08 outubro, 2009

MAIS DO MESMO: A MESMA TRAMA, O MESMO CONLUIO. ATÉ QUANDO?

A CONTRAF-CUT, A FENABAN E O GOVERNO apresentam a cena repetida do mesmo e velho filme. A proposta dos banqueiros privados e do governo-banqueiro encerram a continuidade dos mesmos e velhos problemas da categoria. Resumidamente um reajuste, com pseudo aumento real, uma vez que todos os setores de menores salários da categoria têm perdas acumuladas e o índice que determina o nosso reajuste (IPCA, média ponderada do ICV, IPA, ICC) não considera o aumento de preços de artigos como alimentação, vestuário e transportes com devido peso, distorcendo índice de aumento efetivo em detrimento dos assalariados (Metalúrgicos do ABC tiveram 6,9%, Metalúrgicos de São José 8% e Metalúrgicos de Campinas 10%). Traz-nos também a PLR numa nova formatação que com 2% do lucro distribuído linearmente aparentemente seria atrativa, mas no seu conteúdo traz perdas efetivas em relação a Bancos com a CAIXA, cujos trabalhadores deverão receber valores inferiores ao ano passado, prevalecendo tal regra. Atentem que banco com prejuízo no 1º semestre de 2009 não pagará antecipação de PLR e banco que não tiver lucro de 2009 não pagará PLR, ou seja, some o “R” da PLR (NA NOSSA CAIXA OFERECERÃO UM CALA - BÔCA). Mas não fizemos greve apenas por reajuste e PLR que queremos e merecemos e com valores bem acima do proposto. Na nossa categoria, os trabalhadores estão com a saúde na UTI e todos percebemos o quanto nos debilitou paulatinamente e muitos, só quando vê a aposentadoria se aproximar percebe o quanto se deixou consumir. Quanto à nossa saúde, o assédio moral como ferramenta de gestão, as metas abusivas, a isonomia, PCS, condições de trabalho decentes, condições de atendimento dignas para todos, etc., promessas e muito blá, blá, blá.

PORTANTO OS COLEGAS DE BANCO PRIVADO DEVEM DIZER NÃO À PROPOSTA.

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