carregando faixas e bandeiras para defender os direitos dos trabalhadores. Nosso sindicato tem que ter o selo da Conlutas!
27 outubro, 2007
Imposto Sindical - dependência financeira que leva à dependência ideológica dos sindicatos ao estado
Criado em 1943, o imposto sindical pode ser um instrumento de perpetuação de dirigentes sindicais no poder e favorece ao "peleguismo" uma vez que é com esse imposto que muitos sindicatos mantém atividades assistencialistas deixando para segundo plano o que deveria ser a principal função do sindicato: a organização da luta dos trabalhadores.
Mais grave ainda é que esse imposto causa a dependencia financeira que leva à dependência ideológica e a perda de autonomia e identidade de classe frente aos patrões e ao estado.
Historicamente, a CUT, a Força Sindical, o PT sempre se mostraram contrários à cobrança desse imposto, mas hoje brigam para que o senado não aprove e Lula não sancione a mudança aprovada na câmara dos deputados no dia 17/10 ultimo que prevê a autorização por escrito do trabalhador para que o valor possa ser descontado em folha de pagamento.
A princípio, não é completamente ruim a forma como foi aprovado na âmara, pois pode resgatar os sindicatos para a luta uma vez que estas entidades se verão obrigadas a mostrar para que existem se quiserem merecer a confiança dos trabalhadores e assim conseguirem o maior número possível de cartas de autorização para o desconto em folha.
Mas, o ideal mesmo é que o imposto sindical fosse extinto de uma vez por todas, pois contribuiria imensamente para o desatrelamento ideológico do movimento sindical ao Estado e suas instituições e estruturas de exploração dos trabalhadores.
O pagamento do Imposto Sindical, atualmente é obrigatório a todos os trabalhadores, independentemente de serem ou não filiados a sindicato, o equivalente a um dia de trabalho por ano, descontado na folha de pagamento do mês de março de cada ano.
Responda a Enquete que a Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região formulou e dê sua opinião sobre o imposto sindical.
Mais grave ainda é que esse imposto causa a dependencia financeira que leva à dependência ideológica e a perda de autonomia e identidade de classe frente aos patrões e ao estado.
Historicamente, a CUT, a Força Sindical, o PT sempre se mostraram contrários à cobrança desse imposto, mas hoje brigam para que o senado não aprove e Lula não sancione a mudança aprovada na câmara dos deputados no dia 17/10 ultimo que prevê a autorização por escrito do trabalhador para que o valor possa ser descontado em folha de pagamento.
A princípio, não é completamente ruim a forma como foi aprovado na âmara, pois pode resgatar os sindicatos para a luta uma vez que estas entidades se verão obrigadas a mostrar para que existem se quiserem merecer a confiança dos trabalhadores e assim conseguirem o maior número possível de cartas de autorização para o desconto em folha.
Mas, o ideal mesmo é que o imposto sindical fosse extinto de uma vez por todas, pois contribuiria imensamente para o desatrelamento ideológico do movimento sindical ao Estado e suas instituições e estruturas de exploração dos trabalhadores.
O pagamento do Imposto Sindical, atualmente é obrigatório a todos os trabalhadores, independentemente de serem ou não filiados a sindicato, o equivalente a um dia de trabalho por ano, descontado na folha de pagamento do mês de março de cada ano.
Responda a Enquete que a Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região formulou e dê sua opinião sobre o imposto sindical.
14 outubro, 2007
Fotos da Greve dos Bancários da CEF
Galera, clique no titulo para ver algumas fotos da "Campanha" Salarial / 2007, em São Paulo, na capital.
07 outubro, 2007
O Direito Coletivo se sobrepõe, Naturalmente, ao direito individual
Direito Coletivo e direito individual
O Direito Coletivo se sobrepõe, Naturalmente, ao direito individual
A própria natureza não concebe que qualquer ser humano possa nascer, crescer e se desenvolver sem a atividade coletiva, ou seja, sequer haveria vida e conseqüentemente a LIBERDADE INDIVIDUAL se ela não dependesse da ação coletiva e, a INDIGNIDADE está em não reconhecer essa realidade, em não reconhecer que devemos nossa liberdade individual a muitas pessoas que se uniram e outros tantos que doaram suas próprias liberdades individuais e até mesmo a vida na luta para que hoje todos pudéssemos ter alguma liberdade individual, que ainda depende de muita luta COLETIVA para que um dia ela seja realmente plena.
Lutar COLETIVAMENTE para preservar a liberdade individual e ampliá-la é mais do que respeitar a liberdade individual, é doar-se para que ela seja uma realidade para todos. É a partir desse princípio que o direito individual se subordina ao direito coletivo. É inconcebível que a liberdade individual seja usada como argumento para negar o PRINCÍPIO NATURAL das coisas.
Quanto aos que se sentem ou não explorados ou injustiçados pelo patrão, não é uma questão de sentir ou não sentir, trata-se de um FATO que, embora muitas pessoas não sintam, ele é FATO e é INQUESTIONÁVEL. Muitos sentem, mas optam por não enfrentar, por não entenderem como se dá essa exploração, por sentirem-se fragilizados diante do poder tão grande daquele que o explora e, PRINCIPALMENTE por achar que não encontrarão apoio dos colegas também explorados, mas aguentando calados. Só o diálogo entre os explorados poderá encorajá-los a unir-se para fortalecerem-se para o enfrentamento.
Podemos e devemos nos opor e lutar por mudanças nas leis criadas pelos homens quando estas visam favorecer a acumulação de bens e de poder a uma pequena parcela da humanidade, enquanto à maior parte resta apenas sobreviver com pouco ou mesmo morrer de inanição ou de doenças que poderiam ser curáveis, leis estas que, inclusive, caminham no sentido da destruição do próprio planeta terra. A única lei que é impossível de ser contestada é a Lei da Natureza.
O Direito Coletivo se sobrepõe, Naturalmente, ao direito individual
A própria natureza não concebe que qualquer ser humano possa nascer, crescer e se desenvolver sem a atividade coletiva, ou seja, sequer haveria vida e conseqüentemente a LIBERDADE INDIVIDUAL se ela não dependesse da ação coletiva e, a INDIGNIDADE está em não reconhecer essa realidade, em não reconhecer que devemos nossa liberdade individual a muitas pessoas que se uniram e outros tantos que doaram suas próprias liberdades individuais e até mesmo a vida na luta para que hoje todos pudéssemos ter alguma liberdade individual, que ainda depende de muita luta COLETIVA para que um dia ela seja realmente plena.
Lutar COLETIVAMENTE para preservar a liberdade individual e ampliá-la é mais do que respeitar a liberdade individual, é doar-se para que ela seja uma realidade para todos. É a partir desse princípio que o direito individual se subordina ao direito coletivo. É inconcebível que a liberdade individual seja usada como argumento para negar o PRINCÍPIO NATURAL das coisas.
Quanto aos que se sentem ou não explorados ou injustiçados pelo patrão, não é uma questão de sentir ou não sentir, trata-se de um FATO que, embora muitas pessoas não sintam, ele é FATO e é INQUESTIONÁVEL. Muitos sentem, mas optam por não enfrentar, por não entenderem como se dá essa exploração, por sentirem-se fragilizados diante do poder tão grande daquele que o explora e, PRINCIPALMENTE por achar que não encontrarão apoio dos colegas também explorados, mas aguentando calados. Só o diálogo entre os explorados poderá encorajá-los a unir-se para fortalecerem-se para o enfrentamento.
Podemos e devemos nos opor e lutar por mudanças nas leis criadas pelos homens quando estas visam favorecer a acumulação de bens e de poder a uma pequena parcela da humanidade, enquanto à maior parte resta apenas sobreviver com pouco ou mesmo morrer de inanição ou de doenças que poderiam ser curáveis, leis estas que, inclusive, caminham no sentido da destruição do próprio planeta terra. A única lei que é impossível de ser contestada é a Lei da Natureza.
06 outubro, 2007
Ameaça da Caixa de ir ao TST faz adesão à greve crescer para 80%
05/10/2007
Após ameaça da Caixa, greve cresce e atinge 80%
(São Paulo) A ameaça da Caixa Econômica Federal de ajuizar dissídio coletivo na Justiça do Trabalho, caso os bancários não encerrassem a greve, foi respondida pelos empregados nesta sexta-feira, dia 5, com mais paralisações.
A greve, que começou na quarta-feira com o fechamento de 70% dos postos de trabalho no Brasil inteiro, cresceu e já atinge 80% das agências e departamentos do banco.
Até o final desta sexta-feira, não houve nenhuma sinalização da Caixa para a retomada das negociações, embora os bancários tenham deixado claro na última rodada que apostam num acordo negociado. Sem avanço, os bancários da Caixa devem ampliar a greve ainda mais na segunda-feira.
Confira abaixo como foram as mobilizações na sexta, conforme informações enviadas pelos sindicatos e federações até as 21h.
CENTRO OESTE
A paralisação foi forte em todo o Distrito Federal, atingindo praticamente todas as agências da Caixa, além de grande parte dos prédios administrativos. Na avaliação do Sindicato, a adesão é grande e crescente.
No Mato Grosso, os bancários da Caixa de Cuiabá, Várzea Grande e também do interior do Estado paralisaram mais de 32 unidades de atendimento ligadas à Caixa. Só na capital foram onze agências paradas.
No Mato Grosso do Sul, os bancários mantiveram fechadas todas as dez agências da Caixa e o Escritório de Negócios de Campo Grande. No interior, a greve atingiu as cidades de Dourados, Fátima do Sul, Maracaju, Corumbá, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas.
No Pará e Amapá, os trabalhadores da Caixa ampliaram a greve, que já atinge cerca de 80% da categoria. No Pará, os bancários decidiram reforçar o movimento nas cidades do interior para obter uma adesão massiva em resposta à ameaça da Caixa.
A greve dos bancários também prosseguiu forte no Acre, com novas adesões. Os bancários do Basa no Estado aprovaram a proposta específica e acabaram com a greve.
NORDESTE
As ameaças e tentativas de intimidação por parte da Caixa surtiram efeito contrário ao desejado pelo banco em Pernambuco e ajudaram a fortalecer o movimento. Em todo o Estado, somente duas agências do interior abriram nesta sexta: Salgueiro e Sanharó. Outras seis funcionaram parcialmente. Na capital e Região Metropolitana, todas as agências e postos pararam, o que significa 90% de adesão em todo o estado.
Em Alagoas, os bancários da Caixa fizeram pela manhã um "despacho" de macumba na porta da Filial, onde funciona a superintedência e outros departamentos da empresa. O ato simbólico, lembrando uma das práticas do candomblé, foi um apelo aos orixás, no sentido de quebrar o autoritarismo e a má vontade da diretoria em atender as reivindicações do funcionalismo. A macumba teve tudo que é de direito dos orixás, de pipoca e arruda a galinha e cachaça. A iniciativa ajudou a descontrair os grevistas e a levantar ainda mais o ânimo da paralisação na Filial, que vem sendo um sucesso. O Sindicato dos Bancários prepara outras manifestações parecidas para a próxima semana.
No Maranhão, todas as agências da Caixa Econômica Federal pararam, com exceção de duas que ficam no interior do Estado. Na capital, São Luiz, os bancários participaram em peso do movimento.
Na Bahia, a mobilização continua forte em Salvador e foi ampliada nesta sexta-feira no interior do estado. Os bancários de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, região do Sindicato de Cariri, entraram em greve e engrossaram o movimento. A paralisação prosseguiu forte nas cidades que já haviam aderido, como Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Jequié
A greve no Ceará também continuou forte, com 100% dos bancários envolvidos no movimento.
SUDESTE
A greve dos bancários da Caixa em São Paulo cresceu nesta sexta-feira, com 76% das agências paradas total ou parcialmente. Neste terceiro dia da paralisação, 187 das 247 agências aderiram. Os bancários dos centros administrativos também pararam, com 14 unidades fechadas. Em outros dois, um em Osasco e um na região Sul, a mobilização foi parcial. Segundo dados do Sindicato, a greve cresce a cada dia. Na quarta, foram 3,5 mil bancários de braços cruzados, número que subiu para 4,5 mil na quinta e para 4,8 mil nesta sexta. A Caixa tem 8 mil na capital paulista e na região de Osasco. No interior do Estado, a greve continuou forte em todas as regiões: Grande ABC, Baixada Santista, Campinas, Catanduva, Araçatuba, Araraquara, Assis, Barretos, Bauru, Bragança Paulista, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Taubaté, Tupã e Votuporanga.
No Rio de Janeiro, os bancários também ampliaram a mobilização e pararam quase 100% das agências da Caixa na capital. A greve também cresceu no interior, Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos dos Goytacazes, Itaguaí, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo, Parati, Petrópolis, Seropédica, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios.
Os bancários da Caixa em Belo Horizonte pararam cerca de 90% das agências e departamentos da capital mineira e da região metropolitana, além das cidades de Congonhas, Itaúna, Mateus Leme, Pará de Minas, Pitangui e Sete Lagoas, todas da base do Sindicato de BH. No interior, a greve foi forte em Juiz de Fora, Uberaba, Patos de Minas e Teófilo Otoni.
No Espírito Santo, os bancários pararam 48 unidades, entre agências e postos de atendimento, cinco a mais do que ontem. Aderiram ao movimento os bancários das agências de Aracruz, Barra de São Francisco, João Neiva, Mimoso do Sul e São José do Calçado. Permaneceram paralisadas todas as 25 agências da Grande Vitória e as unidades de Colatina e São Silvano, Linhares, Nova Venécia, São Gabriel da Palha, São Mateus, Alegre, três unidades de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Domingos Martins, Guaçuí, Guarapari, Iúna, Itapemirim, Muqui e Anchieta. Na capital também estão em greve os funcionários de todos os departamentos que funcionam no edifício Castelo Branco, no Centro de Vitória. No prédio da Enseada do Sua, a paralisação foi parcial.
SUL
Subiu para 96 o número de unidades da Caixa Econômica Federal fechadas no Paraná nesta sexta-feira. No terceiro dia de greve dos bancários, a novidade foi a adesão de todos os trabalhadores na Caixa na região de Arapoti e das agências de Guaíra e da Justiça Federal em Guarapuava. No total, são mais de 3.500 bancários em greve, o que significa paralisação em 98% dos municípios. Na Região Metropolitana de Curitiba, as atividades de 47 agências e três centros administrativos foram paralisadas. Também aderiu ao movimento a maioria dos 16 postos de atendimento. Na região, a única agência que abriu foi a da Lapa. No interior a greve foi forte em Arapongas, Cambé, Rolândia, Ibiporã, Assai, Porecatu, Londrina, Bandeirantes, Cornélio Procópio, Cambará, Jacarezinho, Santo Antonio da Platina, Umuarama, Assis Chateubriand, Guaíra, Iporã, Paranavaí, Apucarana, Jandaia do Sul, Ivaiporã, Ribeirão Claro, Siqueira Campos, Ibaiti, Wenceslau Braz, Jaguariaíva, Arapoti, Campo Mourão, Mamborê, Guarapuava, Pitanga, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Palotina.
Em Santa Catarina, a greve na Caixa também foi ampliada. Todas as agências de Florianópolis fecharam. No Besc, a paralisação também foi forte. A greve se manteve no interior do Estado, com 100% de adesão em Concórdia, Criciúma e Chapecó.
A greve dos bancários também é forte em todo Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre e na região metropolitana, mais de 90% das agências e postos ficaram fechados, de um total de 55 agências e postos bancários. Na capital, funcionou apenas a agência do Bourbon Ipiranga. Os funcionários preparam uma passeata na próxima terça-feira, dia 9, para chamar a atenção da sociedade para o descaso do banco e para a ameaça de ajuizar dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) em função da paralisação. No interior, a greve atinge as cidades de Cachoeira do Sul, Camaquã, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Guaporé, Horizontina, Ijuí, Lajeado, Litoral Norte, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rosário do Sul, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santo Ângelo, São Borja, São Leopoldo, Uruguaiana, Vacaria e Vale do Paranhana.
Fonte: Contraf-CUT, com federações e sindicatos
Após ameaça da Caixa, greve cresce e atinge 80%
(São Paulo) A ameaça da Caixa Econômica Federal de ajuizar dissídio coletivo na Justiça do Trabalho, caso os bancários não encerrassem a greve, foi respondida pelos empregados nesta sexta-feira, dia 5, com mais paralisações.
A greve, que começou na quarta-feira com o fechamento de 70% dos postos de trabalho no Brasil inteiro, cresceu e já atinge 80% das agências e departamentos do banco.
Até o final desta sexta-feira, não houve nenhuma sinalização da Caixa para a retomada das negociações, embora os bancários tenham deixado claro na última rodada que apostam num acordo negociado. Sem avanço, os bancários da Caixa devem ampliar a greve ainda mais na segunda-feira.
Confira abaixo como foram as mobilizações na sexta, conforme informações enviadas pelos sindicatos e federações até as 21h.
CENTRO OESTE
A paralisação foi forte em todo o Distrito Federal, atingindo praticamente todas as agências da Caixa, além de grande parte dos prédios administrativos. Na avaliação do Sindicato, a adesão é grande e crescente.
No Mato Grosso, os bancários da Caixa de Cuiabá, Várzea Grande e também do interior do Estado paralisaram mais de 32 unidades de atendimento ligadas à Caixa. Só na capital foram onze agências paradas.
No Mato Grosso do Sul, os bancários mantiveram fechadas todas as dez agências da Caixa e o Escritório de Negócios de Campo Grande. No interior, a greve atingiu as cidades de Dourados, Fátima do Sul, Maracaju, Corumbá, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas.
No Pará e Amapá, os trabalhadores da Caixa ampliaram a greve, que já atinge cerca de 80% da categoria. No Pará, os bancários decidiram reforçar o movimento nas cidades do interior para obter uma adesão massiva em resposta à ameaça da Caixa.
A greve dos bancários também prosseguiu forte no Acre, com novas adesões. Os bancários do Basa no Estado aprovaram a proposta específica e acabaram com a greve.
NORDESTE
As ameaças e tentativas de intimidação por parte da Caixa surtiram efeito contrário ao desejado pelo banco em Pernambuco e ajudaram a fortalecer o movimento. Em todo o Estado, somente duas agências do interior abriram nesta sexta: Salgueiro e Sanharó. Outras seis funcionaram parcialmente. Na capital e Região Metropolitana, todas as agências e postos pararam, o que significa 90% de adesão em todo o estado.
Em Alagoas, os bancários da Caixa fizeram pela manhã um "despacho" de macumba na porta da Filial, onde funciona a superintedência e outros departamentos da empresa. O ato simbólico, lembrando uma das práticas do candomblé, foi um apelo aos orixás, no sentido de quebrar o autoritarismo e a má vontade da diretoria em atender as reivindicações do funcionalismo. A macumba teve tudo que é de direito dos orixás, de pipoca e arruda a galinha e cachaça. A iniciativa ajudou a descontrair os grevistas e a levantar ainda mais o ânimo da paralisação na Filial, que vem sendo um sucesso. O Sindicato dos Bancários prepara outras manifestações parecidas para a próxima semana.
No Maranhão, todas as agências da Caixa Econômica Federal pararam, com exceção de duas que ficam no interior do Estado. Na capital, São Luiz, os bancários participaram em peso do movimento.
Na Bahia, a mobilização continua forte em Salvador e foi ampliada nesta sexta-feira no interior do estado. Os bancários de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, região do Sindicato de Cariri, entraram em greve e engrossaram o movimento. A paralisação prosseguiu forte nas cidades que já haviam aderido, como Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Jequié
A greve no Ceará também continuou forte, com 100% dos bancários envolvidos no movimento.
SUDESTE
A greve dos bancários da Caixa em São Paulo cresceu nesta sexta-feira, com 76% das agências paradas total ou parcialmente. Neste terceiro dia da paralisação, 187 das 247 agências aderiram. Os bancários dos centros administrativos também pararam, com 14 unidades fechadas. Em outros dois, um em Osasco e um na região Sul, a mobilização foi parcial. Segundo dados do Sindicato, a greve cresce a cada dia. Na quarta, foram 3,5 mil bancários de braços cruzados, número que subiu para 4,5 mil na quinta e para 4,8 mil nesta sexta. A Caixa tem 8 mil na capital paulista e na região de Osasco. No interior do Estado, a greve continuou forte em todas as regiões: Grande ABC, Baixada Santista, Campinas, Catanduva, Araçatuba, Araraquara, Assis, Barretos, Bauru, Bragança Paulista, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Taubaté, Tupã e Votuporanga.
No Rio de Janeiro, os bancários também ampliaram a mobilização e pararam quase 100% das agências da Caixa na capital. A greve também cresceu no interior, Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos dos Goytacazes, Itaguaí, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo, Parati, Petrópolis, Seropédica, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios.
Os bancários da Caixa em Belo Horizonte pararam cerca de 90% das agências e departamentos da capital mineira e da região metropolitana, além das cidades de Congonhas, Itaúna, Mateus Leme, Pará de Minas, Pitangui e Sete Lagoas, todas da base do Sindicato de BH. No interior, a greve foi forte em Juiz de Fora, Uberaba, Patos de Minas e Teófilo Otoni.
No Espírito Santo, os bancários pararam 48 unidades, entre agências e postos de atendimento, cinco a mais do que ontem. Aderiram ao movimento os bancários das agências de Aracruz, Barra de São Francisco, João Neiva, Mimoso do Sul e São José do Calçado. Permaneceram paralisadas todas as 25 agências da Grande Vitória e as unidades de Colatina e São Silvano, Linhares, Nova Venécia, São Gabriel da Palha, São Mateus, Alegre, três unidades de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Domingos Martins, Guaçuí, Guarapari, Iúna, Itapemirim, Muqui e Anchieta. Na capital também estão em greve os funcionários de todos os departamentos que funcionam no edifício Castelo Branco, no Centro de Vitória. No prédio da Enseada do Sua, a paralisação foi parcial.
SUL
Subiu para 96 o número de unidades da Caixa Econômica Federal fechadas no Paraná nesta sexta-feira. No terceiro dia de greve dos bancários, a novidade foi a adesão de todos os trabalhadores na Caixa na região de Arapoti e das agências de Guaíra e da Justiça Federal em Guarapuava. No total, são mais de 3.500 bancários em greve, o que significa paralisação em 98% dos municípios. Na Região Metropolitana de Curitiba, as atividades de 47 agências e três centros administrativos foram paralisadas. Também aderiu ao movimento a maioria dos 16 postos de atendimento. Na região, a única agência que abriu foi a da Lapa. No interior a greve foi forte em Arapongas, Cambé, Rolândia, Ibiporã, Assai, Porecatu, Londrina, Bandeirantes, Cornélio Procópio, Cambará, Jacarezinho, Santo Antonio da Platina, Umuarama, Assis Chateubriand, Guaíra, Iporã, Paranavaí, Apucarana, Jandaia do Sul, Ivaiporã, Ribeirão Claro, Siqueira Campos, Ibaiti, Wenceslau Braz, Jaguariaíva, Arapoti, Campo Mourão, Mamborê, Guarapuava, Pitanga, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Palotina.
Em Santa Catarina, a greve na Caixa também foi ampliada. Todas as agências de Florianópolis fecharam. No Besc, a paralisação também foi forte. A greve se manteve no interior do Estado, com 100% de adesão em Concórdia, Criciúma e Chapecó.
A greve dos bancários também é forte em todo Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre e na região metropolitana, mais de 90% das agências e postos ficaram fechados, de um total de 55 agências e postos bancários. Na capital, funcionou apenas a agência do Bourbon Ipiranga. Os funcionários preparam uma passeata na próxima terça-feira, dia 9, para chamar a atenção da sociedade para o descaso do banco e para a ameaça de ajuizar dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) em função da paralisação. No interior, a greve atinge as cidades de Cachoeira do Sul, Camaquã, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Guaporé, Horizontina, Ijuí, Lajeado, Litoral Norte, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rosário do Sul, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santo Ângelo, São Borja, São Leopoldo, Uruguaiana, Vacaria e Vale do Paranhana.
Fonte: Contraf-CUT, com federações e sindicatos
05 outubro, 2007
O fura-greve
Acima do direito INDIVIDUAL do “fura-greve” está o direito COLETIVO dos Trabalhadores em greve.
O “fura-greve” SABE que a decisão de uma Assembléia se sobrepõe à decisão individual, mas, simplesmente recusa-se a participar das Assembléias cuja pauta seja a deflagração de greve, achando, talvez, que com isso ficará isento de acatar suas deliberações. Ele SABE que, recusando-se a participar da Assembléia, aceita tacitamente que outras pessoas decidam por ela.
O “fura-greve” SABE que a greve é um DIREITO e um instrumento LEGÍTIMO de reivindicação dos trabalhadores na relação capital X trabalho, onde o lado mais fraco é o trabalhador e que daí nasce a necessidade da união de todos os trabalhadores, para ao menos minimizar a brutal desigualdade na correlação de forças.
O “fura-greve” SABE que sua atitude de furar a greve enfraquece, dificulta e desgasta a luta dos colegas grevistas, diminui as possibilidades de um resultado melhor para todos e aumenta as possibilidades de punições injustas sobre os colegas em greve.
O “fura-greve” SABE o quanto sua atitude de furar a greve colabora com o patrão que o explora e para a CONTINUIDADE dessa situação injusta.
A única coisa que talvez o “fura-greve” NÃO SAIBA é que ele, ao DESRESPEITAR a decisão da maioria de uma assembléia de deflagrar greve, ESTÁ DESRESPEITANDO A SI MESMO, pois, furar greve significa ACEITAR PASSIVAMENTE o desrespeito e a injustiça do patrão sobre ele e sobre os demais colegas, significa abrir mão da própria dignidade.
Por fim, espero que a leitura desse texto não ofenda os que furam greve, mas possa fazer com que o “fura-greve” reflita sobre sua atitude, reveja seus conceitos e passe a somar forças com os grevistas. Ainda que o resultado final da greve seja uma incógnita, certo é que a quem luta solidariamente com os demais colegas sempre ficará preservado o incomparável valor da dignidade.
O “fura-greve” SABE que a decisão de uma Assembléia se sobrepõe à decisão individual, mas, simplesmente recusa-se a participar das Assembléias cuja pauta seja a deflagração de greve, achando, talvez, que com isso ficará isento de acatar suas deliberações. Ele SABE que, recusando-se a participar da Assembléia, aceita tacitamente que outras pessoas decidam por ela.
O “fura-greve” SABE que a greve é um DIREITO e um instrumento LEGÍTIMO de reivindicação dos trabalhadores na relação capital X trabalho, onde o lado mais fraco é o trabalhador e que daí nasce a necessidade da união de todos os trabalhadores, para ao menos minimizar a brutal desigualdade na correlação de forças.
O “fura-greve” SABE que sua atitude de furar a greve enfraquece, dificulta e desgasta a luta dos colegas grevistas, diminui as possibilidades de um resultado melhor para todos e aumenta as possibilidades de punições injustas sobre os colegas em greve.
O “fura-greve” SABE o quanto sua atitude de furar a greve colabora com o patrão que o explora e para a CONTINUIDADE dessa situação injusta.
A única coisa que talvez o “fura-greve” NÃO SAIBA é que ele, ao DESRESPEITAR a decisão da maioria de uma assembléia de deflagrar greve, ESTÁ DESRESPEITANDO A SI MESMO, pois, furar greve significa ACEITAR PASSIVAMENTE o desrespeito e a injustiça do patrão sobre ele e sobre os demais colegas, significa abrir mão da própria dignidade.
Por fim, espero que a leitura desse texto não ofenda os que furam greve, mas possa fazer com que o “fura-greve” reflita sobre sua atitude, reveja seus conceitos e passe a somar forças com os grevistas. Ainda que o resultado final da greve seja uma incógnita, certo é que a quem luta solidariamente com os demais colegas sempre ficará preservado o incomparável valor da dignidade.
03 outubro, 2007
Parabéns bancários da CEF
Na Assembléia de Mogi das Cruzes foi aprovada greve por tempo
indeterminado apenas na CEF.
As votações foram separadas. Primeiro foi votada só pelos bancos
privados que aprovaram a propost apor unanimidade cerca de 30
bancários. Depois foi a vez do BB que tinha a gerência em peso, uns
trinta, na assembléia e votaram pela aceitação da proposta mas pelo
menos três bancários preferiram se abster intimidados prela presença
massiva dos gerentes. Por último ficou a votação dos bancários da CEF
que eram uns 90 na Assembléia e com apenas três abstenções aprovamos a
greve por tempo indeterminado. Com a força da mobilização dos bancários
da CEF em todo o país podemos avançar para o rompimento com a mesa única,
a reposição de perdas, necessidade de eleger bancários de base para compor
a comissão de negociação e a contratação de mais funcionários.
indeterminado apenas na CEF.
As votações foram separadas. Primeiro foi votada só pelos bancos
privados que aprovaram a propost apor unanimidade cerca de 30
bancários. Depois foi a vez do BB que tinha a gerência em peso, uns
trinta, na assembléia e votaram pela aceitação da proposta mas pelo
menos três bancários preferiram se abster intimidados prela presença
massiva dos gerentes. Por último ficou a votação dos bancários da CEF
que eram uns 90 na Assembléia e com apenas três abstenções aprovamos a
greve por tempo indeterminado. Com a força da mobilização dos bancários
da CEF em todo o país podemos avançar para o rompimento com a mesa única,
a reposição de perdas, necessidade de eleger bancários de base para compor
a comissão de negociação e a contratação de mais funcionários.
01 outubro, 2007
Prevenção contra possíveis manobras
Colegas da CEF e do Banco do Brasil
Sinto-me na obrigação de prevenir aos bancários da CEF e do BB sobre o que poderá acontecer nas assembléias de amanhã. Com a nova proposta que a Fenaban apresentou (conforme descrito abaixo extraído do site da Contraf/CUT) poderá acontecer de os sindicatos "contraficustistas" orientarem a aprovação nas assembleias que ocorrerão amanhã em todo o Brasil. Essa proposta é irrisória até mesmo para os bancários privados, portanto temos que ficar prevenidos para as possíveis manobras que virão. Torço para que eu esteja enganado, mas nunca é demais se prevenir. Nossa única chance de atrapalharmos qualquer manobra que possa acontecer é comparecendo massivamente nas assembléias para rejeitarmos a proposta apresentada.
Se nenhum banco teve lucro líquido abaixo de 20%, por quê vamos aceitar um reajuste de apenas 6%?
Mauro Aguiar
Fenaban avança na proposta
Reajuste de 6% sobre salários e benefícios (o que siginica aumento real para inflação de 4,82%), incorporação da 13ª. Cesta-alimentação na Convenção Coletiva e melhora na PLR são alguns dos pontos
Na negociação extraordinária que aconteceu nesta segunda-feira a pedido dos bancos, os representantes da Fenaban apresentaram nova proposta econômica. Entre os principais pontos estão reajuste de salários e benefícios com aumento real (6% contra inflação de 4,82% no período), pagamento da 13ª. Cesta-Alimentação no valor de R$ 252,36, incorporada a partir de agora na Convenção Coletiva Nacional, e melhora na Participação nos Lucros e Resultados.
No caso da PLR, a regra básica seria de 80% dos salários mais R$ 878, com parcela adicional de 8% da variação do lucro líquido do banco entre 2006 e 2007. Para os bancos em que o lucro aumentou mais de 15%, ficaria garantido o mínimo de R$ 1.200 e o máximo de R$ 1.800.
Em caso de aprovação nas assembléias, o pagamento da primeira parcela da PLR aconteceria em 10 dias da assinatura. As diferenças salariais e sobre os benefícios seriam pagas na folha de novembro. O Comando Nacional está avaliando a proposta e deve soltar em breve sua recomendação.
Fonte: Contraf-CUT
Sinto-me na obrigação de prevenir aos bancários da CEF e do BB sobre o que poderá acontecer nas assembléias de amanhã. Com a nova proposta que a Fenaban apresentou (conforme descrito abaixo extraído do site da Contraf/CUT) poderá acontecer de os sindicatos "contraficustistas" orientarem a aprovação nas assembleias que ocorrerão amanhã em todo o Brasil. Essa proposta é irrisória até mesmo para os bancários privados, portanto temos que ficar prevenidos para as possíveis manobras que virão. Torço para que eu esteja enganado, mas nunca é demais se prevenir. Nossa única chance de atrapalharmos qualquer manobra que possa acontecer é comparecendo massivamente nas assembléias para rejeitarmos a proposta apresentada.
Se nenhum banco teve lucro líquido abaixo de 20%, por quê vamos aceitar um reajuste de apenas 6%?
Mauro Aguiar
Fenaban avança na proposta
Reajuste de 6% sobre salários e benefícios (o que siginica aumento real para inflação de 4,82%), incorporação da 13ª. Cesta-alimentação na Convenção Coletiva e melhora na PLR são alguns dos pontos
Na negociação extraordinária que aconteceu nesta segunda-feira a pedido dos bancos, os representantes da Fenaban apresentaram nova proposta econômica. Entre os principais pontos estão reajuste de salários e benefícios com aumento real (6% contra inflação de 4,82% no período), pagamento da 13ª. Cesta-Alimentação no valor de R$ 252,36, incorporada a partir de agora na Convenção Coletiva Nacional, e melhora na Participação nos Lucros e Resultados.
No caso da PLR, a regra básica seria de 80% dos salários mais R$ 878, com parcela adicional de 8% da variação do lucro líquido do banco entre 2006 e 2007. Para os bancos em que o lucro aumentou mais de 15%, ficaria garantido o mínimo de R$ 1.200 e o máximo de R$ 1.800.
Em caso de aprovação nas assembléias, o pagamento da primeira parcela da PLR aconteceria em 10 dias da assinatura. As diferenças salariais e sobre os benefícios seriam pagas na folha de novembro. O Comando Nacional está avaliando a proposta e deve soltar em breve sua recomendação.
Fonte: Contraf-CUT
Os tipos de fura-greves
Sempre que uma greve é deflagrada, sempre há os que resolvem furar a greve.
Aqui vai uma singela homenagem a esses “bravos” puxa-sacos, traidores da categoria a que pertencem, ignóbeis, muito úteis aos interesses dos patrões.
O tímido: é aquele que passa caladinho pelo piquete, de cabeça baixa, pois tem vergonha de sua própria covardia ou incompetência.
O angustiado: é aquele que não consegue deixar de furar a greve, mas também não consegue trabalhar por ficar o tempo todo pensando na besteira que está fazendo.
O neurótico: é aquele que perde completamente o controle emocional quando é barrado num piquete e parte pra briga com os grevistas.
O dissimulado: é aquele que antes de furar um piquete, pára, conversa com os grevistas e ri sozinho das próprias piadas que conta.
O chorão: é aquele que abre o berreiro é pede “por favor” aos grevistas para que o deixem entrar para trabalhar.
O revoltado: é aquele que finge estar descontente com o patrão, reclama com os colegas, mas quando começa a greve é o primeiro a sabotá-la.
O enrustido: é aquele que chega mais cedo só para não ter que passar pelo piquete e, lá dentro fica se escondendo atrás dos móveis para não ser visto pelos grevistas.
O puxa-saco: é aquele que adora furar a greve só porque vai ter mais tempo e privacidade para bajular o patrão e falar mal dos colegas.
O carreirista: é aquele que fura a greve só porque tem uma função de confiança ou porque o patrão lhe prometeu uma promoção.
O incompetente: é aquele que fura a greve porque tem medo de ser demitido.
O chantagista: é aquele que tem coragem até de inventar que a mãe morreu para comover os grevistas para deixá-lo entrar para o trabalho.
O vagabundo: é aquele que fura a greve, mas adora que os colegas a façam para ter desculpa para não trabalhar.
O parasita: é aquele que fura a greve, mas adora quando seu salário vem com o aumento conquistado pelos grevistas.
O dedo-duro: é aquele que fura a greve e fica observando a movimentação dos grevistas para informar ao chefe.
Há características que são comuns a qualquer tipo de fura-greve. Eles são mesquinhos, egoístas, individualistas, hipócritas, covardes, oportunistas e traiçoeiros.
Lembre-se, acima do direito individual do fura-greve está o direito coletivo dos trabalhadores em greve.
Aqui vai uma singela homenagem a esses “bravos” puxa-sacos, traidores da categoria a que pertencem, ignóbeis, muito úteis aos interesses dos patrões.
O tímido: é aquele que passa caladinho pelo piquete, de cabeça baixa, pois tem vergonha de sua própria covardia ou incompetência.
O angustiado: é aquele que não consegue deixar de furar a greve, mas também não consegue trabalhar por ficar o tempo todo pensando na besteira que está fazendo.
O neurótico: é aquele que perde completamente o controle emocional quando é barrado num piquete e parte pra briga com os grevistas.
O dissimulado: é aquele que antes de furar um piquete, pára, conversa com os grevistas e ri sozinho das próprias piadas que conta.
O chorão: é aquele que abre o berreiro é pede “por favor” aos grevistas para que o deixem entrar para trabalhar.
O revoltado: é aquele que finge estar descontente com o patrão, reclama com os colegas, mas quando começa a greve é o primeiro a sabotá-la.
O enrustido: é aquele que chega mais cedo só para não ter que passar pelo piquete e, lá dentro fica se escondendo atrás dos móveis para não ser visto pelos grevistas.
O puxa-saco: é aquele que adora furar a greve só porque vai ter mais tempo e privacidade para bajular o patrão e falar mal dos colegas.
O carreirista: é aquele que fura a greve só porque tem uma função de confiança ou porque o patrão lhe prometeu uma promoção.
O incompetente: é aquele que fura a greve porque tem medo de ser demitido.
O chantagista: é aquele que tem coragem até de inventar que a mãe morreu para comover os grevistas para deixá-lo entrar para o trabalho.
O vagabundo: é aquele que fura a greve, mas adora que os colegas a façam para ter desculpa para não trabalhar.
O parasita: é aquele que fura a greve, mas adora quando seu salário vem com o aumento conquistado pelos grevistas.
O dedo-duro: é aquele que fura a greve e fica observando a movimentação dos grevistas para informar ao chefe.
Há características que são comuns a qualquer tipo de fura-greve. Eles são mesquinhos, egoístas, individualistas, hipócritas, covardes, oportunistas e traiçoeiros.
Lembre-se, acima do direito individual do fura-greve está o direito coletivo dos trabalhadores em greve.
30 setembro, 2007
ESCLARECIMENTO À POPULAÇAO
O por que da Greve dos Bancários
Bancos lucram como nunca e quem paga são os bancários e a população
A greve nacional dos bancários poderá iniciar em 03/10
Nunca na historia os bancos bateram tantos recordes consecutivos de lucros. Nos últimos quatro anos os bancos têm aumentado consecutivamente seus lucros em média 30%. Neste ano todos os bancos aumentaram seus lucros em mais de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto isso a população continua sofrendo nas filas intermináveis e com as altas taxas, tarifas, juros e multas cobradas e os bancários vivem um verdadeiro inferno com o assédio moral pelo cumprimento de metas de venda, com as perdas salariais que se acumulam ano a ano, com os assaltos, com as demissões imotivadas, com a extrapolação de jornada de trabalho e com falta de compromisso dos bancos para com a população, com os bancários e com o país ao não contratarem mais funcionários para atenderem melhor a população e gerar empregos.
Hoje o salário do bancário vale a metade do que valia há treze anos atrás, quando foi instituído o plano Real, por que os reajustes salariais nesses treze anos não acompanharam a inflação. Essa é a realidade dos bancários e da maior parte da população brasileira. Por isso, nós bancários vamos à luta por nós e pelo respeito que a população merece e há muito tempo não recebe por parte dos bancos.
Já fizemos uma paralisação de advertência de 24 horas na sexta-feira, dia 28 de setembro e se os bancos não se sensibilizarem poderemos iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir do dia 03 de outubro. A população merece esse esclarecimento. Contamos com o apoio de toda a população. Pedimos desculpas à população pelo transtorno inevitável, muito embora a culpa seja dos banqueiros e do governo federal.
Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região
Bancos lucram como nunca e quem paga são os bancários e a população
A greve nacional dos bancários poderá iniciar em 03/10
Nunca na historia os bancos bateram tantos recordes consecutivos de lucros. Nos últimos quatro anos os bancos têm aumentado consecutivamente seus lucros em média 30%. Neste ano todos os bancos aumentaram seus lucros em mais de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto isso a população continua sofrendo nas filas intermináveis e com as altas taxas, tarifas, juros e multas cobradas e os bancários vivem um verdadeiro inferno com o assédio moral pelo cumprimento de metas de venda, com as perdas salariais que se acumulam ano a ano, com os assaltos, com as demissões imotivadas, com a extrapolação de jornada de trabalho e com falta de compromisso dos bancos para com a população, com os bancários e com o país ao não contratarem mais funcionários para atenderem melhor a população e gerar empregos.
Hoje o salário do bancário vale a metade do que valia há treze anos atrás, quando foi instituído o plano Real, por que os reajustes salariais nesses treze anos não acompanharam a inflação. Essa é a realidade dos bancários e da maior parte da população brasileira. Por isso, nós bancários vamos à luta por nós e pelo respeito que a população merece e há muito tempo não recebe por parte dos bancos.
Já fizemos uma paralisação de advertência de 24 horas na sexta-feira, dia 28 de setembro e se os bancos não se sensibilizarem poderemos iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir do dia 03 de outubro. A população merece esse esclarecimento. Contamos com o apoio de toda a população. Pedimos desculpas à população pelo transtorno inevitável, muito embora a culpa seja dos banqueiros e do governo federal.
Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região
Os lucros dos bancos sobem, o salário dos bancários descem
É bom lembrar que nos últimos 4 anos
todos os bancos tem tido aumentos nos
lucros em média 30% acima de recordes
dos anos anteriores e os reajustes
salariais tem sido muito, muito, muito
aquém desses aumentos de rentabilidade.
Conclui-se daí que ano a ano aumenta
também o lucro líquido dos bancos sobre
a despesa com a folha de pagamento.
Ao mesmo tempo não vemos o retorno disso
em geração de emprego e melhorias nas
condições de trabalho dos bancários, o
que, consequentemente traduz-se na
continuidade do mal atendimento à população
usuária dos bancos.
Ou fazemos agora um movimento muito forte
para recuperarmos perdas passadas ou quando
chegar o tempo de vacas magras os "pobres"
banqueiros terão mais desculpas para se
recusarem a reajustar nossos salários.
todos os bancos tem tido aumentos nos
lucros em média 30% acima de recordes
dos anos anteriores e os reajustes
salariais tem sido muito, muito, muito
aquém desses aumentos de rentabilidade.
Conclui-se daí que ano a ano aumenta
também o lucro líquido dos bancos sobre
a despesa com a folha de pagamento.
Ao mesmo tempo não vemos o retorno disso
em geração de emprego e melhorias nas
condições de trabalho dos bancários, o
que, consequentemente traduz-se na
continuidade do mal atendimento à população
usuária dos bancos.
Ou fazemos agora um movimento muito forte
para recuperarmos perdas passadas ou quando
chegar o tempo de vacas magras os "pobres"
banqueiros terão mais desculpas para se
recusarem a reajustar nossos salários.
24 setembro, 2007
Todos às Assembléias para impor a vontade da base bancária
Neste ano 3 sindicatos, Rio Grande do Norte, Maranhão e Bauru entregaram outra pauta, tanto na Fenaban, quanto no BB e na CEF, exigindo o fim da mesa única. As assembléias que acontecem essa semana tem que exigir a votação de pauta. Rejeitar a farsa da mesa única, não aceitar a reivindicação rebaixada de 10 % que legitima a negociação rebaixada e eleger nas assembléias de base quem vai negociar em nome da categoria.
Que o bancário decida, chega de manobras dos sindicalistas governistas amigos dos banqueiros.
Esse é o desafio : preparar a greve para derrotar os banqueiros, o governo e seus amigos da CONTRAF/CUT.
PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DA NOSSA PAUTA:
29,27 % de reajuste para todos os bancários;
Fim da mesa única
Negociação das perdas especificas do BB (89,31%) e da CEF (100,93%);
Isonomia de salários e direitos;
Jornada de 6 horas para todos! Chega de estrapolação de jornada!
PLR – 25 % do lucro distribuído de forma linear para todos
Não à comissão sobre tarifas, que divide a categoria e explora a população
Fim da mesa única
Fim das metas e do assédio moral
Que o bancário decida, chega de manobras dos sindicalistas governistas amigos dos banqueiros.
Esse é o desafio : preparar a greve para derrotar os banqueiros, o governo e seus amigos da CONTRAF/CUT.
PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DA NOSSA PAUTA:
29,27 % de reajuste para todos os bancários;
Fim da mesa única
Negociação das perdas especificas do BB (89,31%) e da CEF (100,93%);
Isonomia de salários e direitos;
Jornada de 6 horas para todos! Chega de estrapolação de jornada!
PLR – 25 % do lucro distribuído de forma linear para todos
Não à comissão sobre tarifas, que divide a categoria e explora a população
Fim da mesa única
Fim das metas e do assédio moral
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