AGORA É GREVE!

Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!

NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS


GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!

06 outubro, 2011

Bancários FALAM MAIS ALTO que silêncio dos patrões

Se os patrões pensam que vamos esmorecer diante do silêncio em relação à retomada das negociações, estão enganados!

O movimento grevista segue forte, com adesão de mais bancários a cada dia, em todo o País. Ontem, 4 de outubro, eram 8.328 agências fechadas de bancos públicos e privados em todos os Estados e no Distrito Federal.

Greve na Caixa - os empregados da Caixa seguem firmes na paralisação, mantendo índices altíssismos de adesão ao movimento paredista. Nesta quarta-feira, dia 5, nenhuma agência com atendimento ao público está aberta no âmbito das SRs da capital. Confira o quadro completo abaixo.


Plantão - o Comando Nacional dos Bancários esteve reunido nesta terça-feira, na capital paulista, aguardando contato da Fenaban ou da direção da Caixa para a retomada das negociações. A iniciativa não obteve êxito, uma vez que os patrões continuam calados, um sinal gritante de falta de respeito para com os bancários.

Diante da situação, o Comando Nacional divulgou uma nota oficial (veja aqui: http://www.apcefsp.org.br/portal/data/pages/3DFEE68232BA0AA60132D46C6CD67E45.htm?__akacao=600749&__akcnt=c997bedb&__akvkey=a24a&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim+especial+campanha+salarial+-+5%2F10%2F2011 ) repudiando a falta de iniciativa dos bancos. “A participação de cada um na mobilização, nas manifestações e nas assembleias é muito importante para o fortalecimento do movimento grevista”, lembrou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto.

04 outubro, 2011

04/10, oitavo dia de greve na Caixa mantém a força

Incoerência


Dilma fala de crescimento, porém, não investe em seus empregados

Até agora, governo não se manifestou em relação aos itens específicos e à PLR Social

Em viagem a Bruxelas, na Bélgica, a presidenta Dilma Rousseff afirmou, em entrevista, que "é difícil sair de uma crise sem enfocar o crescimento e o consumo". Contudo, o que tem sido feito nesse sentido no Brasil? No que se refere à gestão dos bancos públicos, em especial da Caixa, muito pouco.

Enquanto a campanha salarial segue, a todo vapor, com um movimento grevista fortíssimo e em ascensão a cada dia - sendo os empregados da Caixa e dos demais bancos públicos e federais os mais engajados no movimento -, o governo parece viver em um outro mundo. Não se manifesta em relação à retomada das negociações, que estão "estacionadas" desde antes do início da paralisação.

"A postura do governo em não negociar evidencia a total falta de respeito com aqueles que ajudam a construir um País competitivo economicamente, sem contar o empenho que todos os trabalhadores despendem para a implementação das políticas públicas do governo", comentou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto. "Pensar em crescimento na Caixa passa, obrigatoriamente, pela implantação de uma política de gestão de pessoas decente, que trate o empregado com respeito, com direito a salários justos e condições dignas de trabalho. É preciso uma melhor distribuição do lucro, negociar a PLR Social...", concluiu.

Greve na Caixa - a resposta dos empregados a esse discurso contraditório do governo é o fortalecimento do movimento paredista, que entra hoje, 4 de outubro, em seu oitavo dia de greve.

As agências e PABs vinculados às SRs da capital estão, praticamente, todos fechados ou funcionando parcialmente. Apenas seis unidades continuam abertas.

Confira o quadro completo desta terça-feira, abaixo.



Plantão - os integrantes do Comando Nacional dos Bancários estão de plantão, nesta terça-feira, para a retomada das negociações tanto com a Caixa quanto com a Fenaban. "Estamos dispostos a negociar. Depende apenas dos patrões se manifestarem. Enquanto isso não acontece, a greve continua", afirmou Sérgio Takemoto.

Nova assembleia na capital - os bancários da capital voltam a reunir-se na Quadra do Sindicato amanhã, 5 de outubro. No restante do Estado, as assembleias também devem ser realizadas nesta quarta-feira. Consulte horário e local no sindicato de sua região e participe!

03 outubro, 2011

Sem novas propostas, bancários de São Paulo decidem, em assembleia, manter greve

Os bancários de São Paulo, Osasco e Região decidiram, em assembleia realizada nesta segunda-feira, 3 de outubro, manter a greve por tempo indeterminado. Sem proposta da Federação dos Bancos (Fenaban), os trabalhadores entram na segunda semana de paralisação.

A categoria está em greve desde 27 de setembro, após rejeitar proposta dos donos de bancos, que previa aumento real de apenas 0,56%. Após cinco rodadas de negociação, os banqueiros, além de oferecer baixo reajuste salarial, disseram não às demais reivindicações: não à valorização nos pisos, não à participação maior nos lucros e resultados (PLR), não à melhoria nas condições de trabalho, não à segurança, não à saúde e não para mais contratações – o que permitiria melhorar o atendimento nas agências e reduziria o ritmo estressante de trabalho.

“Os banqueiros, ao apresentar proposta insuficiente à categoria - apesar de acumularem lucros 20% maiores - levaram os trabalhadores à greve. Assim, são eles que têm a responsabilidade de colocar um fim às paralisações. Os bancos são um dos setores mais lucrativos do país, têm condições de apresentar proposta decente à categoria”, disse Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. “Vamos reunir o Comando Nacional dos Bancários para definir estratégias e fortalecer ainda mais o movimento”, completou.

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Adesão – balanço final aponta que na base territorial deste Sindicato, 773 locais de trabalhos - tanto de bancos públicos como privados - foram paralisados nesta segunda-feira, dia 3, abrangendo 26 mil trabalhadores.

Assembleia – uma nova assembleia será realizada na quarta-feira, 5 de outubro, na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, centro da capital).

Passeata dos bancários e funcionários dos Correios - realizado em 30 de setembro, o protesto contou com a participação de mais de 8 mil trabalhadores (entre eles, dirigentes da APCEF/SP), que fizeram a manifestação pelo centro velho da capital. As duas categorias estão de braços cruzados por melhores salários e condições de trabalho.


Clique aqui http://www.apcefsp.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE6821FF9F9CE01200194206B64EB&itemId=3DFEE68232BA0AA60132CA97AA6E7595 para ver fotos da passeata.

Hoje, 03 de outubro, uma segunda feira, 1º dia útil e desde o início, greve na Caixa só aumenta

Mais uma vez os bancos apostaram errado. Apostaram que os bancários não teriam capacidade e coragem para fazer uma forte greve.

Em todos os estados brasileiros a adesão é forte, especialmente na Caixa Econômica Federal que está dando uma verdadeira lição de coragem e determinação, mantendo, com adesão espontânea, 95% de unidades paralizadas e a cada dia mais colegas que não haviam aderido à greve no dia 27, se convencem da necessidade da greve, como única forma de fazer os bancos cederem.

Os acordos fechados no BRB e no BANPARÁ, que são bancos com lucros muito menores que a Caixa, que o Banco do Brasil, que o Bradesco, que o Itaú, entre outros, mostram claramente que os bancos podem e devem atender as reivindicações dos seus trabalhadores e por isso não cederemos na firme decisão de continuar a greve.

Apesar das ameaças de descomissionamento por parte de gestores inescrupulosos e interditos proibitórios, ilegalmente aplicados por alguns juizes em favor de bancos como Bradesco, Itaú e HSBC, em geral os próprios bancários estão aderindo à greve sem que haja a necessidade de enfrentamento e multas desnecessárias aos sindicatos por descumprimento dessas decisões judiciais.

É assim que se faz forte uma greve, com ou sem sindicato nas portas das unidades, partindo dos próprios bancários, com determinação, auto estima e coragem.

PARABÉNS BANCÁRIOS! ESTAMOS DANDO UMA LIÇÃO DE DIGNIDADE.

VAMOS SEGUIR FIRMES NA LUTA, ATÉ A VITÓRIA!

02 outubro, 2011

Passeata nas ruas do centro da capital cobra banqueiros e governo















Foto: Gerardo Lazzari

A união da classe trabalhadora foi a marca da passeata que coloriu de vermelho e amarelo as ruas do centro velho de São Paulo. Nessa sexta-feira, 30, os bancários, em seu quarto de paralisação, uniram-se aos funcionários dos Correios, em greve há 17 dias, para cobrar uma proposta decente dos banqueiros e do governo. Os funcionários da estatal também marcharam contra o desconto dos dias parados.

O protesto contou com mais de 8 mil trabalhadores que fizeram todo o percurso, da Rua Líbero Badaró passando pela Sé, Boa Vista e voltando ao Vale do Anhangabaú, animados pela bateria da escola de samba Tom Maior.

As duas categorias estão de braços cruzados por melhores salários e condições de trabalho, entre outras reivindicações.

Do alto do caminhão de som, a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, saudou os trabalhadores reunidos na bela caminhada e lembrou que a greve dos bancários está crescendo. “Nesta segunda-feira chegamos ao sétimo dia do movimento dispostos à luta, como sempre, e abertos à negociação. Está nas mãos dos bancos decidir: que a paralisação siga por esta semana, ainda maior, ou se vão apresentar proposta decente que valorize seus funcionários.”

O presidente do sindicato dos funcionários dos Correios, Elias Diviza, ressaltou a força do protesto unificado. “O que fizemos hoje entra para história. Agradecemos o apoio dos bancários na nossa luta.”

Nas ruas – Quem estava de fora, aproximou-se para apoiar a manifestação. “Acho essa atitude dos trabalhadores muito importante e corajosa: sair pelas ruas e expor para a sociedade o que está acontecendo. O trabalhador nunca vai para as ruas por nada”, disse a administradora Sara Almeida.

A importância da união foi destacada pela professora aposentada Carla Dias Pereira. “Vocês já deram o recado a eles, agora está mais do que na hora de ter uma boa resposta.”

Assembleia – Os trabalhadores da capital reúnem-se em assembleia nesta segunda-feira, 3 de outubro, a partir das 16h, para debater estratégias e rumos do movimento. Leve documento com foto para o credenciamento. O Comando de Greve reúne-se um pouco antes, às 15h45, no Auditório Verde da Quadra (Na Rua Tabantinguera, 192, Sé).

Nas demais regiões, consulte o Sindicato de sua base.

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Fonte: APCEF/SP

Até governo do PSDB negocia com os bancários.

Dilma e banqueiros continuam dizendo não.

É necessário fortalecer a greve : convocamos os bancários a se incorporarem às atividades da greve e assembléias e a não se deixarem intimidar por possíveis telefonemas de gerentes, convocando para furar a greve.

Permanecer alertas pois poderá surgir proposta nesta semana.

Após uma semana sem nenhum avanço nas negociações, nossa greve continua em todo o país. Em meio à intransigência e a arrogância do Governo Federal e dos banqueiros – que insistem em não atender as reivindicações da categoria – dois bancos, um Regional e outro Estadual, são a prova de que os grandes bancos têm total condições financeiras de atender nossas reivindicações.

Entenda os acordos já assinados

Depois do Banco Regional de Brasília (BRB) elevar o piso para R$ 1.900,00 ( mais de 13% de elevação ) e a gratificação de Caixa de R$ 1.117,55 (aumento de 24,17% ) , foi a vez do Banco do Estado do Pará (Banpará) apresentar proposta de 10% de reajuste sobre todas as verbas. Vale lembrar que o patrão do Banpará é o governo daquele Estado, que é do PSDB, partido visto como o "terror" das negociações salariais .

A atitude diferenciada dessas duas instituições – com menor poder financeiro em relação aos bilionários bancos federais e privados – evidencia uma enorme contradição que remete a seguinte pergunta: se esses dois “peixes pequenos” têm condições de negociar tais índices, por que os “graúdos” silenciam, protelam e só oferecem o reajuste rebaixado de 8%?

A resposta é simples: o que falta é interesse do Governo e dos banqueiros. Eles não querem mesmo é abrir o cofre. A faca e o queijo estão nas mãos dos bancários: o caminho é único, o fortalecimento da greve!

No caso do Banpará, a paralisação foi a mais forte da categoria, contou com a adesão de 95% do funcionalismo. Além do reajuste de 10% sobre as verbas salariais, mais 5% de promoção do Plano de Cargos e Salários em 2012; Reajuste de 20% sobre tíquete alimentação e cesta alimentação, além de um tíquete alimentação extra de R$ 3.200,00. E acima de tudo, o retorno da licença prémio de 5 dias por ano; direito este retirado dos trabalhadores que ingressaram nos bancos a partir de 1998.

Dar uma resposta à truculência do governo federal

Desde antes do início da greve sabíamos que era o GOVERNO FEDERAL quem estava por trás das ameaças de desconto dos dias de greve. É surpreendente que um governo de um partido de "trabalhadores" se esforce tanto para penalizar grevistas, buscando impedir a realizaçáo de novas greves. Também partiu do governo Dilma a determinação de desconto do salário dos trabalhadores dos Correios que estáo em greve há mais de duas semanas. O BB, nesta greve, foi o primeiro Banco a se utilizar do mecanismo do ïnterdito proibitório para tentar impedir os piquetes em frente aos prédios do Sedan e Andaraí. A Superintendëncia Estadual do BB ameaçou chamar a polícia.

Por tudo isto, nós da OPOSIÇÁO BANCÁRIA CSP CONLUTAS propusemos na última assembléia que se convoque uma COLETIVA NA IMPRENSA para divulgar um MANIFESTO CONJUNTO dos trabalhadores em greve (em especial bancários, correios, servidores da justiça federal e funcionários do Col. Pedro II), fazendo a denúncia sobre a intransigência do governo e em especial, a sua postura arrogante frente à greve.

Como sabemos que a direção do Sindicato defende o governo, precisamos continuar cobrando a aplicação desta resolução, a fim de que não titubeie em realizar a necessária denúncia .

Vamos seguir em frente, ocupando a entrada dos prédios, das agências, se recusando a comparecer nos sites de contingência, aumentando a adesão à greve. Nossa greve não é por mais 0,5% no índice da Fenaban, mas por um reajuste que reflita o lucro que produzimos para o banco e que considere as nossas perdas salariais. É uma greve pela jornada legal de 6 horas, pela isonomia, pelo PCS! Sigamos firmes na luta!

30 setembro, 2011

Plenária avalia movimento de greve. Participe

Os trabalhadores realizam às 17h desta sexta-feira na Sede dos Bancários plenária para avaliação do movimento. O endereço é Rua Engenheiro Eugênio Motta, 102 - Jardim Santista - Mogi das Cruzes. Outras informações também no site http://WWW.bancariosmogi.com.br e pelo telefone (11) 4724-9117.

Fonte: http://www.bancariosmogi.com.br/2011/paginas/noticias.php?cdnot=727
 

Acompanhe o quadro de mobilização desta sexta-feira, dia 30, nas SRs da capital

Confira o levantamento feito pela APCEF nesta sexta-feira, dia 30, quarto dia da greve nacional da categoria bancária:


Fonte : APCEF/SP

29 setembro, 2011

Piquete on line

Recebi essa mensagem por e-mail de uma colega delegada sindical do Rio de Janeiro e achei interessante postar aqui:

A Comissão Sindical do Andaraí está on line no piquete.


Hoje está tudo tranquilo por aqui. Só o sol é que está esquentando o piquete.


A oficina de bonecos está rolando com o Tio Coruja. Para aqueles que moram mais perto, ainda dá tempo de vir pra cá e participar da oficina.


E não esqueçam... Amanhã teremos o Rock in Greve.


Uma informação importante! O piquete não está só on line na internet mas também por telefone.


Ligue pra gente para passar informações da greve, para pedir informações ou só pra matar a saudade dos colegas de trabalho! O telefone do piquete do Andaraí é 3808-5335.




Um abraço,




Comissão Sindical do Andaraí

Mobilização cresce a cada dia. Confira quadro desta quinta-feira

Mobilização cresce a cada dia em São Paulo. Confira o levantamento feito pela APCEF nesta quinta-feira, dia 29, terceiro dia da greve:




Sindicatos do Estado



29/9, quinta-feira


Sindicatos / Agências da base / Agências paradas

ABC                40 agências                   TODAS

Andradina        04 agências                   02 agências

Araçatuba        8 agências                     TODAS

Araraquara       3 agências                    TODAS

Assis                4 agências e 2 postos    04 agências

Barretos           08 agências                   01 agência

Bauru não informou 11 agências

Bragança Paulista 03 agências e 1 posto 3 agências

Campinas não informou 43 agências

Catanduva           11 agências                 9 agências

Franca                 07 agências                  06 agências

Guaratinguetá       08 agências                   TODAS

Guarulhos             17 agências                 16 agências

Jaú                        10 agências                 09 agências

Jundiaí *** ***

Limeira                  04 agências                   03 agências

Lins                      03 agências                     TODAS

Marília                   09 agências                   TODAS

Mogi das Cruzes    10 agências                   09 agências

Pereira Barreto *** ***

Piracicaba                16 agências                   14 agências

Presidente Prudente  8 agências                   TODAS

Presidente Venceslau *** ***

Ribeirão Preto           32 agências                 17 agências

Rio Claro *** ***

Sorocaba*                 24 agências                21 agências

Taubaté                      8 agências                  TODAS

Tupã                          07 agências                6 agências

Vale do Ribeira           03 agências               TODAS

Votuporanga                  04 agências              TODAS

Santos                            27 agências              TODAS

São Carlos                     11 agências               03 agências

São José do Rio Preto    09 agências            08 agências

São José dos Campos    15 agências             13 fechadas, 1 parcial


* Na SR Sorocaba, estão fechadas as agências: Itavuvu, Mairinque, São Roque, Ibiúna, Piedade, Porto Feliz e Itu.


Denuncie! - se você for pressionado a voltar ao trabalho ou sofrer qualquer tipo de ameaça em relação ao movimento paredista, entre imediatamente em contato com o sindicato de sua região ou com a APCEF/SP pelo telefone (11) 3017-8315 ou pelo e-mail diretoria@apcefsp.org.br.


Fonte: APCEF/SP

28 setembro, 2011

Greve segue forte em todo país neste segundo dia

São Paulo - Os trabalhadores de bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco e região estão mantendo o pique no segundo dia de paralisação nacional nesta quarta 28, conquistando a adesão de mais trabalhadores de agências e concentrações.

De acordo com balanço da Contraf-CUT participam da greve nacional por tempo indeterminado bancários de 25 estados e do Distrito Federal. “Nosso movimento está cada vez mais forte e vai prosseguir até que a federação dos bancos e as direções do Banco do Brasil e da Caixa Federal façam proposta decente aos trabalhadores”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira.

Assembleia – Os trabalhadores realizam às 16h desta quarta 28 assembleia na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192) para avaliação do movimento. “É importante que todos os trabalhadores venham para a assembleia para fortalecer ainda mais a unidade e ampliar a greve”, acrescenta Juvandia.

Comando de Greve - O Comando de Greve, integrado por dirigentes do Sindicato, da Fetec-CUT/SP, da Contraf-CUT, cipeiros e delegados sindicais da Caixa Federal e do Banco do Brasil, reúne-se também nesta quarta, às 15h45, no Auditório Verde da Quadra.

Leia mais

> Página especial ( http://www.spbancarios.com.br/campanhas.asp ) reúne informações da Campanha Nacional Unificada

> Denuncie o contingenciamento (http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=18265) nos bancos

> Orientações para a greve (http://www.spbancarios.com.br/texto.asp?c=912)

27 setembro, 2011

Decisão da Justiça do Rio impede desconto dos dias parados na greve dos bancários

Atendendo a uma ação civil pública ajuizada pelo Sindicato, a desembargadora Mônica Torres Brandão, da 6ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, decidiu a favor do direito de greve da categoria, condenando qualquer medida discriminatória ou de retaliação contra os trabalhadores que aderirem e participarem do movimento grevista.

Na decisão, a desembargadora argumenta que “a garantia constitucional do direito de greve está em consonância com o princípio da dignidade humana e com o valor social do trabalho, além de estar assegurado no artigo 9º da Constituição Federal”. A decisão inclui como forma de retaliação o desconto dos dias parados e só permite a compensação através de negociação entre sindicatos e a entidade patronal.

Os bancários do Rio encheram a Galeria e, por unanimidade, rejeitaram a proposta da Fenaban e aprovaram a continuidade da greve.

A exploração e luta dos bancários

Passados 16 anos, a realidade demonstrou que a reestruturação bancária, realizada por FHC, só favoreceu
os banqueiros.
Na década de 1980, havia uma agência para cada 7.432 habitantes. Hoje, há uma agência para cada 9.615 habitantes.
Este relação é ainda mais grave ao consideramos o aumento do número de correntistas. Em 2010, já tínhamos 151 milhões de contas bancárias, para apenas 605 mil bancários. Cada bancário “toma conta” de cerca de 250 mil contas. Como se isso já não fosse suficiente, houve uma redução espetacular do número de bancários. Em 1990, havia 826.244 bancários. 20 anos depois, este número caiu para somente 486.196 trabalhadores diretos dos bancos (605.580 trabalhadores, contando com os terceirizados que trabalham nas agências). Uma queda de 41%.

Com tudo isso, os bancários acumulam perdas salariais. Se os lucros cresceram a uma média de 121% ao ano nos últimos 16 anos, a folha salarial cresceu apenas 19% ao ano.

Em 1995, um funcionário custava para o BB o equivalente a 21Salários Mínimos. Atualmente, o custo médio por funcionário está em 7,5 salários mínimos. A exploração é tanta que um trabalhador do Itaú paga seu salário mensal em 11 horas de trabalho, já que cada um rendeu para o banco R$ 839 mil reais em 2010, enquanto o banco gastou apenas R$ 78 mil entre salários e encargos.

Ao invés de ampliar o número de agências e de bancários, a incorporação de amplas massas aos serviços bancários se dá através de um triplo processo de precarização.

De um lado, cria-se um serviço bancário paralelo, por meio dos correspondentes-bancários, com salários 75% mais baixos, sem organização s i n d i c a l, com jornada de 08 horas e sem segurança adequada.

Por outro lado, reduz-se o número de bancários e os pressiona a aceitarem salários e condições de trabalho rebaixados e a virarem vendedores de produtos do banco.

Por fim, perde também a população, com atendimento de baixa qualidade, com longas filas e ainda mais exposta à violência. Os “correspondentes bancários” são a flexibilização completa da categoria e um salto no grau de exploração dos bancários. Este golpe foi orquestrado pelos bancos e BC, que regulamentou o serviço (sem autoridade jurídica para isso), com a conivência dos governos Lula e Dilma.

Por tudo isso, um serviço bancário de qualidade e com recursos usados para o benefício da população só é possível com a estatização do Sistema Financeiro, pela suspensão do pagamento da dívida pública e pela formação de um Banco Único Estatal, sob controle dos bancários e da população trabalhadora.

Uma estatização sem indenização, que garanta a estabilidade no emprego para os bancários, o fim da terceirização, concurso público para duplicar o número de bancários, a universalização dos serviços bancários, sem cobrança de tarifas e um Plano de Cargos e Salários que acabe com as perdas salariais.

(fonte Ilaese)

Como foi a greve em Mogi, hoje?

Hoje, primeiro dia da greve, em Mogi e região a adesão foi muito forte na Caixa, no Banco do Brasil e no Bradesco.

Próxima plenária geral dos bancários marcada para a próxima sexta-feira.

CAMPANHA SALARIAL 2011: Banco de Brasília S.A. contrapropõe reajuste de 17,45%

GREVE dos bancários é nacional



27/09/2011

Nesta terça-feira, a greve nacional dos bancários começa com força em 25 estados e no DF. Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a paralisação já acontece em 25 estados e no Distrito Federal, paralisando agências de bancos públicos e privados. O único estado sem greve é Roraima, onde ocorre assembleia dos bancários no início da noite desta terça-feira para decidir a adesão ao movimento.

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CAMPANHA SALARIAL 2011: Banco de Brasília S.A. contrapropõe reajuste de 17,45%



Seg, 26 de Setembro de 2011 18:10

Em resposta à insistência dos representantes dos funcionários, o BRB evoluiu sua contraproposta anterior, apresentada na última sexta-feira (23), elevando o piso inicial para R$ 1.900,00.

a) Reajuste de 17,45% no Vencimento Padrão Inicial vigente em setembro/2010, com reflexos nos demais. O mesmo reajuste será aplicado sobre complemento pessoal de vencimento padrão, qüinqüênios, anuênios e demais vantagens pessoais. Em razão do BRB haver adiantado em março/2011 um reajuste de 3,85%, o BRB aplicará agora um reajuste adicional de 13,60%;

b) Reajuste de 22,18% na Cesta Alimentação;

c) Reajuste de 8,35% no Vale refeição, elevando tal verba para R$ 564,00;

d) Reajuste de 24,17% na Gratificação de Caixa vigente em setembro/2010, elevando a mencionada Gratificação para R$ 1.117,53. O complemento pessoal da atividade de caixa também será reajustado no mesmo patamar;

e) Os valores de referência e a tabela de funções serão corrigidos em 8,5%;

f) Reajuste de 8,5% nas demais verbas salariais e sobre todos os benefícios, exceto o auxílio funeral, cujo valor ficará mantido em R$ 5.443,97; e,

g) Redução da jornada em 1 hora para as mães, desde o sexto mês de nascimento até um ano, visando alongar e facilitar a amamentação.

O Banco contrapropôs ainda a redução dos juros do cheque especial dos funcionários para 3,8% a. m., taxa ainda muito elevada.

O Banco contrapropôs também a renovação da cláusula que regula a isenção de tarifas para os funcionários e aposentados do BRB.

O Banco se comprometeu a discutir a implementação de uma solução para as 7ª e 8ª horas.

O Banco também se comprometeu a implantar o novo PCCR sobre a base de remuneração atualizada pela presente negociação, com pagamento de um abono para indenizar ou compensar o atraso na referida implementação.

ORIENTAÇÃO:

Recomendamos a aprovação da contraproposta apresentada pela Direção do BRB nas Assembleias a se realizarem hoje.

CEBNN – COMISSÃO EXECUTIVA BANCÁRIA NACIONAL DE NEGOCIAÇÃO

(fonte: Contec)

Cerca de 90% das agências vinculadas às SRs da capital estão fechadas ou funcionando parcialmente

A greve nacional dos bancários começou com força em 25 Estados e no Distrito Federal.

Depois de cinco rodadas de negociações com a Fenaban, que apresentou uma proposta irrisória de aumento real de 0,56%, os bancários decidiram, em assembleias realizadas na noite de ontem em todo o País, paralisar suas atividades a partir desta terça-feira, dia 27, por tempo indeterminado.

"A adesão maciça dos empregados da Caixa à greve fortalece, ainda mais, o movimento paredista", afirmou o diretor-presidente da APCEF/SP, Sérgio Takemoto. "Estamos unidos e essa união arrancará dos banqueiros e da direção da Caixa propostas dignas aos bancários", completou.

Quadro de paralisação - de acordo com levantamento feito pela APCEF/SP na manhã desta terça-feira nas agência vinculadas às SRs da capital, quase 90% delas estavam fechadas ou funcionando parcialmente.

Denuncie! - se você for pressionado a voltar ao trabalho ou sofrer qualquer tipo de ameaça em relação ao movimento paredista, entre imediatamente em contato com o sindicato de sua região ou com a APCEF/SP pelo telefone (11) 3017-8315 ou pelo e-mail diretoria@apcefsp.org.br.

26 setembro, 2011

Conheça a proposta da CAIXA... lembrando a todos que depois dessa proposta a única coisa que mudou foi o acréscimo de 0,2% no dia 23

Durante reunião entre a CEBNN/CONTEC e CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, nesta quarta-feira (21/09), em São Paulo, foi apresentada a seguinte contraproposta:



REAJUSTE SALARIAL, DO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO/REFEIÇÃO E DA CESTA ALIMENTAÇÃO

Aplicar Índice Fenaban

Manter possibilidade de escolha em qualquer percentual de percepção do auxílio alimentação e refeição.



DÉCIMA TERCEIRA CESTA ALIMENTAÇÃO

Aplicar Índice Fenaban



ADIANTAMENTO DO DÉCIMO-TERCEIRO SALÁRIO

Manter o adiantamento em fevereiro e novembro.



REGISTRO DE JORNADA E HORAS EXTRAORDINÁRIAS

Manter a cláusula, com atualização da portaria 373 do MTE (Parágrafo Sexto)

Parágrafo Sexto - Ajustam as partes que o Sistema de Ponto Eletrônico – SIPON adotado pela CAIXA deverá permanecer em substituição ao previsto pela Portaria nº 1.510, de 21.08.2009, do Ministério do Trabalho e Emprego, dispensando-se a instalação do Registrador Eletrônico de Ponto – REP na forma da Portaria 373, de 25 FEV 2011.



ADICIONAL DE TRABALHO EM HORÁRIO NOTURNO:

Manter termos do ACT 2010/2011.



AUXÍLIO CRECHE/AUXÍLIO BABÁ

Seguir o que for definido na Fenaban, incluindo a questão da dispensa da comprovação das despesas:



“A CAIXA concederá Auxílio Creche/Auxílio Babá aos seus empregados no valor mensal de R$ xxx,xx (*) por filho de qualquer condição, nascido a partir de 01/09/2010, desde o nascimento até a idade de 71 (setenta e um) meses para custeio de despesas com assistência em creches de livre escolha ou de babá, sendo dispensada a comprovação dos gastos, e de conformidade com o Programa de Assistência à Infância – PAI.”

(*) – valor a ser definido pela Convenção.



AUXÍLIO FUNERAL

Manter termos do ACT 2010/2011



VALE TRANSPORTE

Seguir regra Fenaban e manter o benefício referente ao transporte rodoviário intermunicipal convencional.



ISENÇÃO DE ANUIDADE DO CARTÃO DE CRÉDITO

Manter termos do ACT 2010/2011 com atualização da data de referência para 01/09/2011.



“A CAIXA isentará seus empregados do pagamento da anuidade dos cartões CAIXA Mastercard e Visa nas modalidades existentes em 01/09/2011, durante o período de vigência do presente Acordo.”

JUROS DO CHEQUE ESPECIAL

Manter termos do ACT 2010/2011, com inclusão dos aposentados e pensionistas em ata.



AUSÊNCIAS PERMITIDAS

Manter termos do ACT 2010/2011



ESCALA DE FÉRIAS E LICENÇA PRÊMIO

Manter termos do ACT 2010/2011



PARCELAMENTO DO ADIANTAMENTO DE FÉRIAS

Manter termos do ACT 2010/2011 – devolução em 10 vezes



JORNADA DE TRABALHO

Manter termos do ACT 2010/2011, com Inserção dos parágrafos Terceiro e Quarto, regulando o trabalho em escala:



Parágrafo Terceiro – A jornada nos casos de serviços prestados em regime de escala observará o previsto na presente cláusula, à exceção da limitação quanto ao trabalho aos sábados, domingos e feriados.



Parágrafo Quarto – Para os casos de regime de escala, fica assegurada ao empregado a observância da sua jornada semanal, se for o caso, bem como a coincidência dos repousos semanais preferencialmente aos domingos, na forma da lei, não sendo devido o pagamento de horas extraordinárias ou qualquer outro tipo de indenização ou benefício caso não extrapolada a jornada diária e semanal, conforme o caso.



LICENÇA-MATERNIDADE

Manter termos do ACT 2010/2011



LICENÇA ADOÇÃO

Manter termos do ACT 2010/2011



ESTABILIDADES PROVISÓRIAS DE EMPREGO;

Manter termos do ACT 2010/2011, com eventuais ajustes da Fenaban.



INDENIZAÇÃO POR ASSALTO/SINISTRO

Reajuste do valor com base no Índice de reajuste proposto pela Fenaban



MULTA POR IRREGULARIDADE EM CHEQUE

Manter termos do ACT 2010/2011



UNIFORME

Manter termos do ACT 2010/2011



PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - SAÚDE CAIXA:

Manter demais termos do ACT 2010/2011.



Ampliar a cobertura do SAÚDE CAIXA para filhos com idade entre 21 e 24 anos incompletos, sem emprego, estudantes universitários ou formados, na categoria de dependente indireto.



SUPLEMENTAÇÃO DO AUXÍLIO-DOENÇA

Manter termos do ACT 2010/2011, com alteração no parágrafo oitavo.

CLÁUSULA 26 – SUPLEMENTAÇÃO DO AUXÍLIO-DOENÇA

A CAIXA suplementará o auxílio-doença pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, na razão do valor representado pela diferença entre a remuneração base do empregado e o valor do benefício pago pelo INSS, observado o disposto nos Parágrafos Segundo, Terceiro e Oitavo.

...



Parágrafo Oitavo - Caso o empregado perceba benefício de aposentadoria por tempo de contribuição ou por idade junto ao INSS, a CAIXA assegurará o pagamento do valor do benefício previsto nesta cláusula pelo período máximo de 12 (doze) meses, a cada período ininterrupto de licença médica, ou pelo período do afastamento nos casos de acidente de trabalho, deduzindo-se o valor do benefício de aposentadoria.



ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

Manter termos do ACT 2010/2011



PROCEDIMENTOS EM CASO DE ASSALTO E SEQUESTRO

Manter termos do ACT 2010/2011



LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE

Manter termos do ACT 2010/2011



TRABALHO DA GESTANTE

Manter termos do ACT 2010/2011



CIPA – COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Manter termos do ACT 2010/2011



Participação de representantes dos sindicatos na elaboração e desenvolvimento da SIPAT. (constar de ata)



COMUNICAÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO

Manter termos do ACT 2010/2011



INTERVALO PARA DESCANSO

Manter termos do ACT 2010/2011



COMISSÃO DE NEGOCIAÇÃO

Manter termos do ACT 2010/2011



HOMOLOGAÇÃO DAS RESCISÕES CONTRATUAIS

Manter termos do ACT 2010/2011



DESCONTO ASSISTENCIAL

Manter termos do ACT 2010/2011 com ajustes nas datas.



DESCONTO DE MENSALIDADE SINDICAL

Manter termos do ACT 2010/2011



LIBERAÇÃO DE DIRIGENTE SINDICAL

Manter termos do ACT 2010/2011



DELEGADOS SINDICAIS

Manter termos do ACT 2010/2011

QUADRO DE AVISOS

Manter termos do ACT 2010/2011



UTILIZAÇÃO DE MALOTE

Manter termos do ACT 2010/2011.



REUNIÕES

Manter termos do ACT 2010/2011



SINDICALIZAÇÃO



Manter termos do ACT 2010/2011 com ajustes.



A CAIXA facilitará às entidades sindicais profissionais a realização de campanha de sindicalização em dia, local e horário previamente acordado com o gestor da unidade.



NEGOCIAÇÃO PERMANENTE

Manter termos do ACT 2010/2011.



DISSÍDIOS E CONVENÇÕES REGIONAIS

Manter termos do ACT 2010/2011.



PORTAL DA UNIVERSIDADE CAIXA PARA DIRIGENTES SINDICIAIS

Manter termos do ACT 2010/2011



ENQUADRAMENTO APÓS CONTRATO DE EXPERIÊNCIA

Manter termos do ACT 2010/2011.



MULTA POR DESCUMPRIMENTO DO ACT

Manter termos do ACT 2010/2011 com reajuste pelo índice Fenaban.



GRUPO DE ESTUDOS

- Saúde CAIXA

- SIPON

- Constar em ata



PROMOÇÃO POR MÉRITO

A CAIXA realizará sistemática de avaliação para promoção por mérito em 2012, referente ao ano-base 2011, dos empregados ativos em 31.12.2011, com no mínimo 180 dias de efetivo exercício em 2011, integrantes da Parte Permanente do Quadro de Pessoal, inclusive cedidos, liberados para sindicatos e os licenciados sem suspensão do contrato de trabalho, conforme regras negociadas com as Entidades Representativas dos Empregados.



VIGÊNCIA

Duração de 1 (um) ano, de 1º de setembro de 2011 a 31 de agosto de 2012.



AVALIAÇÃO: A Comissão CONTEC rejeitou em mesa a contraproposta apresentada pela comissão CAIXA de seguir com o índice de reajuste de 7,8% da FENABAN, alertando para o fato de que a empresa não considerou os ganhos e lucros da CAIXA conquistados graças ao empenho de seus empregados.

A Comissão CONTEC alertou para o fato de que a proposta apresentada é insuficente e não atinge nem mesmo os 5% de ganho real reivindicado pelos empregados da CAIXA. E afirmou que se a proposta não melhorar, a saída será a intensificação das atividades mobilizadoras dos empregados da CAIXA a partir do dia 26 de setembro.

A comissão CAIXA não respondeu às ponderações da comissão CONTEC. No entanto, ficou acertado nova reunião no dia 28 de setembro, com local e horário a confirmar.

Fonte: CONTEC

25 setembro, 2011

Veja o resultado das assembleias até as 22h do dia 22/09. Amanhã tem novas assembléias. Não faltem!

São Paulo Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Rio de Janeiro Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Brasília Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Belo Horizonte Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Pernambuco Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Curitiba Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Alagoas Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Porto Alegre Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Ceará Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Espírito Santo Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Paraíba Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Bahia Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Piracicaba Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Mato Grosso Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Campo Grande Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Alagoas Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Piauí Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Rondônia Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Acre Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Roraima Rejeitou a proposta e faz nova assembleia dia 27

ABC (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Campinas (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Juiz de Fora (MG) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Campina Grande (PB) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Vitória da Conquista (BA) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Londrina (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Dourados (MS) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Cornélio Procópio Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Guarulhos (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Bragança Paulista (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Sul Fluminense (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Itabuna (BA) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Baixada Fluminense (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Uberaba (MG) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Ipatinga (MG) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Extremo Sul (BA) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Guarapuava (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Nova Friburgo (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

São Miguel do Oeste (SC) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Jundiaí (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Três Rios (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Teresópolis (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Campo Mourão (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Alegrete (RS) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Campos dos Goytacazes (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Joaçaba (SC) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Toledo (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Barretos (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Feira de Santana (BA) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Petrópolis (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Itaperuna (RJ) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Limeira (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Magi das Cruzes (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Bauru (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Araraquara (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Catanduva (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Taubaté (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Presidente Prudente (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Vale do Ribeira (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Assis (SP) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Irecê (BA) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Apucarana (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Arapoti (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Paranavaí (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27

Umuarama (PR) Rejeitou a proposta e aprovou greve a partir do dia 27


Fonte: Contraf-CUT

Bancária da Caixa desmistifica informações de O Globo sobre a categoria

20-Set-2011

Ana M. L. Paulo


Há poucos dias li um artigo no jornal “O Globo” afirmando que as distorções salariais dos servidores públicos já haviam sido corrigidas nos últimos anos e que estava na hora de os servidores públicos da CAIXA, PETROBRÁS, BB, dentre outros, darem a contrapartida liberando o dinheiro público para investimentos. Numa única reportagem, aparecem vários equívocos. Primeiramente, os empregados dessas empresas não se enquadram na categoria de servidor público. Em segundo lugar, os empregados dessas instituições dão sim, todos os anos, sua contrapartida, gerando milhões de reais em lucros que são repassados diretamente para o Tesouro Nacional.

Como o momento é de reajuste da categoria bancária, analisemos apenas os lucros dos dois bancos citados. Nos últimos cinco anos (2006-2010), o BB gerou lucros de R$ 41,752 bilhões, e a CAIXA, lucros da ordem de R$ 15,59 bilhões, no mesmo período. Não nos esqueçamos que a CAIXA é a grande executora dos programas sociais do Governo Federal, logo seu foco principal não é o lucro.

O outro grande equívoco da reportagem citada é com relação à suposta alegação de que as distorções salariais já teriam sido corrigidas.

Para desmistificar essa idéia, basta verificar que a inflação dos últimos 15 anos (1995-2010) foi de 220,4%., enquanto que o empregado da CAIXA teve aumento de apenas 85,6% no mesmo período. Os salários do pessoal da CAIXA, portanto, sofreram uma defasagem de 134,8% pelo índice oficial do governo.

O salário mínimo, por outro lado, foi contemplado com reajustes recordes de 445% no mesmo período, tendo superado a inflação em 224,6 %.

Para não atrelarmos o valor do salário da CAIXA apenas ao salário mínimo, compare-mo-lo com o preço do sanduíche Big Mac que é coletado e utilizado pela revista The Economist para a construção do índice Big Mac que serve para aferir o grau de valorização das moedas ao redor do mundo. Nos últimos quinze anos, o preço do Big Mac subiu, no Brasil, 392,56%, portanto, 172,16% acima da inflação. Usando essa referência, um empregado da CAIXA podia comprar 413,22 Big Macs, por mês, em 1995. Hoje, ele compra apenas 195,45 Big Macs/mês..

Fica demonstrado assim, que os salários dos empregados da CAIXA sofreram enorme defasagem nos últimos quinze anos. É bom lembrar que quinze anos, representam praticamente metade do tempo de serviço para a aposentadoria e que, normalmente, nesse tempo avança-se na carreira, ocupando–se funções que exigem cada vez mais responsabilidades. O que se vê, no entanto, é que o crescimento do salário do empregado da CAIXA não correspondeu ao acúmulo de experiências e à passagem do tempo.

Assim, ao ler a referida reportagem, não pude deixar de lembrar da famosa frase que diz que “uma mentira dita muitas vezes se torna uma verdade”. Ainda bem que existem os dados para comprovar a verdade: os bancários da CAIXA continuam sofrendo uma enorme defasagem salarial. Precisamos lutar para conseguirmos reaver um pouco da nossa dignidade e a justa retribuição pelos serviços prestados à sociedade.

Qual a única forma de sermos ouvidos? Fazendo greve!

24 setembro, 2011

Bancários da Bahia dão resposta à ameaça de punição e preparam GREVE para o dia 27

Fonte : Blog do MNOB - BA http://www.mnobba.blogspot.com/


Categoria diz não à compensação e ao desconto dos dias de greve


Na assembleia realizada na última quinta-feira (22), no ginásio dos bancários da Bahia, a categoria deu uma resposta à ameaça dos bancos e do governo que insistem na tentativa de intimidação dos trabalhadores que estão em campanha salarial. A proposta apresentada pelo MNOB , votada e aprovada por ampla maioria, desautoriza a aceitação de acordo coletivo que contenha a compensação ou o desconto dos dias de Greve.



Cansados de tanta enrolação nas mesas de negociação e sabendo que o lucro dos bancos é capaz de atender nossas reivindicações, não aceitaremos qualquer tipo de punição nesta campanha salarial. Parece inacreditável, mas o BB diz que não há sobras no lucro do Banco para atender nossas reivindicações. Querem agora nos convencer de que há sobras em nossos baixos salários para o desconto dos dias de uma greve cuja culpa não é nossa?! Nem pensar!

É preciso derrotar a política de retaliação do Governo Dilma

Na última quinta-feira, o Ministro das comunicações Paulo Bernardo (PT) determinou o corte do ponto dos funcionários dos Correios em Greve. Os trabalhadores, indignados com a medida, responderam com a continuidade e o fortalecimento da mobilização (Confira o post abaixo).

Já na campanha salarial dos bancários, o governo utiliza o BB para tentar intimidar a categoria com ameaças infundadas. Precisamos nos espelhar nos funcionários dos correios, nos solidarizar com a sua luta e somar forças para derrotar a intransigência nas negociações e a política de retaliação do Governo. É um absurdo tratar os trabalhadores como se vagabundos fossem! Nossa luta é justa e não vamos nos intimidar com ameaças!

Sindicato da Bahia precisa estar do nosso lado, fortalecendo nossa luta e de outras categorias

A votação que fizemos na última assembleia tem um significado importante para todas as campanhas salariais deste segundo semestre. O MNOB está lutando em todo o país para impedir acordo salarial que contenha compensação ou o desconto dos dias de greve.

No entanto, se o sindicato não estiver do nosso lado nessa luta teremos mais dificuldades para frear a ganância dos banqueiros e a insensibilidade do governo. Infelizmente a diretoria do sindicato não divulgou a proposta que votamos. Exigimos que isso seja revisto o quanto antes, publicando o conteúdo da votação no site, no jornal e no programa de tv do sindicato. Isso fortaleceria nossa luta contra as ameaças de punição.

O Sindicato da Bahia também não pode ficar refém daquilo que a CONTRAF/CUT determina no Comando Nacional. É preciso ter independência em relação aos pelegos da CUT. Além disso, é preciso tomar iniciativas que pressionem o governo para abonar os dias de greve dos trabalhadores dos correios e para impedir novas ameaças por parte da diretoria do BB.



VIVA A LUTA DE TODOS OS TRABALHADORES EM CAMPANHA SALARIAL!


SE O LUCRO DAS EMPRESAS CRESCEU, OS TRABALHADORES QUEREM O SEU!


NENHUMA RETALIAÇÃO AOS TRABALHADORES EM GREVE!






MOVIMENTO NACIONAL DE OPOSIÇÃO BANCÁRIA - BAHIA

23 setembro, 2011

Aprovada a GREVE NACIONAL dos bancários a partir do dia 27/09

Diante do descaso dos banqueiros que, mesmo tendo aumentado exorbitantemente seus lucros às custas da superexploração e do adoecimento dos bancários, ofereceram apenas 0,37% de aumento real e deixarem sem proposta concreta para todas as demais reivindicações, todas as assembléias realizadas ontem (22) pelo país afora decidiram, a maioria por unanimidade, iniciar a GREVE NACIONAL a partir do dia 27 de setembro.

Agora é hora de nos colocarmos em total mobilização, encorajar os colegas nos locais de trabalho que ainda tenham dúvidas se vão aderir ou não, convencê-los da necessidade da luta para melhorar a proposta e da importância em se respeitar o que as assembléias decidiram, além de convocar todos para as Plenárias Organizativas da greve que acontecerão no dia 26, segunda feira.

13 setembro, 2011

Banqueiros oferecem NADA... Esse é o tratamento que temos depois de um ano inteiro de cumprimento de metas

Bancários, saudações de luta... mais uma greve se aproxima, mas pela apatia dos nossos sindicatos que estão controlados pela CUT, parece que nada de sério está acontecendo.




Os banqueiros e o governo exigem tudo de nós... e nós damos... até nossa saúde... mas... na hora que pedimos o mínimo, nos oferecem NADA.



Acompanhe nos links abaixo as últimas notícas da Campanha Salarial 2011.





http://www2.fenae.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE68230D803FB0130E72052ED7FE5&lumI=fenaeapcefs.service.noticia.details&itemId=8A9289223210A4FC013262D0376D1D9B




http://www2.fenae.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE68230D803FB0130E72052ED7FE5&lumI=fenaeapcefs.service.noticia.details&itemId=8A9289223210A4FC0132639B87A561A1




http://www2.fenae.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE68230D803FB0130E72052ED7FE5&lumI=fenaeapcefs.service.noticia.details&itemId=8A9289223210A4FC0132639E211D64EC




http://www2.fenae.org.br/portal/main.jsp?lumPageId=3DFEE68230D803FB0130E72052ED7FE5&lumI=fenaeapcefs.service.noticia.details&itemId=8A9289223210A4FC013263A07A20681A




http://oposicaobancariamogi.blogspot.com/






Vamos à luta... bancários! Preparem-se para a GREVE, que promete ser forte.

NÓS TEMOS A FORÇA DE PRODUÇÃO DE RIQUEZA MAS TAMBÉM A TEMOS PARA EXIGIR E CONQUISTAR A NOSSA PARTE NESSA RIQUEZA.



--



"...a luta não pode ser apenas o grito impotente. Tem de haver ação, organização, informação, rebelião."



" A luta que se perde é a luta que se abandona"





Além de serem mecanismos para acumular fortunas pessoais, os partidos políticos são máquinas feitas para dar ao povo a ilusão da democracia.

(Mumia Abu Jamal)

13 fevereiro, 2011

Extraditar um refugiado ao país onde é perseguido é abrir um precedente perigoso que pôe em risco qualquer refugiado em solo brasileiro

Aqui vai a convocação do Comitê Battisti Livre.




favor passar adiante,convidar as organizações e pessoas. Obrigada. Lúcia Skromov



Fortalecer a campanha pela imediata liberdade de Cesare Battisti!



Quase quatro anos se passaram e Cesare Battisti continua preso no Brasil desde que foi capturado no Rio de Janeiro em março de 2007 através de uma operação orquestrada pelos governos italiano, francês e a Polícia Federal brasileira. A prisão preventiva mantém-se graças às pressões que o governo de Silvio Berlusconi exerce sobre Brasília para que o ex-militante da organização Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) seja extraditado a fim de cumprir prisão perpétua nas masmorras italianas, sendo seis meses com a privação da luz solar. Toda espécie de arbitrariedades políticas e jurídicas foi realizada para condenar Cesare Battisti por quatro assassinatos que não cometeu. No Brasil não é diferente: Lula negou a extradição do escritor italiano, mas devolveu ao Supremo Tribunal Federal a possibilidade de apreciação de sua decisão baseada no Tratado Brasil-Itália celebrado em 1989.



O conservador STF, através de seu presidente Cezar Peluso e do relator Gilmar Mendes, declararam que “tudo será considerado a seu tempo”, sinalizando que arquitetarão novo malabarismo jurídico para prolongar a agonia de Cesare Battisti na penitenciária federal da Papuda, no DF. Com o agravamento das denúncias de pedofilia contra o primeiro-ministro Berlusconi, a classe dominante italiana e o setor mais conservador da sociedade intensificam a caçada ao escritor como forma de desviar o foco da opinião pública dos escândalos em que se encontra envolvido. A perseguição ao ex-ativista é, antes de mais nada, um troféu na guerra deflagrada pelos setores reacionários italianos e brasileiros no combate àqueles que se levantaram contra o regime de exploração lançando mão da ação direta como forma de realizar justiça social. Com isso, os que clamam pela extradição de Cesare Battisti buscam puni-lo exemplarmente como forma de atemorizar os lutadores do presente e do futuro contra qualquer possibilidade de revolta contra as diferentes formas de opressão, super exploração e a retirada de direitos sociais da classe trabalhadora.



Várias entidades, movimentos sociais, organizações políticas, coletivos, ativistas ligados aos direitos humanos e às reivindicações democráticas tiveram a iniciativa de conformar comitês em várias regiões do país a fim de lutar contra a extradição de Cesare Battisti, e exigir seja do STF ou do Poder Executivo sua imediata liberdade e concessão de asilo político no Brasil. Afinal, é de comum compreensão que esta perseguição pode-se voltar contra qualquer um de nós que ouse lutar por melhores condições de vida através da livre organização social. Apenas uma mudança na correlação de forças poderá acabar com a “fuga sem fim” do escritor italiano. Vários debates e manifestações foram realizados no Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas estes foram apenas os primeiros passos de uma longa jornada de lutas até alcançarmos nosso objetivo. Para os próximos dias, convocamos aqueles ativistas, organizações, movimentos e entidades sindicais que ainda não aderiram à campanha internacionalista a ingressar ativamente nestas atividades, conforme calendário a seguir:







- Manifestação com concentração no MASP

(na sequência caminharemos até o Consulado Italiano, na Av. Paulista)

18 de fevereiro, sexta-feira, às 17 horas



- Plenária ampliada com entidades, movimentos e representações políticas:

19 de fevereiro, sábado, às 15:00

Espaço Mané Garrincha

Rua Silveira Martins, 131, sala 11.



- Saída da caravana a Brasília

22 de fevereiro, terça-feira, 16 horas



- Ato político em Brasília e visita a Cesare Battisti

23 de fevereiro, quarta-feira



A liberdade de Cesare Battisti depende exclusivamente de nossa capacidade de luta! Junte-se a nós!



Comitê Battisti Livre - SP

25 janeiro, 2011

Para centrais, quem atua em correspondente é considerado bancário

Sex, 21 de Janeiro de 2011 08:20


"A atividade principal de banco não é vender pão, bicicleta ou jogo de loteria. É coletar e emprestar dinheiro e lucrar com isso." A frase, do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Prado, resume como o lado sindical enxerga o canal correspondente, cujas regras estão sob revisão. O discurso escancara aquele que tem sido o calcanhar-de-aquiles das instituições que avançam na distribuição alternativa por meio de supermercados, lotéricas, padarias e agências do Correios: o risco trabalhista.

O Banco Central (BC) está reformulando o marco regulatório do setor e pretende reunir numa única resolução as normas que tratam do assunto, contemplando serviços bancários, promotoras de vendas (automóveis, crédito ao consumidor e imobiliário), bem como inibindo a atuação dos "pastinhas", agentes independentes que já foram alvo de investigação na oferta do consignado. Vai exigir que os empregados envolvidos na atividade de correspondente tenham vínculo com o estabelecimento, sejam certificados e que a atuação seja restrita a localidades onde estão fisicamente instalados.

Para Prado, o correspondente passou a ser nada mais do que um posto avançado das instituições e seus empregados são bancários. "É terceirização pura." Essa tem sido a natureza dos conflitos enfrentados pelas instituições e correspondentes na Justiça do Trabalho, com ex-empregados pedindo indenizações que façam jus às funções de um funcionário de banco.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) defende que a distribuição de serviços financeiros seja feita só por funcionários treinados e debaixo da estrutura de atendimento tradicional. O secretário geral, Marcel Barros, discorda da tese de que regiões afastadas não seriam economicamente viáveis para instalação de um posto bancário. "A viabilidade não se dá por uma localidade, mas pelo todo, o banco abre uma conta e agrega outros produtos." Ele calcula que se os empregados dos correspondentes fossem reconhecidos como bancários, seriam incorporados à classe cerca de 500 mil trabalhadores, praticamente dobrando o tamanho atual. Isso reforçaria uma categoria que já é uma das mais fortes em termos sindicais - carga horária de seis horas, adicional de segurança e salário médio maior do que os comerciários.

Na Transmarketing, com quatro unidades do Caixa Aqui, em São Bernardo do Campo, a remuneração é formada por um salário fixo de R$ 700 mais um bônus pela venda de produtos, conta o presidente, Armando Paes Filho. Conforme exemplifica, uma funcionária que coletou proposta para dois financiamentos imobiliários vai receber quase o dobro do rendimento fixo. Ele se diz favorável à certificação que a nova regulamentação deve prever. "Isso vai tirar os aventureiros do mercado", diz. As suas lojas também já contam com equipamentos de vigilância e portas blindadas, prevenindo-se de ações que têm requerido reforço de segurança no canal correspondente.

A Febraban, em nota, declarou ter enviado, junto com outras entidades representativas do setor, as sugestões para o aprimoramento da regulação ao BC. "Agora, estamos no aguardo de definições do órgão regulador."



Fonte: Valor Econômico



Comentários da Contec:

Transcrevemos a Súmula 331do TST e acrescentamos nossas observações:

TST Enunciado nº 331 - Revisão da Súmula nº 256 - Res. 23/1993, DJ 21, 28.12.1993 e 04.01.1994 - Alterada (Inciso IV) - Res. 96/2000, DJ 18, 19 e 20.09.2000 - Mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003

Contrato de Prestação de Serviços - Legalidade

I - A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de 03.01.1974).

II - A contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (art. 37, II, da CF/1988). (Revisão do Enunciado nº 256 - TST)

III - Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de 20-06-1983), de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta.

IV - O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art. 71 da Lei nº 8.666, de 21.06.1993)



Observações da Contec:

É importante que prestemos atenção ao que a Súmula 331 define como atividade meio, ou seja, a contratação de funcionários que não exerceriam a atividade do banco, por exemplo, ocupados na limpeza e na vigilância. Ou seja, quando os empregados desempenham este tipo de função (atividade meio), não há vinculo empregatício com o banco. Não é o caso dos correspondentes, pois eles exercem a atividade fim do banco, portanto, como determina a súmula 331 do TST, tem todos os direitos trabalhistas, assim como os funcionários do banco.

26 dezembro, 2010

10 estratégias de manipulação midiática

Vi na Globonews uma matéria favorável à presidente eleita Dilma Roussef e ao legado de Lula. Também anunciaram um programa da Míriam Leitão que falará da ascenção das mulheres no Brasil. Não vou me surpreender se passarem "Lula, o filho do Brasil" na TV até o fim do ano. Afinal, que doideira é essa, de uma hora morderem e noutra, soprarem? Para entender melhor a mídia, reproduzi abaixo o texto do linguista americano Noam Chomsky, publicado pelo jornalista Rodrigo Viana no seu blog Escrevinhador :


10 estratégias de manipulação midiática

publicada terça-feira, 23/11/2010 às 10:45 e atualizada terça-feira, 23/11/2010 às 11:02

O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.



2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.



3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.



4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.



5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.



6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…



7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.



8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…



9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!



10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos

14 outubro, 2010

Crônica de uma morte anunciada

Uma bela crônica do ativista Wilson Ribeiro da oposição bancária de São Paulo que vale a pena ler, sobre o desmonte anunciado da greve.


Noite fria em São Paulo, corações quentes acelerados pela presença de muitos gerentes que chegavam em bandos. Vários grevistas davam informes que o sindicato havia passado nas agências convidando os gerentes a virem para a assembléia (não bastava o operativo da Caixa).

A mesa informa que havia 539 credenciados?! A quadra estava lotada, dava para ver mais de 1000 pessoas.

A Articulação se prestou a defender a proposta usando argumentos insólitos. Como defender a pior proposta da categoria na base onde ocorreu a greve mais forte?

Muitos grevistas se ausentaram da assembleia. Seria o desanimo com a direção, o desencanto com o movimento, talvez o frio? Deve ter sido o pijama mesmo e a convicção de que nao valia a pena tira-lo para ir numa assembleia em que a direção estava jogando contra o movimento.

A CTB se absteve de defender a proposta. A Intersindical se postou contrária, diferente do que fez na assembleia dos privados, onde o acordo foi apovado por unanimidade e no Comando Nacional onde foram a favor da proposta.

Três falas se posicionaram contra a proposta: O MNOB foi o primeiro, enfatizando que a greve forte, a conjuntura favoravel pelo fato do desespero do governo em eleger sua candidata, os lucros atissimos e os demais acordos ja apresentados eram demonstração de que poderia haver por onde melhorar a proposta.

Em seguida falaram os grupos Bancarios de Base e Intersindical.

A mesa era só manobra. Nada estranho numa assembleia que ao inves de ocorrer as 16 horas aconteceu as 19:30hs. Mas, o exagero sempre cobrará seu preço. O dirigente da mesa chegou a anunciar que Brasilia e Rio de Janeiro tinham encerrado a greve. Mentira, no Rio a greve continuava.

O impressionante era a disposição dos grevistas presentes que, em sua amplissima maioria queriam continuar a greve e votaram firmes na rejeição da proposta.

A presença dos gerentes foi decisiva para acabar com a greve na Caixa.

Nada diferente do que ja vinha sendo anunciado na maioria das assembleias do país. Uma greve forte, em uma conjuntura favoravel, que poderia arrancar VERDADEIRAS conquistas históricas, como a isonomia ou a reposição das perdas, mas que foi sendo derrotada pela política governista da CUT.

O MNOB tem orgulho de ter defendido contra essas propostas rebaixadas e ter sido aguerrido na luta contra a burocracia de norte a sul neste país. Embora a greve esteja acabando, visto que agora ela está agonizando em alguns pontos isolados pelo país, a categoria não sai desmorlisada, ao contrario, o que vemos é um sentimento de raiva contra a direção que traiu a esperança de uma vitória certa.

As Oposições se fortaleceram e novos embates acontecerão no futuro. A morte desta greve não será em vão e a CUT não perde por esperar, seu dia está prestes a chegar.

Agora, é realizar as reuniões de balanço e afiar as facas para as eleições que virão. Duas ja estão em curso: Associações do BASA e do BNB, ainda no final deste ano. Outras virão na sequencia, dentre elas a mais importante de todas - o sindicato de São Paulo.


Abraço a todos,


Até a próxima primavera,


Wilson Ribeiro

13 outubro, 2010

Com mão de ferro, sindialistas governistas controlam as assembléias e impõem acordo rebaixado

Enquanto não conseguirmos unir os bancários de base que se disponham a lutar por um sindicalismo autônomo em relação a partidos e governos de plantão, e com estes organizar chapas para disputar e vencer as eleições sindicais, teremos que conviver com essas traições.

A falta de autonomia sindical que temos hoje, com sindicalistas serviçais de partidos, governos e candidaturas a presidente... nos impôs mais um acordo rebaixado e nos fêz perder a oportunidade de conquistar um acordo decente.

Sabe-se lá quando teremos novamente a rara oportunidade que tivemos neste ano eleitoral para presidente, em que os bancos públicos apoiam a Dilma para continuarem com suas boquinhas na administração dos bancos públicos.


Abaixo, o resultado das assembléias até 22 horas.

SindicatoFenabanBBCaixa


São PauloAprovouAprovouAprovou

Rio de JaneiroAprovouAprovouRejeitou

BrasíliaAprovouAprovouAprovou

Belo HorizonteAprovouAprovouAprovou

CuritibaAprovouAprovouAprovou

PernambucoAprovouRejeitouAprovou

BahiaAprovouAprovouRejeitou

Porto AlegreAprovouRejeitouRejeitou

CearáAprovouRejeitouAprovou

Mato GrossoAprovouAprovouAprovou

FlorianópolisAprovouAprovouAprovou





Pará e AmapáAprovouAprovouRejeitou

Campinas (SP)AprovouAprovouAprovou

ABC (SP)AprovouAprovouAprovou

AlagoasAprovouAprovouAprovou

PiauíAprovouAprovouAprovou

Campo GrandeAprovouAprovouAprovou

RondôniaAprovouAprovouAprovou

AcreAprovouAprovouAprovou

RoraimaAprovouAprovouAprovou

MaranhãoRejeitouRejeitouRejeitou

Londrina (PR)AprovouAprovouAprovou

Juiz de Fora (MG)AprovouAprovouAprovou

Vitória da Conquista (BA)AprovouRejeitouRejeitou

Campina Grande (PB)AprovouAprovouAprovou

Guarulhos (SP)AprovouAprovouAprovou

Niterói (RJ)AprovouAprovouAprovou

Alegrete (RS)AprovouAprovouAprovou

Angra dos Reis (RJ)AprovouAprovouAprovou

Blumenau (SC)AprovouAprovouAprovou

Bragança Paulista (SP)AprovouAprovouAprovou

Campos dos Goytacazes (RJ)AprovouAprovouAprovou

Criciúma (SC)AprovouAprovouAprovou

Extremo Sul da BahiaAprovouAprovouAprovou

Itaperuna (RJ)AprovouAprovouAprovou

Jundiaí (SP)AprovouAprovouRejeitou

Nova Friburgo (RJ)AprovouAprovouAprovou

Sul Fluminense (RJ)AprovouAprovouAprovou

Teresópolis (RJ)AprovouAprovouAprovou

Toledo (PR)AprovouAprovouAprovou

Três Rios (RJ)AprovouRejeitouRejeitou

Assis (SP)AprovouAprovouAprovou

Santo Ângelo (RS)AprovouAprovouRejeitou

Taubaté (SP)AprovouAprovouAprovou

Jaú (SP)AprovouAprovouAprovou

Araçatuba (SP)AprovouAprovouAprovou

Naviraí (MS)AprovouAprovouAprovou

Marília (SP)AprovouAprovouAprovou

Patos de Minas (MG)AprovouAprovouAprovou

Ribeirão Preto (SP)AprovouAprovouAprovou

Presidente Venceslau (SP)AprovouAprovouAprovou

Teófilo Otoni (MG)AprovouAprovouAprovou

Três Lagoas (MS)AprovouAprovouAprovou

Votuporanga (SP)AprovouAprovouAprovou

Araraquara (SP)AprovouAprovouAprovou

Bauru (SP)RejeitouRejeitouRejeitou

Catanduva (SP)AprovouAprovouAprovou

Dourados (MS)AprovouAprovouAprovou

Feira de Santana (BA)AprovouAprovouAprovou

Franca (SP)AprovouAprovouAprovou

Guaratinguetá (SP)AprovouAprovouAprovou

Irecê (BA)AprovouAprovouAprovou

Limeira (SP)AprovouAprovouAprovou

Mogi das Cruzes (SP)AprovouAprovouAprovou

Presidente Prudente (SP)AprovouAprovouAprovou

São José do Rio Preto (SP)AprovouAprovouAprovou

Sorocaba (SP)AprovouAprovouAprovou

Vale do Ribeira (SP)AprovouAprovouAprovou

Assembléia em Mogi será às 19 horas, na sede do sindicato e a presença de todos os grevistas é fundamental.

Esta proposta é inaceitável, pois muito aquém da capacidade dos bancos, muito aquém das perdas saláriais o que torna uma balela dizer que existe aumento real, muito aquém do que conquistou os empregados do BRB, muito aquém do que necessitamos e muito aquém também da força da greve, além do que ainda prevê a compensação das horas o que significa uma punição dura contra os grevistas e não garante textualmente clara que a não compensação acarrete o desconto dos dias.

NÃO PODEMOS APROVAR ESSA PROPOSTA E DEVEMOS CONTINUAR A GREVE PORQUE É POSSÍVEL AVANÇAR MUITO MAIS E CONQUISTAR MAIS SÓ SERÁ POSSÍVEL COM A CONTINUIDADE DA GREVE.


Assembléia em Mogi será às 19 horas, na sede do sindicato e a presença de todos os grevistas é fundamental. Cheguem com antecedência e levem a identidade funcional para evitar surpresas. Vai que seja exigido na porta, sem aviso prévio pelo sindicato...

12 outubro, 2010

É hora do governo sair detrás da Mesa da FENABAN!

Todos nas assembléias do BB para rejeitar o acordo e fortalecer a GREVE!
Proposta do BB é insuficiente
É hora do governo sair detrás da Mesa da FENABAN!

Para quem disse nos boletins internos que tem pressa em fechar o acordo e pôr fim à greve, a proposta divulgada nesta segunda-feira está longe de atender as reivindicações dos bancários do BB e muito aquém das possibilidades de umas maiores instituições financeiras do mundo.
A Contraf CUT , como tem feito em todas as campanhas, no momento em que conseguimos sentar para discutir nossas questões específicas, defende o recuo da greve e o acordo "histórico". Histórico é o lucro do Banco. A Contraf/CUT dizer que temos aumento real é balela, é ENGANAÇÃO, é conluio com os banqueiros e com o governo. Não temos aumento real porque continuamos acumulando perdas desde o plano Real.
É hora de pressionar o governo federal, que é quem controla os bancos públicos através do DEST/Ministério do Planejamento, a apresentar uma proposta melhor.
Não podemos assinar um acordo que sequer cumpra o compromisso do acordo anterior - um novo PCCS . O PCR ( vamos aprovar um plano que não tem definições claras ? ) estimula, ainda mais a dependência das comissões e não eleva o atual interstício (3%) de promoção horizontal, por tempo de serviço.
A proximidade do segundo turno das eleições nos abre uma possibilidade : cobrar de Lula que cumpra todas as suas promessas no seu último ano de governo. Se quer votos para a sua candidata, que reveja a "herança maldita"do governo FHC, retornando o PCCS vigente até 1995 e a jornada de 6 horas, bem como retire a maldade do seu próprio governo - a lateralidade. Que restitua, como fez o BRB, o anuênio.
Consideramos que a greve por nossas questões específicas, depois da enrolação da mesa da Fenaban, pode empolgar o conjunto do funcionalismo . Necessitaremos, entretanto que os grevistas saiam às ruas e se incorporem aos piquetes e mobilizações. Necessitaremos acabar com os sites de contingência. A greve terá que ser de todos - comissionados ou não.
Precisaremos não só fortalecer, como dar visibilidade a nossa greve, fazendo caravanas à Brasília, acampando em frente a Dest e cobrando diretamente do governo .

MNOB Conlutas/ Oposição Bancária defende a apresentação de uma contraproposta ao BB

Apresentamos abaixo 8 propostas que consideramos essenciais para garantirmos um acordo vitorioso .

1) Exigir a apresentação dos critérios a serem adotados no PCR ( promoção por mérito ) Náo podemos dar um cheque em branco à empresa que já nos enrolou em vários ítens de acordo, como o plano odontológico.

2) Abono dos dias de greve. A compensação dos dias de greve, nos mesmos moldes do ano passado, tem o objetivo de jogar as pessoas contra a greve, enfraquecendo a nossa luta a cada ano. Medida adotada por este governo, de um ex-sindicalista que se contruiu fazendo greve. Não podemos aceitar punições aos que lutaram para garantir direitos para todos.

3) Retorno do anuênio ( 1%) para todos os funcionários, a exemplo do acordo BRB

4) Jornada de 6 horas para todos os comissionados, sem redução de salário (que a própria justiça do trabalho já reconhece)

5) Fim da lateralidade / retorno das substituições para todas as comissões

6) Retorno dos interstícios de promoção horizontal vigentes até o PCCS de 1995 ( 12 e 16% )

7) Não às transferências de setores e comisões para outras regiões / Não à transferência da Coger / Não à reestruturação da rede Corporate

8) Paridade no comitê de ética (entre eleitos e indicados pela empresa) , com canal direto com os denunciantes . Se é verdade que sofremos com o assédio moral, a atual estrutura e funcionamento do Comitê não nos atende.



MNOB / CSP CONLUTAS

Proposta rebaixada - REJEITAR E CONTINUAR A GREVE !!! Nosso patamar mínimo é os 12% e não reposição dos dias de greve

Proposta inaceitável, muito aquém da força da greve e do que necessitamos:

Reajuste rebaixado, persiste a discriminação aos participantes do Reg/Replan na CEF, não corrige o abuso da imposição da redução da jornada de 8 para 6 horas, com redução salarial e ainda prevê a punição dos grevistas com a compensação dos dias de greve e consequentemente favorece à pressão dos gerentes pela compensação ou futuro desconto de quem não compensar.

Amanhã, nas assembléias, é preciso rejeitar categoricamente as propostas, tanto para os bancos privados quanto para os bancos públicos. Continuar a greve nacional até arrancar o mínimo de 12% que os bancários do BRB conquistaram, fim das discriminações, das metas e do assédio moral e acordo claro de não compensação e nem desconto dos dias de greve.
RESPEITO AO DIREITO DE GREVE. QUEM LUTA POR TODOS NÃO MERECE SER PUNIDO.

Vejam as propostas nos links abaixo e a intenção dos governistas de acabar com nossa greve prematuramente.

12/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23914

11/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23913

11/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23912

11 outubro, 2010

Nova proposta da FENABAN

ASSEMBLÉIAS EM TODO O PAÍS SERÃO NA QUARTA-FEIRA

-------------------------------------------------------------------------

7,5% até R$ 5.250,00
Salarios acima disso receberam R$ 323,00 (4,29%)
16,33% no Piso
PLR reajuste de 7,5% + parcela de R$ 2.400,00

O Comando Nacional ainda não fechou posição sobre essa proposta, mas é grande a possibilidade deles aceitarem, na medida em que a proposta superou o indice do BRB no piso e nas gratificações até 5.250,00.

Mas, há varios problemas nessa proposta:

1) Não trouxe a garantia de emprego conquistada no BRB;
2) Não repos as perdas, pior, arrocha os salarios nais altos;
3) O indice ainda é menor que o de outras categorias;
4) Não está garantida nos bancos públicos a isonomnia;
5) Ninguém falou nada dos dias parados.

As negociações com a CEF e o BB devem ocorrer agora a tarde e podem trazer mais novidades!

Tudo indica que o 2° turno trouxe uma necessidade de se buscar o Acordo e fechar a campanha rapidamente. Vamos esperar as negociações nos bancos publicos para fazermos uma analise.



Wilson Ribeiro

08 outubro, 2010

Greve dos bancários cria divisão na Fenaban

É hora de pressionarmos mais do que nunca pelo fim da mesa única da fenaban. Essa notícia que saiu hoje no "Estadão" deve nos animar a continuar e fortalecer ainda mais a greve.
Mobilização conjunta (bancos privados e bancos públicos), SIM, mesa única da FENABAN, NÃO!



AE - Agencia Estado


SÃO PAULO - A greve nacional dos bancários, que completa hoje dez dias, provocou uma divisão na representação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). De um lado, os bancos públicos, que são os mais afetados pela paralisação, têm pressa de chegar a um acordo que atenda os anseios dos trabalhadores, enquanto os bancos privados resistem.

Só que as negociações ocorrem em uma mesa única que define as mesmas cláusulas econômicas tanto para os bancos públicos quanto para os privados. O pior para os bancos públicos é que as greves no setor costumam ser mais fortes e mais longas. Uma das explicações para o fenômeno é que, no setor privado, os dias parados são descontados dos salários e o medo do desemprego é mais presente. Já os servidores públicos têm estabilidade e os dias parados acabam sendo compensados.

Em São Paulo, onde existe a maior concentração de bancos privados do País, 54% das 667 agências bancárias fechadas ontem pela greve são de bancos públicos - basicamente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Em outras regiões, a greve nos bancos públicos é ainda mais forte. "É nos bancos públicos que se encontra a mola propulsora do movimento", comentou um executivo de um banco privado, que preferiu não ser identificado.

A força da greve mais concentrada em apenas dois bancos públicos causa estragos na imagem dessas instituições. Em algumas regiões, principalmente no Norte e Nordeste, existem apenas agências da Caixa e do BB. A preocupação é tamanha que representantes desses bancos aproveitaram reunião da diretoria da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) esta semana para se queixarem que a greve está muito forte e pedir uma solução rápida para o problema. AS informações são do jornal O Estado de S. Paulo.