30 setembro, 2008

Terror sindical sobre a base bancária na assembléia de Mogi

Em Mogi das Cruzes o autoritarismo e a truculência dos diretores do sindicato acabaram prevalecendo e, só depois de muita discussão a oposição bancária conseguiu o direito de falar por apenas dois minutos na assembléia. Os cerca de 100 bancários presentes ficaram indignados com o tumulto, mas a diretoria, falando todo o tempo e não permitindo a oposição falar e atribuindo a culpa pelo tumulto à oposição, acabaram convencendo a maioria dos bancários dessa inverdade.
Para conseguir os dois minutos fomos obrigados a reivindicar duramente e assim conseguimos que alguns bancários se manifestassem a nosso favor e então os diretores foram obrigados a ceder os dois minutos antes que a assembléia ficasse inviável. Mesmo os dois minutos foram constantemente interrompidos por diretores do sindicato inviabilizando uma boa argumentação na defesa da proposta de greve por tempo indeterminado e causando o esquecimento de fazermos a proposta de realização de óutra assembléia no dia seguinte, terminando sem que tenhamos nova assembléia marcada.

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