Criado em 1943, o imposto sindical pode ser um instrumento de perpetuação de dirigentes sindicais no poder e favorece ao "peleguismo" uma vez que é com esse imposto que muitos sindicatos mantém atividades assistencialistas deixando para segundo plano o que deveria ser a principal função do sindicato: a organização da luta dos trabalhadores.
Mais grave ainda é que esse imposto causa a dependencia financeira que leva à dependência ideológica e a perda de autonomia e identidade de classe frente aos patrões e ao estado.
Historicamente, a CUT, a Força Sindical, o PT sempre se mostraram contrários à cobrança desse imposto, mas hoje brigam para que o senado não aprove e Lula não sancione a mudança aprovada na câmara dos deputados no dia 17/10 ultimo que prevê a autorização por escrito do trabalhador para que o valor possa ser descontado em folha de pagamento.
A princípio, não é completamente ruim a forma como foi aprovado na âmara, pois pode resgatar os sindicatos para a luta uma vez que estas entidades se verão obrigadas a mostrar para que existem se quiserem merecer a confiança dos trabalhadores e assim conseguirem o maior número possível de cartas de autorização para o desconto em folha.
Mas, o ideal mesmo é que o imposto sindical fosse extinto de uma vez por todas, pois contribuiria imensamente para o desatrelamento ideológico do movimento sindical ao Estado e suas instituições e estruturas de exploração dos trabalhadores.
O pagamento do Imposto Sindical, atualmente é obrigatório a todos os trabalhadores, independentemente de serem ou não filiados a sindicato, o equivalente a um dia de trabalho por ano, descontado na folha de pagamento do mês de março de cada ano.
Responda a Enquete que a Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região formulou e dê sua opinião sobre o imposto sindical.
A oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região tem por objetivos, juntamente com a Oposição Bancária Nacional, resgatar a autonomia e independência frente a governos, partidos e patrões, há muito deixados de lado pelo movimento sindical da CUT e colocar novamente os sindicatos a favor da luta dos trabalhadores.
AGORA É GREVE!
Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!
NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS
GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!
27 outubro, 2007
14 outubro, 2007
Fotos da Greve dos Bancários da CEF
Galera, clique no titulo para ver algumas fotos da "Campanha" Salarial / 2007, em São Paulo, na capital.
07 outubro, 2007
O Direito Coletivo se sobrepõe, Naturalmente, ao direito individual
Direito Coletivo e direito individual
O Direito Coletivo se sobrepõe, Naturalmente, ao direito individual
A própria natureza não concebe que qualquer ser humano possa nascer, crescer e se desenvolver sem a atividade coletiva, ou seja, sequer haveria vida e conseqüentemente a LIBERDADE INDIVIDUAL se ela não dependesse da ação coletiva e, a INDIGNIDADE está em não reconhecer essa realidade, em não reconhecer que devemos nossa liberdade individual a muitas pessoas que se uniram e outros tantos que doaram suas próprias liberdades individuais e até mesmo a vida na luta para que hoje todos pudéssemos ter alguma liberdade individual, que ainda depende de muita luta COLETIVA para que um dia ela seja realmente plena.
Lutar COLETIVAMENTE para preservar a liberdade individual e ampliá-la é mais do que respeitar a liberdade individual, é doar-se para que ela seja uma realidade para todos. É a partir desse princípio que o direito individual se subordina ao direito coletivo. É inconcebível que a liberdade individual seja usada como argumento para negar o PRINCÍPIO NATURAL das coisas.
Quanto aos que se sentem ou não explorados ou injustiçados pelo patrão, não é uma questão de sentir ou não sentir, trata-se de um FATO que, embora muitas pessoas não sintam, ele é FATO e é INQUESTIONÁVEL. Muitos sentem, mas optam por não enfrentar, por não entenderem como se dá essa exploração, por sentirem-se fragilizados diante do poder tão grande daquele que o explora e, PRINCIPALMENTE por achar que não encontrarão apoio dos colegas também explorados, mas aguentando calados. Só o diálogo entre os explorados poderá encorajá-los a unir-se para fortalecerem-se para o enfrentamento.
Podemos e devemos nos opor e lutar por mudanças nas leis criadas pelos homens quando estas visam favorecer a acumulação de bens e de poder a uma pequena parcela da humanidade, enquanto à maior parte resta apenas sobreviver com pouco ou mesmo morrer de inanição ou de doenças que poderiam ser curáveis, leis estas que, inclusive, caminham no sentido da destruição do próprio planeta terra. A única lei que é impossível de ser contestada é a Lei da Natureza.
O Direito Coletivo se sobrepõe, Naturalmente, ao direito individual
A própria natureza não concebe que qualquer ser humano possa nascer, crescer e se desenvolver sem a atividade coletiva, ou seja, sequer haveria vida e conseqüentemente a LIBERDADE INDIVIDUAL se ela não dependesse da ação coletiva e, a INDIGNIDADE está em não reconhecer essa realidade, em não reconhecer que devemos nossa liberdade individual a muitas pessoas que se uniram e outros tantos que doaram suas próprias liberdades individuais e até mesmo a vida na luta para que hoje todos pudéssemos ter alguma liberdade individual, que ainda depende de muita luta COLETIVA para que um dia ela seja realmente plena.
Lutar COLETIVAMENTE para preservar a liberdade individual e ampliá-la é mais do que respeitar a liberdade individual, é doar-se para que ela seja uma realidade para todos. É a partir desse princípio que o direito individual se subordina ao direito coletivo. É inconcebível que a liberdade individual seja usada como argumento para negar o PRINCÍPIO NATURAL das coisas.
Quanto aos que se sentem ou não explorados ou injustiçados pelo patrão, não é uma questão de sentir ou não sentir, trata-se de um FATO que, embora muitas pessoas não sintam, ele é FATO e é INQUESTIONÁVEL. Muitos sentem, mas optam por não enfrentar, por não entenderem como se dá essa exploração, por sentirem-se fragilizados diante do poder tão grande daquele que o explora e, PRINCIPALMENTE por achar que não encontrarão apoio dos colegas também explorados, mas aguentando calados. Só o diálogo entre os explorados poderá encorajá-los a unir-se para fortalecerem-se para o enfrentamento.
Podemos e devemos nos opor e lutar por mudanças nas leis criadas pelos homens quando estas visam favorecer a acumulação de bens e de poder a uma pequena parcela da humanidade, enquanto à maior parte resta apenas sobreviver com pouco ou mesmo morrer de inanição ou de doenças que poderiam ser curáveis, leis estas que, inclusive, caminham no sentido da destruição do próprio planeta terra. A única lei que é impossível de ser contestada é a Lei da Natureza.
06 outubro, 2007
Ameaça da Caixa de ir ao TST faz adesão à greve crescer para 80%
05/10/2007
Após ameaça da Caixa, greve cresce e atinge 80%
(São Paulo) A ameaça da Caixa Econômica Federal de ajuizar dissídio coletivo na Justiça do Trabalho, caso os bancários não encerrassem a greve, foi respondida pelos empregados nesta sexta-feira, dia 5, com mais paralisações.
A greve, que começou na quarta-feira com o fechamento de 70% dos postos de trabalho no Brasil inteiro, cresceu e já atinge 80% das agências e departamentos do banco.
Até o final desta sexta-feira, não houve nenhuma sinalização da Caixa para a retomada das negociações, embora os bancários tenham deixado claro na última rodada que apostam num acordo negociado. Sem avanço, os bancários da Caixa devem ampliar a greve ainda mais na segunda-feira.
Confira abaixo como foram as mobilizações na sexta, conforme informações enviadas pelos sindicatos e federações até as 21h.
CENTRO OESTE
A paralisação foi forte em todo o Distrito Federal, atingindo praticamente todas as agências da Caixa, além de grande parte dos prédios administrativos. Na avaliação do Sindicato, a adesão é grande e crescente.
No Mato Grosso, os bancários da Caixa de Cuiabá, Várzea Grande e também do interior do Estado paralisaram mais de 32 unidades de atendimento ligadas à Caixa. Só na capital foram onze agências paradas.
No Mato Grosso do Sul, os bancários mantiveram fechadas todas as dez agências da Caixa e o Escritório de Negócios de Campo Grande. No interior, a greve atingiu as cidades de Dourados, Fátima do Sul, Maracaju, Corumbá, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas.
No Pará e Amapá, os trabalhadores da Caixa ampliaram a greve, que já atinge cerca de 80% da categoria. No Pará, os bancários decidiram reforçar o movimento nas cidades do interior para obter uma adesão massiva em resposta à ameaça da Caixa.
A greve dos bancários também prosseguiu forte no Acre, com novas adesões. Os bancários do Basa no Estado aprovaram a proposta específica e acabaram com a greve.
NORDESTE
As ameaças e tentativas de intimidação por parte da Caixa surtiram efeito contrário ao desejado pelo banco em Pernambuco e ajudaram a fortalecer o movimento. Em todo o Estado, somente duas agências do interior abriram nesta sexta: Salgueiro e Sanharó. Outras seis funcionaram parcialmente. Na capital e Região Metropolitana, todas as agências e postos pararam, o que significa 90% de adesão em todo o estado.
Em Alagoas, os bancários da Caixa fizeram pela manhã um "despacho" de macumba na porta da Filial, onde funciona a superintedência e outros departamentos da empresa. O ato simbólico, lembrando uma das práticas do candomblé, foi um apelo aos orixás, no sentido de quebrar o autoritarismo e a má vontade da diretoria em atender as reivindicações do funcionalismo. A macumba teve tudo que é de direito dos orixás, de pipoca e arruda a galinha e cachaça. A iniciativa ajudou a descontrair os grevistas e a levantar ainda mais o ânimo da paralisação na Filial, que vem sendo um sucesso. O Sindicato dos Bancários prepara outras manifestações parecidas para a próxima semana.
No Maranhão, todas as agências da Caixa Econômica Federal pararam, com exceção de duas que ficam no interior do Estado. Na capital, São Luiz, os bancários participaram em peso do movimento.
Na Bahia, a mobilização continua forte em Salvador e foi ampliada nesta sexta-feira no interior do estado. Os bancários de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, região do Sindicato de Cariri, entraram em greve e engrossaram o movimento. A paralisação prosseguiu forte nas cidades que já haviam aderido, como Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Jequié
A greve no Ceará também continuou forte, com 100% dos bancários envolvidos no movimento.
SUDESTE
A greve dos bancários da Caixa em São Paulo cresceu nesta sexta-feira, com 76% das agências paradas total ou parcialmente. Neste terceiro dia da paralisação, 187 das 247 agências aderiram. Os bancários dos centros administrativos também pararam, com 14 unidades fechadas. Em outros dois, um em Osasco e um na região Sul, a mobilização foi parcial. Segundo dados do Sindicato, a greve cresce a cada dia. Na quarta, foram 3,5 mil bancários de braços cruzados, número que subiu para 4,5 mil na quinta e para 4,8 mil nesta sexta. A Caixa tem 8 mil na capital paulista e na região de Osasco. No interior do Estado, a greve continuou forte em todas as regiões: Grande ABC, Baixada Santista, Campinas, Catanduva, Araçatuba, Araraquara, Assis, Barretos, Bauru, Bragança Paulista, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Taubaté, Tupã e Votuporanga.
No Rio de Janeiro, os bancários também ampliaram a mobilização e pararam quase 100% das agências da Caixa na capital. A greve também cresceu no interior, Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos dos Goytacazes, Itaguaí, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo, Parati, Petrópolis, Seropédica, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios.
Os bancários da Caixa em Belo Horizonte pararam cerca de 90% das agências e departamentos da capital mineira e da região metropolitana, além das cidades de Congonhas, Itaúna, Mateus Leme, Pará de Minas, Pitangui e Sete Lagoas, todas da base do Sindicato de BH. No interior, a greve foi forte em Juiz de Fora, Uberaba, Patos de Minas e Teófilo Otoni.
No Espírito Santo, os bancários pararam 48 unidades, entre agências e postos de atendimento, cinco a mais do que ontem. Aderiram ao movimento os bancários das agências de Aracruz, Barra de São Francisco, João Neiva, Mimoso do Sul e São José do Calçado. Permaneceram paralisadas todas as 25 agências da Grande Vitória e as unidades de Colatina e São Silvano, Linhares, Nova Venécia, São Gabriel da Palha, São Mateus, Alegre, três unidades de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Domingos Martins, Guaçuí, Guarapari, Iúna, Itapemirim, Muqui e Anchieta. Na capital também estão em greve os funcionários de todos os departamentos que funcionam no edifício Castelo Branco, no Centro de Vitória. No prédio da Enseada do Sua, a paralisação foi parcial.
SUL
Subiu para 96 o número de unidades da Caixa Econômica Federal fechadas no Paraná nesta sexta-feira. No terceiro dia de greve dos bancários, a novidade foi a adesão de todos os trabalhadores na Caixa na região de Arapoti e das agências de Guaíra e da Justiça Federal em Guarapuava. No total, são mais de 3.500 bancários em greve, o que significa paralisação em 98% dos municípios. Na Região Metropolitana de Curitiba, as atividades de 47 agências e três centros administrativos foram paralisadas. Também aderiu ao movimento a maioria dos 16 postos de atendimento. Na região, a única agência que abriu foi a da Lapa. No interior a greve foi forte em Arapongas, Cambé, Rolândia, Ibiporã, Assai, Porecatu, Londrina, Bandeirantes, Cornélio Procópio, Cambará, Jacarezinho, Santo Antonio da Platina, Umuarama, Assis Chateubriand, Guaíra, Iporã, Paranavaí, Apucarana, Jandaia do Sul, Ivaiporã, Ribeirão Claro, Siqueira Campos, Ibaiti, Wenceslau Braz, Jaguariaíva, Arapoti, Campo Mourão, Mamborê, Guarapuava, Pitanga, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Palotina.
Em Santa Catarina, a greve na Caixa também foi ampliada. Todas as agências de Florianópolis fecharam. No Besc, a paralisação também foi forte. A greve se manteve no interior do Estado, com 100% de adesão em Concórdia, Criciúma e Chapecó.
A greve dos bancários também é forte em todo Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre e na região metropolitana, mais de 90% das agências e postos ficaram fechados, de um total de 55 agências e postos bancários. Na capital, funcionou apenas a agência do Bourbon Ipiranga. Os funcionários preparam uma passeata na próxima terça-feira, dia 9, para chamar a atenção da sociedade para o descaso do banco e para a ameaça de ajuizar dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) em função da paralisação. No interior, a greve atinge as cidades de Cachoeira do Sul, Camaquã, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Guaporé, Horizontina, Ijuí, Lajeado, Litoral Norte, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rosário do Sul, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santo Ângelo, São Borja, São Leopoldo, Uruguaiana, Vacaria e Vale do Paranhana.
Fonte: Contraf-CUT, com federações e sindicatos
Após ameaça da Caixa, greve cresce e atinge 80%
(São Paulo) A ameaça da Caixa Econômica Federal de ajuizar dissídio coletivo na Justiça do Trabalho, caso os bancários não encerrassem a greve, foi respondida pelos empregados nesta sexta-feira, dia 5, com mais paralisações.
A greve, que começou na quarta-feira com o fechamento de 70% dos postos de trabalho no Brasil inteiro, cresceu e já atinge 80% das agências e departamentos do banco.
Até o final desta sexta-feira, não houve nenhuma sinalização da Caixa para a retomada das negociações, embora os bancários tenham deixado claro na última rodada que apostam num acordo negociado. Sem avanço, os bancários da Caixa devem ampliar a greve ainda mais na segunda-feira.
Confira abaixo como foram as mobilizações na sexta, conforme informações enviadas pelos sindicatos e federações até as 21h.
CENTRO OESTE
A paralisação foi forte em todo o Distrito Federal, atingindo praticamente todas as agências da Caixa, além de grande parte dos prédios administrativos. Na avaliação do Sindicato, a adesão é grande e crescente.
No Mato Grosso, os bancários da Caixa de Cuiabá, Várzea Grande e também do interior do Estado paralisaram mais de 32 unidades de atendimento ligadas à Caixa. Só na capital foram onze agências paradas.
No Mato Grosso do Sul, os bancários mantiveram fechadas todas as dez agências da Caixa e o Escritório de Negócios de Campo Grande. No interior, a greve atingiu as cidades de Dourados, Fátima do Sul, Maracaju, Corumbá, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas.
No Pará e Amapá, os trabalhadores da Caixa ampliaram a greve, que já atinge cerca de 80% da categoria. No Pará, os bancários decidiram reforçar o movimento nas cidades do interior para obter uma adesão massiva em resposta à ameaça da Caixa.
A greve dos bancários também prosseguiu forte no Acre, com novas adesões. Os bancários do Basa no Estado aprovaram a proposta específica e acabaram com a greve.
NORDESTE
As ameaças e tentativas de intimidação por parte da Caixa surtiram efeito contrário ao desejado pelo banco em Pernambuco e ajudaram a fortalecer o movimento. Em todo o Estado, somente duas agências do interior abriram nesta sexta: Salgueiro e Sanharó. Outras seis funcionaram parcialmente. Na capital e Região Metropolitana, todas as agências e postos pararam, o que significa 90% de adesão em todo o estado.
Em Alagoas, os bancários da Caixa fizeram pela manhã um "despacho" de macumba na porta da Filial, onde funciona a superintedência e outros departamentos da empresa. O ato simbólico, lembrando uma das práticas do candomblé, foi um apelo aos orixás, no sentido de quebrar o autoritarismo e a má vontade da diretoria em atender as reivindicações do funcionalismo. A macumba teve tudo que é de direito dos orixás, de pipoca e arruda a galinha e cachaça. A iniciativa ajudou a descontrair os grevistas e a levantar ainda mais o ânimo da paralisação na Filial, que vem sendo um sucesso. O Sindicato dos Bancários prepara outras manifestações parecidas para a próxima semana.
No Maranhão, todas as agências da Caixa Econômica Federal pararam, com exceção de duas que ficam no interior do Estado. Na capital, São Luiz, os bancários participaram em peso do movimento.
Na Bahia, a mobilização continua forte em Salvador e foi ampliada nesta sexta-feira no interior do estado. Os bancários de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, região do Sindicato de Cariri, entraram em greve e engrossaram o movimento. A paralisação prosseguiu forte nas cidades que já haviam aderido, como Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Jequié
A greve no Ceará também continuou forte, com 100% dos bancários envolvidos no movimento.
SUDESTE
A greve dos bancários da Caixa em São Paulo cresceu nesta sexta-feira, com 76% das agências paradas total ou parcialmente. Neste terceiro dia da paralisação, 187 das 247 agências aderiram. Os bancários dos centros administrativos também pararam, com 14 unidades fechadas. Em outros dois, um em Osasco e um na região Sul, a mobilização foi parcial. Segundo dados do Sindicato, a greve cresce a cada dia. Na quarta, foram 3,5 mil bancários de braços cruzados, número que subiu para 4,5 mil na quinta e para 4,8 mil nesta sexta. A Caixa tem 8 mil na capital paulista e na região de Osasco. No interior do Estado, a greve continuou forte em todas as regiões: Grande ABC, Baixada Santista, Campinas, Catanduva, Araçatuba, Araraquara, Assis, Barretos, Bauru, Bragança Paulista, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lins, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Taubaté, Tupã e Votuporanga.
No Rio de Janeiro, os bancários também ampliaram a mobilização e pararam quase 100% das agências da Caixa na capital. A greve também cresceu no interior, Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos dos Goytacazes, Itaguaí, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo, Parati, Petrópolis, Seropédica, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios.
Os bancários da Caixa em Belo Horizonte pararam cerca de 90% das agências e departamentos da capital mineira e da região metropolitana, além das cidades de Congonhas, Itaúna, Mateus Leme, Pará de Minas, Pitangui e Sete Lagoas, todas da base do Sindicato de BH. No interior, a greve foi forte em Juiz de Fora, Uberaba, Patos de Minas e Teófilo Otoni.
No Espírito Santo, os bancários pararam 48 unidades, entre agências e postos de atendimento, cinco a mais do que ontem. Aderiram ao movimento os bancários das agências de Aracruz, Barra de São Francisco, João Neiva, Mimoso do Sul e São José do Calçado. Permaneceram paralisadas todas as 25 agências da Grande Vitória e as unidades de Colatina e São Silvano, Linhares, Nova Venécia, São Gabriel da Palha, São Mateus, Alegre, três unidades de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Domingos Martins, Guaçuí, Guarapari, Iúna, Itapemirim, Muqui e Anchieta. Na capital também estão em greve os funcionários de todos os departamentos que funcionam no edifício Castelo Branco, no Centro de Vitória. No prédio da Enseada do Sua, a paralisação foi parcial.
SUL
Subiu para 96 o número de unidades da Caixa Econômica Federal fechadas no Paraná nesta sexta-feira. No terceiro dia de greve dos bancários, a novidade foi a adesão de todos os trabalhadores na Caixa na região de Arapoti e das agências de Guaíra e da Justiça Federal em Guarapuava. No total, são mais de 3.500 bancários em greve, o que significa paralisação em 98% dos municípios. Na Região Metropolitana de Curitiba, as atividades de 47 agências e três centros administrativos foram paralisadas. Também aderiu ao movimento a maioria dos 16 postos de atendimento. Na região, a única agência que abriu foi a da Lapa. No interior a greve foi forte em Arapongas, Cambé, Rolândia, Ibiporã, Assai, Porecatu, Londrina, Bandeirantes, Cornélio Procópio, Cambará, Jacarezinho, Santo Antonio da Platina, Umuarama, Assis Chateubriand, Guaíra, Iporã, Paranavaí, Apucarana, Jandaia do Sul, Ivaiporã, Ribeirão Claro, Siqueira Campos, Ibaiti, Wenceslau Braz, Jaguariaíva, Arapoti, Campo Mourão, Mamborê, Guarapuava, Pitanga, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Palotina.
Em Santa Catarina, a greve na Caixa também foi ampliada. Todas as agências de Florianópolis fecharam. No Besc, a paralisação também foi forte. A greve se manteve no interior do Estado, com 100% de adesão em Concórdia, Criciúma e Chapecó.
A greve dos bancários também é forte em todo Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre e na região metropolitana, mais de 90% das agências e postos ficaram fechados, de um total de 55 agências e postos bancários. Na capital, funcionou apenas a agência do Bourbon Ipiranga. Os funcionários preparam uma passeata na próxima terça-feira, dia 9, para chamar a atenção da sociedade para o descaso do banco e para a ameaça de ajuizar dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST) em função da paralisação. No interior, a greve atinge as cidades de Cachoeira do Sul, Camaquã, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Guaporé, Horizontina, Ijuí, Lajeado, Litoral Norte, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rosário do Sul, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santo Ângelo, São Borja, São Leopoldo, Uruguaiana, Vacaria e Vale do Paranhana.
Fonte: Contraf-CUT, com federações e sindicatos
05 outubro, 2007
O fura-greve
Acima do direito INDIVIDUAL do “fura-greve” está o direito COLETIVO dos Trabalhadores em greve.
O “fura-greve” SABE que a decisão de uma Assembléia se sobrepõe à decisão individual, mas, simplesmente recusa-se a participar das Assembléias cuja pauta seja a deflagração de greve, achando, talvez, que com isso ficará isento de acatar suas deliberações. Ele SABE que, recusando-se a participar da Assembléia, aceita tacitamente que outras pessoas decidam por ela.
O “fura-greve” SABE que a greve é um DIREITO e um instrumento LEGÍTIMO de reivindicação dos trabalhadores na relação capital X trabalho, onde o lado mais fraco é o trabalhador e que daí nasce a necessidade da união de todos os trabalhadores, para ao menos minimizar a brutal desigualdade na correlação de forças.
O “fura-greve” SABE que sua atitude de furar a greve enfraquece, dificulta e desgasta a luta dos colegas grevistas, diminui as possibilidades de um resultado melhor para todos e aumenta as possibilidades de punições injustas sobre os colegas em greve.
O “fura-greve” SABE o quanto sua atitude de furar a greve colabora com o patrão que o explora e para a CONTINUIDADE dessa situação injusta.
A única coisa que talvez o “fura-greve” NÃO SAIBA é que ele, ao DESRESPEITAR a decisão da maioria de uma assembléia de deflagrar greve, ESTÁ DESRESPEITANDO A SI MESMO, pois, furar greve significa ACEITAR PASSIVAMENTE o desrespeito e a injustiça do patrão sobre ele e sobre os demais colegas, significa abrir mão da própria dignidade.
Por fim, espero que a leitura desse texto não ofenda os que furam greve, mas possa fazer com que o “fura-greve” reflita sobre sua atitude, reveja seus conceitos e passe a somar forças com os grevistas. Ainda que o resultado final da greve seja uma incógnita, certo é que a quem luta solidariamente com os demais colegas sempre ficará preservado o incomparável valor da dignidade.
O “fura-greve” SABE que a decisão de uma Assembléia se sobrepõe à decisão individual, mas, simplesmente recusa-se a participar das Assembléias cuja pauta seja a deflagração de greve, achando, talvez, que com isso ficará isento de acatar suas deliberações. Ele SABE que, recusando-se a participar da Assembléia, aceita tacitamente que outras pessoas decidam por ela.
O “fura-greve” SABE que a greve é um DIREITO e um instrumento LEGÍTIMO de reivindicação dos trabalhadores na relação capital X trabalho, onde o lado mais fraco é o trabalhador e que daí nasce a necessidade da união de todos os trabalhadores, para ao menos minimizar a brutal desigualdade na correlação de forças.
O “fura-greve” SABE que sua atitude de furar a greve enfraquece, dificulta e desgasta a luta dos colegas grevistas, diminui as possibilidades de um resultado melhor para todos e aumenta as possibilidades de punições injustas sobre os colegas em greve.
O “fura-greve” SABE o quanto sua atitude de furar a greve colabora com o patrão que o explora e para a CONTINUIDADE dessa situação injusta.
A única coisa que talvez o “fura-greve” NÃO SAIBA é que ele, ao DESRESPEITAR a decisão da maioria de uma assembléia de deflagrar greve, ESTÁ DESRESPEITANDO A SI MESMO, pois, furar greve significa ACEITAR PASSIVAMENTE o desrespeito e a injustiça do patrão sobre ele e sobre os demais colegas, significa abrir mão da própria dignidade.
Por fim, espero que a leitura desse texto não ofenda os que furam greve, mas possa fazer com que o “fura-greve” reflita sobre sua atitude, reveja seus conceitos e passe a somar forças com os grevistas. Ainda que o resultado final da greve seja uma incógnita, certo é que a quem luta solidariamente com os demais colegas sempre ficará preservado o incomparável valor da dignidade.
03 outubro, 2007
Parabéns bancários da CEF
Na Assembléia de Mogi das Cruzes foi aprovada greve por tempo
indeterminado apenas na CEF.
As votações foram separadas. Primeiro foi votada só pelos bancos
privados que aprovaram a propost apor unanimidade cerca de 30
bancários. Depois foi a vez do BB que tinha a gerência em peso, uns
trinta, na assembléia e votaram pela aceitação da proposta mas pelo
menos três bancários preferiram se abster intimidados prela presença
massiva dos gerentes. Por último ficou a votação dos bancários da CEF
que eram uns 90 na Assembléia e com apenas três abstenções aprovamos a
greve por tempo indeterminado. Com a força da mobilização dos bancários
da CEF em todo o país podemos avançar para o rompimento com a mesa única,
a reposição de perdas, necessidade de eleger bancários de base para compor
a comissão de negociação e a contratação de mais funcionários.
indeterminado apenas na CEF.
As votações foram separadas. Primeiro foi votada só pelos bancos
privados que aprovaram a propost apor unanimidade cerca de 30
bancários. Depois foi a vez do BB que tinha a gerência em peso, uns
trinta, na assembléia e votaram pela aceitação da proposta mas pelo
menos três bancários preferiram se abster intimidados prela presença
massiva dos gerentes. Por último ficou a votação dos bancários da CEF
que eram uns 90 na Assembléia e com apenas três abstenções aprovamos a
greve por tempo indeterminado. Com a força da mobilização dos bancários
da CEF em todo o país podemos avançar para o rompimento com a mesa única,
a reposição de perdas, necessidade de eleger bancários de base para compor
a comissão de negociação e a contratação de mais funcionários.
01 outubro, 2007
Prevenção contra possíveis manobras
Colegas da CEF e do Banco do Brasil
Sinto-me na obrigação de prevenir aos bancários da CEF e do BB sobre o que poderá acontecer nas assembléias de amanhã. Com a nova proposta que a Fenaban apresentou (conforme descrito abaixo extraído do site da Contraf/CUT) poderá acontecer de os sindicatos "contraficustistas" orientarem a aprovação nas assembleias que ocorrerão amanhã em todo o Brasil. Essa proposta é irrisória até mesmo para os bancários privados, portanto temos que ficar prevenidos para as possíveis manobras que virão. Torço para que eu esteja enganado, mas nunca é demais se prevenir. Nossa única chance de atrapalharmos qualquer manobra que possa acontecer é comparecendo massivamente nas assembléias para rejeitarmos a proposta apresentada.
Se nenhum banco teve lucro líquido abaixo de 20%, por quê vamos aceitar um reajuste de apenas 6%?
Mauro Aguiar
Fenaban avança na proposta
Reajuste de 6% sobre salários e benefícios (o que siginica aumento real para inflação de 4,82%), incorporação da 13ª. Cesta-alimentação na Convenção Coletiva e melhora na PLR são alguns dos pontos
Na negociação extraordinária que aconteceu nesta segunda-feira a pedido dos bancos, os representantes da Fenaban apresentaram nova proposta econômica. Entre os principais pontos estão reajuste de salários e benefícios com aumento real (6% contra inflação de 4,82% no período), pagamento da 13ª. Cesta-Alimentação no valor de R$ 252,36, incorporada a partir de agora na Convenção Coletiva Nacional, e melhora na Participação nos Lucros e Resultados.
No caso da PLR, a regra básica seria de 80% dos salários mais R$ 878, com parcela adicional de 8% da variação do lucro líquido do banco entre 2006 e 2007. Para os bancos em que o lucro aumentou mais de 15%, ficaria garantido o mínimo de R$ 1.200 e o máximo de R$ 1.800.
Em caso de aprovação nas assembléias, o pagamento da primeira parcela da PLR aconteceria em 10 dias da assinatura. As diferenças salariais e sobre os benefícios seriam pagas na folha de novembro. O Comando Nacional está avaliando a proposta e deve soltar em breve sua recomendação.
Fonte: Contraf-CUT
Sinto-me na obrigação de prevenir aos bancários da CEF e do BB sobre o que poderá acontecer nas assembléias de amanhã. Com a nova proposta que a Fenaban apresentou (conforme descrito abaixo extraído do site da Contraf/CUT) poderá acontecer de os sindicatos "contraficustistas" orientarem a aprovação nas assembleias que ocorrerão amanhã em todo o Brasil. Essa proposta é irrisória até mesmo para os bancários privados, portanto temos que ficar prevenidos para as possíveis manobras que virão. Torço para que eu esteja enganado, mas nunca é demais se prevenir. Nossa única chance de atrapalharmos qualquer manobra que possa acontecer é comparecendo massivamente nas assembléias para rejeitarmos a proposta apresentada.
Se nenhum banco teve lucro líquido abaixo de 20%, por quê vamos aceitar um reajuste de apenas 6%?
Mauro Aguiar
Fenaban avança na proposta
Reajuste de 6% sobre salários e benefícios (o que siginica aumento real para inflação de 4,82%), incorporação da 13ª. Cesta-alimentação na Convenção Coletiva e melhora na PLR são alguns dos pontos
Na negociação extraordinária que aconteceu nesta segunda-feira a pedido dos bancos, os representantes da Fenaban apresentaram nova proposta econômica. Entre os principais pontos estão reajuste de salários e benefícios com aumento real (6% contra inflação de 4,82% no período), pagamento da 13ª. Cesta-Alimentação no valor de R$ 252,36, incorporada a partir de agora na Convenção Coletiva Nacional, e melhora na Participação nos Lucros e Resultados.
No caso da PLR, a regra básica seria de 80% dos salários mais R$ 878, com parcela adicional de 8% da variação do lucro líquido do banco entre 2006 e 2007. Para os bancos em que o lucro aumentou mais de 15%, ficaria garantido o mínimo de R$ 1.200 e o máximo de R$ 1.800.
Em caso de aprovação nas assembléias, o pagamento da primeira parcela da PLR aconteceria em 10 dias da assinatura. As diferenças salariais e sobre os benefícios seriam pagas na folha de novembro. O Comando Nacional está avaliando a proposta e deve soltar em breve sua recomendação.
Fonte: Contraf-CUT
Os tipos de fura-greves
Sempre que uma greve é deflagrada, sempre há os que resolvem furar a greve.
Aqui vai uma singela homenagem a esses “bravos” puxa-sacos, traidores da categoria a que pertencem, ignóbeis, muito úteis aos interesses dos patrões.
O tímido: é aquele que passa caladinho pelo piquete, de cabeça baixa, pois tem vergonha de sua própria covardia ou incompetência.
O angustiado: é aquele que não consegue deixar de furar a greve, mas também não consegue trabalhar por ficar o tempo todo pensando na besteira que está fazendo.
O neurótico: é aquele que perde completamente o controle emocional quando é barrado num piquete e parte pra briga com os grevistas.
O dissimulado: é aquele que antes de furar um piquete, pára, conversa com os grevistas e ri sozinho das próprias piadas que conta.
O chorão: é aquele que abre o berreiro é pede “por favor” aos grevistas para que o deixem entrar para trabalhar.
O revoltado: é aquele que finge estar descontente com o patrão, reclama com os colegas, mas quando começa a greve é o primeiro a sabotá-la.
O enrustido: é aquele que chega mais cedo só para não ter que passar pelo piquete e, lá dentro fica se escondendo atrás dos móveis para não ser visto pelos grevistas.
O puxa-saco: é aquele que adora furar a greve só porque vai ter mais tempo e privacidade para bajular o patrão e falar mal dos colegas.
O carreirista: é aquele que fura a greve só porque tem uma função de confiança ou porque o patrão lhe prometeu uma promoção.
O incompetente: é aquele que fura a greve porque tem medo de ser demitido.
O chantagista: é aquele que tem coragem até de inventar que a mãe morreu para comover os grevistas para deixá-lo entrar para o trabalho.
O vagabundo: é aquele que fura a greve, mas adora que os colegas a façam para ter desculpa para não trabalhar.
O parasita: é aquele que fura a greve, mas adora quando seu salário vem com o aumento conquistado pelos grevistas.
O dedo-duro: é aquele que fura a greve e fica observando a movimentação dos grevistas para informar ao chefe.
Há características que são comuns a qualquer tipo de fura-greve. Eles são mesquinhos, egoístas, individualistas, hipócritas, covardes, oportunistas e traiçoeiros.
Lembre-se, acima do direito individual do fura-greve está o direito coletivo dos trabalhadores em greve.
Aqui vai uma singela homenagem a esses “bravos” puxa-sacos, traidores da categoria a que pertencem, ignóbeis, muito úteis aos interesses dos patrões.
O tímido: é aquele que passa caladinho pelo piquete, de cabeça baixa, pois tem vergonha de sua própria covardia ou incompetência.
O angustiado: é aquele que não consegue deixar de furar a greve, mas também não consegue trabalhar por ficar o tempo todo pensando na besteira que está fazendo.
O neurótico: é aquele que perde completamente o controle emocional quando é barrado num piquete e parte pra briga com os grevistas.
O dissimulado: é aquele que antes de furar um piquete, pára, conversa com os grevistas e ri sozinho das próprias piadas que conta.
O chorão: é aquele que abre o berreiro é pede “por favor” aos grevistas para que o deixem entrar para trabalhar.
O revoltado: é aquele que finge estar descontente com o patrão, reclama com os colegas, mas quando começa a greve é o primeiro a sabotá-la.
O enrustido: é aquele que chega mais cedo só para não ter que passar pelo piquete e, lá dentro fica se escondendo atrás dos móveis para não ser visto pelos grevistas.
O puxa-saco: é aquele que adora furar a greve só porque vai ter mais tempo e privacidade para bajular o patrão e falar mal dos colegas.
O carreirista: é aquele que fura a greve só porque tem uma função de confiança ou porque o patrão lhe prometeu uma promoção.
O incompetente: é aquele que fura a greve porque tem medo de ser demitido.
O chantagista: é aquele que tem coragem até de inventar que a mãe morreu para comover os grevistas para deixá-lo entrar para o trabalho.
O vagabundo: é aquele que fura a greve, mas adora que os colegas a façam para ter desculpa para não trabalhar.
O parasita: é aquele que fura a greve, mas adora quando seu salário vem com o aumento conquistado pelos grevistas.
O dedo-duro: é aquele que fura a greve e fica observando a movimentação dos grevistas para informar ao chefe.
Há características que são comuns a qualquer tipo de fura-greve. Eles são mesquinhos, egoístas, individualistas, hipócritas, covardes, oportunistas e traiçoeiros.
Lembre-se, acima do direito individual do fura-greve está o direito coletivo dos trabalhadores em greve.
30 setembro, 2007
ESCLARECIMENTO À POPULAÇAO
O por que da Greve dos Bancários
Bancos lucram como nunca e quem paga são os bancários e a população
A greve nacional dos bancários poderá iniciar em 03/10
Nunca na historia os bancos bateram tantos recordes consecutivos de lucros. Nos últimos quatro anos os bancos têm aumentado consecutivamente seus lucros em média 30%. Neste ano todos os bancos aumentaram seus lucros em mais de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto isso a população continua sofrendo nas filas intermináveis e com as altas taxas, tarifas, juros e multas cobradas e os bancários vivem um verdadeiro inferno com o assédio moral pelo cumprimento de metas de venda, com as perdas salariais que se acumulam ano a ano, com os assaltos, com as demissões imotivadas, com a extrapolação de jornada de trabalho e com falta de compromisso dos bancos para com a população, com os bancários e com o país ao não contratarem mais funcionários para atenderem melhor a população e gerar empregos.
Hoje o salário do bancário vale a metade do que valia há treze anos atrás, quando foi instituído o plano Real, por que os reajustes salariais nesses treze anos não acompanharam a inflação. Essa é a realidade dos bancários e da maior parte da população brasileira. Por isso, nós bancários vamos à luta por nós e pelo respeito que a população merece e há muito tempo não recebe por parte dos bancos.
Já fizemos uma paralisação de advertência de 24 horas na sexta-feira, dia 28 de setembro e se os bancos não se sensibilizarem poderemos iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir do dia 03 de outubro. A população merece esse esclarecimento. Contamos com o apoio de toda a população. Pedimos desculpas à população pelo transtorno inevitável, muito embora a culpa seja dos banqueiros e do governo federal.
Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região
Bancos lucram como nunca e quem paga são os bancários e a população
A greve nacional dos bancários poderá iniciar em 03/10
Nunca na historia os bancos bateram tantos recordes consecutivos de lucros. Nos últimos quatro anos os bancos têm aumentado consecutivamente seus lucros em média 30%. Neste ano todos os bancos aumentaram seus lucros em mais de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto isso a população continua sofrendo nas filas intermináveis e com as altas taxas, tarifas, juros e multas cobradas e os bancários vivem um verdadeiro inferno com o assédio moral pelo cumprimento de metas de venda, com as perdas salariais que se acumulam ano a ano, com os assaltos, com as demissões imotivadas, com a extrapolação de jornada de trabalho e com falta de compromisso dos bancos para com a população, com os bancários e com o país ao não contratarem mais funcionários para atenderem melhor a população e gerar empregos.
Hoje o salário do bancário vale a metade do que valia há treze anos atrás, quando foi instituído o plano Real, por que os reajustes salariais nesses treze anos não acompanharam a inflação. Essa é a realidade dos bancários e da maior parte da população brasileira. Por isso, nós bancários vamos à luta por nós e pelo respeito que a população merece e há muito tempo não recebe por parte dos bancos.
Já fizemos uma paralisação de advertência de 24 horas na sexta-feira, dia 28 de setembro e se os bancos não se sensibilizarem poderemos iniciar uma greve por tempo indeterminado a partir do dia 03 de outubro. A população merece esse esclarecimento. Contamos com o apoio de toda a população. Pedimos desculpas à população pelo transtorno inevitável, muito embora a culpa seja dos banqueiros e do governo federal.
Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região
Os lucros dos bancos sobem, o salário dos bancários descem
É bom lembrar que nos últimos 4 anos
todos os bancos tem tido aumentos nos
lucros em média 30% acima de recordes
dos anos anteriores e os reajustes
salariais tem sido muito, muito, muito
aquém desses aumentos de rentabilidade.
Conclui-se daí que ano a ano aumenta
também o lucro líquido dos bancos sobre
a despesa com a folha de pagamento.
Ao mesmo tempo não vemos o retorno disso
em geração de emprego e melhorias nas
condições de trabalho dos bancários, o
que, consequentemente traduz-se na
continuidade do mal atendimento à população
usuária dos bancos.
Ou fazemos agora um movimento muito forte
para recuperarmos perdas passadas ou quando
chegar o tempo de vacas magras os "pobres"
banqueiros terão mais desculpas para se
recusarem a reajustar nossos salários.
todos os bancos tem tido aumentos nos
lucros em média 30% acima de recordes
dos anos anteriores e os reajustes
salariais tem sido muito, muito, muito
aquém desses aumentos de rentabilidade.
Conclui-se daí que ano a ano aumenta
também o lucro líquido dos bancos sobre
a despesa com a folha de pagamento.
Ao mesmo tempo não vemos o retorno disso
em geração de emprego e melhorias nas
condições de trabalho dos bancários, o
que, consequentemente traduz-se na
continuidade do mal atendimento à população
usuária dos bancos.
Ou fazemos agora um movimento muito forte
para recuperarmos perdas passadas ou quando
chegar o tempo de vacas magras os "pobres"
banqueiros terão mais desculpas para se
recusarem a reajustar nossos salários.
24 setembro, 2007
Todos às Assembléias para impor a vontade da base bancária
Neste ano 3 sindicatos, Rio Grande do Norte, Maranhão e Bauru entregaram outra pauta, tanto na Fenaban, quanto no BB e na CEF, exigindo o fim da mesa única. As assembléias que acontecem essa semana tem que exigir a votação de pauta. Rejeitar a farsa da mesa única, não aceitar a reivindicação rebaixada de 10 % que legitima a negociação rebaixada e eleger nas assembléias de base quem vai negociar em nome da categoria.
Que o bancário decida, chega de manobras dos sindicalistas governistas amigos dos banqueiros.
Esse é o desafio : preparar a greve para derrotar os banqueiros, o governo e seus amigos da CONTRAF/CUT.
PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DA NOSSA PAUTA:
29,27 % de reajuste para todos os bancários;
Fim da mesa única
Negociação das perdas especificas do BB (89,31%) e da CEF (100,93%);
Isonomia de salários e direitos;
Jornada de 6 horas para todos! Chega de estrapolação de jornada!
PLR – 25 % do lucro distribuído de forma linear para todos
Não à comissão sobre tarifas, que divide a categoria e explora a população
Fim da mesa única
Fim das metas e do assédio moral
Que o bancário decida, chega de manobras dos sindicalistas governistas amigos dos banqueiros.
Esse é o desafio : preparar a greve para derrotar os banqueiros, o governo e seus amigos da CONTRAF/CUT.
PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DA NOSSA PAUTA:
29,27 % de reajuste para todos os bancários;
Fim da mesa única
Negociação das perdas especificas do BB (89,31%) e da CEF (100,93%);
Isonomia de salários e direitos;
Jornada de 6 horas para todos! Chega de estrapolação de jornada!
PLR – 25 % do lucro distribuído de forma linear para todos
Não à comissão sobre tarifas, que divide a categoria e explora a população
Fim da mesa única
Fim das metas e do assédio moral
Preparar a GREVE - Informe SEEB Oposição Bauru
Fenaban oferece apenas a reposição da inflação: 4,82%
Todos à assembléia dia 26, às 19 horas, para REJEITAR proposta
rebaixada e EXIGIR campanha salarial para valer! Em negociação na última
sexta-feira, dia 21, a Fenaban teve a cara-de-pau de propor reajuste de salários e benefícios em 4,82%, equivalente à inflação de 1º de setembro de 2006 a
31 de agosto de 2007. Apresentou ainda o mesmo formato da Participação nos
Lucros e Resultados, PLR, de 2006: 80% do salário + R$ 828 de parcela
fixa e a continuidade do programa de PLR adicional, ou seja, só ganhará os R$
1.500 de PLR adicional o bancário cujo banco tiver lucro maior que 15%. Essas verbas também serão corrigidas pelo índice de 4,82%. Foi apresentada
ainda uma 13ª cesta-alimentação no mesmo valor da que é paga mensalmente.
Hoje, ocorre nova rodada de negociação com a Fenaban.
Esta proposta tem de ser rejeitada. Desde 1994, os bancários dos privados
têm perdas de 29,28%, os do Banco do Brasil de 89,31% e os da CEF de
100,93%. Portanto, apenas a reposição da inflação não contempla uma
categoria com salário tão defasado. A proposta de PLR é um crime, pois
insiste na PLR adicional ao invés de uma PLR linear e sem vinculação à
porcentagem de lucratividade dos bancos. A 13ª cesta-alimentação é
positiva, mas apenas uma esmola frente ao que os banqueiros podem oferecer.
Assembléia
Na quarta-feira, 26, às 19 horas, ocorrerá assembléia para rejeitar
esta proposta dos banqueiros e deliberar sobre paralisação nos dias 27 e
28/9. Em nível nacional, impera o imobilismo da Contraf-CUT, que insiste nas
negociações no lugar da mobilização dos bancários. Por isso, as bases
de sindicatos como Porto Alegre e Rio de Janeiro já atropelaram suas
direções - petistas, cutistas e governistas - e chamam paralisação para o dia 27 junto com os sindicatos da Conlutas. É possível fazer desta campanha
vencedora.
Para isso, os bancários precisam ir à luta, participarem da assembléia
e paralisações. Chega de índice rebaixado e propostas costuradas na
calada da noite com a Contraf-CUT.
Bauru, 24 de setembro de 2007
Sindicato dos Bancários de Bauru e Região
Todos à assembléia dia 26, às 19 horas, para REJEITAR proposta
rebaixada e EXIGIR campanha salarial para valer! Em negociação na última
sexta-feira, dia 21, a Fenaban teve a cara-de-pau de propor reajuste de salários e benefícios em 4,82%, equivalente à inflação de 1º de setembro de 2006 a
31 de agosto de 2007. Apresentou ainda o mesmo formato da Participação nos
Lucros e Resultados, PLR, de 2006: 80% do salário + R$ 828 de parcela
fixa e a continuidade do programa de PLR adicional, ou seja, só ganhará os R$
1.500 de PLR adicional o bancário cujo banco tiver lucro maior que 15%. Essas verbas também serão corrigidas pelo índice de 4,82%. Foi apresentada
ainda uma 13ª cesta-alimentação no mesmo valor da que é paga mensalmente.
Hoje, ocorre nova rodada de negociação com a Fenaban.
Esta proposta tem de ser rejeitada. Desde 1994, os bancários dos privados
têm perdas de 29,28%, os do Banco do Brasil de 89,31% e os da CEF de
100,93%. Portanto, apenas a reposição da inflação não contempla uma
categoria com salário tão defasado. A proposta de PLR é um crime, pois
insiste na PLR adicional ao invés de uma PLR linear e sem vinculação à
porcentagem de lucratividade dos bancos. A 13ª cesta-alimentação é
positiva, mas apenas uma esmola frente ao que os banqueiros podem oferecer.
Assembléia
Na quarta-feira, 26, às 19 horas, ocorrerá assembléia para rejeitar
esta proposta dos banqueiros e deliberar sobre paralisação nos dias 27 e
28/9. Em nível nacional, impera o imobilismo da Contraf-CUT, que insiste nas
negociações no lugar da mobilização dos bancários. Por isso, as bases
de sindicatos como Porto Alegre e Rio de Janeiro já atropelaram suas
direções - petistas, cutistas e governistas - e chamam paralisação para o dia 27 junto com os sindicatos da Conlutas. É possível fazer desta campanha
vencedora.
Para isso, os bancários precisam ir à luta, participarem da assembléia
e paralisações. Chega de índice rebaixado e propostas costuradas na
calada da noite com a Contraf-CUT.
Bauru, 24 de setembro de 2007
Sindicato dos Bancários de Bauru e Região
Preparar a GREVE - Informe Oposição Brasília
PREPARAR A GREVE:
CONTRA O DESRESPEITO DA FENABAN E DO GOVERNO
Não há nenhuma dúvida. Mais uma proposta sacana dos banqueiros
(Fenaban), articulada junto com o governo (BB e CEF).
Com os lucros subindo, em média, 30% por ano toda essa enrolação para
apresentar uma proposta de 4,82 %.
É claro que querem manter os lucros nas alturas. Para isso, continuar
com a rapinagem contra a população ( com os juros e tarifas ) e a exploração
em cima dos bancários (ritmo e condições de trabalho insanos e arrocho
salarial é fundamental.
Por isso é preciso preparar uma grande greve nacional dos Bancários
para inverter essa lógica.
E CONTRA A ENROLAÇÃO DA CONTRAF/CUT
Para manter essa situação os banqueiros e o governo contam com seus
principais aliados, a CONTRAF/CUT e seus sindicalistas.
Mais uma vez estão tentando facilitar para a Fenaban e o governo.
Com perdas salariais que variam de 29,27 % (nos bancos privados) à
quase 100 % (BB e CEF) desde o governo FHC os sindicalistas governistas da
CONTRAF/CUT apresentam uma pauta rebaixada (10 % de reajuste). A lógica é simples, escondem as perdas, para vender a idéia que um reajuste na casa de 7 % é uma grande conquista.
Ai o roteiro do filminho B é o seguinte. Reivindicação rebaixada, muita
enrolação na negociação, nenhuma preparação da mobilização, aparece uma
proposta (4,82 %) os sindicalistas da Contraf/CUT dizem que tem que
melhorar, fazem algum agito, melhoram a proposta e tentam acabar com a
luta vendendo a idéia de vitória.
TODOS À ASSEMBLÉIA DIA 27
VOTAR OUTRA PAUTA
NÃO À MESA ÚNICA
QUEM NEGOCIA TEM QUE SER ELEITO PELA BASE
Esse ano 3 sindicatos, Rio Grande do Norte, Maranhão e Bauru entregaram
outra pauta, tanto na Fenaban, quanto no BB e na CEF, exigindo o fim da
mesa única. As assembléias que acontecem essa semana tem que exigir a
votação de pauta. Rejeitar a farsa da mesa única, não aceitar a reivindicação
rebaixada de 10 % que legitima a negociação rebaixada e eleger nas assembléias de base quem vai negociar em nome da categoria.
Que o bancário decida, chega de manobras dos sindicalistas governistas
amigos dos banqueiros.
Esse é o desafio : preparar a greve para derrotar os banqueiros, o
governo e seus amigos da CONTRAF/CUT.
NOSSA PAUTA :
29,27 % de reajuste para todos os bancários;
Fim da mesa única
Negociação das perdas especificas do BB (89,31%) e da CEF (100,93%);
Isonomia de salários e direitos;
Jornada de 6 horas para todos!
PLR – 25 % do lucro distribuído de forma linear para todos
Não à comissão sobre tarifas, que divide a categoria e explora a população
Fim da mesa única
Fim das metas e do assédio mora
CONTRA O DESRESPEITO DA FENABAN E DO GOVERNO
Não há nenhuma dúvida. Mais uma proposta sacana dos banqueiros
(Fenaban), articulada junto com o governo (BB e CEF).
Com os lucros subindo, em média, 30% por ano toda essa enrolação para
apresentar uma proposta de 4,82 %.
É claro que querem manter os lucros nas alturas. Para isso, continuar
com a rapinagem contra a população ( com os juros e tarifas ) e a exploração
em cima dos bancários (ritmo e condições de trabalho insanos e arrocho
salarial é fundamental.
Por isso é preciso preparar uma grande greve nacional dos Bancários
para inverter essa lógica.
E CONTRA A ENROLAÇÃO DA CONTRAF/CUT
Para manter essa situação os banqueiros e o governo contam com seus
principais aliados, a CONTRAF/CUT e seus sindicalistas.
Mais uma vez estão tentando facilitar para a Fenaban e o governo.
Com perdas salariais que variam de 29,27 % (nos bancos privados) à
quase 100 % (BB e CEF) desde o governo FHC os sindicalistas governistas da
CONTRAF/CUT apresentam uma pauta rebaixada (10 % de reajuste). A lógica é simples, escondem as perdas, para vender a idéia que um reajuste na casa de 7 % é uma grande conquista.
Ai o roteiro do filminho B é o seguinte. Reivindicação rebaixada, muita
enrolação na negociação, nenhuma preparação da mobilização, aparece uma
proposta (4,82 %) os sindicalistas da Contraf/CUT dizem que tem que
melhorar, fazem algum agito, melhoram a proposta e tentam acabar com a
luta vendendo a idéia de vitória.
TODOS À ASSEMBLÉIA DIA 27
VOTAR OUTRA PAUTA
NÃO À MESA ÚNICA
QUEM NEGOCIA TEM QUE SER ELEITO PELA BASE
Esse ano 3 sindicatos, Rio Grande do Norte, Maranhão e Bauru entregaram
outra pauta, tanto na Fenaban, quanto no BB e na CEF, exigindo o fim da
mesa única. As assembléias que acontecem essa semana tem que exigir a
votação de pauta. Rejeitar a farsa da mesa única, não aceitar a reivindicação
rebaixada de 10 % que legitima a negociação rebaixada e eleger nas assembléias de base quem vai negociar em nome da categoria.
Que o bancário decida, chega de manobras dos sindicalistas governistas
amigos dos banqueiros.
Esse é o desafio : preparar a greve para derrotar os banqueiros, o
governo e seus amigos da CONTRAF/CUT.
NOSSA PAUTA :
29,27 % de reajuste para todos os bancários;
Fim da mesa única
Negociação das perdas especificas do BB (89,31%) e da CEF (100,93%);
Isonomia de salários e direitos;
Jornada de 6 horas para todos!
PLR – 25 % do lucro distribuído de forma linear para todos
Não à comissão sobre tarifas, que divide a categoria e explora a população
Fim da mesa única
Fim das metas e do assédio mora
22 setembro, 2007
Fenaban propõe reajuste irrisório - 4,82%
Matéria do site do Sindicato dos Bancários do Riogrande do Norte - http://www.bancariosrn.com.br . Não estranhem os 27,29%. De fato o SEEB RN, juntamente com o SEEB Bauru e SEEB Maranhão repudiam a merreca de 10,3% reivindicado pela Contraf e estão reivindicando a reposição de todas as perdas para os bancários privados.
Os três sindicatos estão reivindicando também: BB 89,31% e CEF: 100,93%, que são as reais perdas dos bancários desses bancos.
------------------------------------------------------------------
Bancos propõem reajuste irrisório de 4,82%
Fenaban faz a primeira proposta econômica de reajuste: 4,82% e 13ª Cesta Alimentação
Na reunião que ocorreu hoje (21/9) às 16h30, os representantes da Fenaban apresentaram a primeira proposta econômica desta campanha nacional.
O índice de reajuste proposto é de 4,82% para salários e demais benefícios, equivalente à inflação de 31 de agosto de 2006 a 1º de setembro de 2007. Outro ponto é o pagamento de 13ª cesta-alimentação, no mesmo valor da cesta de todo mês.
O valor e o formato da Participação nos Lucros e Resultados, PLR, seria o mesmo do ano passado, corrigido apenas pela inflação.
A proposta está bem abaixo da reivindicação e anseios dos bancários, que lutam por um reajuste de 27,29% com reposição das perdas entre junho de 1994 e setembro de 2007. Ainda assim, o Comando Nacional está reunido neste momento analisando a proposta e fará sua avaliação ainda nesta tarde.
Os três sindicatos estão reivindicando também: BB 89,31% e CEF: 100,93%, que são as reais perdas dos bancários desses bancos.
------------------------------------------------------------------
Bancos propõem reajuste irrisório de 4,82%
Fenaban faz a primeira proposta econômica de reajuste: 4,82% e 13ª Cesta Alimentação
Na reunião que ocorreu hoje (21/9) às 16h30, os representantes da Fenaban apresentaram a primeira proposta econômica desta campanha nacional.
O índice de reajuste proposto é de 4,82% para salários e demais benefícios, equivalente à inflação de 31 de agosto de 2006 a 1º de setembro de 2007. Outro ponto é o pagamento de 13ª cesta-alimentação, no mesmo valor da cesta de todo mês.
O valor e o formato da Participação nos Lucros e Resultados, PLR, seria o mesmo do ano passado, corrigido apenas pela inflação.
A proposta está bem abaixo da reivindicação e anseios dos bancários, que lutam por um reajuste de 27,29% com reposição das perdas entre junho de 1994 e setembro de 2007. Ainda assim, o Comando Nacional está reunido neste momento analisando a proposta e fará sua avaliação ainda nesta tarde.
12 setembro, 2007
Pasmem, Contraf/CUT pede vigência de 2 anos para reajuste salarial dos bancários
Existem algumas cláusulas que introduzem vigência de 2 anos para o acordo da categoria bancária e, pasmem, faz parte da minuta da Contraf / CUT, portanto, a proposta dos banqueiros foi costurada a seis mãos (CUT / Fenaban / Governo) e para quem não sabe, o artigo 1 (que a Contraf quer que passe a valer por dois anos) diz respeito ao reajuste salarial dos bancários. Imaginem se os banqueiros não vão aceitar esse presentão.
ARTIGO 102 – VIGÊNCIA
Os artigos da presente convenção coletiva de trabalho terão dois períodos de vigência, nos seguintes termos:
a) Terão a duração de 1 (um) ano, de 1º de setembro de 2007 a 31 de agosto de 2008, os artigos 2, 4, 5, 9, 15, 17, 18, 20, 21, 22, 25, 26, 50, 56, 68 e 99.
b) Terão a duração de 2 (dois) anos, de 1º de setembro de 2007 a 31 de agosto de 2009, todos os artigos não relacionados na aliena acima.
ARTIGO 102 – VIGÊNCIA
Os artigos da presente convenção coletiva de trabalho terão dois períodos de vigência, nos seguintes termos:
a) Terão a duração de 1 (um) ano, de 1º de setembro de 2007 a 31 de agosto de 2008, os artigos 2, 4, 5, 9, 15, 17, 18, 20, 21, 22, 25, 26, 50, 56, 68 e 99.
b) Terão a duração de 2 (dois) anos, de 1º de setembro de 2007 a 31 de agosto de 2009, todos os artigos não relacionados na aliena acima.
10 setembro, 2007
Em busca da autonomia operária
Depois de ler essa matéria publicada no jornal Correio Brasiliense, concluo que é mais sensato acreditar que os funcionários do BB tenham sido mal informados durante o processo eleitoral e que também a eleição (eletrônica e sob total controle do banco) tenha sido fraudada. Os funcionários, em sã consciencia, jamais aprovariam as alterações que foram feitas no estatuto da Cassi. O mais triste é saber que esse golpe contra os trabalhadores foi feito com a cumplicidade dos sindicatos filiados à CUT e Contec.
Hoje, após a experiência histórica e desastrosa com o PT e com a CUT, o que resta aos trabalhadores é construirmos nossos próprios foruns autônomos de decisão e organização da luta onde prevaleçam a democracia direta e o repudio à "democracia" representativa. Não é de hoje que a instituição sindicato se enquadra entre as instituições capitalistas ao lado do Estado, dos partidos políticos, das empresas, dos governos e da igreja.
A matéria do Correio Brasiense sobre o que fizeram com a Cassi, bem como todas as traições e peleguismos sindicais, nos confirma a tese de que os trabalhadores precisam buscar a "Autonomia Operária" como forma embrionária de uma futura organização social justa e igualitária.
Mauro
Por Leonel Rocha - Correio Braziliense
>
> Depois de uma longa campanha, o Banco do Brasil conseguiu alterar o estatuto da Caixa de Assistência dos seus 80 mil funcionários e de 60 mil aposentados para dividir com eles eventuais futuros prejuízos que venham a ser registrados pela Cassi. O novo estatuto foi registrado ontem no cartório do 1º ofício de registro civil de Brasília e começará a vigorar em janeiro do próximo ano. A mudança altera o artigo 9º da regra antiga que isentava os bancários do BB, "direta ou subsidiariamente", pelas obrigações da Caixa de Assistência.
>
> Além de passarem a ter co-responsabilidade nos resultados futuros
> da Cassi, as alterações obrigam os funcionários a pagar 10% sobre o valor dos exames médicos e terapias realizadas sem internação
> hospitalar. Ficou mantido o percentual de 30% sobre o valor das
tabelas de preços de consultas pago hoje pelos trabalhadores. Os
percentuais de contribuição para a caixa ficaram unificados em 3% para os funcionários e aposentados e 4,5% da parte do BB. Pelo estatuto antigo, as contribuições eram paritárias de 3% para os funcionários e o BB (veja quadro).
>
> Para conseguir alterar o estatuto, a direção do BB se comprometeu a repassar à Cassi R$ 300 milhões referentes a contribuições antigas e não recolhidas. Desse total, metade será repassada em um só pagamento ainda este ano. O restante será pago em três parcelas de R$ 50 mil a cada ano. O pagamento servirá para sanear a caixa de assistência que registrou um prejuízo de R$ 112 milhões no balanço de 2006. "As mudanças visam garantir a sustentabilidade do plano de assistência médica", disse o vice-presidente de gestão de pessoas e relações com os funcionários, Luiz Oswaldo de Souza.
>
> As modificações foram aprovadas pelos funcionários e aposentados em eleições realizadas pela intranet entre os dias 8 e 21 de agosto. O BB mantém dois planos de assistência médica. O mais antigo, plano de Associados, é deficitário e o causador dos prejuízos da Cassi. O outro plano, Cassi Família, é superavitário e a contribuição é exclusiva dos trabalhadores e depende do número de dependentes e da faixa salarial. A Cassi hoje tem 400 mil associados. Do total, 140 mil são funcionários.
>
> A alteração no estatuto provocou uma briga política entre os
> dirigentes da Cassi e os diretores do BB. O registro recebeu um
parecer negativo do cartório que alegou desobediência ao Código Civil e à falta de clareza sobre os direitos e deveres dos associados. O BB teve dificuldades para encontrar advogados da Cassi e do próprio banco para "vistar" as páginas do documento no cartório. O banco despachou executivos da instituição para convencer o responsável pelo cartório de que o novo texto é legal. A mudança no estatuto causou uma crise na diretoria da Cassi e deve provocar a substituição do diretor-superintendente da entidade, Sérgio de Oliveira.
>
> Alterações - principais mudanças no estatuto da Cassi
>
> 1 Os associados passam a ter co-responsabilidade jurídica em caso de insolvência da entidade.
>
> 2 O percentual de contribuição dos funcionários fica limitado a 3% sobre o salário bruto. O BB vai contribuir com 4,5% de todos os 13 salários.
>
> 3 Associados passam a pagar 10% dos valores dos exames e terapias
> não vinculados à internação hospitalar, limitados a 1/24 do salário bruto a partir de janeiro de 2008. As transfusões de sangue,
> radioterapia, quimioterapia, hemodiálise, oxigenoterapia
hiperbárica, doenças do trabalho, tratamentos e cirurgias ambulatoriais e tratamento de deficientes ficam isentos de participação.
>
> 4 O BB vai pagar R$ 150 milhões à Cassi, referentes à metade da
> dívida do banco com a caixa de assistência. Outros R$ 150 milhões serão pagos em três anos.
Hoje, após a experiência histórica e desastrosa com o PT e com a CUT, o que resta aos trabalhadores é construirmos nossos próprios foruns autônomos de decisão e organização da luta onde prevaleçam a democracia direta e o repudio à "democracia" representativa. Não é de hoje que a instituição sindicato se enquadra entre as instituições capitalistas ao lado do Estado, dos partidos políticos, das empresas, dos governos e da igreja.
A matéria do Correio Brasiense sobre o que fizeram com a Cassi, bem como todas as traições e peleguismos sindicais, nos confirma a tese de que os trabalhadores precisam buscar a "Autonomia Operária" como forma embrionária de uma futura organização social justa e igualitária.
Mauro
Por Leonel Rocha - Correio Braziliense
>
> Depois de uma longa campanha, o Banco do Brasil conseguiu alterar o estatuto da Caixa de Assistência dos seus 80 mil funcionários e de 60 mil aposentados para dividir com eles eventuais futuros prejuízos que venham a ser registrados pela Cassi. O novo estatuto foi registrado ontem no cartório do 1º ofício de registro civil de Brasília e começará a vigorar em janeiro do próximo ano. A mudança altera o artigo 9º da regra antiga que isentava os bancários do BB, "direta ou subsidiariamente", pelas obrigações da Caixa de Assistência.
>
> Além de passarem a ter co-responsabilidade nos resultados futuros
> da Cassi, as alterações obrigam os funcionários a pagar 10% sobre o valor dos exames médicos e terapias realizadas sem internação
> hospitalar. Ficou mantido o percentual de 30% sobre o valor das
tabelas de preços de consultas pago hoje pelos trabalhadores. Os
percentuais de contribuição para a caixa ficaram unificados em 3% para os funcionários e aposentados e 4,5% da parte do BB. Pelo estatuto antigo, as contribuições eram paritárias de 3% para os funcionários e o BB (veja quadro).
>
> Para conseguir alterar o estatuto, a direção do BB se comprometeu a repassar à Cassi R$ 300 milhões referentes a contribuições antigas e não recolhidas. Desse total, metade será repassada em um só pagamento ainda este ano. O restante será pago em três parcelas de R$ 50 mil a cada ano. O pagamento servirá para sanear a caixa de assistência que registrou um prejuízo de R$ 112 milhões no balanço de 2006. "As mudanças visam garantir a sustentabilidade do plano de assistência médica", disse o vice-presidente de gestão de pessoas e relações com os funcionários, Luiz Oswaldo de Souza.
>
> As modificações foram aprovadas pelos funcionários e aposentados em eleições realizadas pela intranet entre os dias 8 e 21 de agosto. O BB mantém dois planos de assistência médica. O mais antigo, plano de Associados, é deficitário e o causador dos prejuízos da Cassi. O outro plano, Cassi Família, é superavitário e a contribuição é exclusiva dos trabalhadores e depende do número de dependentes e da faixa salarial. A Cassi hoje tem 400 mil associados. Do total, 140 mil são funcionários.
>
> A alteração no estatuto provocou uma briga política entre os
> dirigentes da Cassi e os diretores do BB. O registro recebeu um
parecer negativo do cartório que alegou desobediência ao Código Civil e à falta de clareza sobre os direitos e deveres dos associados. O BB teve dificuldades para encontrar advogados da Cassi e do próprio banco para "vistar" as páginas do documento no cartório. O banco despachou executivos da instituição para convencer o responsável pelo cartório de que o novo texto é legal. A mudança no estatuto causou uma crise na diretoria da Cassi e deve provocar a substituição do diretor-superintendente da entidade, Sérgio de Oliveira.
>
> Alterações - principais mudanças no estatuto da Cassi
>
> 1 Os associados passam a ter co-responsabilidade jurídica em caso de insolvência da entidade.
>
> 2 O percentual de contribuição dos funcionários fica limitado a 3% sobre o salário bruto. O BB vai contribuir com 4,5% de todos os 13 salários.
>
> 3 Associados passam a pagar 10% dos valores dos exames e terapias
> não vinculados à internação hospitalar, limitados a 1/24 do salário bruto a partir de janeiro de 2008. As transfusões de sangue,
> radioterapia, quimioterapia, hemodiálise, oxigenoterapia
hiperbárica, doenças do trabalho, tratamentos e cirurgias ambulatoriais e tratamento de deficientes ficam isentos de participação.
>
> 4 O BB vai pagar R$ 150 milhões à Cassi, referentes à metade da
> dívida do banco com a caixa de assistência. Outros R$ 150 milhões serão pagos em três anos.
08 setembro, 2007
SINDICATO DO RN É IMPEDIDO DE ACOMPANHAR NEGOCIAÇÕES
Não bastasse tamanho autoritarismo quando decidiu expulsar
o Sindicato do RN da Mesa de Negociação às vésperas da Campanha
Salarial, a Contraf/CUT expulsou o Sindicato, agora, do Comando
Nacional dos Bancários, um dia antes da primeira reunião de
negociação com os banqueiros, que está sendo realizada à portas
fechadas desde ontem, quinta-feira, em São Paulo.
O Sindicato do RN esteve representado, na capital paulista, pelo
diretor Juary Chagas. Ele conta que durante a reunião que antecedeu
a negociação com os banqueiros, a direção da Contraf/CUT questionou
a presença do RN e pediu um esclarecimento. "Dissemos que estávamos
ali atendendo ao chamado da formação de um Comando, até porque foi a
própria Contraf que, há um mês, deu uma vaga nesse mesmo Comando ao
RN. Isso demonstra a incoerência dessa entidade. Como resposta,
disseram que nossa participação era inviável porque apresentamos
outra pauta à Fenaban", disse.
Juary Chagas não tem dúvidas de que essa decisão, tomada de cima
para baixo, se trata de uma retaliação pelo fato da base ter
recusado, em assembléia, a proposta de pauta rebaixada da
Contraf. "É retaliação sim. Atitude de retaliação pelo fato do RN
não ter aprovado a pauta da Contraf/CUT. Já tinham nos expulsado da
mesa e agora nos expulsaram do Comando. Isso está claro! O objetivo
deles também é não permitir que os trabalhadores não tomem
conhecimento do que é dito lá", afirmou.
Negociação
Na quinta-feira, o Comando da Contraf/CUT se reuniu com os
banqueiros sem a presença do RN. As negociações não avançaram e
prosseguem hoje. Na pauta, apenas questões referentes à saúde e
condições de trabalho que, no primeiro dia, não foram aceitas pela
Fenaban. Até o momento, nada de reajuste salarial e incorporação das
perdas que a categoria vem acumulando desde 1994. Outro ponto
negativo é a falta de mobilização da entidade. Setembro já chegou e
a Contraf sequer organizou um calendário de mobilização para a
Campanha Salarial. "O objetivo deles (Contraf) é continuar enrolando
cada vez mais, assim privilegiam os banqueiros", completou Juary
Chagas.
o Sindicato do RN da Mesa de Negociação às vésperas da Campanha
Salarial, a Contraf/CUT expulsou o Sindicato, agora, do Comando
Nacional dos Bancários, um dia antes da primeira reunião de
negociação com os banqueiros, que está sendo realizada à portas
fechadas desde ontem, quinta-feira, em São Paulo.
O Sindicato do RN esteve representado, na capital paulista, pelo
diretor Juary Chagas. Ele conta que durante a reunião que antecedeu
a negociação com os banqueiros, a direção da Contraf/CUT questionou
a presença do RN e pediu um esclarecimento. "Dissemos que estávamos
ali atendendo ao chamado da formação de um Comando, até porque foi a
própria Contraf que, há um mês, deu uma vaga nesse mesmo Comando ao
RN. Isso demonstra a incoerência dessa entidade. Como resposta,
disseram que nossa participação era inviável porque apresentamos
outra pauta à Fenaban", disse.
Juary Chagas não tem dúvidas de que essa decisão, tomada de cima
para baixo, se trata de uma retaliação pelo fato da base ter
recusado, em assembléia, a proposta de pauta rebaixada da
Contraf. "É retaliação sim. Atitude de retaliação pelo fato do RN
não ter aprovado a pauta da Contraf/CUT. Já tinham nos expulsado da
mesa e agora nos expulsaram do Comando. Isso está claro! O objetivo
deles também é não permitir que os trabalhadores não tomem
conhecimento do que é dito lá", afirmou.
Negociação
Na quinta-feira, o Comando da Contraf/CUT se reuniu com os
banqueiros sem a presença do RN. As negociações não avançaram e
prosseguem hoje. Na pauta, apenas questões referentes à saúde e
condições de trabalho que, no primeiro dia, não foram aceitas pela
Fenaban. Até o momento, nada de reajuste salarial e incorporação das
perdas que a categoria vem acumulando desde 1994. Outro ponto
negativo é a falta de mobilização da entidade. Setembro já chegou e
a Contraf sequer organizou um calendário de mobilização para a
Campanha Salarial. "O objetivo deles (Contraf) é continuar enrolando
cada vez mais, assim privilegiam os banqueiros", completou Juary
Chagas.
02 setembro, 2007
Contraf-CUT, aliada dos banqueiros e do governo Lula, contra os bancários
Aliada dos banqueiros, Contraf-CUT bate outra vez a porta na cara dos bancários de oposição
Já o presidente Vagner Freitas declara, em alto e bom som:
"a base não pode saber sobre o acordo de dois anos!"
Que marmelada!
A primeira rodada de negociação entre o comando dos bancários e a Fenaban, quinta, dia 23, em São Paulo, deixou algo de muito podre no ar. Acordo por dois anos, arrocho salarial, remuneração variável e sindicalização de terceirizados são alguns dos golpes já preparados pela Contraf-CUT, em seu eterno conluio com governo e banqueiros.
Parecia 2006. Mais uma vez, na base do "tratorzão", os dirigentes cutistas já foram logo exclamando: "só entra pra negociar quem for da CUT! Quem tem outra pauta e desautorizou a Contraf está fora da mesa!" Ou seja, nada de oposição na mesa dos banqueiros! A Contraf-CUT tratou de expulsar os bancários da sala. Afinal, se alguns bancários de verdade assistissem ao que ocorre lá dentro da sala, poderiam ver e ouvir coisas cabeludas, que desmascarariam ainda mais as sujas artimanhas dos dirigentes da Contraf-CUT, eternos defensores do governo e velhos amigos dos banqueiros.
Enquanto Carlos Cordeiro, secretário geral, pedia para que os demais dirigentes cutistas escondessem o miserável índice de 10,3% atrás de outras cláusulas banais, Vagner Freitas, presidente da mesma Contraf-CUT, ordenava que ninguém revelasse aos trabalhadores as negociações por um acordo de dois anos. A Contraf-CUT vem ajudando os banqueiros a implementarem três históricos projetos dos patrões: acordo bianual, regularização da remuneração variável e da terceirização de mão-de-obra. Realmente, a Contraf-CUT é o sonho de todo banqueiro.
Contraf também sacaneou na negociação 2006
A mesma truculência já fora adotada pelos cutistas na campanha passada.
Todos se recordam que o comando de base, composto por bancários grevistas eleitos por assembléias, também foi sumariamente barrado pela Contraf-CUT da mesa de negociações em 2006. Medo? Pode ser, afinal os bancários de oposição estão bem preparados politicamente para o embate e foram munidos de uma grande pauta alternativa de reivindicações.
Os trabalhadores acabaram representando um risco ainda maior para a Contraf-CUT, confederação reconhecidamente governista e traidora, que já vem agonizando entre os bancários, principalmente desde os vexames da campanha salarial do ano passado. Quem poderá se esquecer das históricas traições cutistas de 2006? Foi um festival de traições, que já começou com encontros viciados e pauta rebaixada. Depois, passaram por cima das assembléias,
boicotando a greve e fazendo conchavos com as direções dos bancos e apoiando a reeleição de Lula. Pra encerrar, deram uma rasteira nos grevistas, empurrando um péssimo e já rejeitado índice de 3,5% e enterrando a greve com a ajuda da administração dos bancos.
2007 tem que ser diferente
Basta de engolir sapo! Ninguém agüenta mais as campanhas salariais fajutas da Contraf-CUT. Por isso, os bancários de oposição construíram uma pauta de verdade e irão novamente à luta contra a orientação cutista. O Sindicato seguirá nesse mesmo caminho de enfrentamento, insistindo na negociação de uma pauta séria, limpa e coerente, defendendo as bandeiras históricas dos trabalhadores. Haverá nova rodada de negociação com a Fenaban, quinta 31, e o Sindicato marcará presença novamente para, junto com Maranhão, Rio Grande do Norte e Oposição, impor as verdadeiras reivindicações dos trabalhadores.
Todos à luta, até a vitória!
Já o presidente Vagner Freitas declara, em alto e bom som:
"a base não pode saber sobre o acordo de dois anos!"
Que marmelada!
A primeira rodada de negociação entre o comando dos bancários e a Fenaban, quinta, dia 23, em São Paulo, deixou algo de muito podre no ar. Acordo por dois anos, arrocho salarial, remuneração variável e sindicalização de terceirizados são alguns dos golpes já preparados pela Contraf-CUT, em seu eterno conluio com governo e banqueiros.
Parecia 2006. Mais uma vez, na base do "tratorzão", os dirigentes cutistas já foram logo exclamando: "só entra pra negociar quem for da CUT! Quem tem outra pauta e desautorizou a Contraf está fora da mesa!" Ou seja, nada de oposição na mesa dos banqueiros! A Contraf-CUT tratou de expulsar os bancários da sala. Afinal, se alguns bancários de verdade assistissem ao que ocorre lá dentro da sala, poderiam ver e ouvir coisas cabeludas, que desmascarariam ainda mais as sujas artimanhas dos dirigentes da Contraf-CUT, eternos defensores do governo e velhos amigos dos banqueiros.
Enquanto Carlos Cordeiro, secretário geral, pedia para que os demais dirigentes cutistas escondessem o miserável índice de 10,3% atrás de outras cláusulas banais, Vagner Freitas, presidente da mesma Contraf-CUT, ordenava que ninguém revelasse aos trabalhadores as negociações por um acordo de dois anos. A Contraf-CUT vem ajudando os banqueiros a implementarem três históricos projetos dos patrões: acordo bianual, regularização da remuneração variável e da terceirização de mão-de-obra. Realmente, a Contraf-CUT é o sonho de todo banqueiro.
Contraf também sacaneou na negociação 2006
A mesma truculência já fora adotada pelos cutistas na campanha passada.
Todos se recordam que o comando de base, composto por bancários grevistas eleitos por assembléias, também foi sumariamente barrado pela Contraf-CUT da mesa de negociações em 2006. Medo? Pode ser, afinal os bancários de oposição estão bem preparados politicamente para o embate e foram munidos de uma grande pauta alternativa de reivindicações.
Os trabalhadores acabaram representando um risco ainda maior para a Contraf-CUT, confederação reconhecidamente governista e traidora, que já vem agonizando entre os bancários, principalmente desde os vexames da campanha salarial do ano passado. Quem poderá se esquecer das históricas traições cutistas de 2006? Foi um festival de traições, que já começou com encontros viciados e pauta rebaixada. Depois, passaram por cima das assembléias,
boicotando a greve e fazendo conchavos com as direções dos bancos e apoiando a reeleição de Lula. Pra encerrar, deram uma rasteira nos grevistas, empurrando um péssimo e já rejeitado índice de 3,5% e enterrando a greve com a ajuda da administração dos bancos.
2007 tem que ser diferente
Basta de engolir sapo! Ninguém agüenta mais as campanhas salariais fajutas da Contraf-CUT. Por isso, os bancários de oposição construíram uma pauta de verdade e irão novamente à luta contra a orientação cutista. O Sindicato seguirá nesse mesmo caminho de enfrentamento, insistindo na negociação de uma pauta séria, limpa e coerente, defendendo as bandeiras históricas dos trabalhadores. Haverá nova rodada de negociação com a Fenaban, quinta 31, e o Sindicato marcará presença novamente para, junto com Maranhão, Rio Grande do Norte e Oposição, impor as verdadeiras reivindicações dos trabalhadores.
Todos à luta, até a vitória!
29 agosto, 2007
Caixa lucra R$ 1,716 bi e cobre folha de pagamento só com tarifas e taxas
Segundo a matéria abaixo, postada no site da própria Contraf/CUT, só com tarifas e taxas a Caixa cobre a folha de pagamentos dos funcionários. O que justifica então a contraf impor apenas 10,3% de reivindicação aos bancários desse banco?
(São Paulo) A Caixa Econômica Federal lucrou R$ 1,716 bilhão no primeiro semestre deste ano e ampliou seus ganhos em 27,6% na relação com o mesmo período de 2006. A principal justificativa do banco para a melhora do resultado foi a receita das operações de crédito, que ficou em R$ 5,766 bilhões, e a captação da caderneta de poupança, da ordem de R$ 4,3 bilhões.
"O aumento na lucratividade do banco foi impressionante e mostra que a Caixa tem todas as condições de atender as reivindicações dos empregados, que estão em plena Campanha Nacional. Já entregamos nossa pauta para a empresa e não há justificativas para não atendê-la. Ainda mais em se tratando de um banco público", afirma Plínio Pavão, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.
Segundo o balanço divulgado nesta terça-feira, dia 28, pela Caixa, a instituição teve um ganho de R$ 3,353 bilhões somente com a prestação de serviços, que nada mais é do que as tarifas e taxas cobradas dos clientes e usuários. O montante representa um crescimento de 22,1% sobre os primeiros seis meses do ano passado.
"É lamentável que um banco público como a Caixa aumente em 22% a sua receita com as cobranças de tarifas e taxas, enquanto a despesa para cobrir a folha de pagamento teve um crescimento de apenas 10,4%. Só para se ter uma idéia, a Caixa gastou R$ 3,360 bilhões com os empregados no primeiro semestre, enquanto arrancou a mesma quantia dos clientes e usuários com as prestações de serviço", ressalta Plínio.
Fonte: Contraf-CUT
(São Paulo) A Caixa Econômica Federal lucrou R$ 1,716 bilhão no primeiro semestre deste ano e ampliou seus ganhos em 27,6% na relação com o mesmo período de 2006. A principal justificativa do banco para a melhora do resultado foi a receita das operações de crédito, que ficou em R$ 5,766 bilhões, e a captação da caderneta de poupança, da ordem de R$ 4,3 bilhões.
"O aumento na lucratividade do banco foi impressionante e mostra que a Caixa tem todas as condições de atender as reivindicações dos empregados, que estão em plena Campanha Nacional. Já entregamos nossa pauta para a empresa e não há justificativas para não atendê-la. Ainda mais em se tratando de um banco público", afirma Plínio Pavão, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.
Segundo o balanço divulgado nesta terça-feira, dia 28, pela Caixa, a instituição teve um ganho de R$ 3,353 bilhões somente com a prestação de serviços, que nada mais é do que as tarifas e taxas cobradas dos clientes e usuários. O montante representa um crescimento de 22,1% sobre os primeiros seis meses do ano passado.
"É lamentável que um banco público como a Caixa aumente em 22% a sua receita com as cobranças de tarifas e taxas, enquanto a despesa para cobrir a folha de pagamento teve um crescimento de apenas 10,4%. Só para se ter uma idéia, a Caixa gastou R$ 3,360 bilhões com os empregados no primeiro semestre, enquanto arrancou a mesma quantia dos clientes e usuários com as prestações de serviço", ressalta Plínio.
Fonte: Contraf-CUT
27 agosto, 2007
Construir uma alternativa
Estamos completamente abandonados à própria sorte nesta campanha salarial. Nenhuma mobilização, nenhuma luta, nenhum chamado aos bancários, nenhuma informação sobre o andamento das negociações com Fenaban ou com os bancos públicos. A lógica da CUT e do PT hoje é a mesma da patronal, manter os trabalhadores na ignorância para melhor dominá-los.
Temos que cair na real. Não fomos nós que abandonamos a CUT e o PT, mas eles é que nos abandoram, nos trairam e, agora cabe a nós construir outra orgnização, com outro modelo, com outra estrutura, com mecanismos internos que imunizem essa nova organização contra o virus que degenerou a CUT e O PT.
Primeira lição: Para ter autonomia e jamais correr o risco de perdê-la, o movimento dos trabalhadores não pode ser tentáculo de partidos políticos.
Tenho dito!
Temos que cair na real. Não fomos nós que abandonamos a CUT e o PT, mas eles é que nos abandoram, nos trairam e, agora cabe a nós construir outra orgnização, com outro modelo, com outra estrutura, com mecanismos internos que imunizem essa nova organização contra o virus que degenerou a CUT e O PT.
Primeira lição: Para ter autonomia e jamais correr o risco de perdê-la, o movimento dos trabalhadores não pode ser tentáculo de partidos políticos.
Tenho dito!
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