Aqui vai a convocação do Comitê Battisti Livre.
favor passar adiante,convidar as organizações e pessoas. Obrigada. Lúcia Skromov
Fortalecer a campanha pela imediata liberdade de Cesare Battisti!
Quase quatro anos se passaram e Cesare Battisti continua preso no Brasil desde que foi capturado no Rio de Janeiro em março de 2007 através de uma operação orquestrada pelos governos italiano, francês e a Polícia Federal brasileira. A prisão preventiva mantém-se graças às pressões que o governo de Silvio Berlusconi exerce sobre Brasília para que o ex-militante da organização Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) seja extraditado a fim de cumprir prisão perpétua nas masmorras italianas, sendo seis meses com a privação da luz solar. Toda espécie de arbitrariedades políticas e jurídicas foi realizada para condenar Cesare Battisti por quatro assassinatos que não cometeu. No Brasil não é diferente: Lula negou a extradição do escritor italiano, mas devolveu ao Supremo Tribunal Federal a possibilidade de apreciação de sua decisão baseada no Tratado Brasil-Itália celebrado em 1989.
O conservador STF, através de seu presidente Cezar Peluso e do relator Gilmar Mendes, declararam que “tudo será considerado a seu tempo”, sinalizando que arquitetarão novo malabarismo jurídico para prolongar a agonia de Cesare Battisti na penitenciária federal da Papuda, no DF. Com o agravamento das denúncias de pedofilia contra o primeiro-ministro Berlusconi, a classe dominante italiana e o setor mais conservador da sociedade intensificam a caçada ao escritor como forma de desviar o foco da opinião pública dos escândalos em que se encontra envolvido. A perseguição ao ex-ativista é, antes de mais nada, um troféu na guerra deflagrada pelos setores reacionários italianos e brasileiros no combate àqueles que se levantaram contra o regime de exploração lançando mão da ação direta como forma de realizar justiça social. Com isso, os que clamam pela extradição de Cesare Battisti buscam puni-lo exemplarmente como forma de atemorizar os lutadores do presente e do futuro contra qualquer possibilidade de revolta contra as diferentes formas de opressão, super exploração e a retirada de direitos sociais da classe trabalhadora.
Várias entidades, movimentos sociais, organizações políticas, coletivos, ativistas ligados aos direitos humanos e às reivindicações democráticas tiveram a iniciativa de conformar comitês em várias regiões do país a fim de lutar contra a extradição de Cesare Battisti, e exigir seja do STF ou do Poder Executivo sua imediata liberdade e concessão de asilo político no Brasil. Afinal, é de comum compreensão que esta perseguição pode-se voltar contra qualquer um de nós que ouse lutar por melhores condições de vida através da livre organização social. Apenas uma mudança na correlação de forças poderá acabar com a “fuga sem fim” do escritor italiano. Vários debates e manifestações foram realizados no Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas estes foram apenas os primeiros passos de uma longa jornada de lutas até alcançarmos nosso objetivo. Para os próximos dias, convocamos aqueles ativistas, organizações, movimentos e entidades sindicais que ainda não aderiram à campanha internacionalista a ingressar ativamente nestas atividades, conforme calendário a seguir:
- Manifestação com concentração no MASP
(na sequência caminharemos até o Consulado Italiano, na Av. Paulista)
18 de fevereiro, sexta-feira, às 17 horas
- Plenária ampliada com entidades, movimentos e representações políticas:
19 de fevereiro, sábado, às 15:00
Espaço Mané Garrincha
Rua Silveira Martins, 131, sala 11.
- Saída da caravana a Brasília
22 de fevereiro, terça-feira, 16 horas
- Ato político em Brasília e visita a Cesare Battisti
23 de fevereiro, quarta-feira
A liberdade de Cesare Battisti depende exclusivamente de nossa capacidade de luta! Junte-se a nós!
Comitê Battisti Livre - SP
A oposição Bancária de Mogi das Cruzes e região tem por objetivos, juntamente com a Oposição Bancária Nacional, resgatar a autonomia e independência frente a governos, partidos e patrões, há muito deixados de lado pelo movimento sindical da CUT e colocar novamente os sindicatos a favor da luta dos trabalhadores.
AGORA É GREVE!
Depois de várias rodadas de negociação entre agosto e setembro, é os bancos dizendo não para todas as nossas reivindicações, agora não tem mais jeito, AGORA É GREVE!
NÃO COMPENSE AS HORAS DA GREVE - BANCOS NÃO SÃO ENTIDADES FILANTRÓPICAS
GREVE É DIREITO, NAO É DELITO!
13 fevereiro, 2011
25 janeiro, 2011
Para centrais, quem atua em correspondente é considerado bancário
Sex, 21 de Janeiro de 2011 08:20
"A atividade principal de banco não é vender pão, bicicleta ou jogo de loteria. É coletar e emprestar dinheiro e lucrar com isso." A frase, do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Prado, resume como o lado sindical enxerga o canal correspondente, cujas regras estão sob revisão. O discurso escancara aquele que tem sido o calcanhar-de-aquiles das instituições que avançam na distribuição alternativa por meio de supermercados, lotéricas, padarias e agências do Correios: o risco trabalhista.
O Banco Central (BC) está reformulando o marco regulatório do setor e pretende reunir numa única resolução as normas que tratam do assunto, contemplando serviços bancários, promotoras de vendas (automóveis, crédito ao consumidor e imobiliário), bem como inibindo a atuação dos "pastinhas", agentes independentes que já foram alvo de investigação na oferta do consignado. Vai exigir que os empregados envolvidos na atividade de correspondente tenham vínculo com o estabelecimento, sejam certificados e que a atuação seja restrita a localidades onde estão fisicamente instalados.
Para Prado, o correspondente passou a ser nada mais do que um posto avançado das instituições e seus empregados são bancários. "É terceirização pura." Essa tem sido a natureza dos conflitos enfrentados pelas instituições e correspondentes na Justiça do Trabalho, com ex-empregados pedindo indenizações que façam jus às funções de um funcionário de banco.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) defende que a distribuição de serviços financeiros seja feita só por funcionários treinados e debaixo da estrutura de atendimento tradicional. O secretário geral, Marcel Barros, discorda da tese de que regiões afastadas não seriam economicamente viáveis para instalação de um posto bancário. "A viabilidade não se dá por uma localidade, mas pelo todo, o banco abre uma conta e agrega outros produtos." Ele calcula que se os empregados dos correspondentes fossem reconhecidos como bancários, seriam incorporados à classe cerca de 500 mil trabalhadores, praticamente dobrando o tamanho atual. Isso reforçaria uma categoria que já é uma das mais fortes em termos sindicais - carga horária de seis horas, adicional de segurança e salário médio maior do que os comerciários.
Na Transmarketing, com quatro unidades do Caixa Aqui, em São Bernardo do Campo, a remuneração é formada por um salário fixo de R$ 700 mais um bônus pela venda de produtos, conta o presidente, Armando Paes Filho. Conforme exemplifica, uma funcionária que coletou proposta para dois financiamentos imobiliários vai receber quase o dobro do rendimento fixo. Ele se diz favorável à certificação que a nova regulamentação deve prever. "Isso vai tirar os aventureiros do mercado", diz. As suas lojas também já contam com equipamentos de vigilância e portas blindadas, prevenindo-se de ações que têm requerido reforço de segurança no canal correspondente.
A Febraban, em nota, declarou ter enviado, junto com outras entidades representativas do setor, as sugestões para o aprimoramento da regulação ao BC. "Agora, estamos no aguardo de definições do órgão regulador."
Fonte: Valor Econômico
Comentários da Contec:
Transcrevemos a Súmula 331do TST e acrescentamos nossas observações:
TST Enunciado nº 331 - Revisão da Súmula nº 256 - Res. 23/1993, DJ 21, 28.12.1993 e 04.01.1994 - Alterada (Inciso IV) - Res. 96/2000, DJ 18, 19 e 20.09.2000 - Mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003
Contrato de Prestação de Serviços - Legalidade
I - A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de 03.01.1974).
II - A contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (art. 37, II, da CF/1988). (Revisão do Enunciado nº 256 - TST)
III - Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de 20-06-1983), de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta.
IV - O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art. 71 da Lei nº 8.666, de 21.06.1993)
Observações da Contec:
É importante que prestemos atenção ao que a Súmula 331 define como atividade meio, ou seja, a contratação de funcionários que não exerceriam a atividade do banco, por exemplo, ocupados na limpeza e na vigilância. Ou seja, quando os empregados desempenham este tipo de função (atividade meio), não há vinculo empregatício com o banco. Não é o caso dos correspondentes, pois eles exercem a atividade fim do banco, portanto, como determina a súmula 331 do TST, tem todos os direitos trabalhistas, assim como os funcionários do banco.
"A atividade principal de banco não é vender pão, bicicleta ou jogo de loteria. É coletar e emprestar dinheiro e lucrar com isso." A frase, do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Prado, resume como o lado sindical enxerga o canal correspondente, cujas regras estão sob revisão. O discurso escancara aquele que tem sido o calcanhar-de-aquiles das instituições que avançam na distribuição alternativa por meio de supermercados, lotéricas, padarias e agências do Correios: o risco trabalhista.
O Banco Central (BC) está reformulando o marco regulatório do setor e pretende reunir numa única resolução as normas que tratam do assunto, contemplando serviços bancários, promotoras de vendas (automóveis, crédito ao consumidor e imobiliário), bem como inibindo a atuação dos "pastinhas", agentes independentes que já foram alvo de investigação na oferta do consignado. Vai exigir que os empregados envolvidos na atividade de correspondente tenham vínculo com o estabelecimento, sejam certificados e que a atuação seja restrita a localidades onde estão fisicamente instalados.
Para Prado, o correspondente passou a ser nada mais do que um posto avançado das instituições e seus empregados são bancários. "É terceirização pura." Essa tem sido a natureza dos conflitos enfrentados pelas instituições e correspondentes na Justiça do Trabalho, com ex-empregados pedindo indenizações que façam jus às funções de um funcionário de banco.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) defende que a distribuição de serviços financeiros seja feita só por funcionários treinados e debaixo da estrutura de atendimento tradicional. O secretário geral, Marcel Barros, discorda da tese de que regiões afastadas não seriam economicamente viáveis para instalação de um posto bancário. "A viabilidade não se dá por uma localidade, mas pelo todo, o banco abre uma conta e agrega outros produtos." Ele calcula que se os empregados dos correspondentes fossem reconhecidos como bancários, seriam incorporados à classe cerca de 500 mil trabalhadores, praticamente dobrando o tamanho atual. Isso reforçaria uma categoria que já é uma das mais fortes em termos sindicais - carga horária de seis horas, adicional de segurança e salário médio maior do que os comerciários.
Na Transmarketing, com quatro unidades do Caixa Aqui, em São Bernardo do Campo, a remuneração é formada por um salário fixo de R$ 700 mais um bônus pela venda de produtos, conta o presidente, Armando Paes Filho. Conforme exemplifica, uma funcionária que coletou proposta para dois financiamentos imobiliários vai receber quase o dobro do rendimento fixo. Ele se diz favorável à certificação que a nova regulamentação deve prever. "Isso vai tirar os aventureiros do mercado", diz. As suas lojas também já contam com equipamentos de vigilância e portas blindadas, prevenindo-se de ações que têm requerido reforço de segurança no canal correspondente.
A Febraban, em nota, declarou ter enviado, junto com outras entidades representativas do setor, as sugestões para o aprimoramento da regulação ao BC. "Agora, estamos no aguardo de definições do órgão regulador."
Fonte: Valor Econômico
Comentários da Contec:
Transcrevemos a Súmula 331do TST e acrescentamos nossas observações:
TST Enunciado nº 331 - Revisão da Súmula nº 256 - Res. 23/1993, DJ 21, 28.12.1993 e 04.01.1994 - Alterada (Inciso IV) - Res. 96/2000, DJ 18, 19 e 20.09.2000 - Mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003
Contrato de Prestação de Serviços - Legalidade
I - A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de 03.01.1974).
II - A contratação irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional (art. 37, II, da CF/1988). (Revisão do Enunciado nº 256 - TST)
III - Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de 20-06-1983), de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta.
IV - O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial (art. 71 da Lei nº 8.666, de 21.06.1993)
Observações da Contec:
É importante que prestemos atenção ao que a Súmula 331 define como atividade meio, ou seja, a contratação de funcionários que não exerceriam a atividade do banco, por exemplo, ocupados na limpeza e na vigilância. Ou seja, quando os empregados desempenham este tipo de função (atividade meio), não há vinculo empregatício com o banco. Não é o caso dos correspondentes, pois eles exercem a atividade fim do banco, portanto, como determina a súmula 331 do TST, tem todos os direitos trabalhistas, assim como os funcionários do banco.
26 dezembro, 2010
10 estratégias de manipulação midiática
Vi na Globonews uma matéria favorável à presidente eleita Dilma Roussef e ao legado de Lula. Também anunciaram um programa da Míriam Leitão que falará da ascenção das mulheres no Brasil. Não vou me surpreender se passarem "Lula, o filho do Brasil" na TV até o fim do ano. Afinal, que doideira é essa, de uma hora morderem e noutra, soprarem? Para entender melhor a mídia, reproduzi abaixo o texto do linguista americano Noam Chomsky, publicado pelo jornalista Rodrigo Viana no seu blog Escrevinhador :
10 estratégias de manipulação midiática
publicada terça-feira, 23/11/2010 às 10:45 e atualizada terça-feira, 23/11/2010 às 11:02
O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos
10 estratégias de manipulação midiática
publicada terça-feira, 23/11/2010 às 10:45 e atualizada terça-feira, 23/11/2010 às 11:02
O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos
14 outubro, 2010
Crônica de uma morte anunciada
Uma bela crônica do ativista Wilson Ribeiro da oposição bancária de São Paulo que vale a pena ler, sobre o desmonte anunciado da greve.
Noite fria em São Paulo, corações quentes acelerados pela presença de muitos gerentes que chegavam em bandos. Vários grevistas davam informes que o sindicato havia passado nas agências convidando os gerentes a virem para a assembléia (não bastava o operativo da Caixa).
A mesa informa que havia 539 credenciados?! A quadra estava lotada, dava para ver mais de 1000 pessoas.
A Articulação se prestou a defender a proposta usando argumentos insólitos. Como defender a pior proposta da categoria na base onde ocorreu a greve mais forte?
Muitos grevistas se ausentaram da assembleia. Seria o desanimo com a direção, o desencanto com o movimento, talvez o frio? Deve ter sido o pijama mesmo e a convicção de que nao valia a pena tira-lo para ir numa assembleia em que a direção estava jogando contra o movimento.
A CTB se absteve de defender a proposta. A Intersindical se postou contrária, diferente do que fez na assembleia dos privados, onde o acordo foi apovado por unanimidade e no Comando Nacional onde foram a favor da proposta.
Três falas se posicionaram contra a proposta: O MNOB foi o primeiro, enfatizando que a greve forte, a conjuntura favoravel pelo fato do desespero do governo em eleger sua candidata, os lucros atissimos e os demais acordos ja apresentados eram demonstração de que poderia haver por onde melhorar a proposta.
Em seguida falaram os grupos Bancarios de Base e Intersindical.
A mesa era só manobra. Nada estranho numa assembleia que ao inves de ocorrer as 16 horas aconteceu as 19:30hs. Mas, o exagero sempre cobrará seu preço. O dirigente da mesa chegou a anunciar que Brasilia e Rio de Janeiro tinham encerrado a greve. Mentira, no Rio a greve continuava.
O impressionante era a disposição dos grevistas presentes que, em sua amplissima maioria queriam continuar a greve e votaram firmes na rejeição da proposta.
A presença dos gerentes foi decisiva para acabar com a greve na Caixa.
Nada diferente do que ja vinha sendo anunciado na maioria das assembleias do país. Uma greve forte, em uma conjuntura favoravel, que poderia arrancar VERDADEIRAS conquistas históricas, como a isonomia ou a reposição das perdas, mas que foi sendo derrotada pela política governista da CUT.
O MNOB tem orgulho de ter defendido contra essas propostas rebaixadas e ter sido aguerrido na luta contra a burocracia de norte a sul neste país. Embora a greve esteja acabando, visto que agora ela está agonizando em alguns pontos isolados pelo país, a categoria não sai desmorlisada, ao contrario, o que vemos é um sentimento de raiva contra a direção que traiu a esperança de uma vitória certa.
As Oposições se fortaleceram e novos embates acontecerão no futuro. A morte desta greve não será em vão e a CUT não perde por esperar, seu dia está prestes a chegar.
Agora, é realizar as reuniões de balanço e afiar as facas para as eleições que virão. Duas ja estão em curso: Associações do BASA e do BNB, ainda no final deste ano. Outras virão na sequencia, dentre elas a mais importante de todas - o sindicato de São Paulo.
Abraço a todos,
Até a próxima primavera,
Wilson Ribeiro
Noite fria em São Paulo, corações quentes acelerados pela presença de muitos gerentes que chegavam em bandos. Vários grevistas davam informes que o sindicato havia passado nas agências convidando os gerentes a virem para a assembléia (não bastava o operativo da Caixa).
A mesa informa que havia 539 credenciados?! A quadra estava lotada, dava para ver mais de 1000 pessoas.
A Articulação se prestou a defender a proposta usando argumentos insólitos. Como defender a pior proposta da categoria na base onde ocorreu a greve mais forte?
Muitos grevistas se ausentaram da assembleia. Seria o desanimo com a direção, o desencanto com o movimento, talvez o frio? Deve ter sido o pijama mesmo e a convicção de que nao valia a pena tira-lo para ir numa assembleia em que a direção estava jogando contra o movimento.
A CTB se absteve de defender a proposta. A Intersindical se postou contrária, diferente do que fez na assembleia dos privados, onde o acordo foi apovado por unanimidade e no Comando Nacional onde foram a favor da proposta.
Três falas se posicionaram contra a proposta: O MNOB foi o primeiro, enfatizando que a greve forte, a conjuntura favoravel pelo fato do desespero do governo em eleger sua candidata, os lucros atissimos e os demais acordos ja apresentados eram demonstração de que poderia haver por onde melhorar a proposta.
Em seguida falaram os grupos Bancarios de Base e Intersindical.
A mesa era só manobra. Nada estranho numa assembleia que ao inves de ocorrer as 16 horas aconteceu as 19:30hs. Mas, o exagero sempre cobrará seu preço. O dirigente da mesa chegou a anunciar que Brasilia e Rio de Janeiro tinham encerrado a greve. Mentira, no Rio a greve continuava.
O impressionante era a disposição dos grevistas presentes que, em sua amplissima maioria queriam continuar a greve e votaram firmes na rejeição da proposta.
A presença dos gerentes foi decisiva para acabar com a greve na Caixa.
Nada diferente do que ja vinha sendo anunciado na maioria das assembleias do país. Uma greve forte, em uma conjuntura favoravel, que poderia arrancar VERDADEIRAS conquistas históricas, como a isonomia ou a reposição das perdas, mas que foi sendo derrotada pela política governista da CUT.
O MNOB tem orgulho de ter defendido contra essas propostas rebaixadas e ter sido aguerrido na luta contra a burocracia de norte a sul neste país. Embora a greve esteja acabando, visto que agora ela está agonizando em alguns pontos isolados pelo país, a categoria não sai desmorlisada, ao contrario, o que vemos é um sentimento de raiva contra a direção que traiu a esperança de uma vitória certa.
As Oposições se fortaleceram e novos embates acontecerão no futuro. A morte desta greve não será em vão e a CUT não perde por esperar, seu dia está prestes a chegar.
Agora, é realizar as reuniões de balanço e afiar as facas para as eleições que virão. Duas ja estão em curso: Associações do BASA e do BNB, ainda no final deste ano. Outras virão na sequencia, dentre elas a mais importante de todas - o sindicato de São Paulo.
Abraço a todos,
Até a próxima primavera,
Wilson Ribeiro
13 outubro, 2010
Com mão de ferro, sindialistas governistas controlam as assembléias e impõem acordo rebaixado
Enquanto não conseguirmos unir os bancários de base que se disponham a lutar por um sindicalismo autônomo em relação a partidos e governos de plantão, e com estes organizar chapas para disputar e vencer as eleições sindicais, teremos que conviver com essas traições.
A falta de autonomia sindical que temos hoje, com sindicalistas serviçais de partidos, governos e candidaturas a presidente... nos impôs mais um acordo rebaixado e nos fêz perder a oportunidade de conquistar um acordo decente.
Sabe-se lá quando teremos novamente a rara oportunidade que tivemos neste ano eleitoral para presidente, em que os bancos públicos apoiam a Dilma para continuarem com suas boquinhas na administração dos bancos públicos.
Abaixo, o resultado das assembléias até 22 horas.
SindicatoFenabanBBCaixa
São PauloAprovouAprovouAprovou
Rio de JaneiroAprovouAprovouRejeitou
BrasíliaAprovouAprovouAprovou
Belo HorizonteAprovouAprovouAprovou
CuritibaAprovouAprovouAprovou
PernambucoAprovouRejeitouAprovou
BahiaAprovouAprovouRejeitou
Porto AlegreAprovouRejeitouRejeitou
CearáAprovouRejeitouAprovou
Mato GrossoAprovouAprovouAprovou
FlorianópolisAprovouAprovouAprovou
Pará e AmapáAprovouAprovouRejeitou
Campinas (SP)AprovouAprovouAprovou
ABC (SP)AprovouAprovouAprovou
AlagoasAprovouAprovouAprovou
PiauíAprovouAprovouAprovou
Campo GrandeAprovouAprovouAprovou
RondôniaAprovouAprovouAprovou
AcreAprovouAprovouAprovou
RoraimaAprovouAprovouAprovou
MaranhãoRejeitouRejeitouRejeitou
Londrina (PR)AprovouAprovouAprovou
Juiz de Fora (MG)AprovouAprovouAprovou
Vitória da Conquista (BA)AprovouRejeitouRejeitou
Campina Grande (PB)AprovouAprovouAprovou
Guarulhos (SP)AprovouAprovouAprovou
Niterói (RJ)AprovouAprovouAprovou
Alegrete (RS)AprovouAprovouAprovou
Angra dos Reis (RJ)AprovouAprovouAprovou
Blumenau (SC)AprovouAprovouAprovou
Bragança Paulista (SP)AprovouAprovouAprovou
Campos dos Goytacazes (RJ)AprovouAprovouAprovou
Criciúma (SC)AprovouAprovouAprovou
Extremo Sul da BahiaAprovouAprovouAprovou
Itaperuna (RJ)AprovouAprovouAprovou
Jundiaí (SP)AprovouAprovouRejeitou
Nova Friburgo (RJ)AprovouAprovouAprovou
Sul Fluminense (RJ)AprovouAprovouAprovou
Teresópolis (RJ)AprovouAprovouAprovou
Toledo (PR)AprovouAprovouAprovou
Três Rios (RJ)AprovouRejeitouRejeitou
Assis (SP)AprovouAprovouAprovou
Santo Ângelo (RS)AprovouAprovouRejeitou
Taubaté (SP)AprovouAprovouAprovou
Jaú (SP)AprovouAprovouAprovou
Araçatuba (SP)AprovouAprovouAprovou
Naviraí (MS)AprovouAprovouAprovou
Marília (SP)AprovouAprovouAprovou
Patos de Minas (MG)AprovouAprovouAprovou
Ribeirão Preto (SP)AprovouAprovouAprovou
Presidente Venceslau (SP)AprovouAprovouAprovou
Teófilo Otoni (MG)AprovouAprovouAprovou
Três Lagoas (MS)AprovouAprovouAprovou
Votuporanga (SP)AprovouAprovouAprovou
Araraquara (SP)AprovouAprovouAprovou
Bauru (SP)RejeitouRejeitouRejeitou
Catanduva (SP)AprovouAprovouAprovou
Dourados (MS)AprovouAprovouAprovou
Feira de Santana (BA)AprovouAprovouAprovou
Franca (SP)AprovouAprovouAprovou
Guaratinguetá (SP)AprovouAprovouAprovou
Irecê (BA)AprovouAprovouAprovou
Limeira (SP)AprovouAprovouAprovou
Mogi das Cruzes (SP)AprovouAprovouAprovou
Presidente Prudente (SP)AprovouAprovouAprovou
São José do Rio Preto (SP)AprovouAprovouAprovou
Sorocaba (SP)AprovouAprovouAprovou
Vale do Ribeira (SP)AprovouAprovouAprovou
A falta de autonomia sindical que temos hoje, com sindicalistas serviçais de partidos, governos e candidaturas a presidente... nos impôs mais um acordo rebaixado e nos fêz perder a oportunidade de conquistar um acordo decente.
Sabe-se lá quando teremos novamente a rara oportunidade que tivemos neste ano eleitoral para presidente, em que os bancos públicos apoiam a Dilma para continuarem com suas boquinhas na administração dos bancos públicos.
Abaixo, o resultado das assembléias até 22 horas.
SindicatoFenabanBBCaixa
São PauloAprovouAprovouAprovou
Rio de JaneiroAprovouAprovouRejeitou
BrasíliaAprovouAprovouAprovou
Belo HorizonteAprovouAprovouAprovou
CuritibaAprovouAprovouAprovou
PernambucoAprovouRejeitouAprovou
BahiaAprovouAprovouRejeitou
Porto AlegreAprovouRejeitouRejeitou
CearáAprovouRejeitouAprovou
Mato GrossoAprovouAprovouAprovou
FlorianópolisAprovouAprovouAprovou
Pará e AmapáAprovouAprovouRejeitou
Campinas (SP)AprovouAprovouAprovou
ABC (SP)AprovouAprovouAprovou
AlagoasAprovouAprovouAprovou
PiauíAprovouAprovouAprovou
Campo GrandeAprovouAprovouAprovou
RondôniaAprovouAprovouAprovou
AcreAprovouAprovouAprovou
RoraimaAprovouAprovouAprovou
MaranhãoRejeitouRejeitouRejeitou
Londrina (PR)AprovouAprovouAprovou
Juiz de Fora (MG)AprovouAprovouAprovou
Vitória da Conquista (BA)AprovouRejeitouRejeitou
Campina Grande (PB)AprovouAprovouAprovou
Guarulhos (SP)AprovouAprovouAprovou
Niterói (RJ)AprovouAprovouAprovou
Alegrete (RS)AprovouAprovouAprovou
Angra dos Reis (RJ)AprovouAprovouAprovou
Blumenau (SC)AprovouAprovouAprovou
Bragança Paulista (SP)AprovouAprovouAprovou
Campos dos Goytacazes (RJ)AprovouAprovouAprovou
Criciúma (SC)AprovouAprovouAprovou
Extremo Sul da BahiaAprovouAprovouAprovou
Itaperuna (RJ)AprovouAprovouAprovou
Jundiaí (SP)AprovouAprovouRejeitou
Nova Friburgo (RJ)AprovouAprovouAprovou
Sul Fluminense (RJ)AprovouAprovouAprovou
Teresópolis (RJ)AprovouAprovouAprovou
Toledo (PR)AprovouAprovouAprovou
Três Rios (RJ)AprovouRejeitouRejeitou
Assis (SP)AprovouAprovouAprovou
Santo Ângelo (RS)AprovouAprovouRejeitou
Taubaté (SP)AprovouAprovouAprovou
Jaú (SP)AprovouAprovouAprovou
Araçatuba (SP)AprovouAprovouAprovou
Naviraí (MS)AprovouAprovouAprovou
Marília (SP)AprovouAprovouAprovou
Patos de Minas (MG)AprovouAprovouAprovou
Ribeirão Preto (SP)AprovouAprovouAprovou
Presidente Venceslau (SP)AprovouAprovouAprovou
Teófilo Otoni (MG)AprovouAprovouAprovou
Três Lagoas (MS)AprovouAprovouAprovou
Votuporanga (SP)AprovouAprovouAprovou
Araraquara (SP)AprovouAprovouAprovou
Bauru (SP)RejeitouRejeitouRejeitou
Catanduva (SP)AprovouAprovouAprovou
Dourados (MS)AprovouAprovouAprovou
Feira de Santana (BA)AprovouAprovouAprovou
Franca (SP)AprovouAprovouAprovou
Guaratinguetá (SP)AprovouAprovouAprovou
Irecê (BA)AprovouAprovouAprovou
Limeira (SP)AprovouAprovouAprovou
Mogi das Cruzes (SP)AprovouAprovouAprovou
Presidente Prudente (SP)AprovouAprovouAprovou
São José do Rio Preto (SP)AprovouAprovouAprovou
Sorocaba (SP)AprovouAprovouAprovou
Vale do Ribeira (SP)AprovouAprovouAprovou
Assembléia em Mogi será às 19 horas, na sede do sindicato e a presença de todos os grevistas é fundamental.
Esta proposta é inaceitável, pois muito aquém da capacidade dos bancos, muito aquém das perdas saláriais o que torna uma balela dizer que existe aumento real, muito aquém do que conquistou os empregados do BRB, muito aquém do que necessitamos e muito aquém também da força da greve, além do que ainda prevê a compensação das horas o que significa uma punição dura contra os grevistas e não garante textualmente clara que a não compensação acarrete o desconto dos dias.
NÃO PODEMOS APROVAR ESSA PROPOSTA E DEVEMOS CONTINUAR A GREVE PORQUE É POSSÍVEL AVANÇAR MUITO MAIS E CONQUISTAR MAIS SÓ SERÁ POSSÍVEL COM A CONTINUIDADE DA GREVE.
Assembléia em Mogi será às 19 horas, na sede do sindicato e a presença de todos os grevistas é fundamental. Cheguem com antecedência e levem a identidade funcional para evitar surpresas. Vai que seja exigido na porta, sem aviso prévio pelo sindicato...
NÃO PODEMOS APROVAR ESSA PROPOSTA E DEVEMOS CONTINUAR A GREVE PORQUE É POSSÍVEL AVANÇAR MUITO MAIS E CONQUISTAR MAIS SÓ SERÁ POSSÍVEL COM A CONTINUIDADE DA GREVE.
Assembléia em Mogi será às 19 horas, na sede do sindicato e a presença de todos os grevistas é fundamental. Cheguem com antecedência e levem a identidade funcional para evitar surpresas. Vai que seja exigido na porta, sem aviso prévio pelo sindicato...
12 outubro, 2010
É hora do governo sair detrás da Mesa da FENABAN!
Todos nas assembléias do BB para rejeitar o acordo e fortalecer a GREVE!
Proposta do BB é insuficiente
É hora do governo sair detrás da Mesa da FENABAN!
Para quem disse nos boletins internos que tem pressa em fechar o acordo e pôr fim à greve, a proposta divulgada nesta segunda-feira está longe de atender as reivindicações dos bancários do BB e muito aquém das possibilidades de umas maiores instituições financeiras do mundo.
A Contraf CUT , como tem feito em todas as campanhas, no momento em que conseguimos sentar para discutir nossas questões específicas, defende o recuo da greve e o acordo "histórico". Histórico é o lucro do Banco. A Contraf/CUT dizer que temos aumento real é balela, é ENGANAÇÃO, é conluio com os banqueiros e com o governo. Não temos aumento real porque continuamos acumulando perdas desde o plano Real.
É hora de pressionar o governo federal, que é quem controla os bancos públicos através do DEST/Ministério do Planejamento, a apresentar uma proposta melhor.
Não podemos assinar um acordo que sequer cumpra o compromisso do acordo anterior - um novo PCCS . O PCR ( vamos aprovar um plano que não tem definições claras ? ) estimula, ainda mais a dependência das comissões e não eleva o atual interstício (3%) de promoção horizontal, por tempo de serviço.
A proximidade do segundo turno das eleições nos abre uma possibilidade : cobrar de Lula que cumpra todas as suas promessas no seu último ano de governo. Se quer votos para a sua candidata, que reveja a "herança maldita"do governo FHC, retornando o PCCS vigente até 1995 e a jornada de 6 horas, bem como retire a maldade do seu próprio governo - a lateralidade. Que restitua, como fez o BRB, o anuênio.
Consideramos que a greve por nossas questões específicas, depois da enrolação da mesa da Fenaban, pode empolgar o conjunto do funcionalismo . Necessitaremos, entretanto que os grevistas saiam às ruas e se incorporem aos piquetes e mobilizações. Necessitaremos acabar com os sites de contingência. A greve terá que ser de todos - comissionados ou não.
Precisaremos não só fortalecer, como dar visibilidade a nossa greve, fazendo caravanas à Brasília, acampando em frente a Dest e cobrando diretamente do governo .
MNOB Conlutas/ Oposição Bancária defende a apresentação de uma contraproposta ao BB
Apresentamos abaixo 8 propostas que consideramos essenciais para garantirmos um acordo vitorioso .
1) Exigir a apresentação dos critérios a serem adotados no PCR ( promoção por mérito ) Náo podemos dar um cheque em branco à empresa que já nos enrolou em vários ítens de acordo, como o plano odontológico.
2) Abono dos dias de greve. A compensação dos dias de greve, nos mesmos moldes do ano passado, tem o objetivo de jogar as pessoas contra a greve, enfraquecendo a nossa luta a cada ano. Medida adotada por este governo, de um ex-sindicalista que se contruiu fazendo greve. Não podemos aceitar punições aos que lutaram para garantir direitos para todos.
3) Retorno do anuênio ( 1%) para todos os funcionários, a exemplo do acordo BRB
4) Jornada de 6 horas para todos os comissionados, sem redução de salário (que a própria justiça do trabalho já reconhece)
5) Fim da lateralidade / retorno das substituições para todas as comissões
6) Retorno dos interstícios de promoção horizontal vigentes até o PCCS de 1995 ( 12 e 16% )
7) Não às transferências de setores e comisões para outras regiões / Não à transferência da Coger / Não à reestruturação da rede Corporate
8) Paridade no comitê de ética (entre eleitos e indicados pela empresa) , com canal direto com os denunciantes . Se é verdade que sofremos com o assédio moral, a atual estrutura e funcionamento do Comitê não nos atende.
MNOB / CSP CONLUTAS
Proposta do BB é insuficiente
É hora do governo sair detrás da Mesa da FENABAN!
Para quem disse nos boletins internos que tem pressa em fechar o acordo e pôr fim à greve, a proposta divulgada nesta segunda-feira está longe de atender as reivindicações dos bancários do BB e muito aquém das possibilidades de umas maiores instituições financeiras do mundo.
A Contraf CUT , como tem feito em todas as campanhas, no momento em que conseguimos sentar para discutir nossas questões específicas, defende o recuo da greve e o acordo "histórico". Histórico é o lucro do Banco. A Contraf/CUT dizer que temos aumento real é balela, é ENGANAÇÃO, é conluio com os banqueiros e com o governo. Não temos aumento real porque continuamos acumulando perdas desde o plano Real.
É hora de pressionar o governo federal, que é quem controla os bancos públicos através do DEST/Ministério do Planejamento, a apresentar uma proposta melhor.
Não podemos assinar um acordo que sequer cumpra o compromisso do acordo anterior - um novo PCCS . O PCR ( vamos aprovar um plano que não tem definições claras ? ) estimula, ainda mais a dependência das comissões e não eleva o atual interstício (3%) de promoção horizontal, por tempo de serviço.
A proximidade do segundo turno das eleições nos abre uma possibilidade : cobrar de Lula que cumpra todas as suas promessas no seu último ano de governo. Se quer votos para a sua candidata, que reveja a "herança maldita"do governo FHC, retornando o PCCS vigente até 1995 e a jornada de 6 horas, bem como retire a maldade do seu próprio governo - a lateralidade. Que restitua, como fez o BRB, o anuênio.
Consideramos que a greve por nossas questões específicas, depois da enrolação da mesa da Fenaban, pode empolgar o conjunto do funcionalismo . Necessitaremos, entretanto que os grevistas saiam às ruas e se incorporem aos piquetes e mobilizações. Necessitaremos acabar com os sites de contingência. A greve terá que ser de todos - comissionados ou não.
Precisaremos não só fortalecer, como dar visibilidade a nossa greve, fazendo caravanas à Brasília, acampando em frente a Dest e cobrando diretamente do governo .
MNOB Conlutas/ Oposição Bancária defende a apresentação de uma contraproposta ao BB
Apresentamos abaixo 8 propostas que consideramos essenciais para garantirmos um acordo vitorioso .
1) Exigir a apresentação dos critérios a serem adotados no PCR ( promoção por mérito ) Náo podemos dar um cheque em branco à empresa que já nos enrolou em vários ítens de acordo, como o plano odontológico.
2) Abono dos dias de greve. A compensação dos dias de greve, nos mesmos moldes do ano passado, tem o objetivo de jogar as pessoas contra a greve, enfraquecendo a nossa luta a cada ano. Medida adotada por este governo, de um ex-sindicalista que se contruiu fazendo greve. Não podemos aceitar punições aos que lutaram para garantir direitos para todos.
3) Retorno do anuênio ( 1%) para todos os funcionários, a exemplo do acordo BRB
4) Jornada de 6 horas para todos os comissionados, sem redução de salário (que a própria justiça do trabalho já reconhece)
5) Fim da lateralidade / retorno das substituições para todas as comissões
6) Retorno dos interstícios de promoção horizontal vigentes até o PCCS de 1995 ( 12 e 16% )
7) Não às transferências de setores e comisões para outras regiões / Não à transferência da Coger / Não à reestruturação da rede Corporate
8) Paridade no comitê de ética (entre eleitos e indicados pela empresa) , com canal direto com os denunciantes . Se é verdade que sofremos com o assédio moral, a atual estrutura e funcionamento do Comitê não nos atende.
MNOB / CSP CONLUTAS
Proposta rebaixada - REJEITAR E CONTINUAR A GREVE !!! Nosso patamar mínimo é os 12% e não reposição dos dias de greve
Proposta inaceitável, muito aquém da força da greve e do que necessitamos:
Reajuste rebaixado, persiste a discriminação aos participantes do Reg/Replan na CEF, não corrige o abuso da imposição da redução da jornada de 8 para 6 horas, com redução salarial e ainda prevê a punição dos grevistas com a compensação dos dias de greve e consequentemente favorece à pressão dos gerentes pela compensação ou futuro desconto de quem não compensar.
Amanhã, nas assembléias, é preciso rejeitar categoricamente as propostas, tanto para os bancos privados quanto para os bancos públicos. Continuar a greve nacional até arrancar o mínimo de 12% que os bancários do BRB conquistaram, fim das discriminações, das metas e do assédio moral e acordo claro de não compensação e nem desconto dos dias de greve.
RESPEITO AO DIREITO DE GREVE. QUEM LUTA POR TODOS NÃO MERECE SER PUNIDO.
Vejam as propostas nos links abaixo e a intenção dos governistas de acabar com nossa greve prematuramente.
12/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23914
11/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23913
11/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23912
Reajuste rebaixado, persiste a discriminação aos participantes do Reg/Replan na CEF, não corrige o abuso da imposição da redução da jornada de 8 para 6 horas, com redução salarial e ainda prevê a punição dos grevistas com a compensação dos dias de greve e consequentemente favorece à pressão dos gerentes pela compensação ou futuro desconto de quem não compensar.
Amanhã, nas assembléias, é preciso rejeitar categoricamente as propostas, tanto para os bancos privados quanto para os bancos públicos. Continuar a greve nacional até arrancar o mínimo de 12% que os bancários do BRB conquistaram, fim das discriminações, das metas e do assédio moral e acordo claro de não compensação e nem desconto dos dias de greve.
RESPEITO AO DIREITO DE GREVE. QUEM LUTA POR TODOS NÃO MERECE SER PUNIDO.
Vejam as propostas nos links abaixo e a intenção dos governistas de acabar com nossa greve prematuramente.
12/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23914
11/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23913
11/10/2010 - http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23912
11 outubro, 2010
Nova proposta da FENABAN
ASSEMBLÉIAS EM TODO O PAÍS SERÃO NA QUARTA-FEIRA
-------------------------------------------------------------------------
7,5% até R$ 5.250,00
Salarios acima disso receberam R$ 323,00 (4,29%)
16,33% no Piso
PLR reajuste de 7,5% + parcela de R$ 2.400,00
O Comando Nacional ainda não fechou posição sobre essa proposta, mas é grande a possibilidade deles aceitarem, na medida em que a proposta superou o indice do BRB no piso e nas gratificações até 5.250,00.
Mas, há varios problemas nessa proposta:
1) Não trouxe a garantia de emprego conquistada no BRB;
2) Não repos as perdas, pior, arrocha os salarios nais altos;
3) O indice ainda é menor que o de outras categorias;
4) Não está garantida nos bancos públicos a isonomnia;
5) Ninguém falou nada dos dias parados.
As negociações com a CEF e o BB devem ocorrer agora a tarde e podem trazer mais novidades!
Tudo indica que o 2° turno trouxe uma necessidade de se buscar o Acordo e fechar a campanha rapidamente. Vamos esperar as negociações nos bancos publicos para fazermos uma analise.
Wilson Ribeiro
-------------------------------------------------------------------------
7,5% até R$ 5.250,00
Salarios acima disso receberam R$ 323,00 (4,29%)
16,33% no Piso
PLR reajuste de 7,5% + parcela de R$ 2.400,00
O Comando Nacional ainda não fechou posição sobre essa proposta, mas é grande a possibilidade deles aceitarem, na medida em que a proposta superou o indice do BRB no piso e nas gratificações até 5.250,00.
Mas, há varios problemas nessa proposta:
1) Não trouxe a garantia de emprego conquistada no BRB;
2) Não repos as perdas, pior, arrocha os salarios nais altos;
3) O indice ainda é menor que o de outras categorias;
4) Não está garantida nos bancos públicos a isonomnia;
5) Ninguém falou nada dos dias parados.
As negociações com a CEF e o BB devem ocorrer agora a tarde e podem trazer mais novidades!
Tudo indica que o 2° turno trouxe uma necessidade de se buscar o Acordo e fechar a campanha rapidamente. Vamos esperar as negociações nos bancos publicos para fazermos uma analise.
Wilson Ribeiro
08 outubro, 2010
Greve dos bancários cria divisão na Fenaban
É hora de pressionarmos mais do que nunca pelo fim da mesa única da fenaban. Essa notícia que saiu hoje no "Estadão" deve nos animar a continuar e fortalecer ainda mais a greve.
Mobilização conjunta (bancos privados e bancos públicos), SIM, mesa única da FENABAN, NÃO!
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A greve nacional dos bancários, que completa hoje dez dias, provocou uma divisão na representação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). De um lado, os bancos públicos, que são os mais afetados pela paralisação, têm pressa de chegar a um acordo que atenda os anseios dos trabalhadores, enquanto os bancos privados resistem.
Só que as negociações ocorrem em uma mesa única que define as mesmas cláusulas econômicas tanto para os bancos públicos quanto para os privados. O pior para os bancos públicos é que as greves no setor costumam ser mais fortes e mais longas. Uma das explicações para o fenômeno é que, no setor privado, os dias parados são descontados dos salários e o medo do desemprego é mais presente. Já os servidores públicos têm estabilidade e os dias parados acabam sendo compensados.
Em São Paulo, onde existe a maior concentração de bancos privados do País, 54% das 667 agências bancárias fechadas ontem pela greve são de bancos públicos - basicamente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Em outras regiões, a greve nos bancos públicos é ainda mais forte. "É nos bancos públicos que se encontra a mola propulsora do movimento", comentou um executivo de um banco privado, que preferiu não ser identificado.
A força da greve mais concentrada em apenas dois bancos públicos causa estragos na imagem dessas instituições. Em algumas regiões, principalmente no Norte e Nordeste, existem apenas agências da Caixa e do BB. A preocupação é tamanha que representantes desses bancos aproveitaram reunião da diretoria da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) esta semana para se queixarem que a greve está muito forte e pedir uma solução rápida para o problema. AS informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Mobilização conjunta (bancos privados e bancos públicos), SIM, mesa única da FENABAN, NÃO!
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A greve nacional dos bancários, que completa hoje dez dias, provocou uma divisão na representação da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). De um lado, os bancos públicos, que são os mais afetados pela paralisação, têm pressa de chegar a um acordo que atenda os anseios dos trabalhadores, enquanto os bancos privados resistem.
Só que as negociações ocorrem em uma mesa única que define as mesmas cláusulas econômicas tanto para os bancos públicos quanto para os privados. O pior para os bancos públicos é que as greves no setor costumam ser mais fortes e mais longas. Uma das explicações para o fenômeno é que, no setor privado, os dias parados são descontados dos salários e o medo do desemprego é mais presente. Já os servidores públicos têm estabilidade e os dias parados acabam sendo compensados.
Em São Paulo, onde existe a maior concentração de bancos privados do País, 54% das 667 agências bancárias fechadas ontem pela greve são de bancos públicos - basicamente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Em outras regiões, a greve nos bancos públicos é ainda mais forte. "É nos bancos públicos que se encontra a mola propulsora do movimento", comentou um executivo de um banco privado, que preferiu não ser identificado.
A força da greve mais concentrada em apenas dois bancos públicos causa estragos na imagem dessas instituições. Em algumas regiões, principalmente no Norte e Nordeste, existem apenas agências da Caixa e do BB. A preocupação é tamanha que representantes desses bancos aproveitaram reunião da diretoria da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) esta semana para se queixarem que a greve está muito forte e pedir uma solução rápida para o problema. AS informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
30 setembro, 2010
Negociação no BRB mostra que é possível arrancar mais que os 11% pedidos pela Contraf-CUT
http://bancariosbh.blogspot.com/
Os bancários do Banco Regional de Brasília (BRB) arrancaram numa negociação específica reajuste salarial de 12%. O índice chega a ser superior ao que está sendo reivindicado pela Contraf-CUT para a categoria, que é de 11%.
Além disso, a proposta conquistada no BRB ainda abrange 20,9% sobre a gratificação de caixa, 7% para as funções gratificadas e para o Vale-refeição e reivindicações relacionadas à isonomia como o direito a 35 dias de férias para os oriundos de outras empresas incorporadas, a extensão do anuênio para os contratados a partir de 2000 e a garantia de emprego a todos os funcionários, previsto no regulamento pessoal.
De acordo com o membro da MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária), ligado à CSP-CONLUTAS, Wilson Ribeiro, o que aconteceu no BRB é uma demonstração de que é possível conquistar mais nesta greve e a proposta defendida pela Contraf-CUT é realmente rebaixada. "Os banqueiros lucraram 420% durante o governo Lula e os bancários acumulam perdas salariais. Isto é escandaloso. É possível arrancar mais do que os 11% pedidos pela Contraf-CUT. Os bancos podem pagar mais. Por isso vamos fortalecer a nossa greve", defende Wilson.
Outro aspecto importante do desfecho dessa negociação para a greve da categoria é o fato de ter ocorrido por meio de negociação específica com o banco, o que também é defendido pelo MNOB, acabando de vez com a mesa única de negociacões, comandada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Os bancários do Banco Regional de Brasília (BRB) arrancaram numa negociação específica reajuste salarial de 12%. O índice chega a ser superior ao que está sendo reivindicado pela Contraf-CUT para a categoria, que é de 11%.
Além disso, a proposta conquistada no BRB ainda abrange 20,9% sobre a gratificação de caixa, 7% para as funções gratificadas e para o Vale-refeição e reivindicações relacionadas à isonomia como o direito a 35 dias de férias para os oriundos de outras empresas incorporadas, a extensão do anuênio para os contratados a partir de 2000 e a garantia de emprego a todos os funcionários, previsto no regulamento pessoal.
De acordo com o membro da MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária), ligado à CSP-CONLUTAS, Wilson Ribeiro, o que aconteceu no BRB é uma demonstração de que é possível conquistar mais nesta greve e a proposta defendida pela Contraf-CUT é realmente rebaixada. "Os banqueiros lucraram 420% durante o governo Lula e os bancários acumulam perdas salariais. Isto é escandaloso. É possível arrancar mais do que os 11% pedidos pela Contraf-CUT. Os bancos podem pagar mais. Por isso vamos fortalecer a nossa greve", defende Wilson.
Outro aspecto importante do desfecho dessa negociação para a greve da categoria é o fato de ter ocorrido por meio de negociação específica com o banco, o que também é defendido pelo MNOB, acabando de vez com a mesa única de negociacões, comandada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
A quem ainda não aderiu à greve, liberte-se de seu casulo - adira à greve... ou contente-se com sua pequenes de lagarta
O voo das borboletas: Esta poesia é muito oportuna para o momento que estamos vivendo. Que essa poesia possa servir para a reflexão de alguns colegas, que nunca fizeram uma greve na vida e ainda acreditam ter condições morais de desmoralizar os bravos e heroicos colegas grevistas.
Aos que se libertam de seus casulos e ganham asas, a certeza de que as (ainda) lagartas, vistas do ceu, são menores do que parecem.
O VÔO DAS BORBOLETAS por Renato Lauermann
Greve causa desconforto e sofrimentos, mas é um legítimo instrumento reivindicatório em uma democracia.
Greves permitem observar o que há de melhor e de pior nos seres humanos.
O melhor é a solidariedade, a união, a organização e a capacidade de superar possíveis resultados inesperados.
O pior é o egoísmo e o oportunismo que se manifesta nos que ´furam´ a greve, mas querem se beneficiar dos resultados positivos, quando alcançados.
Por isso, eu aponto um único lado negativo nas greves: por beneficiar indistintamente aos que corajosamente evoluem para borboletas e aos que covardemente, aceitam a condição de lagarta.
A lei deveria mudar, garantindo que as conquistas dos grevistas fossem apenas deles. Os demais receberiam apenas o que os patrões oferecem e que de bom grado eles aceitam, pois se assim não fosse, eles também se rebelariam.
É assim nas greves de professores, bancários, policiais ou qualquer categoria profissional em que uma parcela deles não sabe a diferença entre existir e viver.
Exalto a coragem dos que arriscam. Deploro a vileza dos que fazem da acomodação uma maneira de auferir lucros indevidos.
Aos que ganham asas, a certeza de que vistas do alto, as lagartas são ainda menores do que parecem.
Aos que se libertam de seus casulos e ganham asas, a certeza de que as (ainda) lagartas, vistas do ceu, são menores do que parecem.
O VÔO DAS BORBOLETAS por Renato Lauermann
Greve causa desconforto e sofrimentos, mas é um legítimo instrumento reivindicatório em uma democracia.
Greves permitem observar o que há de melhor e de pior nos seres humanos.
O melhor é a solidariedade, a união, a organização e a capacidade de superar possíveis resultados inesperados.
O pior é o egoísmo e o oportunismo que se manifesta nos que ´furam´ a greve, mas querem se beneficiar dos resultados positivos, quando alcançados.
Por isso, eu aponto um único lado negativo nas greves: por beneficiar indistintamente aos que corajosamente evoluem para borboletas e aos que covardemente, aceitam a condição de lagarta.
A lei deveria mudar, garantindo que as conquistas dos grevistas fossem apenas deles. Os demais receberiam apenas o que os patrões oferecem e que de bom grado eles aceitam, pois se assim não fosse, eles também se rebelariam.
É assim nas greves de professores, bancários, policiais ou qualquer categoria profissional em que uma parcela deles não sabe a diferença entre existir e viver.
Exalto a coragem dos que arriscam. Deploro a vileza dos que fazem da acomodação uma maneira de auferir lucros indevidos.
Aos que ganham asas, a certeza de que vistas do alto, as lagartas são ainda menores do que parecem.
Relato sobre a greve no RJ
O quadro da greve no Rio é praticamente o mesmo do ano passado. Quase todas agências do BB e Caixa, de rua, fechadas, mesmo que com gerência média e outros comissionados dentro.
O que também está se repetindo é ausência de bancários nos piquetes e assembléias.
Na assembléia de ontem, quarta, propusemos a realização de um ato no Projac da Globo, aonde estará acontecendo o debate dos presidenciáveis hoje. Nossa proposta era dar maior visibilidade a entrega da carta ao Lula, levando faixas da greve, já que toda a imprensa do pais estará cobrindo o debate.
Perdemos a votação desta proposta na assembléia, já que estavam presentes, basicamente , os diretores do Sindicato e membros da Oposição.
Mas a nossa iniciativa de carta ao Lula realmente foi implementada - a nota saiu hoje no jornal O Dia, um dos jornais de maior circulação no estado.
Além disto, foi feito um cartaz ( pelo Sindicato ) reproduzindo a carta, que estamos colando na porta das agências no centro da cidade. Também estamos colando o cartaz da Oposição Bancária, com exigências ao Lula.
Não temos informe , das outras regiões, sobre a exigência de caravanas à Brasília, para bancar o acampamento , cfe proposta votada no encontro de Isonomia.
Não haverá assembléia aqui na sexta. Nenhuma sinalização de negociação.
Um abraço
O que também está se repetindo é ausência de bancários nos piquetes e assembléias.
Na assembléia de ontem, quarta, propusemos a realização de um ato no Projac da Globo, aonde estará acontecendo o debate dos presidenciáveis hoje. Nossa proposta era dar maior visibilidade a entrega da carta ao Lula, levando faixas da greve, já que toda a imprensa do pais estará cobrindo o debate.
Perdemos a votação desta proposta na assembléia, já que estavam presentes, basicamente , os diretores do Sindicato e membros da Oposição.
Mas a nossa iniciativa de carta ao Lula realmente foi implementada - a nota saiu hoje no jornal O Dia, um dos jornais de maior circulação no estado.
Além disto, foi feito um cartaz ( pelo Sindicato ) reproduzindo a carta, que estamos colando na porta das agências no centro da cidade. Também estamos colando o cartaz da Oposição Bancária, com exigências ao Lula.
Não temos informe , das outras regiões, sobre a exigência de caravanas à Brasília, para bancar o acampamento , cfe proposta votada no encontro de Isonomia.
Não haverá assembléia aqui na sexta. Nenhuma sinalização de negociação.
Um abraço
Realatos sobre a greve no Rio Grande do Norte
Companheiros
É minha primeira experiência a frente de uma Entidade Sindical, num momento de greve.
Estou muito feliz com a garra dos companheiros. Estes nossos Diretores são mesmo "porretas".
Nossa base, nos últimos anos, foi devidamente educada para a luta! O resultado está sendo uma greve consciente, forte, crescente, organizada.
Hoje, segundo dia, cresceu o movimento: com a greve no Satânder/real (todas fechadas por aqui), e com novas adesões na Caixa, BNB e BB. Só falta Bradesco!
Vamos em frente!
Grande abraço a todos! Parabéns aos companheiros do BRB!!!!!!! É possível, sim, garantir um acordo melhor do que o proposto pela Contraf.
Marta
SEEB/RN
Coord. Geral
Companheiros,
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O primeiro dia de greve no RN começou com uma forte adesão da categoria. Os bancários responderam muito bem a todo o trabalho desenvolvido pelo sindicato, que realizou mais de cem reuniões em locais de trabalho para tratar da Campanha Salarial e, nos dias que antecederam a greve, fez atividades de mobilização com atos e café da manhã na frente das agências. A gerência média do BB paralisou mais em relação ao ano passado e, na Caixa, não existe operativo para processar os envelopes depositados.
Aqui, além dos bancos públicos, paralisamos as atividades no Itaú e HSBC. Nesta quinta, fecharemos o banco Real também. A assembleia de deflagração da greve foi bem participativa e contou com a presença de cerca de 300 bancários.
O sindicato recebeu algumas denúncias de gerentes da Caixa que estão sendo ameaçados pelo superintendente de perder a função, caso adiram à greve (há dois anos os gerentes daqui entraram em greve por 2 dias). Denunciamos na assembleia de hoje e aprovamos uma moção de repúdio. Como estão os casos de assédio em seus estados? Vamos trocar informações e dar ampla divulgação a esses casos de assédio no governo Lula.
Excelente greve para todos nós
Beatriz Paiva
Movimento Revolucionário
É minha primeira experiência a frente de uma Entidade Sindical, num momento de greve.
Estou muito feliz com a garra dos companheiros. Estes nossos Diretores são mesmo "porretas".
Nossa base, nos últimos anos, foi devidamente educada para a luta! O resultado está sendo uma greve consciente, forte, crescente, organizada.
Hoje, segundo dia, cresceu o movimento: com a greve no Satânder/real (todas fechadas por aqui), e com novas adesões na Caixa, BNB e BB. Só falta Bradesco!
Vamos em frente!
Grande abraço a todos! Parabéns aos companheiros do BRB!!!!!!! É possível, sim, garantir um acordo melhor do que o proposto pela Contraf.
Marta
SEEB/RN
Coord. Geral
Companheiros,
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O primeiro dia de greve no RN começou com uma forte adesão da categoria. Os bancários responderam muito bem a todo o trabalho desenvolvido pelo sindicato, que realizou mais de cem reuniões em locais de trabalho para tratar da Campanha Salarial e, nos dias que antecederam a greve, fez atividades de mobilização com atos e café da manhã na frente das agências. A gerência média do BB paralisou mais em relação ao ano passado e, na Caixa, não existe operativo para processar os envelopes depositados.
Aqui, além dos bancos públicos, paralisamos as atividades no Itaú e HSBC. Nesta quinta, fecharemos o banco Real também. A assembleia de deflagração da greve foi bem participativa e contou com a presença de cerca de 300 bancários.
O sindicato recebeu algumas denúncias de gerentes da Caixa que estão sendo ameaçados pelo superintendente de perder a função, caso adiram à greve (há dois anos os gerentes daqui entraram em greve por 2 dias). Denunciamos na assembleia de hoje e aprovamos uma moção de repúdio. Como estão os casos de assédio em seus estados? Vamos trocar informações e dar ampla divulgação a esses casos de assédio no governo Lula.
Excelente greve para todos nós
Beatriz Paiva
Movimento Revolucionário
22 setembro, 2010
Bancos propõem 4,29%. Bancários vão à greve a partir do dia 29
A fonte dessa notícia é o site da CONTRAFCUT
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Depois de exatos 30 dias de negociações, a Fenaban rejeitou nesta quinta-feira 22 de setembro a pauta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2010, como o reajuste de 11%. Os bancos apresentaram apenas a proposta de reposição da inflação dos últimos 12 meses, que é de 4,29% segundo o INPC. O Comando Nacional considera essa postura dos bancos um desrespeito aos bancários e orienta os sindicatos a reforçarem a convocação das assembleias do 28, para a deflagração da greve nacional por tempo indeterminado a partir do dia 29.
"O que os bancos estão fazendo é uma provocação aos bancários. A economia está crescendo como nunca, o lucro dos bancos aumentou em média 32% no primeiro semestre e eles oferecem apenas a reposição da inflação", critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Com essa posição, os bancos não estão apostando no diálogo e sim na greve."
Os representantes dos bancos disseram na negociação desta quarta-feira que "o reajuste salarial de 11% é exageradamente alto".
O Comando Nacional reafirmou as reivindicações da categoria e deixou claro que, além dos avanços econômicos (como aumento real de salário, melhoria na PLR e valorização dos pisos), os bancários exigem melhores condições de trabalho e preservação da saúde, principalmente o fim das metas abusivas e do assédio moral, além de medidas que preservem o emprego.
O Comando Nacional encaminhará documento à Fenaban reafirmando a pauta de reivindicações da categoria e dando prazo até a segunda-feira 27 de setembro para apresentação de nova proposta que possa ser apreciada nas assembleias do dia 28.
O que os bancários reivindicam
As principais demandas dos bancários são:
● 11% de reajuste salarial.
● Piso salarial de R$ 1.510 para portaria, R$ 2.157 para escriturário (salário mínimo do Dieese), R$ 2.913 para caixas, R$ 3.641 para primeiro comissionado e R$ 4.855 para primeiro gerente.
● PLR de três salários mais R$ 4 mil fixos.
● Aumento para um salário mínimo (R$ 510) dos valores do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá.
● Previdência complementar em todos os bancos.
● Proteção à saúde do trabalhador, que inclua o combate às metas abusivas, ao assédio moral e à falta de segurança.
● Medidas para proteger o emprego, como garantias contra demissões imotivadas e fim das terceirizações.
● Mais contratações para amenizar a sobrecarga de trabalho, acabar com as filas e melhorar o atendimento ao público.
● Planos de carreira, cargos e salários (PCCS) em todos os bancos.
Negociações com BB e Caixa
O Comando Nacional volta a se reunir separadamente nesta quinta-feira 23 com as direções do Banco do Brasil e da Caixa, em São Paulo, para discutir as pautas de reivindicações específicas dos dois bancos públicos federais.
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23593
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Depois de exatos 30 dias de negociações, a Fenaban rejeitou nesta quinta-feira 22 de setembro a pauta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2010, como o reajuste de 11%. Os bancos apresentaram apenas a proposta de reposição da inflação dos últimos 12 meses, que é de 4,29% segundo o INPC. O Comando Nacional considera essa postura dos bancos um desrespeito aos bancários e orienta os sindicatos a reforçarem a convocação das assembleias do 28, para a deflagração da greve nacional por tempo indeterminado a partir do dia 29.
"O que os bancos estão fazendo é uma provocação aos bancários. A economia está crescendo como nunca, o lucro dos bancos aumentou em média 32% no primeiro semestre e eles oferecem apenas a reposição da inflação", critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Com essa posição, os bancos não estão apostando no diálogo e sim na greve."
Os representantes dos bancos disseram na negociação desta quarta-feira que "o reajuste salarial de 11% é exageradamente alto".
O Comando Nacional reafirmou as reivindicações da categoria e deixou claro que, além dos avanços econômicos (como aumento real de salário, melhoria na PLR e valorização dos pisos), os bancários exigem melhores condições de trabalho e preservação da saúde, principalmente o fim das metas abusivas e do assédio moral, além de medidas que preservem o emprego.
O Comando Nacional encaminhará documento à Fenaban reafirmando a pauta de reivindicações da categoria e dando prazo até a segunda-feira 27 de setembro para apresentação de nova proposta que possa ser apreciada nas assembleias do dia 28.
O que os bancários reivindicam
As principais demandas dos bancários são:
● 11% de reajuste salarial.
● Piso salarial de R$ 1.510 para portaria, R$ 2.157 para escriturário (salário mínimo do Dieese), R$ 2.913 para caixas, R$ 3.641 para primeiro comissionado e R$ 4.855 para primeiro gerente.
● PLR de três salários mais R$ 4 mil fixos.
● Aumento para um salário mínimo (R$ 510) dos valores do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá.
● Previdência complementar em todos os bancos.
● Proteção à saúde do trabalhador, que inclua o combate às metas abusivas, ao assédio moral e à falta de segurança.
● Medidas para proteger o emprego, como garantias contra demissões imotivadas e fim das terceirizações.
● Mais contratações para amenizar a sobrecarga de trabalho, acabar com as filas e melhorar o atendimento ao público.
● Planos de carreira, cargos e salários (PCCS) em todos os bancos.
Negociações com BB e Caixa
O Comando Nacional volta a se reunir separadamente nesta quinta-feira 23 com as direções do Banco do Brasil e da Caixa, em São Paulo, para discutir as pautas de reivindicações específicas dos dois bancos públicos federais.
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=23593
CHEGA DE ENROLAÇÃO, BANCÁRIOS QUEREM GREVE JÁ!
Sindicato, banqueiros e governo empurram a Campanha Salarial para depois das eleições:
Como os bancários, outras importantes categorias estão em campanha salarial. Os metalúrgicos da GM conquistaram aumento de 9% e abono de R$ 2.200,00; a Petrobrás está oferecendo reajuste de 9% mais R$ 6.000,00 de abono, mas exclui os aposentados.
Mas os banqueiros, os que mais lucraram durante os 8 anos do governo Lula, sequer apresentaram uma proposta à categoria, que teve sua data-base em 1° de setembro. Para isso, contaram com a valiosa ajuda da CONTRAF/CUT, que, até agora, adiou o quanto pôde a campanha salarial enquanto trabalhava para a eleição de Dilma, Berzoini e Marcolino.
Enquanto isso, endividados, e já contando com a PLR como parte de seu salário, o bancário fica cada dia mais refém das propostas rebaixadas apresentadas pelos banqueiros e, infelizmente, defendidas pela CONTRAF/CUT. É o que explica, por exemplo, a diferença entre o que conquistaram, nos últimos anos, os bancários e os metalúrgicos, como mostra a tabela abaixo. Podemos pegar também um exemplo mais recente, o dos metalúrgicos do ABC, que acabam de conquistar um índice de reajuste de 10,81% com 6,25% de aumento real.
ANO ÍNDICES ÍNDICES SALÁRIOS SALÁRIOS
BANCÁRIOS (%) METALÚRGICOS (%) BANCÁRIOS (R$) METALÚRGICOS (R$)
2004 8,5 10,00 1.085,00 1.100,00
2005 6,0 8,90 1.150,10 1.197,90
2006 3,5 5,47 1.190,35 1.263,43
2007 6,0 7,44 1.261,77 1.357,42
2008 10,0 11,01 1.387,95 1.506,88
2009 6,0 6,53 1.471,23 1.605,28
2010 ? 10,81 ? 1.778,82
Como os bancários, outras importantes categorias estão em campanha salarial. Os metalúrgicos da GM conquistaram aumento de 9% e abono de R$ 2.200,00; a Petrobrás está oferecendo reajuste de 9% mais R$ 6.000,00 de abono, mas exclui os aposentados.
Mas os banqueiros, os que mais lucraram durante os 8 anos do governo Lula, sequer apresentaram uma proposta à categoria, que teve sua data-base em 1° de setembro. Para isso, contaram com a valiosa ajuda da CONTRAF/CUT, que, até agora, adiou o quanto pôde a campanha salarial enquanto trabalhava para a eleição de Dilma, Berzoini e Marcolino.
Enquanto isso, endividados, e já contando com a PLR como parte de seu salário, o bancário fica cada dia mais refém das propostas rebaixadas apresentadas pelos banqueiros e, infelizmente, defendidas pela CONTRAF/CUT. É o que explica, por exemplo, a diferença entre o que conquistaram, nos últimos anos, os bancários e os metalúrgicos, como mostra a tabela abaixo. Podemos pegar também um exemplo mais recente, o dos metalúrgicos do ABC, que acabam de conquistar um índice de reajuste de 10,81% com 6,25% de aumento real.
ANO ÍNDICES ÍNDICES SALÁRIOS SALÁRIOS
BANCÁRIOS (%) METALÚRGICOS (%) BANCÁRIOS (R$) METALÚRGICOS (R$)
2004 8,5 10,00 1.085,00 1.100,00
2005 6,0 8,90 1.150,10 1.197,90
2006 3,5 5,47 1.190,35 1.263,43
2007 6,0 7,44 1.261,77 1.357,42
2008 10,0 11,01 1.387,95 1.506,88
2009 6,0 6,53 1.471,23 1.605,28
2010 ? 10,81 ? 1.778,82
29 agosto, 2010
O Brasil é o país mais estressado do planeta e a terceira categoria mais estressada é a bancária.
A Oposição Bancária como um todo vem denunciando repetidamente o conjunto de fatores e não apenas os assaltos, como diz a Globo, que fazem com que os bancários estejam entre as três categorias que sofrem com o maior nível de stress entre seus trabalhadores...
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... desta vez deu no Globo Reporter de 27/08/2010:
O Brasil é o país mais estressado do planeta e a terceira categoria mais estressada é a bancária.
O repórter afirmou que os assaltos são grandes responsáveis. O que o repórter omitiu, até porque não foi lá conferir é que hoje há metas abusivas que se tornam verdadeiro assédio sobre bancários e gerentes. O que o repórter deixou de falar é que os gerentes atendem telefonemas às TRẼS HORAS da madrugada de seus Superintendentes para dar conta de metas não cumpridas ou perdas de operações. O que o repórter não falou é que os bancários adquirem LER/DORT corriqueiramente e que seu horário de almoço é invariavelmente comprimido e enervante. O que também não foi divulgado é que bancários lidam com valores que não lhes pertencem e que qualquer distração pode gerar prejuízos, para os quais há auditoria e responsabilização.
A categoria só perde para categorias como policiais e controladores de voo, segundo a reportagem da rede globo.
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... desta vez deu no Globo Reporter de 27/08/2010:
O Brasil é o país mais estressado do planeta e a terceira categoria mais estressada é a bancária.
O repórter afirmou que os assaltos são grandes responsáveis. O que o repórter omitiu, até porque não foi lá conferir é que hoje há metas abusivas que se tornam verdadeiro assédio sobre bancários e gerentes. O que o repórter deixou de falar é que os gerentes atendem telefonemas às TRẼS HORAS da madrugada de seus Superintendentes para dar conta de metas não cumpridas ou perdas de operações. O que o repórter não falou é que os bancários adquirem LER/DORT corriqueiramente e que seu horário de almoço é invariavelmente comprimido e enervante. O que também não foi divulgado é que bancários lidam com valores que não lhes pertencem e que qualquer distração pode gerar prejuízos, para os quais há auditoria e responsabilização.
A categoria só perde para categorias como policiais e controladores de voo, segundo a reportagem da rede globo.
09 agosto, 2010
Exploração dos bancários garante lucro dos banqueiros
No início do mês de agosto, os bancos informaram os balancetes semestrais e como vem acontecendo nos últimos oito anos de Governo Lula, apresentaram lucros espetaculares. O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 4,602 bilhões, crescimento de 16,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O Itaú-Unibanco registrou o maior lucro da história do sistema financeiro brasileiro em um primeiro semestre: R$ 6,4 bilhões.
Estes anúncios revelam que apesar da maior crise que já se viu desde a Grande Depressão de 1929, o sistema financeiro brasileiro apresenta um quadro de grandeza e estabilidade. Os bancos obtém lucros recordes porque se beneficiam das medidas do governo como a alta das taxas de juros. Para se ter uma idéia, nos últimos 7 anos, os bancos lucraram R$ 127,8 bilhões.
O segredo de tantos lucros também se explica com o aumento da produtividade e a exploração da mão de obra bancária. Vamos mostrar a exploração do trabalhador bancário do Bradesco e do Itaú-Unibanco, as maiores instituições financeiras privadas do país, onde seus funcionários apresentam perdas salariais de aproximadamente 24% desde a implantação do Plano Real.
Segundo dados dos próprios balanços dos bancos pesquisados, o Itaú - Unibanco gastou com pessoal (somando salários e encargos) neste primeiro semestre deste ano apenas 7,67% do lucro, o Bradesco gastou ainda menos: 5,92%.
Cada trabalhador bancário do Itaú-Unibanco gerou em média R$ 60 mil só neste semestre e do Bradesco R$ 51 mil. No entanto, o salário médio da categoria não chega a R$ 1800 e vem se reduzindo a cada dia com a política adotada pelos banqueiros de concentrar as demissões nos maiores salários e fazer admissões com salários mais baixos.
Agora em números, fica demonstrada o seguinte: Primeiro, a ganância dos banqueiros que submetem os bancários ao assédio moral, ao stress e à pressão por metas aumentando o grau de exploração da categoria nos últimos anos. Segundo: A justeza das reivindicações das perdas salariais da categoria que só no setor privado chegam a 24% e por último a necessidade dos trabalhadores de tomar para si o controle do sistema financeiro para garantir que o lucro atenda as reais necessidades da população e não apenas a um punhado de banqueiros.
Fonte: SEEB/MA
Estes anúncios revelam que apesar da maior crise que já se viu desde a Grande Depressão de 1929, o sistema financeiro brasileiro apresenta um quadro de grandeza e estabilidade. Os bancos obtém lucros recordes porque se beneficiam das medidas do governo como a alta das taxas de juros. Para se ter uma idéia, nos últimos 7 anos, os bancos lucraram R$ 127,8 bilhões.
O segredo de tantos lucros também se explica com o aumento da produtividade e a exploração da mão de obra bancária. Vamos mostrar a exploração do trabalhador bancário do Bradesco e do Itaú-Unibanco, as maiores instituições financeiras privadas do país, onde seus funcionários apresentam perdas salariais de aproximadamente 24% desde a implantação do Plano Real.
Segundo dados dos próprios balanços dos bancos pesquisados, o Itaú - Unibanco gastou com pessoal (somando salários e encargos) neste primeiro semestre deste ano apenas 7,67% do lucro, o Bradesco gastou ainda menos: 5,92%.
Cada trabalhador bancário do Itaú-Unibanco gerou em média R$ 60 mil só neste semestre e do Bradesco R$ 51 mil. No entanto, o salário médio da categoria não chega a R$ 1800 e vem se reduzindo a cada dia com a política adotada pelos banqueiros de concentrar as demissões nos maiores salários e fazer admissões com salários mais baixos.
Agora em números, fica demonstrada o seguinte: Primeiro, a ganância dos banqueiros que submetem os bancários ao assédio moral, ao stress e à pressão por metas aumentando o grau de exploração da categoria nos últimos anos. Segundo: A justeza das reivindicações das perdas salariais da categoria que só no setor privado chegam a 24% e por último a necessidade dos trabalhadores de tomar para si o controle do sistema financeiro para garantir que o lucro atenda as reais necessidades da população e não apenas a um punhado de banqueiros.
Fonte: SEEB/MA
30 julho, 2010
Deliberações do Encontro Nacional Aberto do Movimento Nacional dos Bancários
Deliberações do Encontro Nacional Aberto do Movimento Nacional dos Bancários – MNOB
realizado em 24 e 25 de Julho de 2010
Rio de Janeiro - RJ
Foi realizado nos dias 24 e 25 de Julho de 2010, no Rio de Janeiro, o Encontro Nacional Aberto do MNOB. A participação foi aberta e contou com representantes de bancários de 10 estados, 3 Sindicatos, uma Associação de Funcionários e 12 oposições. Os temas tratados neste fórum foram:
1. Conjuntura Internacional e Nacional
2. Congresso da Classe Trabalhadora e Reorganização
3. Campanha Salarial e pautas de reivindicações
4. Organização e Estruturação do MNOB
5. Encaminhamentos sobre Eleições Sindicais em 2010 e lutas específicas
Foram inscritas três teses que tratavam dos temas acima.
Sobre Conjuntura Internacional e Nacional, houve intervenções mostrando que a crise econômica não acabou e que, passada a recuperação parcial do início desta no ano passado, os eventos da Europa mostram que o novo ciclo desta mesma crise persiste e trará reflexos no Brasil.
Analisou-se que este ano, com as eleições presidenciais, está posto o debate com a classe trabalhadora para os desafios que virão e a necessidade de construir a resistência sobre ataques ao salário, emprego e direitos. Ao mesmo tempo, Neste mesmo período haverá a campanha salarial dos Bancários e debateu-se a necessidade de se unificar com outras categorias com data-base neste segundo semestre, construir o início da campanha no dia 10/08 como dia nacional de luta e lutar para impor um calendário de mobilização que priorize a campanha salarial, não as eleições.
Foi tema de análise a reorganização do movimento sindical e social no país com o desgaste das organizações como a CUT e UNE e a realização do Congresso da Classe Trabalhadora, com diferentes entendimentos sobre este processo de reorganização dos trabalhadores no Brasil.
O ponto sobre campanha salarial trouxe debates sobre construir uma campanha alternativa e análises sobre a estratégia da Contraf/CUT e do sistema financeiro nacional. Foram construídas, com adendos e atualizações, as pautas específicas por banco, fruto da construção de dois anos de acúmulos em encontros nacionais passados.
As principais resoluções sobre este tema foram:
• Campanha Nacional em defesa da ISONOMIA – constituição de uma coordenação, com representantes de cada Sindicato e das Oposições, para a campanha de Isonomia dos Bancos Públicos, com um chamado à realização de um encontro nacional aberto e que defina um calendário de lutas para além da campanha salarial;
• Reivindicar as perdas do período do plano Real: caso haja setores do movimento defendendo índice próximo aos 24% (perda mínima da categoria), buscar unificar, nas assembléias de aprovação das pautas, em torno a esse índice como um índice político, sem abrir mão das perdas que constarão nas pautas do BB, Caixa Econômica Federal, BNB e privados, votados no Encontro Nacional do MNOB;
• Piso salarial do Dieese (R$ 2.157,88 EM MAIO DE 2010);
• PLR de 25% do lucro líquido, distribuídos linearmente;
• Fim da mesa única de negociação;
• Lutar pela pauta alternativa e disputá-la em todas as assembléias do país. Realizar assembléias (onde somos direção), plenárias (onde somos oposição) nos próximos 15 dias após o Encontro Nacional do MNOB para aprovar as pautas;
• Comando aprovado na base e eleição de Comandos de Base nas assembléias;
• Como um dos eixos centrais desta campanha, reivindicar à Fenaban: Estabilidade no emprego, fim das metas e delegados sindicais em todos os bancos privados;
• Fim das metas e do assédio moral;
• Unificação dos bancários com outras categorias: construir o dia 10/08 como um dia nacional de luta;
• Que o MNOB incorpore como um dos eixos da Campanha Salarial, a defesa da licença-maternidade de 180 dias automática e SEM isenção Fiscal aos bancos;
• Procurar construir unidade de ação com outros sindicatos, em particular os da Intersindical, com eixos: pela Reposição das Perdas em negociações especificas, se contrapor a dinâmica/calendário da campanha dos governistas em priorizar a campanha de Dilma e as eleições, campanha pela ISONOMIA e contra o acordo de 2 anos;
• Defender que as assembléias sejam democráticas, debatam e deliberem por tudo que a categoria desejar, lutando para que tenham assembléias nas bases dos sindicatos da CUT.
• Participação do MNOB em fóruns onde tenha participação de base –assembléias, plenárias, seminários, encontros/congressos por banco- caso se respeite o processo de representação de base, avaliando taticamente se houver processo de filtro.
• Nenhum privilégio aos dirigentes sindicais! Contra a remuneração adicional e as comissões/cargos especiais para dirigentes sindicais;
• Fim da terceirização e dos correspondentes bancários;
• Estatização do Sistema Financeiro;
• Não as candidaturas Serra, Dilma e Marina: defender candidaturas com programas socialistas e classistas.
Ainda foram aprovados itens centrais específicos por banco:
• Volta das concorrências, com critérios objetivos para comissionamento;
• Fim do programa de PSO/USO no BB;
• Fim da lateralidade e volta do pagamento das substituições no Banco do Brasil;
• Que os sindicatos convoquem assembléia específica dos funcionários do BB para discutir o PCS e a jornada de 6 horas, aprovando um calendário de mobilização;
• Exigir o cumprimento da decisão do Congresso dos funcionários do BB sobre a realização de um seminário dos bancos incorporados para sintetizar os problemas da incorporação para ajudar na construção de uma proposta de PCS.
• Fim da reestruturação da Caixa: campanha estruturada em nível nacional, com material específico, denunciando a reestruturação da CEF como parte do processo de privatização dos bancos públicos, divulgando as medidas realizadas pelo MNOB e seus sindicatos;
• PFG na CEF: elaborar proposta alternativa para o PCC, que valorize as funções técnicas, crie níveis intermediários e garanta jornada de 6 horas para todos, sem redução salarial;
• Fim da discriminação na FUNCEF e do ônus para os que não abriram mão do benefício definido;
• Fim do voto de minerva da Caixa;
• Contra o sucateamento e encarecimento do SAÚDE CAIXA.
Foram debatidos os temas sobre a organização do MNOB. Apresentamos as principais resoluções:
• Será constituída uma Coordenação Nacional. Esta Coordenação é quem define a política do MNOB, com reuniões presenciais e por chat, garantindo a representação de todos os Sindicatos e Oposições que tenham funcionamento regular;
• Todos os representantes da Coordenação Nacional devem ser eleitos em reuniões amplamente convocadas. Deve ser realizada ata das reuniões que elegerá o (s) representante(s), com assinatura dos presentes;
• O mandato do representante é revogável a qualquer tempo, por assembléia ou plenária das entidades;
• Será formada uma Executiva Nacional do MNOB -entre os representantes da Coordenação Nacional- pelos Sindicatos do RN, MA e Bauru e das Oposições do Rio de Janeiro e São Paulo, até o próximo Encontro Nacional.
• Á executiva compete o encaminhamento das tarefas votadas pela Coordenação Nacional e encaminhamentos dos materiais/panfletos nacionais.
• Fim do fundo de campanha e das finanças regulares. O rateio entre os três sindicatos do MNOB das despesas com a campanha salarial e com materiais nacionais se dará quando da necessidade de despesas com materiais, encontros, viagens, à medida que se tenham iniciativas políticas do MNOB, e será administrado pela executiva em uma conta específica e com prestação de contas;
• Os materiais de divulgação política do MNOB, em papel ou meio eletrônico, devem ser escritos pela executiva em base ao que é votado nos encontros do MNOB. Para temas que não tenhamos definido uma política em nossos fóruns, é preciso que se garanta a ampla discussão na base e votação pela coordenação nacional para definição da nossa política e conseqüente elaboração dos materiais;
• Ampla discussão para a formação de chapas sindicais e para a disputa dos conselhos e diretorias dos fundos de pensão e dos planos/caixa de assistência médica. O debate programático deve ser prioridade na formação das chapas e deve envolver todo o MNOB na discussão. Qualquer chapa que possa receber o apoio do MNOB deve ser discutido e deliberado pela coordenação nacional;
• O MNOB deve propor as chapas concorrentes nas disputais sindicais, a inclusão nos materiais da logomarca MNOB;
• Impulsionar fóruns alternativos aos da Contraf/CUT também no caso dos encontros específicos por banco, com a participação efetiva da base, quando definido pela coordenação nacional.
A campanha Salarial dos Bancários e as pautas de reivindicações Alternativas têm como eixos centrais:
Encontro Nacional do MNOB
Campanha Salarial dos Bancários
Remuneração
Reajuste salarial de 24% para todos e Reposição das perdas (BB – 80,77%, CEF - 92,39%)
PLR de 25% do lucro, linear para todos
Piso salarial do salário mínimo do Dieese (R$ 2.157,88)
Elevação do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação
e auxílio creche/babá para o valor de um salário mínimo para cada item
Campanha nacional pela Isonomia nos Bancos Públicos
Plano de Cargos e Salários que valorize os bancários, sem discriminação
Saúde do Trabalhador
Fim das metas
Combate ao assédio moral
Combate as doenças ocupacionais
Delegados sindicais em todos os bancos privados
180 dias de licença-maternidade automática, SEM isenção fiscal aos Bancos
Assistência médica, hospitalar, odontológica e medicamentosa gratuita
Emprego
Estabilidade e mais contratação de bancários
Ampliar a contratação de mulheres, negros e pessoas
com deficiência
Jornada de 6 horas para todos, sem redução salarial
Fim das terceirizações
Sistema Financeiro
Estatização do Sistema Financeiro
Fim dos correspondentes Bancários
Em defesa dos Bancos Públicos 100% Estatal
Defesa do papel social dos bancos públicos
Eixos Gerais de Campanha
Fim da mesa única de negociação: mesas das pautas específicas por banco
Unificação dos bancários com outras categorias: construir o dia 10/08 como dia Nacional de luta
Contrapor a dinâmica/calendário da campanha salarial dos sindicatos governistas em priorizar a campanha de Dilma e as eleições. Campanha Salarial já!
Eleição de Comandos de Base nas assembléias
Nem Serra, Dilma e Marina. Defesa de candidaturas socialistas e classistas
realizado em 24 e 25 de Julho de 2010
Rio de Janeiro - RJ
Foi realizado nos dias 24 e 25 de Julho de 2010, no Rio de Janeiro, o Encontro Nacional Aberto do MNOB. A participação foi aberta e contou com representantes de bancários de 10 estados, 3 Sindicatos, uma Associação de Funcionários e 12 oposições. Os temas tratados neste fórum foram:
1. Conjuntura Internacional e Nacional
2. Congresso da Classe Trabalhadora e Reorganização
3. Campanha Salarial e pautas de reivindicações
4. Organização e Estruturação do MNOB
5. Encaminhamentos sobre Eleições Sindicais em 2010 e lutas específicas
Foram inscritas três teses que tratavam dos temas acima.
Sobre Conjuntura Internacional e Nacional, houve intervenções mostrando que a crise econômica não acabou e que, passada a recuperação parcial do início desta no ano passado, os eventos da Europa mostram que o novo ciclo desta mesma crise persiste e trará reflexos no Brasil.
Analisou-se que este ano, com as eleições presidenciais, está posto o debate com a classe trabalhadora para os desafios que virão e a necessidade de construir a resistência sobre ataques ao salário, emprego e direitos. Ao mesmo tempo, Neste mesmo período haverá a campanha salarial dos Bancários e debateu-se a necessidade de se unificar com outras categorias com data-base neste segundo semestre, construir o início da campanha no dia 10/08 como dia nacional de luta e lutar para impor um calendário de mobilização que priorize a campanha salarial, não as eleições.
Foi tema de análise a reorganização do movimento sindical e social no país com o desgaste das organizações como a CUT e UNE e a realização do Congresso da Classe Trabalhadora, com diferentes entendimentos sobre este processo de reorganização dos trabalhadores no Brasil.
O ponto sobre campanha salarial trouxe debates sobre construir uma campanha alternativa e análises sobre a estratégia da Contraf/CUT e do sistema financeiro nacional. Foram construídas, com adendos e atualizações, as pautas específicas por banco, fruto da construção de dois anos de acúmulos em encontros nacionais passados.
As principais resoluções sobre este tema foram:
• Campanha Nacional em defesa da ISONOMIA – constituição de uma coordenação, com representantes de cada Sindicato e das Oposições, para a campanha de Isonomia dos Bancos Públicos, com um chamado à realização de um encontro nacional aberto e que defina um calendário de lutas para além da campanha salarial;
• Reivindicar as perdas do período do plano Real: caso haja setores do movimento defendendo índice próximo aos 24% (perda mínima da categoria), buscar unificar, nas assembléias de aprovação das pautas, em torno a esse índice como um índice político, sem abrir mão das perdas que constarão nas pautas do BB, Caixa Econômica Federal, BNB e privados, votados no Encontro Nacional do MNOB;
• Piso salarial do Dieese (R$ 2.157,88 EM MAIO DE 2010);
• PLR de 25% do lucro líquido, distribuídos linearmente;
• Fim da mesa única de negociação;
• Lutar pela pauta alternativa e disputá-la em todas as assembléias do país. Realizar assembléias (onde somos direção), plenárias (onde somos oposição) nos próximos 15 dias após o Encontro Nacional do MNOB para aprovar as pautas;
• Comando aprovado na base e eleição de Comandos de Base nas assembléias;
• Como um dos eixos centrais desta campanha, reivindicar à Fenaban: Estabilidade no emprego, fim das metas e delegados sindicais em todos os bancos privados;
• Fim das metas e do assédio moral;
• Unificação dos bancários com outras categorias: construir o dia 10/08 como um dia nacional de luta;
• Que o MNOB incorpore como um dos eixos da Campanha Salarial, a defesa da licença-maternidade de 180 dias automática e SEM isenção Fiscal aos bancos;
• Procurar construir unidade de ação com outros sindicatos, em particular os da Intersindical, com eixos: pela Reposição das Perdas em negociações especificas, se contrapor a dinâmica/calendário da campanha dos governistas em priorizar a campanha de Dilma e as eleições, campanha pela ISONOMIA e contra o acordo de 2 anos;
• Defender que as assembléias sejam democráticas, debatam e deliberem por tudo que a categoria desejar, lutando para que tenham assembléias nas bases dos sindicatos da CUT.
• Participação do MNOB em fóruns onde tenha participação de base –assembléias, plenárias, seminários, encontros/congressos por banco- caso se respeite o processo de representação de base, avaliando taticamente se houver processo de filtro.
• Nenhum privilégio aos dirigentes sindicais! Contra a remuneração adicional e as comissões/cargos especiais para dirigentes sindicais;
• Fim da terceirização e dos correspondentes bancários;
• Estatização do Sistema Financeiro;
• Não as candidaturas Serra, Dilma e Marina: defender candidaturas com programas socialistas e classistas.
Ainda foram aprovados itens centrais específicos por banco:
• Volta das concorrências, com critérios objetivos para comissionamento;
• Fim do programa de PSO/USO no BB;
• Fim da lateralidade e volta do pagamento das substituições no Banco do Brasil;
• Que os sindicatos convoquem assembléia específica dos funcionários do BB para discutir o PCS e a jornada de 6 horas, aprovando um calendário de mobilização;
• Exigir o cumprimento da decisão do Congresso dos funcionários do BB sobre a realização de um seminário dos bancos incorporados para sintetizar os problemas da incorporação para ajudar na construção de uma proposta de PCS.
• Fim da reestruturação da Caixa: campanha estruturada em nível nacional, com material específico, denunciando a reestruturação da CEF como parte do processo de privatização dos bancos públicos, divulgando as medidas realizadas pelo MNOB e seus sindicatos;
• PFG na CEF: elaborar proposta alternativa para o PCC, que valorize as funções técnicas, crie níveis intermediários e garanta jornada de 6 horas para todos, sem redução salarial;
• Fim da discriminação na FUNCEF e do ônus para os que não abriram mão do benefício definido;
• Fim do voto de minerva da Caixa;
• Contra o sucateamento e encarecimento do SAÚDE CAIXA.
Foram debatidos os temas sobre a organização do MNOB. Apresentamos as principais resoluções:
• Será constituída uma Coordenação Nacional. Esta Coordenação é quem define a política do MNOB, com reuniões presenciais e por chat, garantindo a representação de todos os Sindicatos e Oposições que tenham funcionamento regular;
• Todos os representantes da Coordenação Nacional devem ser eleitos em reuniões amplamente convocadas. Deve ser realizada ata das reuniões que elegerá o (s) representante(s), com assinatura dos presentes;
• O mandato do representante é revogável a qualquer tempo, por assembléia ou plenária das entidades;
• Será formada uma Executiva Nacional do MNOB -entre os representantes da Coordenação Nacional- pelos Sindicatos do RN, MA e Bauru e das Oposições do Rio de Janeiro e São Paulo, até o próximo Encontro Nacional.
• Á executiva compete o encaminhamento das tarefas votadas pela Coordenação Nacional e encaminhamentos dos materiais/panfletos nacionais.
• Fim do fundo de campanha e das finanças regulares. O rateio entre os três sindicatos do MNOB das despesas com a campanha salarial e com materiais nacionais se dará quando da necessidade de despesas com materiais, encontros, viagens, à medida que se tenham iniciativas políticas do MNOB, e será administrado pela executiva em uma conta específica e com prestação de contas;
• Os materiais de divulgação política do MNOB, em papel ou meio eletrônico, devem ser escritos pela executiva em base ao que é votado nos encontros do MNOB. Para temas que não tenhamos definido uma política em nossos fóruns, é preciso que se garanta a ampla discussão na base e votação pela coordenação nacional para definição da nossa política e conseqüente elaboração dos materiais;
• Ampla discussão para a formação de chapas sindicais e para a disputa dos conselhos e diretorias dos fundos de pensão e dos planos/caixa de assistência médica. O debate programático deve ser prioridade na formação das chapas e deve envolver todo o MNOB na discussão. Qualquer chapa que possa receber o apoio do MNOB deve ser discutido e deliberado pela coordenação nacional;
• O MNOB deve propor as chapas concorrentes nas disputais sindicais, a inclusão nos materiais da logomarca MNOB;
• Impulsionar fóruns alternativos aos da Contraf/CUT também no caso dos encontros específicos por banco, com a participação efetiva da base, quando definido pela coordenação nacional.
A campanha Salarial dos Bancários e as pautas de reivindicações Alternativas têm como eixos centrais:
Encontro Nacional do MNOB
Campanha Salarial dos Bancários
Remuneração
Reajuste salarial de 24% para todos e Reposição das perdas (BB – 80,77%, CEF - 92,39%)
PLR de 25% do lucro, linear para todos
Piso salarial do salário mínimo do Dieese (R$ 2.157,88)
Elevação do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação
e auxílio creche/babá para o valor de um salário mínimo para cada item
Campanha nacional pela Isonomia nos Bancos Públicos
Plano de Cargos e Salários que valorize os bancários, sem discriminação
Saúde do Trabalhador
Fim das metas
Combate ao assédio moral
Combate as doenças ocupacionais
Delegados sindicais em todos os bancos privados
180 dias de licença-maternidade automática, SEM isenção fiscal aos Bancos
Assistência médica, hospitalar, odontológica e medicamentosa gratuita
Emprego
Estabilidade e mais contratação de bancários
Ampliar a contratação de mulheres, negros e pessoas
com deficiência
Jornada de 6 horas para todos, sem redução salarial
Fim das terceirizações
Sistema Financeiro
Estatização do Sistema Financeiro
Fim dos correspondentes Bancários
Em defesa dos Bancos Públicos 100% Estatal
Defesa do papel social dos bancos públicos
Eixos Gerais de Campanha
Fim da mesa única de negociação: mesas das pautas específicas por banco
Unificação dos bancários com outras categorias: construir o dia 10/08 como dia Nacional de luta
Contrapor a dinâmica/calendário da campanha salarial dos sindicatos governistas em priorizar a campanha de Dilma e as eleições. Campanha Salarial já!
Eleição de Comandos de Base nas assembléias
Nem Serra, Dilma e Marina. Defesa de candidaturas socialistas e classistas
20 julho, 2010
Bancários gaúchos reivindicam 20% de aumento nesta Campanha Salarial
Fonte: Imprensa Fetrafi-RS
A plenária final da 12ª edição da Conferência Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do RS aprovou, por ampla maioria, a reivindicação de um reajuste de 20% sobre todas as verbas de natureza salarial para a Campanha Salarial 2010. A definição ocorreu após votação dos mais de 500 delegados que participaram do evento, no fim da tarde de sábado, no Hotel Embaixador.
Esta será a proposta de reajuste defendida pela delegação gaúcha na Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, agendada para o período de 23 a 25 de julho, no Rio de Janeiro. Na justificativa da proposta os bancários destacam que o índice aprovado contempla o momento econômico, político e social do país. Para o cálculo deste índice foram considerados os seguintes critérios: lucratividade média dos seis maiores bancos do país; projeção da inflação até agosto de 2010 e o resíduo inflacionário do acordo de 2003, que de acordo com o INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor, foi de 4,37%.
A estratégia de campanha aprovada pela Conferência Estadual propõe a reafirmação da Campanha Salarial Unificada em 2010, com manutenção das mesas de negociações específicas nos bancos públicos, concomitantes à mesa da Fenaban. Os bancários gaúchos também propõem um calendário de mobilização nacional geral e específico, respeitando a mobilização dos bancos públicos em todos os estados.
Outra proposta da 12ª Conferência Estadual prevê a entrega da minuta de reivindicações aos banqueiros ainda no mês de agosto. O objetivo é construir um calendário de mobilizações para o mês de setembro, data-base dos trabalhadores em instituições financeiras. Em caso de negociações frustradas com os banqueiros, a estratégia aprovada aponta mobilização para a greve em setembro de 2010.
A plenária final da 12ª edição da Conferência Estadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do RS aprovou, por ampla maioria, a reivindicação de um reajuste de 20% sobre todas as verbas de natureza salarial para a Campanha Salarial 2010. A definição ocorreu após votação dos mais de 500 delegados que participaram do evento, no fim da tarde de sábado, no Hotel Embaixador.
Esta será a proposta de reajuste defendida pela delegação gaúcha na Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, agendada para o período de 23 a 25 de julho, no Rio de Janeiro. Na justificativa da proposta os bancários destacam que o índice aprovado contempla o momento econômico, político e social do país. Para o cálculo deste índice foram considerados os seguintes critérios: lucratividade média dos seis maiores bancos do país; projeção da inflação até agosto de 2010 e o resíduo inflacionário do acordo de 2003, que de acordo com o INPC - Índice Nacional de Preços ao Consumidor, foi de 4,37%.
A estratégia de campanha aprovada pela Conferência Estadual propõe a reafirmação da Campanha Salarial Unificada em 2010, com manutenção das mesas de negociações específicas nos bancos públicos, concomitantes à mesa da Fenaban. Os bancários gaúchos também propõem um calendário de mobilização nacional geral e específico, respeitando a mobilização dos bancos públicos em todos os estados.
Outra proposta da 12ª Conferência Estadual prevê a entrega da minuta de reivindicações aos banqueiros ainda no mês de agosto. O objetivo é construir um calendário de mobilizações para o mês de setembro, data-base dos trabalhadores em instituições financeiras. Em caso de negociações frustradas com os banqueiros, a estratégia aprovada aponta mobilização para a greve em setembro de 2010.
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